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Posts com a tag "Pergunte ao Nardela"

Nardela responde as perguntas dos internautas

16 de julho de 2012 0

A arbitragem foi decisiva para a derrota do Joinville para o São Caetano?
O pênalti marcado para o São Caetano foi discutível. Não vou falar que o árbitro errou totalmente, mas o lance é discutível. Para mim, não houve pênalti. Os dois jogadores fizeram falta, cada um no seu tempo, por isso, a falta não deveria ter sido marcada. A partida teve outros lances duvidos. Foi marcado um impedimento do Lima que não houve e o árbitro não marcou um pênalti para o JEC. A arbitragem não foi decisiva, mas influenciou. O que foi decisivo foram os gols perdidos pelo Joinville.

Já é hora de tentar uma mudança no ataque? Não diria isso. Os gols vão acabar acontecendo. É preciso melhor as finalizações. O Alex fez dois gols contra o Barueri. Acho que está faltando um pouco mais do Lima. Ele é o artilheiro e a torcida está acostumada com seus gols. Mas o ataque do Joinville foi participativo. Por isso, acho que não é hora de mudança ainda. Vale insistir um pouco mais no Lima e no Alex. As mudanças nem sempre trazem um bom resultado.

Muito se falou da falta de criatividade do time. Mas, nos últimos jogos, o Joinville criou bastante. O setor está evoluindo? O Joinville melhorou bastante nesse quesito. O Tiago Real está tendo uma boa movimentação e o time está criando. Até mesmo o Romano teve uma boa participação, criando algumas chances pela esquerda. Em uma delas, o Lima acertou a trave. O JEC tinha dificuldades para criar em jogos fora de casa. Sábado, o Joinville criou e jogou bem, mostrando que a equipe pode jogar de igual para igual mesmo longe de casa.

Troca de comando, contratação e o jogo na opinião de Nardela

13 de julho de 2012 0

Adriano Segal
O Marcio era popular, mais povão que o Nereu. Isto pode ser um complicador para o novo presidente do JEC? Ele terá de mudar seu estilo?

O Nereu também se relaciona muito bem com as pessoas, cada um, obviamente, com sua personalidade, e isso não será um complicador. Com certeza, na condição de presidente, o Nereu terá um contato muito maior com os torcedores, que, certamente, o conhecerão melhor e verão que se trata de uma pessoa bastante acessível.

João Cercal
O Willian, contratado na quinta, deve ser testado assim que tiver condições de jogo ou vai mesmo ter que entrar na fila?

No caso do Willian, que está há algum tempo sem jogar, vinha apenas treinando, a sua entrada no time deverá acontecer de forma gradativa, e à medida que for se condicionando física e tecnicamente, certamente, suas possibilidades de ser titular crescem muito. Desde que confirme dentro de campo que é melhor do que aquele que ocupa sua posição no momento.

Carlos Karpa
Dois jogadores se machucaram no mesmo dia. Os jogadores têm que dosar mais o trabalho, estão se expondo muito?

Num esporte em que o contato é constante, as contusões acabam se tornando corriqueiras, mesmo sendo tomados todos os cuidados por parte do comandante e seus comandados. No entanto, é sempre prudente estar atento ao que acontece nos treinamentos para que os ânimos mais acirrados sejam contidos e os atletas não se excedam na busca da titularidade.

Sandro Dias
Qual o principal cuidado a ser tomado contra o São Caetano?

Assim como o JEC, o São Caetano baseia seu jogo mais na força do coletivo do que propriamente na individualidade, embora possua jogadores de boa qualidade técnica. Portanto, não há necessidade de nenhum cuidado específico, mas, sim, manter a mesma disposição na marcação, sem abrir mão de ser ousado e atacar em busca de gols.

Anelise Vieira
Os adversários da segunda metade do turno são mais difíceis que os da primeira?

Independentemente das equipes que se vá enfrentar nessa segunda metade do turno, a tendência é que as exigências sejam cada vez maiores à medida que a competição vá transcorrendo, pois todos estarão disputando acirradamente por posições, seja para se manter ou aspirar ao G4 ou fugir do rebaixamento. Portanto, os jogos serão mais difíceis e o JEC terá que melhorar ainda mais sua performance para se manter numa boa colocação.

O que diz Nardela sobre a goleada do JEC

08 de julho de 2012 0

O JEC deu, dentro de campo, a resposta que a torcida esperava?
Deu. E a resposta foi muito boa. O time já vinha mostrando algumas virtudes, principalmente no sistema de marcação. A cobrança maior era em relação à parte ofensiva. O time foi bem. Agora, é preciso também criar oportunidades nos jogos fora de casa. Não pode abdicar da sua marcação, mas pode ser mais ousado e levar mais situações de perigo para os adversários.

Leandro Campos disse que não é porque o time goleou o Barueri que está tudo bem. Na sua avaliação, no que o JEC precisa melhorar?
Ele foi bastante oportuno quando falou isso. O time está no início da competição, praticamente na metade do primeiro turno, e ainda vai ter muita coisa pela frente. O Leandro chegou em cima da hora e está ainda buscando uma formação ideal. Isso é coisa que demanda tempo. O time irá evoluir muito, tecnicamente falando, quando os jogadores assimilarem melhor aquilo que ele quer.

O que dá para prever sobre confronto com o São Caetano?
Os números mostram que haverá equilíbrio. Os dois times estão no mesmo patamar na competição. O que o Joinville precisa, fora de casa, é um pouco mais de força ofensiva, além de manter o que vem funcionando tão bem. Se a equipe tiver esse comportamento, pode buscar alguns pontos importantes fora de casa.

Análise de Nardela sobre Boa 0 x 0 Joinville

01 de julho de 2012 10

O Joinville poderia ter saído de Varginha (MG) com melhor resultado?
O 0 a 0 foi bom. A defesa do Joinville teve o jogo sob controle. Neste aspecto, o Leandro Campos conseguiu encaixar a equipe. O Boa chegou poucas vezes. O problema é que meias e atacantes não estão criando. Está faltando criatividade. A individualidade, que faz a diferença, não está aparecendo. Se existisse, o Joinville poderia até sair com a vitória. Mas este resultado foi bom.

Mesmo que a individualidade não apareça, houve um personagem no time do JEC neste jogo?
O sistema defensivo como um todo e mais o Leandro Carvalho, que com seu posicionamento e marcação fez uma grande partida.

Como encarar o Barueri, com a pressão de vencer em casa?
Se existir um equilíbrio entre a marcação, que está boa, e a criatividade, que não apareceu contra o Boa, o Joinville será favorito a vencer. Pesa muito a criatividade de meias, principalmente, e atacantes.

O Tarcísio ganhou a vaga na lateral esquerda?
Prefiro ele jogando no meio, que é sua posição. Mas já que está treinando na lateral, o técnico aprovou e o Romano não rendeu o esperado, tem que usar o Tarcísio. Ele não comprometeu. Seria um contrassenso não mantê-lo para o próximo jogo.

Nardela responde aos leitores

30 de junho de 2012 1

Paulo Duarte
Parece normal a declaração do Leandro Campos sobre ficar no G8?

Manter-se na Série B será o grande desafio do Tricolor nessa competição, considerando a capacidade de investimento do clube, que não é das melhores. Portanto, a briga por uma posição intermediária será normal e mais constante, não impedindo que o time aspire a posições melhores e, ao mesmo tempo, tomando todos os cuidados para não estar na zona de rebaixamento.

Walmer Bittencourt
Qual sua opinião sobre o JEC jogar com três atacantes em casa: Aldair pela esquerda, Alex pela direita e Lima pelo meio?

Utilizar três atacantes pode ser uma alternativa no decorrer do jogo, e numa determinada circunstância, lembrando que não é quantidade de atacantes que torna um time ofensivo. Ao meu ver, essa não seria a melhor opção, considerando as características dos jogadores que compõem o atual elenco jequeano.

Maurício de Diniz Martins
Você vê, nas categorias de base, alguma solução para o JEC?

As categorias de base têm como objetivo revelar atletas para compor o elenco profissional, o que propicia uma economia ao clube, além da possibilidade de um bom retorno financeiro. Portanto, a categoria de base é numa excelente alternativa, não significando que ela será a solução.

Oscar Pinheiro
Sinceramente, você acha que o JEC tem time para disputar uma Série A?

Se o JEC subir para a Série A, as condições financeiras serão bem melhores do que se encontram neste momento. Certamente, o elenco jequeano será substancialmente fortalecido podendo, sim, fazer um bonito papel na Série A.

Izoel Freitas
Não está na hora de contratar um atacante de respeito?

O mercado da bola está muito inflacionado. A procura é maior do que a oferta e contratar um jogador de qualidade requer um bom montante de dinheiro, o que, infelizmente, o Tricolor não dispõe no momento.


Nardela comenta derrota do Joinville

25 de junho de 2012 10

AN – O que faltou para o JEC conseguir um resultado melhor contra o Paraná?

Nardela – Acho que faltou para o time determinação tática. Aquela que vimos, principalmente, contra o Avaí. A equipe até conseguiu fazer boa marcação no primeiro tempo, mas vacilou. O gol mudou o cenário do jogo e o JEC teve que sair mais para o jogo. Aí faltou criatividade para chegar ao gol, faltou mais movimentação e faltou qualidade técnica.

AN - Como avalia as substituições feitas na partida?

Nardela – O Alex realmente não estava bem. Mas quando se tira o Alex e coloca o Marcinho, o Tiago Real passa a ser o atacante. Acredito que deveria ter outras opções no banco. Era para ter o Aldair. Respeito muito o treinador, mas o Aldair era para ser opção. Hoje, o Tiago Real virou a arma do time. Ele é meia, é atacante, ele é tudo. Achei certa a saída do Fabiano Silva, por causa do cartão, mas tinha que colocar alguém que pudesse ajudar a criar alguma coisa.

AN – Por que os atacantes tiveram tanta dificuldade e praticamente não conseguiram finalizar em gol?

Nardela – A bola não fluiu e não chegou para eles. O Alex não estava bem individualmente. A parte da criação de jogadas não existiu. A única jogada que acabou acontecendo, principalmente no primeiro tempo, foi com o Eduardo. Ele criou uma ou outra situação, mas foi muito pouco. O time não teve jogada de fundo pelo lado esquerdo. O Lima também não esteve bem.

AN – A torcida começa a se manifestar contra Leandro Campos. O que acha disso?

Nardela – Eu sou a favor da continuidade do trabalho. O Leandro já mostrou em alguns jogos que tem competência. A Série B tem muitos jogos difíceis e equilibrados, então é normal que aconteçam percalços. Acredito, sim, que o Leandro Campos deveria rever alguns conceitos, mas, independentemente disso, o trabalho tem que seguir.

Nardela responde aos leitores

22 de junho de 2012 7

Enesio Schultz
Se na Série C o Bruno Rangel jogou quase todo o campeonato fazendo gols, por que agora está sendo dispensado?

O grande equívoco foi a contratação de um jogador com as mesmas características do Bruno Rangel, quando se devia trazer um atacante com um outro perfil, que agora está sendo solicitado pelo treinador. Lembro que a contratação de um jogador com essas características foi um pedido do então treinador Argel, justificando que Rangel não era um jogador de área.

Vanderlei Schmitz
Por que o Lima, mal do jeito que está, continua no time?

O Lima pode não estar rendendo ainda tudo que se espera dele, mas não podemos dizer, também, que está jogando mal. Percebe-se claramente que seu desempenho vem melhorando a medida que reencontra sua melhor condição física e técnica, já que no final do Catarinense teve uma lesão muscular que o afastou por um bom tempo.

Luciano Soares
Qual a relevância e reflexo que essa atitude mal feita (contratação errada do Jean Carlos e dispensa do Bruno Rangel) pode e vai trazer para o elenco?

Somente o tempo trará as devidas respostas, mas, é necessário frisar que o atleta Jean Carlos faz parte do elenco jequeano e necessita de todo apoio dos torcedores para jogar seu futebol com tranquilidade e confiança. Somente dessa maneira ele poderá ser útil ao time. Não será com julgamentos precipitados e cobranças exacerbadas que o atleta encontrará um clima favorável para render seu melhor futebol.

Rogério Tank
Qual seria o motivo de o Jocinei ser tão mal aproveitado pelos treinadores do JEC?

Infelizmente, ainda, os jovens valores que surgem no JEC não são aproveitados adequadamente, faltando a eles um maior apoio e confiança e acima de tudo a oportunidade de uma sequencia de jogos, assim como acontece com os demais jogadores. O clube precisa ter uma política definida com relação ao aproveitamento desses jovens, sob pena, de não ter nenhum retorno do investimento realizado nas categorias de base.

Orlando R. da Silva
No campeonato Catarinense o JEC nadou e não chegou, o Avaí nadou e foi campeão. O JEC está preparado para a Série B?

Penso que o JEC está, sim, preparado para a Série B. A grande dificuldade dos clubes quando ascendem de uma divisão para outra reside na questão financeira, já que o custo se torna bem maior e as receitas não são suficientes para fazerem frente às despesas, impedindo que investimentos sejam realizados.

Nardela comenta JEC 1 x 1 Ceará

17 de junho de 2012 0

O que faltou para o JEC sair com a vitória?
O Joinville fez um excelente primeiro tempo e poderia ter feito pelo menos mais dois gols, pelas duas chances perdidas por Lima e uma terceira com Tiago Real. Acho que faltou um pouco mais de velocidade na hora de chutar para o gol. Só que o time não foi bem no segundo tempo e conseguiu melhorar só no final. Criou poucas chances e, quando conseguiu chegar, esbarrou no bom goleiro Fernando Henrique. Essa falta de precisão na hora de finalizar fez a diferença.

A que se deve essa mudança de postura do Joinville depois do intervalo?
Não dá para tirar o mérito do Ceará, que tem um bom time e é bem treinado pelo PC Gusmão. Nós sabíamos que seria difícil manter o mesmo domínio do primeiro tempo, porque o técnico deles iria conseguir mudar a postura do time ainda no vestiário. Mas não dá para deixar de dizer que o JEC não teve a mesma determinação tática. Tanto que a jogada que originou o pênalti foi uma falha de marcação, onde o Glaydson, que anulou bem o Rogerinho no primeiro tempo, não conseguiu ter a mesma eficiência. Também acho que o toque do jogador que cometeu a falta, que originou o pênalti, foi fora da área, mas o juiz deu e pronto. Depois de sofrer o gol, o time se desequilibrou e passou a errar passses, principalmente nas saídas de bola.

O JEC deve manter a mesma postura contra o Paraná, em Curitiba?
O Joinville já demonstrou que tem boa aplicação tática para buscar pontos fora de casa. Quando os jogadores conseguem fazer o que o treinador pede, trazem bons resultados. Um exemplo foi em Florianópolis, quando ganhou do Avaí tendo esta postura de determinação e aplicação tática.