Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts com a tag "tricolor"

Após derrota, JEC treina sem descanso

15 de julho de 2012 10


O frio da manhã deste domingo não impediu que o técnico do JEC, Leandro Campos, levasse seus jogadores para o campo. Depois da derrota deste sábado na partida contra o São Caetano, o time retornou a Joinville sem tempo para muito descanso.

Durante quase duas horas, o técnico observou os reservas da partida no ABC Paulista em um treino em campo, enquanto os titulares trabalharam na academia para revigorar o corpo. Utilizando metade do gramado na Arena, Leandro dividiu o treino em três partes.

Na primeira, os jogadores fizeram uma partida rápida para treinar os passes e os toques de bola. Um choque entre o goleiro reserva Jonatas e o jogador Vinícius parou a partida por alguns minutos, até que os dois estivessem recuperados. Depois, os jogadores treinaram cruzamentos e, ao final, dribles e ataques rápidos.

Segundo Leandro, o maior desafio para a partida desta terça-feira contra o Ipatinga, será recuperar o equilíbrio que o time vinha apresentando nas últimas rodadas. "Sabemos que nossa preparação é curta, e precisamos buscar a estabilidade para voltar a ficar entre os seis primeiros colocados na competição", explica.

Presidente do JEC, Marcio Vogelsanger deixa hoje o clube

12 de julho de 2012 6

Terminam hoje quatro anos vitoriosos. Marcio Vogelsanger deixa a presidência do Joinville e Nereu Martinelli assume o clube. Assinando os últimos papéis como comandante tricolor, Vogelsanger disse na noite de ontem que a hora de parar chegou.

De 2008 até hoje, ele cuidou das contas telefônicas do JEC e de cada tijolo para a ampliação do centro de treinamento. Fez muito, acha que “poderia melhor algumas coisas” e se aprova com a nota sete. Vogelsanger contou como foi agir com a razão no meio de tantas emoções, levar a fama de pão-duro e tirar o JEC do fundo do poço e colocá-lo na Série B em tão pouco tempo. “Você só consegue economizar R$ 1 mil se cuidar de R$ 100.”


Já sente saudade de ser o presidente do Joinville?
Foi uma fase boa, uma fase bacana, mas tudo tem a sua hora. Foi bom, mas acho que está na hora de sair

Mas quando acordar amanhã sem a rotina de presidente, como vai ser?
Eu estava conversando com o Fontan (superintendente do JEC) que, da última vez em que fui presidente, fui duas vezes ao Ernestão após ter saído. Só lá descobri que não precisava mais ir. Como existia aquele compromisso diário, estava todos os dias no clube, vai ser um pouco estranho. Mas, como eu disse, tem de saber a hora de parar.

Se fosse dar uma nota de zero a dez pelo seu mandato, qual seria?
Olha, acho que pode ser sete. Porque algumas coisas ainda não foram feitas. Mas ainda é uma boa nota, já dava para passar de ano.

O que faltou para o dez?
Um pouco mais de estrutura. Faltou fazer mais um campo no centro de treinamento, falou o restaurante com uma choperia. Faltou alguma coisa de material esportivo, algo maior para entrar no mercado. Estamos no caminho, mas não conseguimos chegar lá ainda. Também achei que poderíamos chegar aos 10 mil sócios (o clube tem aproximadamente 8,5 mil). Algumas coisas foram boas, mas poderiam ter sido melhores.

Você sempre teve a fama de ser um presidente durão e até pão-duro. Isso é verdade?
É verdade, é um estilo. Acho que você só consegue economizar mil reais se se preocupar com 100 reais. Muitas vezes, as pessoas só pensam no grande, mas tem de se lembrar do pequeno também: conta telefônica, concentração a mais de jogadores, mordomias. O Joinville não teve bicho, por exemplo. Quando você administra algo em que o dinheiro não é seu, tem que cuidar melhor do que se fosse. Por isso, tenho essa fama de pão-duro. Disciplina e hierarquia são fundamentais.

Você chegava mesmo a cuidar até de conta telefônica?
Sim. Tanto que teve um funcionário que gastou demais e descontei do salário dele em três vezes. Em um mês, gastou R$ 300 ou R$ 400 e descontei em três vezes para não quebrar o cara.

E o funcionário não ficou chateado?
Não reclamou de nada. Na verdade, tem que agradecer que só ficou nisso.

No momentos difíceis, principalmente nas dispensas de técnicos, era você quem ia para a entrevista coletiva. Por que? Não tinha medo de desgastar a imagem de presidente?
Quem é presidente tem que tomar decisão, dar a última palavra. Você é o capitão do navio. Quem fica em cima do muro pode levar dois tiros: um de cada vizinho. Você tem que tomar uma decisão, pode até ser a errada, mas tem que tomar. Não achava justo passar isso para outro. Desde pequeno, fui criado numa família que tinha funcionários. Via meu pai sempre tomando decisões. Se eu receber um telefone hoje e eu não resolver, amanhã vou receber mais duas ou três ligações. Então, resolva o problema. Às vezes fingia ter certeza do que estava fazendo, mas tinha que tomar a decisão.

Aquele episódio envolvendo o Giba e o Eduardo (o técnico deixou o lateral no banco. Vogelsanger pediu que ele fosse escalado. Giba não aceitou e acabou demitido) demonstra bem a maneira enérgica com que você administrava o clube?
Acho que sim. Eles são todos funcionários. Acho que o futebol brasileiro está quebrando porque os técnicos se acham maiores que o presidente. No São Paulo, a diretoria interfere e acho que tem de interferir sim. Acho que aqui interferimos pouco. Se não tirar do time, eu tiro do grupo. E não foi só um dia que eu fui lá e pedi. Fiquei insistindo vários dias. Como aconteceu com o Edinho (Nazareth, técnico). Pedi para colocar o Edinho (atacante formado no clube). Eu pedi, e pedido de um presidente é uma ordem.

No caso do Edinho, tinha um empresário aqui para observá-lo, é isso?
Sim, um diretor do Inter estava aqui para ver o Edinho jogar. Na sexta-feira, conversei com o técnico. Ele só colocou o Edinho aos 20 minutos do segundo tempo num jogo que não valia nada.

Você estava assistindo ao jogo ao lado desse diretor?
Sim. No início do segundo tempo, quando viu que o Edinho não entrou, ele levantou e foi embora.

Nesses quatro anos, dá para escolher um momento mais feliz?
Foi o acesso, aquele jogo lá em Brasília. Foi o momento mais emocionante. Uma sensação indescritível.

Posse de Nereu Martinelli ocorre na quinta-feira

10 de julho de 2012 2

A posse de Nereu Martinelli como presidente do Joinville vai acontecer na noite de quinta-feira, numa cerimônia no restaurante Glória. O advogado Marcos Alexandre e o empresário Valdicir Kortmann serão nomeados, respectivamente, presidente e vice-presidente do conselho deliberativo do clube.

Tarcísio tem chance rara, mas merecida

10 de julho de 2012 7


Tarcísio deu conta do recado. O garoto de 19 anos foi chamado para resolver o problema da lateral-esquerda do Joinville e não decepcionou. Está há dois jogos como titular, mostrou segurança na defesa e certa ousadia no ataque. Tarcísio é a prova de que planejamento e um pouco de paciência com jovens valores podem dar certo.

Treinando como lateral-esquerdo desde o Catarinense, Tarcísio trabalhou duro, quietinho. Leandro Campos teve cuidado para não queimá-lo. Afinal, volante é a posição de origem do jovem jogador. E aí Tarcísio foi disputar duas partidas como lateral-esquerdo com os juniores.

Ensaio pronto, a revelação tricolor foi chamado para colocar tudo em prática. Foi bem contra o Boa e evoluiu diante do Barueri. “Estou adaptado na lateral-esquerdo”, falou o jogador.

Tarcísio é o único prata da casa do JEC que conquistou um espaço no time. Mas nada de empolgação, e muita humildade. “Tenho que continuar trabalhando e torcendo para que os amigos da base também tenham uma chance.”

Mineiro de Rio Novo, Tarcísio está há cinco anos no clube. Confessa que já sentiu muita saudade de casa. “Nos primeiros meses, pensava em voltar.” Coisa do passado. Hoje, nem a dengue tira a revelação tricolor da Arena. “Peguei quando fui para minha cidade ano passado. Atrasei a apresentação em dois meses. Mas vim”, lembrou Tarcísio.

Volante Fabiano Silva fica no JEC

06 de julho de 2012 4


O jogador pediu a diretoria do Joinville para ser liberado e acertar com o Figueirense. Mas o time da Capital não aceitou trocar o volante por algum outro jogador e a negociação não aconteceu. Fabiano Silva deve continuar no Joinville até o final da Série B.

Lima não será liberado pela diretoria

03 de julho de 2012 17

O artilheiro tricolor admitiu recentemente a vontade de defender o Figueirense na Série A. Apesar de atualmente não viver uma boa fase no clube, dificilmente será liberado pela diretoria do Joinville.

Joinville apresenta dois reforços para a série B

29 de junho de 2012 3

O Joinville irá apresentar na manhã de hoje mais dois reforços para a Série B: o volante Djair e o meia Vinícius. Os dois atletas chegarão ao clube por meio de uma parceria firmada com o Coritiba, que é dono dos direitos federativos dos atletas.

De acordo com o diretor de futebol do JEC, Nereu Martinelli, o time paranaense apresentou uma lista com dez opções para empréstimos. A prioridade do Joinville era atrair o atacante Geraldo, mas o atleta preferiu ficar em Curitiba.

Durante a semana, ventilou-se a possibilidade de quatro jogadores serem emprestados em parceria, mas houve a confirmação apenas dos dois nomes. O atacante Raphael Lucas ainda segue em negociação e pode ser o terceiro nome confirmado.

Histórias de um ídolo tricolor

28 de junho de 2012 9


Sempre que aparece no treino do Joinville, o ex-artilheiro do clube e hoje agente Fifa Marcos Paulo alegra a Arena com histórias do tempo em que vestia a camisa tricolor. Nesta quinta-feira, ele lembrou o time de 1996.

Para o ídolo da torcida do JEC, um timaço: Silvio; Luizinho Neto, Jairo Santos, Bandoch, Gilmar Nass; Benson, Veiga, Alcinei e Geovani; Marcos Paulo e Fabinho. "No banco ainda ficavam Clóvis, Paulinho e Luiz Américo", disse Marcos Paulo. "Era Luzinho cruzando de um lado, Gilmar Nass do outro. O Alcinei metendo bola. Não tinha como não fazer gols."

Humilde, Marcos Paulo elogiou Lima e disse que se jogassem juntos naquela época o atual atacante tricolor seria o titular.