A bola rolando macia no tapete verde e vivo.
O barulho do barbante sendo estufado logo antes do ensurdecedor grito de gol.
A volta olímpica de homens que se tornaram heróis doze vezes.
O cheiro da pipoca na arquibancada.
O barulho de surdos e tambores.
A chuva caindo do céu.
O sol se escondendo na noite.
O Ernestão, gigante do Bucarein, casa do Caxias e berço do Joinville, pode estar sendo colocado para dormir.
Mas, as lembranças de quem o ouviu, viu e viveu vão permanecer para sempre eternizadas na memória.
*Texto narrado por Ricardo Passos no webdocumentário "Para Sempre Ernestão"
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