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Adeus à King's

08 de novembro de 2011 0

Desde 1979 que não houve uma semana que eu não tenha entrado em uma loja de discos. Conheci lojas no Rio, SP, Recife e Brasília. Também fui a Montevidéu, Buenos Aires, NY, Londres, Paris e Amsterdam. Vi o LP viver a sua melhor fase, agonizar, perder o lugar para o CD e voltar a viver nos últimos anos.

Faço este pequeno exercício de memória para registrar a melancolia que senti  ao entrar na semana passada na King’s – loja que foi um símbolo para tantos da minha geração em Porto Alegre – e saber que ela vivia seus últimos dias. A loja mais charmosa da charmosa Galeria Chaves – onde ouvi o primeiro CD da minha vida – fechou suas portas.

Olhei cada um dos CDs que ainda estavam expostos, comprei alguns dos últimos que a loja mantinha em oferta, me despedi dos dois funcionários que estavam lá desde a minha primeira compra e saí ainda mais nostálgico do que normalmente sou. Num rápido cálculo de cabeça me dei conta que não houve lugar como essas lojas onde eu tenha deixado tanto dinheiro (acho que por baixo daria para ter comprado um pequeno apartamento), recebido tantas informações – e, obviamente, sido tão feliz.

Renovando a bossa nova

25 de maio de 2011 0

Artista de espírito gregário e constantemente aberto a parcerias – como podem comprovar as composições feitas ao lado de Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Martinho da Vila e Eumir Deodato entre tantos outros, inclusive numa rara obra conjunta com João Gilberto (Minha Saudade) –, João Donato provou na noite do dia 10 de maio, em Porto Alegre, como consegue se sair bem em piano solo. Pilotando um Steinway e mesclando diversas fases de sua carreira, o mestre acreano renovou a sua bossa sempre nova, deu temperos calientes ao seu som latino e prestou homenagens a gigantes do jazz, como Duke Ellington, Horace Silver e Stan Kenton.

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Renovando a bossa nova

Mendigo mecenas

27 de dezembro de 2010 0

Em Dzi Croquettes , um dos melhores documentários feitos no Brasil, um personagem misterioso passa quase despercebido.

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Mendigo mecenas

Amigos de Marvin Gaye

26 de dezembro de 2010 0

O álbum é I Want You. O autor é Marvin Gaye.

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Coisas muito estranhas estão acontecendo nesta eleição

24 de setembro de 2010 1

Primeiro, o imenso retrocesso da justiça eleitoral, que não satisfeita em obrigar o uso do título eleitoral – documento que caminhava célere rumo à obsolescência – agora ainda exige que um outro documento com foto seja levado. Ora se é para agir dessa maneira melhor seria manter aquele antigo título – usado até 1985 – que embora fosse quase do tamanho de uma cartolina pelo menos já vinha acompanhado de foto. Outro absurdo é essa confusão do voto para dois senadores, com partidos e candidatos abrindo mão de lançar candidaturas.

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Coisas muito estranhas estão acontecendo nesta eleição.

O motoqueiro voador

20 de setembro de 2010 1

Entre tantos desenhos animados inspirados em personagens reais, Devlin, O Motoqueiro destacou-se por dar uma versão cheia de aventuras e perseguições à vida do dublê Evel Knievel.

Nome conhecido nos Estados Unidos dos anos 1970 e ídolo de milhares de garotos naquela época, Knievel teve sua vida adaptada pelos estúdios Hanna Barbera. Além de ressaltar suas habilidades, o desenho colocava o personagem principal, agora batizado de Ernie Devlin, envolvido em perigosas tramas. No seriado, Devlin fazia parte da trupe de um circo que viajava por diversas cidades americanas. Ao lado de seu irmão Tod e de sua irmã Sandy, Devlin fazia arriscados números com sua moto – como o salto em rampas e o globo da morte. Quando não estava envolvido com as turnês, Devlin descansava ajudando pessoas da comunidade a resolver crimes e prender bandidos.

Produzido pelos estúdios Hanna Barbera e apresentado pela Rede ABC, Devlin, O Motoqueiro não repetiu o sucesso de público entre os milhares de fãs de Evel Knievel. O seriado teve uma curta carreira de apenas 16 episódios, que foram exibidos originalmente nos EUA entre setembro e dezembro de 1974. No Brasil, o desenho foi reprisado por várias emissoras ao longo dos anos 1970 e 1980.

A América em duas rodas

Capitão América montado numa moto, Evel Knievel encarnou o herói fantasiado que está sempre em busca de desafios e superações. Nascido em Montana em 1938, Knievel começou a andar de moto ainda na adolescência mas só nos anos 1960, depois de ter se apresentado em corridas e rodeios, passou a imaginar um espetáculo em que pudesse mostrar suas habilidades.

Por duas décadas, Knievel amealhou prêmios e reconhecimentos por inventar uma fórmula de espetáculo que misturava diversão com manobras arriscadas. Com sua moto, Knievel ia encarando desafios como pular sobre rios e fileiras de caminhões ou ainda saltar de um edifício para outro. Nessas temporadas, Knievel bateu dezenas de recordes, entre eleso de maior número de ossos quebrados, pois muitas vezes a apresentação não saía como planejada.

Knievel morreu bem longe das aventuras. Com a saúde muito debilitada, Knievel dedicou seus últimos anos à pintura e a um projeto chamado fundação Make a Wish, criado especialmente para crianças com doenças terminais. Ele morreu numa sexta-feira, dia 30 novembro de 2007, aos 69 anos, por conta da diabetes e fibrose pulmonar. O estilo de pilotar que criou vem sendo mantido por Robbie Knievel, seu filho.

(Coluna publicada em 19/9/2010)

Rock de resistência

04 de setembro de 2010 0

Você já ouviu falar no rock de Camboja?

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Rock de resistência

Um bem-amado desde 1973

28 de agosto de 2010 0

O Bem Amado, o mais novo filme de Guel Arraes (responsável pelo sucesso O Auto da Compadecida), recupera um texto de Dias Gomes que já foi novela da TV Globo nos anos 1970. Na trama de O Bem-Amado, sob o pretexto de mostrar o cotidiano da população de uma cidade fictícia no litoral baiano, Dias Gomes satirizava, com ironia e senso crítico, o Brasil da ditadura militar. No elenco, destacavam-se nomes conhecidos como Paulo Gracindo, Jardel Filho, Rogério Fróes, Zilka Sallaberry, Carlos Eduardo Dolabella, Ida Gomes, Milton Gonçalves e Lutero Luiz. Para lembrar este que foi um dos maiores sucessos da televisão brasileira – exibido entre 24 de janeiro e 9 de outubro de 1973 –, aí vão 12 curiosidades sobre O Bem Amado.

> A peça de Dias Gomes – Odorico, o Bem-Amado ou Uma Obra do Governo – foi encenada pela primeira vez em 1969 no TV de Vanguarda da TV Tupi.

> A inspiração para o personagem principal veio do ex-governador da Guanabara Carlos Lacerda.

> O Bem-Amado foi a primeira novela exibida em cores no Brasil, em 1973.

> A trama gira em torno do prefeito Odorico Paraguaçu (Paulo Gracindo), um político corrupto e cheio de artimanhas, que governa Sucupira, no litoral baiano, e tem como principal objetivo a inauguração do cemitério local.

> As cenas externas de O Bem-Amado foram gravadas em Sepetiba, bairro da cidade do Rio de Janeiro.

> A trilha sonora de O Bem-Amado foi totalmente composta por Vinicius de Moraes e Toquinho. No total, são 11 canções, entre elas o sucesso Meu Pai Oxalá.

> A música de abertura teve de ser substituída por uma versão instrumental, já que a censura implicou com o verso “Estamos sentados em um paiol de pólvora”.

> Paulo Gracindo foi o responsável por criar um dos grandes bordões da TV brasileira quando Odorico abreviava conversas e raciocínios dizendo “Vamos botar de lado os entretantos e partir logo pros finalmentes”.

> Em uma entrevista concedida em 1993, Paulo Gracindo contou que Odorico era um sucesso tão grande que os prefeitos de todas as cidades que visitou, durante e depois da novela, queriam tirar fotos ao seu lado.

> O Bem-Amado foi a primeira novela de Sandra Brea.

> O Bem-Amado foi a primeira produção da TV Globo a ser exportada.

> O sucesso da novela fez com que a trama fosse recriada em forma de seriado no início dos anos 1980.

(Coluna publicada no jornal de 29/08/2010.)

Cordas

23 de agosto de 2010 0

Um instrumento musical com nome de foguete há mais de cinco décadas revoluciona o rock. A Fender Stratocaster é reconhecida como modelo de guitarra elétrica mais famoso do mundo, imortalizado por uma legião que vai de Jimi Hendrix a Eric Clapton, de Buddy Holly a Lou Reed.

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Cordas

Um craque

10 de agosto de 2010 0

Cinquenta e seis anos depois de ter encantado o mundo comandando a Seleção Húngara, Ferenc Puskas (1927 – 2006) merece ser lembrado com a leitura de Puskas – Uma Lenda do Futebol. O livro, lançado há doze anos pela Editora DBA, mas ainda encontrável em muitas livrarias, é uma imensa reportagem feita pelos jornalistas Klara Jamrich e Rogan Taylor. Ele inglês, ela conterrânea do craque.

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Um craque

Underground

09 de agosto de 2010 0

Há poucos meses conversei com o jornalista, escritor e filósofo, Luiz Carlos Maciel. Aos 72 anos, este gaúcho de Porto Alegre mas há mais de quatro décadas radicado no Rio de Janeiro recordava como foram os frenéticos anos 60. “Foi um tempo de muita agitação e criatividade.

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Uma vida vivida intensamente

08 de agosto de 2010 1

Ator símbolo do humor americano da transição das décadas de 70/80, John Belushi tem sua vida escarafunchada por um dos melhores repórteres dos Estados Unidos: Bob Woodward. O resultado está em Wired, biografia que agora ganha versão em espanhol com o título “Como una Moto: La Vida Galopante de John Belushi”

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Carros animados

28 de julho de 2010 0

Se a dupla William Hanna e Joseph Barbera havia revolucionado os desenhos animados na década de 1960, principalmente por dar hábitos humanos aos mais variados tipos de animais, a sequência na década seguinte seria dar vida a seres inanimados. Carros, por exemplo. A inspiração pode ter vindo do cinema, com Se Meu Fusca Falasse. E pelo menos dois desenhos fizeram muito sucesso.

“Carangos e Motocas” (“Wheelie and the Chopper Bunch”)

Os protagonistas eram um casal automobilístico: Wheelie, um simpático e romântico fusca vermelho, e Roda, sua namorada, um modelo conversível amarelo bem semelhante ao carro de Penélope Charmosa. Eles eram constantemente importunados por uma gangue de motocicletas: Avesso, Risada e Confuso. Os três eram liderados por Chapa. Todos os personagens tinham voz e eram muito falantes. A única exceção era o próprio Wheelie, que curiosamente só buzinava e exibia símbolos em seu para-brisas, mostrando seus pensamentos, tais como um coração para o amor ou uma lâmpada de uma ideia.

Como invariavelmente os planos de Chapa davam errado, o grande personagem da gangue de motos acabou sendo Confuso, quase um ciclomotor de tão pequeno, mas que criou o bordão “eu te disse, eu te disse”, que ficava repetindo sem parar.

A série teve no total 13 episódios, cada um com meia hora de duração, que foram exibidos de setembro de 1974 a agosto de 1975.

“Speed Buggy”

Contemporâneo de Carangos e Motocas, Speed Buggy seguia uma fórmula semelhante, porém com mais aventuras e perseguições. A série tinha uma estrutura parecida com a de Scooby Doo, só que em vez de um cachorro era protagonizada por um carro, um buggy, no caso. Outra referência muito forte era Josie e as Gatinhas. Três episódios de Speed Buggy, inclusive, tiveram seus roteiros quase que praticamente copiados das tramas de Josie.

Ao lado de seus amigos – Debbie, Tinker (piloto e mecânico) e Mark –, o buggy aventureiro pulava de corrida em corrida. Nos intervalos, o intrépido veículo ajudava a polícia a resolver mistérios e desaparecimentos. Speed Buggy estreou na TV americana em setembro de 1973 e durou até agosto de 1975. Apesar da curta temporada, o seriado foi tão bem recebido pelo público americano que acabou sendo apresentado pelas três grandes redes de TV (CBS, ABC e NBC). No Brasil, a voz do automóvel era feita pelo ator Olney Cazarré.

(Coluna publicada em 25/7/2010)

Rio Babilônia

14 de julho de 2010 0

Nos últimos dias, o intrépido Ezequiel Neves (1935 – 2010) foi lembrado de várias maneiras – o crítico musical, o poeta, o produtor, o amigo de Cazuza, o doidão – mas não vi em nenhuma matéria qualquer referência ao talento visionário e de roteirista, como comprova Rio Babilônia, filme de Neville D’Almeida dos anos 80. Muitas das questões levantadas pelo filme, que pareciam tão distantes e até absurdas, acabaram se confirmando no caótico Rio de Janeiro atual

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Boêmio anarquista

08 de julho de 2010 0

Carlinhos Oliveira era um cronista que tinha ojeriza a rótulos e dogmas. Chegou a ser chamado de simpatizante da ditadura, embora nunca tivesse escrito uma linha a favor do governo militar e, na época braba da repressão, teve a coragem de abrigar em seu apartamento um militante de esquerda indiretamente envolvido no seqüestro do embaixador Charles Elbrick.

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Boêmio anarquista

História de uma enfermeira negra

05 de julho de 2010 0

O ano que não acabou foi movimentado também na televisão. Em 1968, para ficar apenas nos EUA, o país era incendiado pelos assassinatos de Martin Luther King e Bob Kennedy, pelo acirramento dos conflitos no Vietnã, pelas constantes manifestações pelos direitos civis e pelos protestos populares. A TV refletia esta realidade conturbada, e uma fatia expressiva do público, a dos afroamericanos, começava a se reconhecer na tela da televisão.

Grande representante dos seriados criados nesta época, Julia colocava uma atriz negra como protagonista e abordava assuntos dos mais atuais. Criado por Hal Kanter e Harold Stone, o seriado acompanhava o cotidiano de Julia Baker (Diahann Carroll), uma enfermeira negra de pouco mais de 30 anos, que levava a vida ao lado do filho Corey Baker (Marc Copage), de nove anos (juntos, na foto).

A série foi produzida pela rede NBC, estreou em setembro de 1968 e permaneceu na programação por três anos, até 1971, tendo no total 86 episódios de meia hora cada. No elenco, também estavam Lloyd Nolan, Betty Beaird, Michael Link e Mary Wickes.

TALENTO VERSÁTIL

Fenômeno entre as atrizes de seriado da década de 1960, Diahann Carroll se destacava não apenas pela beleza como pelo talento. Foi das mais versáteis e importantes intérpretes de sua geração na TV americana, atraindo fãs e ganhando prêmios.

Nascida em julho de 1935, no Bronx, em Nova York, Diahann começou a carreira em 1954 participando de musicais da Broadway. Na década seguinte, ganharia ainda mais destaque ao participar de seriados como Peter Gunn e The Naked City, até ser convidada para ser protagonista.

Por Julia, ela venceria o Globo de Ouro em 1968 (melhor atriz feminina da TV), além de ter sido indicada ao mesmo prêmio em 1970 (melhor atriz principal em seriado de comédia ou musical) e ao Emmy, em 1969 (melhor atriz principal em um seriado cômico). Em 1975, concorreria ao Oscar de melhor atriz pelo filme Claudine.

Hoje, aos 74 anos, Diahann participa de seriados televisivos e atua como cantora.

(Coluna publicada em 4 de julho de 2010)

Oeste selvagem

28 de junho de 2010 0

A década de 1960 foi marcada por uma onda de westerns televisivos, seguindo um caminho que havia sido aberto pelos westerns cinematográficos produzidos em Hollywood nas décadas de 1940 e 1950. Quase todos tinha como modelo Bonanza, um dos fenômenos de audiência. E alguns destacavam-se por qualidade e originalidade. Um desses casos era Chaparral (High Chaparral, no original).

A ação se passava na segunda metade do século 19 mostrando a trajetória de duas famílias – os Cannon e os Montoya – que controlavam áreas de terra no Arizona. Num misto de convivência pacífica com disputas pelo poder, as duas famílias viviam em confronto. Os Cannon eram liderados por Big John (Leif Erickson), casado com Victoria (Linda Cristal), filha dos Montoya. Ex-oficial da Guerra da Secessão, Big John havia sido casado com Annalee, assassinada em um ataque dos Apaches.

A série se destacava também pelo humor através do papel coadjuvante de Manolo Montoya, o Manolito, interpretado por Henry Darrow. Criada por David Dortort (responsável também por Bonanza), a série estreou em 10 de setembro de 1967 pela rede NBC dos EUA. Teve um total de 98 episódios divididos em quatro temporadas.

Sangue latino

Poucos nomes são tão facilmente reconhecidos pelo telespectador de seriados quanto o de Henry Darrow, um dos mais frequentes coadjuvantes da TV americana.

O intérprete do irreverente e engraçado Manolito nasceu em setembro de 1933, em Nova York, filho de pais porto-riquenhos. Tomás Enrique Delgado Jr., seu nome de batismo, começou a atuar ainda criança, depois de sua família ter retornado para Porto Rico. Adulto, ganhou uma bolsa da Pasadena Playhouse, na Califórnia, passando a orar nos Estados Unidos.

Ao todo, participou de mais de 75 séries de televisão, sendo em Chaparral seu trabalho mais conhecido. Nos anos 1960, foi um dos fundadores da Nosotros, organização que direciona atores hispânicos para assumirem papéis não estereotipados. Aos 76 anos, Darrow vive na Carolina do Norte, nos EUA, com sua segunda mulher, Lauren Levian.

(Esta coluna, publicada em 27/6/2010, foi uma sugestão do leitor Vladimir Corrêa.)

Wilson Simonal (1938 - 2000)

25 de junho de 2010 0

Para lembrar os 10 anos da morte do maior cantor brasileiro Na faixa 11 de Show em Si…Monal – disco que registra ao vivo uma das centenas da apresentações de Wilson Simonal em 1967 -, o artista entre conversas e brincadeiras com a plateia finge ler uma edição do Jornal da Tarde que lhe foi entregue por um marciano futurista.

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A celeste

24 de junho de 2010 0

A boa fase da seleção uruguai deve estar alimentando os sonhos do escritor Eduardo Galeano. Apaixonado por futebol, Galeano dispensa ao esporte o mesmo olhar aguçado que demonstrou ao analisar os problemas do continente em As Veias Abertas da América Latina. Em Futebol – Ao Sol e à Sombra (Tradução de Eric Nepomuceno e Maria do Carmo Brito), lançado em 1995, Galeano faz um inventário de histórias e personagens do futebol.

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Futebol é coisa séria

22 de junho de 2010 0

Boa análise do jornalista e autor teatral Sergio Roveri – com quem trabalhei entre 2001/2003 – sobre um fenômeno televisivo que não para de crescer: o do repórter esportivo que se considera humorista, poeta, cronista e bufão. Aprendiz de feiticeiro Finalmente as pessoas se deram conta de que está nascendo um novo Galvão Bueno. Ele se chama Tadeu Schmidt, está ganhando um espaço absurdo na cobertura da Copa do Mundo e reúne todas as condições para, em pouquíssimo tempo, superar o seu mestre

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Futebol é coisa séria