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Posts na categoria "memória"

Adeus à King's

08 de novembro de 2011 0

Desde 1979 que não houve uma semana que eu não tenha entrado em uma loja de discos. Conheci lojas no Rio, SP, Recife e Brasília. Também fui a Montevidéu, Buenos Aires, NY, Londres, Paris e Amsterdam. Vi o LP viver a sua melhor fase, agonizar, perder o lugar para o CD e voltar a viver nos últimos anos.

Faço este pequeno exercício de memória para registrar a melancolia que senti  ao entrar na semana passada na King’s – loja que foi um símbolo para tantos da minha geração em Porto Alegre – e saber que ela vivia seus últimos dias. A loja mais charmosa da charmosa Galeria Chaves – onde ouvi o primeiro CD da minha vida – fechou suas portas.

Olhei cada um dos CDs que ainda estavam expostos, comprei alguns dos últimos que a loja mantinha em oferta, me despedi dos dois funcionários que estavam lá desde a minha primeira compra e saí ainda mais nostálgico do que normalmente sou. Num rápido cálculo de cabeça me dei conta que não houve lugar como essas lojas onde eu tenha deixado tanto dinheiro (acho que por baixo daria para ter comprado um pequeno apartamento), recebido tantas informações – e, obviamente, sido tão feliz.

Underground

09 de agosto de 2010 0

Há poucos meses conversei com o jornalista, escritor e filósofo, Luiz Carlos Maciel. Aos 72 anos, este gaúcho de Porto Alegre mas há mais de quatro décadas radicado no Rio de Janeiro recordava como foram os frenéticos anos 60. “Foi um tempo de muita agitação e criatividade.

Leia o post completo no blog Letra e Música:
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A vanguarda do jazz

06 de junho de 2010 0

Na porta há um toldo vermelho, com o nome do lugar em letras brancas, facilmente reconhecível por qualquer um que tenha um mínimo de intimidade com o jazz. Lá dentro – depois de descer uma escada de 15 degraus – são exatos 123 lugares voltados para um palco tão modesto quanto histórico.

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A vanguarda do jazz

O onipresente Aloysio de Oliveira

04 de junho de 2010 0

Quando Carmen Miranda foi para os Estados Unidos ensinar o que é que a baiana tem, quem estava do lado dela? Quando Walt Disney precisou de alguém para dar uma certa “brasilidade” aos seus desenhos a quem ele recorreu? Quando artistas da bossa nova queriam gravar seus discos com liberdade e criatividade a quem eles procuravam?

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O onipresente Aloysio de Oliveira

Descanso do Guerreiro

30 de setembro de 2009 0

Pelo seu estúdio passaram algumas das mulheres mais desejáveis do Brasil – de Odile Rodin a Scarlet Moon, de Tânia Alves a Bruna Lombardi, de Sonia Braga (com quem foi casado) a Sandra Bréa (com quem também foi casado). Agora, boa parte do catálogo de cerca de 600 mil cromos de Antonio Guerreiro pode ser lembrado e admirado. Vá lá e veja qual é a sua favorita.

Trinta anos esta noite

13 de setembro de 2009 0

Banco de Dados/ZHEmbora eu sempre tenha tido boa memória – comprovando o nome do blog e da coluna – às vezes ela me falhou. E esta era uma das falhas mais antigas: não conseguia me lembrar a data do primeiro show a que fui na vida. Lembrava que havia sido de Gilberto Gil, em 1979, lançamento do disco (é, ainda era LP) Realce. Lembrava ainda que foi o primeiro show da turnê, que Gil usava trancinhas e contas, que o baixista da banda era o Rubão Sabino, que eu consegui um bom lugar numa das poltronas daquele corredor intermediário que o teatro tinha e que foi um show no Teatro Leopoldina. Este último, um detalhe fundamental, pois foi essa proximidade com a casa onde morávamos que garantiu que eu, do alto dos meus 12 anos, conseguisse convencer minha mãe me deixar ir sozinho.

Agora, lendo a Zero Hora deste domingo, vi a notícia sobre o início da temporada – e lá estava a data: 13 de setembro de 1979, uma quinta-feira.

Memória é coisa boa quando a gente tem e melhor ainda quando se recupera.

Uma escola de aventuras

07 de setembro de 2009 0

Que baita vida levava Jonny Quest! O pequeno herói das tardes televisivas dos anos 1960 e 1970 era uma espécie de Tintim na adolescência. Só que, enquanto o aventureiro belga tinha que ter uma profissão para ganhar a vida, Jonny Quest, aos 11 anos, driblava qualquer estatuto que o obrigasse a frequentar um colégio e passava boa parte do seu tempo viajando. O que ele precisava aprender estava nas selvas, nos laboratórios, nos oceanos, nas ilhas e nas cavernas que visitava, sempre ao lado do pai, Benton Quest, um sábio e ponderado cientista.

Enfrentando tribos hostis, cientistas malucos e exércitos inimigos, Quest Pai e Quest Filho moravam em uma ilha particular secreta, onde mantinham um laboratório com equipamentos de alta tecnologia. Nas missões especiais, eles viajavam acompanhados pelo agente Roger “Race” Bannon, assessor do Dr. Benton e encarregado de proteger o garoto, e de Hadji, o guru-mirim que entra para o grupo depois de ter salvo a vida de Benton em Calcutá (Hadji só começa a fazer parte do seriado a partir do segundo episódio). Completa o elenco o simpático e esperto buldogue Bandit.

E o que garantiu a longevidade de Jonny Quest? A resposta mais frequente seria a qualidade dos desenhos e a maturidade do traço, atraindo um público mais adulto que se interessava por histórias de aventura. Quarenta e cinco anos depois de sua estreia, em setembro de 1964, pela rede CBS, Jonny Quest continua sendo admirado pela revolução que provocou ao tornar-se o primeiro desenho realista feito pelos estúdios Hanna-Barbera, que até então se destacava apenas pelos desenhos que tinham animais como protagonistas.

Resultado de dois anos de pesquisas, Jonny Quest foi um dos projetos mais bem-elaborados do estúdio. Para desenvolvê-lo, foi chamado o desenhista Doug Wildey (1922 – 1994), que não apenas deu feição aos personagens como ajudou a formatar as aventuras do garoto, com roteiros repletos de mistérios, perseguições e reviravoltas.

Apesar de todas as inovações apresentadas, Jonny Quest não teve bom desempenho, ficando restrito a uma única temporada composta por 26 episódios com, em média, 25 minutos de duração. Mas, na década de 1970, depois de algumas reprises bem sucedidas, os produtores optaram por uma nova temporada, agora com 13 episódios. Na mesma época, foi lançada nos Estados Unidos uma versão em quadrinhos. A coleção teve 12 edições, sendo que uma delas foi lançada no Brasil, em 1989.

Deixe seu recado depois do bipe

26 de agosto de 2009 0

Arquivo Confidencial (The Rockford Files), com James Garner, foi um dos mais geniais seriados de todos os tempos. E umas das marcas registradas era a abertura de cada episódio com a reprodução de um dos recados  da secretária eletrênica que Jim Rockford tinha em seu trailer.

Este site recuperou todos os áudios e você pode se divertir com as mensagens.