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Os carros que não valem o que custam

21 de julho de 2017 0

O jornal Estado de S.Paulo elaborou uma lista de carros que custam muito (dinheiro) e oferecem pouco (retorno) pelo investimento. São modelos de diferentes categorias e preços, mas que, muitas vezes, nos fazem repensar sobre a real necessidade de se gastar tanto para ser comprar um veículo. Da lista dos dez mais caros que “não valem o que custam”, há três carros da Fiat, dois da Volkswagen, dois da Toyota, um da Kia, um da Honda e um da Mercedes-Benz.

 

FIAT DOBLÓ ESSENCE 1.8 – R$ 82.000

Doblo

Você não leu errado, um Doblò Essence está tabelado a nada menos que R$ 82 mil. Na versão de entrada com cinco lugares. Quer os dois bancos extras no porta-malas? O preço sobe para R$ 83.500. O Adventure? Exatos R$ 90.900.
KIA CERATO – R$ 79.990

Cerato

A única versão à venda do Cerato no Brasil até tem um preço atraente, mas a lista de equipamentos enxuta e o motor 1.6 depõem contra o modelo sul coreano. Faltam itens importantes no segmento, como uma central multimídia e até mesmo travamento automático das portas.

FIAT MOBI EASY – R$ 34.210

Mobi

A versão de entrada do Mobi é absolutamente ‘pelada’ e ainda custa quase R$ 35 mil. Melhor gastar um pouco mais e levar uma versão com mais equipamentos.

TOYOTA COROLLA ALTIS – R$ 116.990

Novo-Corolla-2016-01

A versão de topo do Corolla é muito bem equipada, mas os quase R$ 117 mil pedidos pela Toyota já parecem um tanto exagerados para um sedã médio. Melhor escolher uma das versões mais em conta (ainda caras) e levar praticamente o mesmo carro por alguns milhares de reais a menos.

HONDA WR-V EX – R$ 79.400

WR-V

Não é novidade que achamos o WR-V um tanto caro para o que oferece, mas se a ideia é levar um para casa, melhor gastar um pouquinho mais na versão EXL, que tem air bags laterais e de cortina, e central multimídia e fugir da mais barata, que já custa quase R$ 80 mil.

MERCEDES-BENZ A200 – R$ 149.990

ClasseA200

Aqui o problema nem chega a ser o preço em si, mas a proximidade com o ‘irmão’ GLA. A versão mais barata do jipinho sai por R$ 150.990, apenas R$ 1 mil a mais que o hatch, dificultando justificar sua escolha.

FIAT WEEKEND 1.4 – R$ 59.480

COMPARATIVO PEUGEOT 207 SW E FIAT PALIO WEEKEND

A Fiat não só ainda oferece a versão ‘civil’ da Weekend, com a mesma carinha de 2008, como cobra R$ 59.480 por uma zero quilômetro equipada com motor 1.4. Apesar de antiga e custar quase R$ 60 mil, ainda vem sequer sem ar-condicionado, que custa R$ 4.247 extras.

TOYOTA SW4 DIESEL – R$ 249.940

T-SW4

A versão com sete lugares da SW4 diesel está custando nada menos que R$ 249.940. O modelo é muito bem equipado, espaçoso e muito capaz, mas a faixa de preço já o coloca no mesmo patamar que modelos de marcas de mais prestígio, como Volvo e Land Rover. Além disso, a rival direta, Chevrolet TrailBlazer, igualmente espaçosa, capaz e também com motor diesel (mais potente que o da SW4), custa R$ 45 mil a menos.

VW HIGH UP! – R$ 57.100

Up

O Up! TSI é um excelente carro, bem acabado e com desempenho muito bom, mas os R$ 57.100 (sem opcionais…) pedidos pela versão de topo são demais para o carrinho. Principalmente quando as versões mais baratas oferecem a mesma excelência mecânica por muito menos.

VW SPACE CROSS – R$ 85.103

Spacecross

Figurinha garantida nas listas de carros caros ou que vendem pouco, a Space Cross sempre chama nossa atenção com sua tabela de R$ 85.103. Isso para a versão manual e sem opcionais. Coloque câmbio automatizado, central multimídia, teto solar e sistemas de segurança (ESP e controle de tração) oferecidos como opcionais, e veja a perua aventureira do Fox chegar a estratosféricos R$ 98.086.

Nova Chevrolet S10 automática ganha mais tecnologia

21 de julho de 2017 0

S10

A Chevrolet S10 Turbo Diesel 2018 automática virá equipada com tecnologia inovadora presente no sistema de propulsão. É o Centrifugal Pendulum Absorber (CPA), que ajuda a reduzir os níveis de ruído e de vibração da picape a patamares similares aos de automóveis a diesel de luxo. Os preços partem de R$ 151.990 (Turbo Diesel LT 2.8) e R$ 169.990 (Turbo Diesel LTZ 2.8).

Além disso, o sistema otimiza o acoplamento da transmissão em rotações mais baixas, proporcionando a sensação de melhor aceleração, retomada de velocidade e menor consumo de combustível. Isto acontece pelo fato de o veículo responder mais prontamente aos comandos do pedal do acelerador.

— Além de funcionar como um filtro de vibrações, o CPA possibilita o acoplamento antecipado da transmissão, melhorando também a eficiência energética do veículo em até 13% — explica Fabiola Rogano, vice-presidente de Engenharia da GM.

Para isso foi desenvolvido uma nova calibração do motor 2.8 Turbo Diesel (200 cv de potência e 51 kgfm de força) e da transmissão de seis marchas (manual ou automática), além da adoção de um sistema de gerenciamento elétrico mais moderno. Soluções introduzidas recentemente na Chevrolet Colorado norte-americana.

— Assim como ocorre nos Estados Unidos, o consumidor de picapes no Brasil está ficando cada vez mais exigente e refinado. Ele busca um veículo utilitário de carga verdadeiramente robusto, mas com conforto e economia similares aos de um automóvel de passeio — diz Rodrigo Fioco, diretor de Marketing de produto da Chevrolet.

Com as evoluções mecânicas promovidas na S10 Turbo Diesel, o veículo é capaz de rodar na versão 4×2 média de 10,8 km/l em perímetro rodoviário e de 8,8 km/l em perímetro urbano, de acordo com dados do Inmetro. Com isso, a autonomia máxima da picape subiria para 864 km, o que equivale a economia de um tanque de combustível (80 litros) a cada 8.000 quilômetros, aproximadamente.

A velocidade máxima é de 180 km/h, enquanto a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 10,3 segundos, ou 0,6s mais rápido que o modelo anterior. A S10 também é a maior do segmento, com até 5,40 metros de comprimento. Já a capacidade de carga é de aproximadamente 1,1 tonelada. A linha 2018 da Chevrolet S10 traz ainda nova opção de cor de carroceria: o Vermelho Edible Berries. Ela se junta às já existentes Prata Switchblade, Branco Summit, Vermelho Chili, Cinza Graphite e Preto Ouro Negro.

Outra mudança é a adoção do padrão global de identificação do nome do veículo e da versão pela carroceria. O logotipo “S10” aparece agora tanto na parte inferior das portas dianteiras quanto na esquerda da tampa da caçamba. No lado direito fica a identificação da versão de acabamento.

A S10 2.8 Turbo Diesel é ofertada em três opções de carroceria (chassi, cabine simples e cabine dupla), duas de transmissão de seis marchas (manual e automática), além de quatro configurações de acabamento (LS, LT, LTZ e a luxuosa High Country). A configuração cabine dupla (LT e LTZ) também é comercializada na versão Flex, com motor 2.5 de injeção direta e 206 cavalos de potência. O modelo ganhou recentemente opção de automática.

Além da força e da robustez, a picape média da Chevrolet se destaca ainda pela sofisticação e pelos itens de segurança e pelos sistemas de conectividade total, como o multimídia MyLink (compatível com Android Auto e Apple CarPlay) e o OnStar, que oferece serviços de emergência, segurança, navegação, concierge e diagnóstico avançado ao toque de um botão no veículo ou por meio de aplicativo para smartphone.

A S10 também conta com um dos pacotes de segurança mais completos da categoria. Além do serviço de notificação automática em caso de acidente do OnStar, destaca-se o alerta de desvio de faixa e o alerta de colisão frontal, presentes nas configurações LTZ e High Country. O alerta de desvio de faixa possui uma câmera na parte superior do para-brisas que “lê” as faixas da via e emite um aviso toda vez que perceber que o veículo está saindo involuntariamente da pista. Se o pisca estiver acionado, o mecanismo entende que a manobra é intencional e não entra em ação.

O alerta de colisão frontal é outro equipamento bastante útil no dia a dia. Por meio dele, o motorista pode estabelecer eletronicamente uma distância mínima em relação ao veículo à frente, podendo, por exemplo, ser alertado caso o outro automóvel sofra uma redução de velocidade repentina. Além de luzes vermelhas piscarem na base do para-brisa, um alarme soa pelos alto-falantes da picape.

Outros destaques das versões mais sofisticadas do veículo são os controles eletrônicos de tração (TC) e de estabilidade (EPS) e os assistentes de partida em rampas (HSA) e o de descida (HDC). Enquanto o assistente de partida em rampas não permite que o veículo recue em saídas íngremes; o assistente de descida controla a velocidade em descidas íngremes sem a necessidade de intervenção do motorista, proporcionando maior controle do veículo.

Preço da gasolina dispara em Joinville após anúncio do governo

21 de julho de 2017 2

gasolina

Bastou o governo federal anunciar o aumento nos impostos que incidem sobre os combustíveis para os postos de Joinville alterarem os preços. Ainda há alguns estabelecimentos vendendo o litro da gasolina a menos de R$ 3,10, entretanto, outros, que comercializavam o produto na mesma faixa de valor até quinta-feira, nesta sexta amanheceram com preços novos e bem mais caros, na faixa de R$ 3,47, como mostra a imagem acima de um posto localizado na rua Ottokar Doerffel, no bairro Anita Garibaldi.

Na semana passada, a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) fez um levantamento em 19 postos da cidade e constatou que o preço médio da gasolina era R$ 3,168, sendo o mínimo a R$ 3,069, e o máximo a R$ 3,299. O que chama a atenção, neste caso, é a rapidez com que os postos resolveram trocar o preço, pois, em tese, ainda não receberam o combustível com as novas tarifas.

A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), entidade que administra o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), considera prejudicial para a economia do país a decisão do governo federal em aumentar tributos sobre combustíveis.  Para a entidade, a arrecadação tributária pode ser aumentada com o crescimento econômico e racionalização das despesas, sem a necessidade de criação de impostos e aumento de alíquotas que penalizam setores específicos.

GM promove feirão de fábrica neste fim de semana

20 de julho de 2017 0
GMJoinville

A Metronorte Joinville e General Motors promovem, neste fim de semana, o 2° Feirão de Fábrica Chevrolet na fábrica da GM, às margens do km 46 da BR-101, no sentido Florianópolis. A concessionária e a montadora estarão lado a lado pela segunda vez em uma das maiores ações de venda da marca. O evento ocorre neste sábado e domingo, quando a GM abre as portas para o feirão de veículos novos.

Centenas de carros com lote exclusivo e condições especiais estarão disponíveis para pronta entrega. O feirão será realizado das 8 horas às 17 horas e terá unidades zero km com preços e condições diferenciadas de pagamento, informa a montadora.

Motorista poderá ganhar mais tempo para recorrer de multas no Detran

20 de julho de 2017 0

multa

O condutor de veículo que for multado poderá ter o prazo mínimo de 45 dias em vez de 30 dias para apresentar defesa prévia ao departamento de trânsito (Detran). O prazo começa a contar do dia em que ele for informado da autuação. Já o órgão de trânsito deverá analisar a defesa prévia em até 60 dias. É o que determina o Projeto de Lei 6835/17, da deputada Elcione Barbalho (PMDB-PA), em tramitação na Câmara dos Deputados. A proposta modifica o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97).

— A medida visa conferir maior transparência ao processo administrativo de aplicação das penalidades por infração de trânsito, bem como assegurar o cumprimento do princípio constitucional (de defesa) de que dispõe o condutor — disse a deputada.

Segundo o projeto, o departamento de trânsito deverá considerar, na análise da defesa prévia, os aspectos formais e materiais do auto de infração. Ou seja, a análise deve ser verificar não apenas se o auto de infração preenche os requisitos legais, como tipificação, local e data da infração, mas também o mérito da questão. O descumprimento do prazo de análise da defesa prévia e dos aspectos formais e materiais da infração poderão acarretar o cancelamento imediato da multa.

O texto da deputada determina ainda que o condutor será multado caso a defesa prévia seja indeferida ou não seja apresentada no prazo de 45 dias. O projeto tramita em caráter conclusivo nas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

Como aumentar a vida útil da bateria do carro nos dias frios

19 de julho de 2017 0

bateria Em dias frios, esse tipo de situação é muito comum. Você entra no carro pela manhã, gira a chave e nenhum sinal de vida. Tenta outra vez, e novamente não tem sucesso. A boa notícia é que esse tipo de situação pode ser evitada com alguns cuidados simples com a bateria do veículo. É que o sistema pode não suportar o esforço extra nas partidas a frio. Gestor de tecnologia da DPaschoal, Leandro Vanni explica que é o calor do verão que deteriora mais as baterias. Porém, elas costumam apresentar problemas no inverno porque é nesse período que são mais exigidas na hora de acionar o motor. Com temperaturas baixas, o óleo fica mais espesso e demanda maior esforço para girar o motor durante a partida. O especialista diz que ao menor sinal de problemas, como ruídos ou dificuldades em ligar o carro, deve-se levá-lo à oficina para verificação. Se o componente estiver condenado, a única solução é a troca. Algumas medidas simples no dia a dia ajudam a poupar o sistema e prolongar a durabilidade da bateria, que vai de três a quatro anos, em média. Ligar o carro com o pé na embreagem, nos carros com câmbio manual, desacopla a transmissão do motor e alivia o sistema de partida do trabalho de girar também as engrenagens do câmbio, facilitando a tarefa. Manter o tanquinho auxiliar da partida a frio sempre abastecido com gasolina nova também evita a “rateada” na hora de ligar o motor em dias frios, quando houver só etanol no tanque. Quanto mais rapidamente o carro “pegar”, menos trabalho o motor de partida precisará fazer e menos carga da bateria será utilizada.

Renault erra e destaca lançamento de carro produzido em 1999

18 de julho de 2017 0

A assessoria de comunicação da Renault disparou um e-mail nesta terça-feira à tarde anunciando a chegada do Novo clio, veículo que deixou de ser fabricado pela montadora no ano passado. O e-mail, como mostra a imagem abaixo, está com a data de 18 de julho de 2017, só que ao clicar nele, o conteúdo que aparece é referente ao material divulgado em 19 de novembro de 1999. Uma gafe que certamente não foi proposital, mas que gera uma certa desconfiança. Clio Clio1

Os dez veículos mais caros produzidos no Brasil

18 de julho de 2017 0

Três dos dez carros mais caros produzidos no Brasil saem da unidade da BMW em Araquari, no Norte de Santa Catarina. É o que aponta levantamento feito pelo portal Carsale, no site UOL. No ranking, além dos três modelos da BMW, aparecem dois da Land Rover, dois da Mercedes-Benz, um da Chevrolet, um da Audi e um da Mitsubishi. Os preços variam entre R$ 143.900 (modelo de entrada do Audi Q3) e R$ 374.950 (versão top de linha do BMW X4). A lista traz os preços mínimos e máximos de cada modelo, sendo que a ordem de classificação no ranking se dá pelo valor da versão mais equipada do modelo citado. Outro detalhe importante é que todos os modelos são fabricados no Brasil, ou seja, em instalações próprias das montadoras. A LISTA 1) BMW x4 X4 Fabricado na unidade de Araquari, é uma mistura de cupê de quatro portas com utilitário esportivo (crossover). os preços do modelo variam entre R$ 314.950 e R$ 374.950. 2) BMW X3 BMWx3 Também produzido em Araquari, o X3 é classificado como um SAV (Sport Activity Vehicle). Disponível em três versões de acabamento, os preços variam de R$ 232.950 e R$ 325.950. 3) Land Rover Discovery Sport Discovery_Sport1 Produzido em Itatiaia (RJ), o modelo é inspirado no Evoque e tem seis versões de acabamento. Os preços variam entre R$ 221.996 (versão de entrada) e R$ 301.696 (top de linha). 4) Land Rover Range Rover Evoque Evoque2 Modelo SUV produzido nna fábrica de Itatiaia (RJ), o Evoque passou a ser produzido no País no passado. O modelo é vendido por preços que variam entre R$ 228.500 e R$ 301.696. 5) BMW Série 3 Serie3 Produzido em Araquari, o Série 3 é um sedã de luxo oferecido em seis versões no País. Os preços variam entre R$ 164.950 e R$ 249.950. 6) Mercedes-Benz Classe C ClasseC180 Fabricado na unidade de Iracemápolis (SP), o Classe C também é um sedã de luxo oferecido em cinco versões. Os preços variam entre R$ 171.900 e R$ 241.900. 7) Mercedes-Benz GLA M-GLA Também produzido em Iracemápolis (SP), o GLA é um crossover que foi naturalizado brasileiro no ano passado. Oferecido em cinco versões, os preços variam entre R$ 150.900 e R$ 241.900. 8) Chevrolet Trailblazer Trailblazer Feito na unidade de São José dos Campos (SP), o Trailblazer é vendido por preços qua variam entre R$ 171.990 e R$ 203.990. 9) Audi Q3 Q3 O Audi Q3 é produzido na unidade de São José dos Pinhais (PR) desde o ano passado com motor 1.4 de 150 cavalos de potência. Esse modelo é comercializado em três versões e os preços variam entre R$ 143.900 e R$ 203.990. 10) Mitsubishi Pajero PajeroFull Produzido na fábrica de Catalão (GO), o Pajero é o modelo com preço final mais em conta na lista dos dez mais caros. Os preços do modelo variam entre R$ 165.990 e R$ 194.990.

Há 35 anos, nascia o Ford Escort XR3

17 de julho de 2017 0

Escort

O Ford Escort XR3, versão esportiva do compacto que foi um dos maiores sucessos da indústria automotiva mundial, completou 35 anos de lançamento na Europa. No Brasil, o modelo chegou um ano depois, em 1983 – com a mesma aparência do europeu, mas sem injeção eletrônica – e logo se tornou o sonho de consumo de uma geração.

Recentemente, o Escort ganhou destaque na mídia mundial com o lançamento de uma nova versão na China. Com nome derivado de “Experimental Research 3”, o XR3 era equipado com motor 1.6 a álcool de 82,9 cv. Externamente, trazia defletor dianteiro, aerofólio traseiro, teto solar de vidro com persiana interna, faróis de longo alcance com lavadores e de neblina.

O interior tinha bancos esportivos e painel bem equipado. Seu visual arrojado também garantia o melhor coeficiente aerodinâmico do mercado na época (Cx 0,385). Em 1985, o hatch ganhou a versão conversível, um ícone da linha, com sistema de acionamento manual que facilitava a movimentação da capota e vidro vigia traseiro com desembaçador elétrico.

No modelo 1987, o XR3 foi reestilizado com linhas mais suaves e para-choques de plástico envolventes que melhoraram a aerodinâmica, novas rodas de alumínio, aerofólio, painel com iluminação indireta e volante com revestimento imitando couro perfurado.

Em 1989, o Escort XR3 passou a ter motor 1.8 de 99 cv. Na linha 1990, além de aerofólio redesenhado e para-choques e saias na cor da carroceria, o conversível introduziu a capota com acionamento eletro-hidráulico. Em 1991, a série limitada XR3 Fórmula trouxe amortecedores ajustáveis com controle eletrônico, variando a carga conforme a velocidade. No fim da série, esses amortecedores passaram a ser oferecidos como opcionais no XR3 1992.

Segunda geração
A segunda geração do Escort nacional foi apresentada em 1992, com distância entre-eixos aumentada de 2,40 m para 2,52 m, que melhorou o espaço interno, e carroceria mais aerodinâmica (Cx 0,35). O XR3 ganhou motor 2.0 de 115,5 cv, com injeção multiponto LE-Jetronic – mais tarde trocada pela EEC-IV –, freio a disco nas quatro rodas e suspensão mais firme, além de faróis de duplo refletor e faróis de neblina no para-choque.

Outra novidade da linha foi o lançamento da versão de entrada Escort Hobby, com a carroceria antiga e motor 1.6. Em 1996, a produção do Escort saiu de São Bernardo do Campo, abrindo espaço para o Fiesta brasileiro, e foi concentrada em Pacheco, na Argentina. A versão esportiva deixou o nome XR3 e passou a se chamar “Racer”. Em 1997, a família teve o esportivo Escort RS, hatch 3 portas com motor Zetec 1.8. O Escort despediu-se do mercado em 2003, deixando um legado de muitos fãs e inovações durante seus 20 anos de produção.

Honda convoca recall para mais de 1 milhão de unidades do sedã Accord

17 de julho de 2017 0
2016_Honda_Accord_1-670

Modelo de 2016 também está na lista de convocados

A Honda anunciou o recall de mais de 1 milhão de unidades do sedã Accord que rodam no mundo. Os proprietários de modelos produzidos entre 2013 e 2016 foram convocados após a montadora japonesa receber várias notificações de que os sensores de bateria estavam causando incêndios no motor, segundo a CNN Money.

A empresa diz ter constatado infiltração de líquido no interior do sensor, o que pode levar a curto-circuito e possível aquecimento do sensor, com possibilidade de incêndio. Essas situações podem causar danos materiais e lesões graves, ou fatais, aos ocupantes dos veículos e terceiros. “Não foram reportados ferimentos relacionados a esses incidentes”, disse a Honda.

No Brasil, os proprietários do Accord devem procurar as concessionárias da marca a partir de 30 de agosto para fazer a substituição do sensor responsável pelas medições de tensão, corrente, resistência e temperatura da bateria.  Veja os chassis envolvidos no recall no Brasil:

Ano/modelo 2013 – Chassis finais: DA530001 a DA530108 – Data de produção: 18/7/2012 a 10/7/2013
Ano/modelo 2014 – Chassis finais: EA530001 a EA530221 – Data de produção: 10/9/2013 a 6/5/2014
Ano/modelo 2015 – Chassis finais: FA530001 a FA530094 – Data de produção: 17/1/2015 a 9/6/2015
Ano/modelo 2016 – Chassis finais: GA530001 a GA530010 – Data de produção: 14/5/2015 a 2/9/2015

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