
Lair Leoni Bernardoni, Adriana Füchter e Joyce Mussi: fotógrafas de arte reunidas! Foto: Juliana Wosgraus

Fernanda Lago observa obra do artista
Começou cedo o vernissage de Juarez Machado no Masc na noite dessa quinta-feira. O convite marcava 19h30 e num feito raro, o povo apareceu cedo mesmo. Lá pelas 20h30 o museu estava lotado. Eu e uma amiga chegando ouvimos de alguém saindo: tem muita perua lá dentro.
Mas que nada! Tinha artistas e profissionais de todas as áreas, presenças queridas e relevantes. O chargista do DC e roteirista da Rede Globo, Zé Dassilva, foi uma das primeiras pessoas que encontrei lá dentro. E de perua o Zé não tem nada. Assim como o artista pra lá de talentoso, de Blumenau, Guido Heuer; pintores de estilos diversos como Paulo Govêa e Digo Tertschitsch. Um mix de gente é o extrato de aberturas de exposições desde que elas existem. Com a elite junto sim, embora os mecenas estejam cada vez mais raros, ainda se encontra um e outro por aí. E sem eles a arte não sobrevive.
De Joinville veio gente de expressão como a empresária Sylvia Thomazi e Marina Mosimann, marchand e ex-galerista do maior quilate e também sogra do Juarez. De São Francisco do Sul veio outra grande amiga dele e também artista, a fotógrafa Lair Bernardoni e o marido Cleo.
Uma reunião de gente com conteúdo e produção própria indiscutível, formadores de opinião e interessados em arte mais os afins. E todos muito bem recepcionados pela administradora do museu, Lygia Roussenq.

Flávia Castro emoldurada por obras do artista

O casal de arquitetos Thais Marchetti e Giovani Bonetti

Victoria com sua avó, Marina Mosimann, e Sylvia Thomazzi: Joinville presente! Fotos: Juliana Wosgraus