
Amy em 8 de janeiro de 2011, no Stage Music Hall, em Floripa. Fotos: Juliana Wosgraus
O show em Floripa foi o melhor, e maior, em duração, dos três que ela fez na sua primeira e única turnê no Brasil. Amy Winehouse começou por aqui, as apresentações que se seguiram no Rio e em Recife. E foi durante o show em Floripa, da segunda metade em diante, que ela deixou público que dali pra frente restava à plateia cruzar os dedos. Mas foi até o fim, aqui e na vida literalmente, no mesmo ano de 2011, tão recente, morreu no dia 23 de julho, e em 8 de janeiro Amy havia subido ao palco em Floripa. Mas naquela noite eu não consegui parar por muito tempo e me desconcentrar do show que passou ao largo dos super cenários, manteve sua força focada nos talentos sobre o palco, e antes da inglesa teve a norte-americana Janelle Monáe. Fantástica, mas somou, não roubou a cena da estrela que brindou o público de Florianópolis com seu último melhor show da vida. Nunca mais ela ficaria por mais de uma hora e meia cantando tão bem ao vivo, mesmo com colinha no chão ou às vezes passando o microfone para um dos seus competentes back vocal.




Praticamente escondida atrás de colunas, sentadinha em frente ao baterista