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Como lavar tomates e fazer extrato em casa

28 de julho de 2016 3
Foto: Andrea Graiz / Agência RBS.

Foto: Andrea Graiz / Agência RBS.

 

Por Giane Guerra

 

Leitores estão indignados com a notícia destaque de hoje:

Proibida venda de lotes de cinco marcas de molho e extrato de tomate com pelo de roedor acima do limite

Então, vamos aprender a fazer em casa?

Primeiro, extrato é tomate praticamente puro, cozido até desmanchar. O molho inclui outros itens, como temperos.

A dica da nutricionista do Mesa Brasil Sesc, Ana Carolina Ferreira, é fazer extrato em casa e congelar em potes pequenos. Depois, descongelar e temperar na hora para fazer o molho.

Veja as orientações da nutri:

Lavar tomates: Escolha tomates maduros com a pele não rompida, lavar em água corrente para tirar a terra e outras sujeitas, colocar de molho em água sanitária. É uma colher do produto para cada litro de água. Usar água sanitária pura, sem outros produtos de limpeza na fórmula. Isso deve ser verificado no rótulo. Deixar no máximo 15 minutos porque a pele do tomate é muito porosa. Retirar e lavar em água corrente.

Extrato: Dourar cebola, acrescentar tomates picados e deixar cozinhando até desmanchar. Não precisa colocar água. Leva, no máximo 30 minutos.

Congelar: Pode passar no liquidificador se não ficou bem desmanchado, colocar em potes de vidro bem fechados. Não encher até o topo porque ele se expande quando congela. Deixar esfriar um pouco e colocar no congelador.

Molho:

Ingredientes:

- cebola picada

- alho picado

- 2 colheres sopa de óleo

- 6 tomates maduros

- 1 colher chá de sal

- 2 cenouras cozidas e picadas (Deixa o molho mais nutritivo! – dica especial da nutricionista Ana Carolina. O blog Lado Natureba também usa beterraba eventualmente.)

- temperos como manjericão, pimenta, cebolinha, orégano. Depende do gosto de cada um!

Refogar cebola e alho no óleo, colocar os tomates e cozinhar até desmanchar. Acrescentar os temperos e colocar água se preciso para deixar na consistência desejada.

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Comentários (3)

  • Luiza diz: 28 de julho de 2016

    Seria bom se a ilustríssima jornalista fizesse o trabalho de passar a informação completa:

    1. Praticamente qualquer alimento tem um limite de impurezas que ele pode conter. Dependendo da legislação, pode permitir uma certa quantidade de pelos de rato, de asas e partes de inseto, e até traços de outros animais. Qualquer chocolate no mercado pode conter uma certa quantidade de traços de barata, por exemplo.
    2. Esse tipo de legislação não é só no Brasil. Nos EUA, por exemplo, o FDA, que corresponde à nossa ANVISA, permite que os chocolates tenham aproximadamente 60 partes de inseto por 100g.
    3. Isso acontece porque este tipo de alimento vem de uma plantação, onde circulam animais, insetos, roedores. Ou seja, não tem nada a ver com o fato de ser industrializado ou não. Tem a ver com a origem do produto, sementinha embaixo da terra, que serve de alimento tanto pra nós, quanto para outros animais.
    4. Nos alimentos orgânicos também é possível encontrar traços de impurezas, como urina e excremento de pássaros ou até traços de roedores.

  • Horacio Lima diz: 29 de julho de 2016

    por qué o extrato de tomate “puro” é preparado com cebola?

  • Susumu Kodai diz: 5 de agosto de 2016

    A Sra Luiza, acima, escreveu uma incorreção. Não são admitidos pedaços de moscas, formigas, nem baratas nos alimentos. Apenas de outros tipos de insetos.

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