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"Gaúcho come mal e faz pouco exercício" - critica cardiologista

09 de maio de 2017 2
Foto: Mateus Bruxel / Agencia RBS.

Foto: Mateus Bruxel / Agencia RBS.

 

- Os gaúchos fazem menos exercícios e comem mal. Consomem mais gordura e sal do que os demais brasileiros.

Quem crava estas afirmações é o cardiologista Daniel Souto. É diretor científico da Sociedade de Cardiologia do Rio Grande do Sul (Socergs) e sócio da Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS).

Usa como base uma pesquisa sobre saúde do coração encomendada pela Socergs. Menos da metade dos gaúchos fazem exercício físico de uma a cinco vezes por semana. Quase 60% têm Índice de Massa Corporal acima de 25, ou seja, excesso de peso. Pior entre os homens.

Souto destaca a desculpa frequente dos pacientes:

- É muito quente no verão e muito frio no inverno. Algumas pessoas encontram no clima uma desculpa para não se exercitar.

E aí o médico toca em um ponto – muito – sensível aos gaúchos:

- O churrasco pode ser vilão em casos de hipertensão.

Dados do Ministério da Saúde apontam Porto Alegre como a terceira capital com maior quantidade de pessoas diagnosticadas com hipertensão: 28,2%.

- A quantidade ideal de consumo de sal é de até cinco gramas em todas as refeições, durante o dia.

Considerada uma epidemia silenciosa, a hipertensão pode ser detectada com a simples medição da pressão arterial. Para isso, a orientação é fazê-la após cinco a dez minutos em repouso, com a bexiga vazia, sem ter fumado ou tomado café 30 minutos antes e sem ter passado por um quadro de estresse prévio.

Além dos fatores de risco, a hipertensão pode ser causada pela carga genética, pelo envelhecimento das artérias e pela alteração do sódio no organismo. Entre as principais consequências da doença, Souto destaca o acidente vascular cerebral (AVC), o infarto agudo do miocárdio, a doença das artérias periféricas e a dos rins.

Como diz a clínica geral Lisangela Preissler: cuidar da saúde te dá mais anos de vida com teus filhos! O Lado Natureba adora esta médica.

Dica do Lado Natureba: Substitua parte do sal no churrasco por temperos naturais, como ervas desidratadas. Alecrim, orégano, manjericão… Fica uma delícia!

Leia mais:

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Sete dicas para congelar alimentos em casa

08 de maio de 2017 0

 

 

 

 

 

Foto: Mateus Bruxel / Agência RBS.

Foto: Mateus Bruxel / Agência RBS.

 

Para não mudar o sabor e nem perder nutrientes, algumas dicas ajudam a congelar alimentos da forma correta. Embalados a vácuo, por exemplo, podem durar até 6 meses no congelador. O processo impede a oxigenação e preserva as propriedades nutricionais.

- Agora, se o alimento for congelado lentamente, ocorre a formação de cristais de gelo. Isso leva ao rompimento das células e, ao descongelar, teremos perda de líquido e consequentemente um produto ressequido. – afirma a nutricionista Luciane Meneghetti, que é responsável técnida da ProLight Alimentos.

Mas o Lado Natureba pediu para a nutri dicas para aplicarmos em casa:

Escolha o recipiente adequado:

1 – Use recipientes que não transmitam cheiros para o alimento. Pode usar sacos plásticos ou potes com tampa que feche bem.
2 – Se for usar no microondas, certifique-se que o plástico é próprio para o aquecimento. Prefira plásticos livres de BPA (bisfenol).
3 – Forminhas de gelo também podem ser ótimas para congelar alimentos líquidos ou até verduras e frutas em formato de cubinhos. Depois, serão desenformadas já divididas em porções.

Congelamento de frutas:

4 – Higienize a fruta e faça o corte desejado. Coloque em um recipiente e congele “aberto”. Após o congelamento, coloque em sacos plásticos.

Congelamento de legumes:

5 – Faça o chamado “branqueamento”. É cozinhar em água fervente entre três e cinco minutos e resfrie em água corrente. Coloque em um recipiente e congele “aberto”. Depois, coloque em sacos plásticos.

Rapidez:

6 – O congelamento rápido melhora a qualidade final do produto porque evita a formação de cristais de gelo.

7 – Nunca recongele um alimento após este ter sido descongelado.

Leia também: Dossiê Congelamento – Como conservar os alimentos no congelador
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A Prolight chamou a atenção do Lado Natureba porque assumiu o desafio de fazer alimentos saudáveis e congelados, mas ainda assim saborosos. Então, foi pauta no programa da Rádio Gaúcha. Veja a matéria:

Quadro Fique de Olho, no Destaque Econômico.

Por Mariana Ceccon (mariana.cecco@rdgaucha.com.br)

A ProLight Alimentos prepara e vende porções congeladas de alimentos para quem não tem tempo de cozinhar diariamente, mas se preocupa em ter uma alimentação equilibrada.
O cardápio, elaborado com o acompanhamento de uma nutricionista, é dividido por categorias: proteínas, carboidrato e legumes.

Assim, o cliente tem a liberdade de montar o seu almoço, jantar ou lanche, como explica a sócia da empresa, Carla Bazotti.

- A divisão é feita por categorias. Então, vendemos porções de carboidratos e proteínas, que engloba frango, carne bovina e peixes. Depois tem a opção de legumes, que são embalados a vácuo e ultracongelados, conservando todos os nutrientes. O modo de preparação preserva o o sabor e o aroma, como se tivesse sido feito na hora.

Além disso, também há opção de salgados, que são preparados sem farinha. A base das massas é feita de batata doce. Para sobremesa, a ProLight vende muffins sem açúcar.

Todos os alimentos vendidos são preparados, resfriados, embalados individualmente a vácuo e ultracongelados. É usado um equipamento que congela o alimento rapidamente. Este processo preserva as propriedades nutritivas, o sabor e o aroma dos alimentos por muito mais tempo.

Após a compra, o preparo é simples. Basta tirar do congelador, fazer um furinho na embalagem e colocar por alguns minutos no forno de micro-ondas ou em banho-maria.

A Prolight produz, em média, de 300 a 500 porções de alimentos por dia. Não usa conservante algum, além de priorizar os produtos locais e orgânicos. Todos alimentos são preparados sem glúten e lactose, o que dá segurança para as pessoas que possuem algum tipo de intolerância.

A empresa lançou em março um cardápio vegano. São vendidos hambúrgueres, preparados com proteínas vegetais com alto valor nutricional, além de pãozinho e nhoque de batata doce.

Os pedidos podem ser feitos através pelo site da ProLight, pelo telefone e whatsapp ou na loja física, que fica na Avenida Plínio Brasil Milano, 2244, em Porto Alegre. Entregas em Porto Alegre, Região Metropolitana e Caxias do Sul. E também em Santa Catarina, nas cidades de Florianópolis, São José e Palhoça. O preço varia de acordo com a porção, que vai de R$ 7,90 (Frango grelhado) até R$ 16,90 (picadinho de filé mignon).

Ouça o programa Destaque Econômico:

 

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Receita - Nachos assados

10 de abril de 2017 2

 

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Nachos assados

Parte I
Coloca em uma panela 1 xícara de farinha de milho (usei de fubá média, mas pode ser outras), quatro colheres de sopa de óleo (usei azeite de oliva), uma xícara de água, meia colher chá de sal marinho (pode colocar mais e pode colocar outros temperos, como pimenta). Cozinha em fogo médio mexendo sempre até engrossar. Aí, quando tira, fica essa bola que aparece em uma das fotos.
Parte II
Mistura com a colher e a mão mais uma xícara da farinha de milho, meia xícara de água e sugiro duas colheres de sementes (linhaça, chia, gergelim… a que preferir).
Parte III (tem vídeo abaixo!)
Aqui está o desafio. A gente só conseguiu fazer desse jeito que mostra o vídeo, usando plástico filme. Se não, grudava na mão, no rolo de pão, na espátula… Coloca um pouco da massa em cima do plástico filme e passa o plástico por cima. Passa o rolo de pão em cima dessa camada de plástico. E usamos o forro de silicone para transferir para a forma e nem precisa untar. Demoramos para descobrir o jeito, mas depois fica barbada. Coloca no forno em fogo alto até ficar crocante. É bem rápido, viu? Fique de olho!
Fiz chili para acompanhar, mas deve ficar uma delícia com guacamole também. O chili levou carne moída refogada na cebola e alho com sal marinho, pimenta e muito cominho. Depois, misturei o feijão vermelho pronto e molho de tomate natural, com orégano, cebolinha picada e finalizei com um pouco de queijo colonial ralado.

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Quatro mitos sobre o chocolate

05 de abril de 2017 0

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Do material que a nutricionista Sinara Menezes mandou, guardei esta parte para um post especial. Leia com atenção e pode comemorar!

Veja a lista com quatro afirmações sobre chocolate que a nutri considera mitos:

1 – Todo chocolate engorda.

Mito.

Para o consumo saudável, basta ficar atento à quantidade e à qualidade do alimento. Se o consumo for moderado e o doce apresentar maior concentração de cacau, pode até ajudar no processo de perda de peso.

- O cacau é rico em ácidos fenólicos, substâncias que agem na produção da leptina, o hormônio da saciedade. E, de acordo com alguns estudos recentes, a ingestão regular pode auxiliar no processo de emagrecimento e ainda inibir a estocagem de gordura pelo organismo. – explica a nutri.

2 – Chocolate provoca acne.

Mito.

Não há evidências científicas que comprovem a relação do chocolate com qualquer tipo de malefícios à pele, exceto em casos específicos onde o paciente já possui intolerância à lactose ou glúten.

- Fora essas situações isoladas, o aparecimento de acnes geralmente vem de uma dieta desequilibrada e rica em carboidratos de alto índice glicêmico.

3 – Qualquer chocolate é saudável.

Mito.

A especialista afirma a melhor opção é o tipo amargo, com concentração acima de 50% de cacau. O ideal é acima de 70%.

- As versões mais comuns, como o chocolate ao leite, possuem um alto teor de gordura e açúcar. Por isso, por isso só devem ser consumidas ocasionalmente.

4 – Chocolate branco faz bem para a saúde.

Mito.

De acordo com a nutricionista, o chocolate branco é composto por uma mistura de manteiga de cacau e outros ingredientes, como baunilha, leite e açúcar.

- Quando não contém massa de cacau, não possui as propriedades nutricionais provenientes do fruto. Além disso, é um doce mais calórico e rico em gordura saturada.

Leia mais sobre (nham!) chocolate:

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Faxina - Dez alimentos e atitudes para eliminar toxinas do corpo

30 de janeiro de 2017 0

Por Giane Guerra

 

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O corpo humano funciona como uma máquina. Recebe todos os dias substâncias boas e ruins e tem que absorvê-las.

- Quando a quantidade de impurezas é maior do que a capacidade de absorção, o corpo não consegue funcionar perfeitamente, gerando acumulo de gordura corporal. – explica a nutricionista Ana Laura Guimarães, que lançou o curso Dieta da Felicidade.

É como uma intoxicação. E ela provoca problemas como falta de energia, insônia, problemas de controle intestinal, inchaço, dificuldade para queimar gordura, dores de cabeça, ansiedade, depressão, fome em excesso… A lista aqui só cresce.

A nutri defende então o uso de algums alimentos para combater a sobrecarga de toxinas. São os alimentos detox, que reduzem inchaço, melhora o intestino, o colesterol, fortalece o sistema imunológico, traz mais energia e disposição, alivia o stress e a ansiedade, colabora para o rejuvenescimento celular e para a sensação de saciedade, diminuindo a vontade de comer. Aqui – ainda bem! – a lista só cresce também.

A pedido do Lado Natureba, a nutri Ana Laura Guimarães listou dez alimentos e atitudes para limpar o corpo:

1) Suco de limão

É ácido quando está fora do corpo. Dentro, em contato o com suco de estômago, é alcalino. Tem a ação de alcalinizar o corpo. Em geral, estamos ácidos, porque nós respiramos ar poluído com metal pesado, nós comemos em panelas de alumínio (não metal pesado, mas tóxico), utilizamos água não alcalina e impura. Ainda consumimos a água com limo e bactérias que em geral se encontram nas caixas d´água.

2) Cloreto de magnésio

Tem ação de reconstituir e desfazer as toxinas de todas as articulações do corpo. Dá equilíbrio. Tem no bacate, banana, espinafre, couve, quiabo, granola, arroz integral, farelo de milho, cevada, nozes, gergelim…

3) Chá de ervas, como a cidreira

É um excelente anti-inflamatório. Outras ervas detox para o chá: boldo, hortelã, camomila, dente de leão, alecrim. O hibiscos está sendo contestado em sua ação detox pela forma que as pessoas usam. Uma receita especial da Ana Laura: compre alecrim em vaso, tire a erva e deixe secar. Faça uma colher de sopa com o alecrim seco e largue água por cima. Tome o líquido três vezes ao dia. Isso limpa o corpo e leva junto a tristeza, o cansaço e as toxinas.

- A pessoa fica com um cheirinho maravilhoso. É uma loucura. – comenta a nutri.

4) Água, mais detox de todos

A água em alcalinidade entre 7,5 e 8,5 é excelente detox. É possível de se encontrar no supermercado, olhando o rótulo. Ana Laura observa que em nossa casa, a água deve ser fervida no verão pela prolificação de bactérias que sobrevivem na água.

- É a falta de fervura da água residencial no verão que acarreta o surto de diarreia em crianças.

Um alerta da profissional: a água é o maior diurético que existe. Quanto mais água, você toma, mais limpo estará o seu organismo.

- Para emagrecer, tem que tomar no mínimo dois litros de água por dia, para limpar o corpo na ação detox e ajudar o fígado a trabalhar.

5) Suco verde 

Há várias formas de fazer. Principais ingredientes para o suco verde: cenoura, maçã, pepino e um pouco de gengibre. A grande característica do suco verde é ter a água viva (de boa qualidade e cheia de nutrientes) dos alimentos, que também estão no pepino e na abobrinha.

- Tem muita água viva nestes alimentos. Quando faz na centrífuga, os minerais e nutrientes da água viva são aproveitados para o efeito detox.

6) Suco de maçã

A maçã tem bastante água viva, assim como melancia, o melão…

7) Arroz

Por si só é detox, principalmente para os rins. Temos três órgãos que são beneficiados pela ação do arroz: pulmão (purificação), figado (digestão) e rins (filtragem).

8) Alimentos sem agrotóxicos

Os agrotóxicos são extremamente ácidos.

- E levam ao câncer com pesquisas científicas confirmadas.

9) Reduzir o consumo de alimentos “não-detox”

- Limpar de um lado e sujar do outro? Complica.

Os alimentos “anti-detox” são bebida alcoólica, gordura, glutamato monossódico (nunca usar!), aspartame, açúcar (é alimento ácido), trigo, leite, carne de gado e alimentos industrializados muito processados.

10) Atitudes detox

Meditação e caridade!

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Leia mais:

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Cinco temperos naturais para colocar na comida e usar menos sal

18 de janeiro de 2017 0

Por Giane Guerra

 

Foto: Felipe Carneiro / Agencia RBS.

Foto: Felipe Carneiro / Agencia RBS.

 

Já falamos sobre os limites do consumo de sal aqui:

Como fugir do sódio?

Porto Alegre fica em terceiro no ranking nacional de hipertensão

A dica para reduzir o sal na comida é fácil e deliciosa: carregar nos temperos naturais. Eles levam nutrientes para o seu prato e também dão sabor ao alimento, o que permite usar menos sal sem achar a comida sem graça.

Mas importante: tem que ser tempero natural! Pode ser fresco, da horta mesmo. Ou pode ser desidratado. Mas o ingrediente é só um: a própria plantinha! Nada de conservantes, realçadores de sabor, sal, etc…

O Ministério da Saúde, inclusive, tem cinco sugestões de temperos:

1 – Açafrão da terra ou cúrcuma – É uma planta da mesma família do gengibre. É utilizada em comidas principalmente na região de Goiás. Participa da composição de currys e do molho de mostarda.

2 – Coentro (Coriandrum sativum) – Pode ser usado tanto a folha, que possui um sabor e cheiro mais acentuado, quanto a semente que possui um aroma mais delicado. Pode ser utilizado em preparações como peixes assados, frangos, churrascos e sopas.

3 – Gengibre (Zimgiber officinalle) – É uma raiz, tem um sabor bem forte e pode ser utilizada em bebidas quentes (quentão), biscoitos, pães e carnes.

4 – Orégano (Origanum vulgare) – É uma erva rasteira, com aroma bem forte. Pode ser usada para enfeitar, condimentar e aromatizar. Muito utilizada em molhos, bifes, pão, pizzas e também para temperar queijos.

5 – Páprica – É um pó vermelho que é extraído do pimentão. Existem dois tipos: a apimentada e a doce, mais suave. Utilizada em ensopados, patês, saladas, carnes e aves.

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Leitora pergunta: Qual sal usar? Marinho 2 X 0 Himalaia

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Leitor pergunta - Iodo ajuda a tirar o agrotóxico do alimento?

10 de janeiro de 2017 0

Leitor pergunta. Lado Natureba responde.

 

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Leitor pergunta – Iodo ajuda a tirar agrotóxico do alimento?

O leitor César Vieira pergunta:

“Tenho lido materiais na internet que indicam iodo para remover o agrotóxico dos alimentos. Funciona?”

Resposta:

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária é enfática: evite iodo para remover agrotóxicos dos alimentos!

Ou seja, não siga o que estes textos dizem. Segundo o Ministério da Saúde, é mais uma “receita milagrosa.”

A Anvisa argumenta que não há dados científicos que comprovem a eficácia do uso do iodo para remover os agrotóxicos. Inclusive, alerta para a ação oxidante.

“Pode oxidar não somente os resíduos de agrotóxicos como também vitaminas, flavonoides e outros compostos benéficos presentes na superfície dos alimentos, o que levará à diminuição de seu conteúdo nutricional.”

O iodo em tintura alcoólica é até considerado um medicamento. Tem ação bactericida.

Então, a orientação da Anvisa para quem comprar alimentos convencionais em vez de orgânicos é:

“A recomendação mais segura e correta para diminuição do nível residual de agrotóxicos da superfície é lavá-los bem em água corrente, com auxílio de uma esponja ou escovinha destinadas somente para esta finalidade.”

Até pode usar um pouco de detergente e sabão neutro. Mas é preciso enxaguar bem.

Lembrando que remove pouco do agrotóxico, que fica impregnado no alimento. Até mesmo deixar de consumir as cascas não é indicado já que a pessoa deixa de consumir fibras e outros nutrientes importantes do alimento, removendo pouca quantidade do agrotóxico.

Já a imersão prévia dos alimentos por 20 minutos em água com hipoclorito de sódio (água sanitária) pode e deve ser feita. Só que apenas diminui a contaminação por germes e micróbios. Não retira agrotóxico do alimento.

Leia mais:

Leitor pergunta: Lavar o alimento retira parte dos agrotóxicos?

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"Sorvete do bem" usa produtos da agricultura familiar no Bairro Moinhos de Vento

27 de dezembro de 2016 0

Por Giane Guerra

 

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Tudo começou quando na busca por um “sorvete do bem” para comprar para a ceia de Natal. Com criança pequena e família, queria oferecer uma sobremesa de qualidade. E sorvete é uma coisa complicada. Os mais comuns que a gente comprar no supermercado ou no posto de conveniência são cheios de gordura vegetal. Há a possibilidade de que este ingrediente tenha a gordura trans.

A Associação de Consumidores Proteste avisa: gordura vegetal pode ter gordura trans. Gordura vegetal hidrogenada certamente tem gordura trans. E por que é muito ruim para a saúde? Estudos apontam relação com doenças cardiovasculares, como o infarto, e também diabetes. Aumenta o colesterol ruim e baixa o bom, alerta a Anvisa.

Mas vamos falar de coisa boa. O blog Lado Natureba recebeu a indicação da gelateria Quati. O local foi aberto em março e o dono, Fernando Campelo, é um entusiasmo que só vendo. Adora falar sobre o seu produto. Mas aqui vão os tópicos que mais nos chamaram a atenção:

- É usado leite de vaca integral. De saquinho e trazido direto de Santa Vitória do Palmar, do laticínio Leite da Fazenda.

- Tem 4,5% de gordura. Para chegar aos 13% que precisa para o sorvete, usa nata. Nada de gordura vegetal.

- Usa doce de leite também de uma cooperativa de Santa Vitória do Palmar.

- Para os sorvetes de fruta, usa uma geleia elaborada em conjunto com os produtores.

- São produtos de agricultura familiar.

- A gente encomenda e o sorvete é feito no dia.

E os sabores, pessoal? Doce de leite, morango, mirtilo, fisális, doce de leite com morango, chocolate com framboesa, gergelim com mel, laranja, doce de leite com amendoim (fica igual paçoca), doce de leite com figo… E por aí vai.

O pote de meio quilo custa R$ 18. Tem telentrega pelo número 51.30612929 ou pela página da Quati no Facebook. Fica na Rua Marquês do Herval, 214, Bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre.

Antes de terminar, os mandamentos da gelateria:

“Escolhas Difíceis:”
1. Não usar corantes, aromatizantes, realçadores de sabor, gordura hidrogenada e pozinhos em geral.
2. Comprar, preferencialmente, produtos de pequenas empresas, da agricultura familiar e, sempre que possível, orgânicos.
3. Não vender cigarros.
4. Separar o lixo, usar a água com cuidado e amor.
5. Não usar molhos prontos ou produtos demasiadamente processados.
6. Valorizar, divulgar e pagar preços justos sempre que compramos de pequenos produtores, cooperativas e empresas familiares.
7. Praticar preços justos e que sejam acessíveis a uma grande parte do público.

 

 

 

 

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Está em vigor nova regra para rótulos de leite artificial, papinhas e mamadeiras

06 de dezembro de 2016 1

Por Giane Guerra

 

Começaram a valer agora em dezembro as novas regras para rótulos de alimentos e itens usados com bebês. O objetivo é controlar o consumo de produtos industrializados e incentivar o aleitamento materno como base da alimentação de bebês e crianças pequenas.

“Ah, mas meu bebê sempre chupou bico e mamou no peito!”

Que bom. Mas o nosso caso nem sempre faz a estatística. Os estudos mostram que há bicos e leites artificiais podem incentivar o desmame, que é recomendado até os dois anos pela Organização Mundial da Saúde.

Então, o Governo Federal vetou também a publicidade de alimentos infantis que seriam prejudiciais à amamentação, como papinhas, leites artificiais e até mamadeiras. A ideia é regular a alimentação das crianças de até três anos e evitar a interferência da publicidade nas campanhas de incentivo ao aleitamento materno.

Isso ocorreu no ano passado. As empresas tiveram prazo de um ano para se adequarem. O prazo terminou agora em novembro.

A lei trata da comercialização de alimentos para mães e crianças durante o período da amamentação e proíbe que esses produtos, além de mamadeiras e chupetas, tenham propagandas veiculadas nos meios de comunicação. A regulamentação também restringe descontos e exposições especiais desses alimentos e produtos em supermercados.

Quanto à rotulagem, a regra proíbe que as embalagens contenham fotos, desenhos e textos que induzam ao uso. E obriga que elas tragam a idade correta indicada para o consumo. No caso de chupetas, mamadeiras e bicos, determina que sejam informados os prejuízos que o uso desses materiais pode causar ao aleitamento materno.

Na época do debate, o Senado divulgou que o maios desafio é conscientizar as famílias de baixa renda sobre a importância do aleitamento materno para o desenvolvimento intelectual e físico da criança. São 60 milhões de pessoas.

Veja um resumo pelo Senado sobre as novas regras:

 

senado

 

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Assista também à entrevista sobre amamentação e introdução alimentar do bebê com Rafaéli Arruguetti, nutricionista do Hospital Mãe de Deus, especialista em nutrição materno infantil:

 

 

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"Não faça sem supervisão", alerta nutricionista sobre jejum para aumentar expectativa de vida

01 de dezembro de 2016 0

Por Giane Guerra

 

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Tem repercutido a declaração do Nobel de medicina, Yoshinori Ohsumi, de que o jejum aumenta a expectativa de vida.

- O jejum faz suas células se comerem e isso te renova.

Segundo ele, é autofagia, em que as células se comem e isso renova o organismo. Defende que a privação de alimentos de forma controlada ativa mecanismos de autodefesa das células e isso garante a elas maior longevidade.

Ohsumi defende que é um processo de reciclagem celular ou uma “faxina interna”. Quando isso não ocorre, componentes danificados se acumulam, matando células e desenvolvendo doenças.

O Nobel diz que a autofagia leva à longevidade. E há estudos que apontam que o jejum provoca essa autofagia.

Então, há quem sugira cortes de até 60% no consumo de calorias. Só que isso afeta também a porção de nutrientes.

A nutricionista Carmem Franco alerta:

- Trata-se de conduta com objetivo específico, não devendo ser amplamente adotada ou sem supervisão.

Adverte que ainda são necessários mais estudos para a prática ser considerada segura. E acrescenta que há consenso em quem não deve fazer o jejum: menores de 18 anos, gestantes, mulheres que estão amamentando, idosos, diabéticos tipo 1 e portadores de transtornos alimentares.

A nutri também é uma defensora da mudança no comportamento alimentar como um todo para um estilo de vida mais saudável.

- Isso pode ter resultados mais lentos, mas tendem a ser mais duradouros…

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