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Posts com a tag "infantil"

Cardápios das escolas trazem pegadinhas. Fique ligado!

03 de fevereiro de 2017 3

Por Giane Guerra

 

 

 

 

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O cardápio da escola tem um poder imenso. Principalmente, para bebês, que estão em uma fase importantíssima da formação da sua saúde da vida adulta e também pela educação do paladar. Mas ainda segue muito importante para crianças maiores.

A alimentação na escola pode arrebentar com o trabalho dos pais que dedicam-se em casa. Acha que não?

- Criança que come alimentos açucarados e com realçadores de sabor tende a rejeitar aquela manga que você oferece em casa.

* Alimentação infantil – E quando a gente começou errado?

- Se ele toma refresco em pó na escola, vai tomar um suco de maracujá em casa? Há uma chance, mas é mínima.

Por que não dar suco de caixinha para crianças?

- Se come só arroz e feijão todo dia, vai comer um refogado de legumes no sábado em casa?

Alimentação infantil – Arroz e feijão não são suficientes

 

- Nega maluca e salsicha… Vocês têm noção do que isso faz com a saúde e com o paladar de uma criança pequena?

Ficando muito doente? O açúcar pode estar derrubando sua imunidade.

Por que não dar salsicha para crianças?

- Cardápio saudável, mas monótono também é um problema. Todo o dia brócolis. A criança tem contato apenas com um sabor e apenas com aquele tipo restrito de nutrientes.

Por outro lado, a escola pode ser uma aliada e até ajudar na alimentação da criança. Se tiver cuidado e carinho com a saúde dos pequenos. Se não cuida de nutrir as crianças, cuida do que mesmo?

Especializada em cardápios escolares, a nutricionista Fabíola Frezza Andriola nos ajuda a alertar para as pegadinhas que aparecem por aí. Olhando por cima, parece ótimo. Mas será mesmo?

- Usa pão integral. Mas que tipo de pão? De supermercado, padaria ou feito na escola? Pão integral comum de supermercado nem sempre é bom. Muitos são cheios de gorduras ruins, corantes e conservantes. Listas enormes de ingredientes, diferente de um pão feito na escola. * Pão Francês – O cacetinho que você compra é de boa qualidade? Saiba como descobrir

- O que passa no pão? Margarina? Socorro! * “Margarina? Dê para seu pior inimigo”, diz nutricionista

- Tem frutas no cardápio. Quais? Há variedade? Ou é só banana e maçã?

- Sanduíche. Usa embutidos, como peito de peru e presunto? Fuja. Nem vou falar de salsicha e salsichão comuns. Se for caseiro, ótimo. Mas é bem difícil. Nuggets? Só se for feito na escola, certo? *Por que não dar nuggets para crianças? *Por que não dar salsicha para crianças?  *Frios de peru e chester são saudáveis? Não.

- Não dá refrigerante, mas oferece suco. Qual suco? Natural ou de caixinha? É suco ou é néctar, com muito açúcar e conservantes? Ou pior, refresco em pó? *Leitora pergunta – Suco em pó é uma boa opção para o filho levar para a escola?

- Massa com carne e legumes. É uma massa de boa qualidade, preferencialmente integral, com molho de carne feito com legumes mesmo na escola? Ou é macarrão instantâneo, com molho pronto de tomate e a carne passa na esquina da escola só? *Por que não dar miojo para crianças?

- Iogurte de morango com cereal? Parece lindo. Mas é um iogurte natural batido com morango e granola ou aveia? Ou é uma bebida láctea com muito açúcar e corante, junto com um sucrilhos com mais açúcar ainda?

- Bolo de chocolate. É feito na escola com cacau e um bom açúcar? Ou é um bolo pronto? Ou leva achocolatado no bolo e mais ainda na calda? *Por que não dar achocolatado para crianças? 

- Gelatina. Aqui, até tenho um frio na barriga. Mas se for uma gelatina sem sabor com suco de fruta natural, a gente até conversa. *Por que não dar gelatina para crianças?

- Biscoito. Muito calma nessa hora! Não é só bolacha recheada que é ruim. Maisena? Bolacha maria? Água e sal? Biscoito tem que ser artesanal e olhe lá. De preferência, feito na própria escola. *Por que não dar bolacha maria e de maisena para crianças?

Preço 

Posso argumentar longamente com a alegação de preços. Comer bem não sai caro. Aveia é muito mais barato do que farinha láctea. Fruta é mais barata do que bolacha. Iogurte natural  é mais barato do que “inhos”. Água com limão é mais barata do que refrigerante. E, para encerrar, comida de verdade é mais barata do que remédio.

Alguns exemplos para você ficar atento:

 

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Está em vigor nova regra para rótulos de leite artificial, papinhas e mamadeiras

06 de dezembro de 2016 1

Por Giane Guerra

 

Começaram a valer agora em dezembro as novas regras para rótulos de alimentos e itens usados com bebês. O objetivo é controlar o consumo de produtos industrializados e incentivar o aleitamento materno como base da alimentação de bebês e crianças pequenas.

“Ah, mas meu bebê sempre chupou bico e mamou no peito!”

Que bom. Mas o nosso caso nem sempre faz a estatística. Os estudos mostram que há bicos e leites artificiais podem incentivar o desmame, que é recomendado até os dois anos pela Organização Mundial da Saúde.

Então, o Governo Federal vetou também a publicidade de alimentos infantis que seriam prejudiciais à amamentação, como papinhas, leites artificiais e até mamadeiras. A ideia é regular a alimentação das crianças de até três anos e evitar a interferência da publicidade nas campanhas de incentivo ao aleitamento materno.

Isso ocorreu no ano passado. As empresas tiveram prazo de um ano para se adequarem. O prazo terminou agora em novembro.

A lei trata da comercialização de alimentos para mães e crianças durante o período da amamentação e proíbe que esses produtos, além de mamadeiras e chupetas, tenham propagandas veiculadas nos meios de comunicação. A regulamentação também restringe descontos e exposições especiais desses alimentos e produtos em supermercados.

Quanto à rotulagem, a regra proíbe que as embalagens contenham fotos, desenhos e textos que induzam ao uso. E obriga que elas tragam a idade correta indicada para o consumo. No caso de chupetas, mamadeiras e bicos, determina que sejam informados os prejuízos que o uso desses materiais pode causar ao aleitamento materno.

Na época do debate, o Senado divulgou que o maios desafio é conscientizar as famílias de baixa renda sobre a importância do aleitamento materno para o desenvolvimento intelectual e físico da criança. São 60 milhões de pessoas.

Veja um resumo pelo Senado sobre as novas regras:

 

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Assista também à entrevista sobre amamentação e introdução alimentar do bebê com Rafaéli Arruguetti, nutricionista do Hospital Mãe de Deus, especialista em nutrição materno infantil:

 

 

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Leia mais:

“Só engravidei de novo quando tive segurança que poderia seguir amamentando.”, um depoimento sobre amamentar na gestação

Leite artificial? Bico de silicone? Livre demanda? – Orientações para a boa amamentação já na maternidade

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Aniversário infantil saudável e barato. Veja as fotos e inspire-se!

04 de novembro de 2016 2

Por Giane Guerra

 

Fotos: Divulgação.

Fotos: Divulgação.

 

 

Estamos fascinados pelo aniversário do Benjamin, de dois anos. O pequeno Ben é filho a nutricionista infantil Fabiola Freazza Andriola, nossa parceria de várias matérias aqui no blog Lado Natureba.

Alimentos deliciosos, saudáveis e saborosos. Feitos em casa e em um piquenique muito charmoso! A lembrança foi um quebra-cabeça de madeira.

E saiu muito em conta financeiramente. Fabiola fez a festa em uma praça pública perto do Lago São Bernardo, em São Francisco de Paula.

A nutri deixou a gente compartilhar com vocês para inspirar mais aniversários assim!

Cardápio do aniver do Ben:

Comida:

- bolo de banana e aveia (sem açúcar, sem leite)
- bolo integral de maçã (com açúcar mascavo)
- sanduíche com patê caseiro de frango e queijo
- milho cozido na espiga
- pipoca
- frutas picadinhas (nos potinhos – manga, melão, uvas verdes, uvas roxas)
- frutas inteiras – bergamota, banana e maçã

Bebidas:

- suco de uva integral sem açúcar
- água sem gás
- chimarrão

Gasto estimado com a alimentação: R$ 300

 

Dicas interessantes:

- As pipocas e os sanduíches foram colocadas em saquinhos de papel.
- O milho foi colocado em palitos de churrasco.
- As frutas foram em potinhos de plástico com tampa.
- Os bolinhos feitos em forma de cupcake.
- Outras dicas: melancia no palito / sanduíches com outros recheios (patê de atum, patê de cenoura e beterraba) / sucos naturais de diferentes sabores / cookies de banana
- Não esquecer de levar no dia: sacos de lixo, guardanapos, copos descartáveis, cadeiras, guarda sol/gazebo, protetor solar e repelente.
- Foi levado um tapete impermeável para os convidados sentarem. Mas também se pediu informalmente que levassem cadeiras.
- Brinquedos para brincar em parques: bolinhas de sabão, bambolê, bolas, toca, corda (para pular), carrinhos grandes… Também tinha uma pracinha no loca.
- O evento durou em torno de 3h. Das 14h às 17h.
- Decoração: Três caixas de feira grande e cinco caixinhas de feira pequenas!
- 1,5m de tecido de cada cor, bem baratinho. Custou R$ 5,90 o metro.
- Pompons de papel de seda. R$ 15 cada.
- Com latas de leite em pó doadas (Fabiola ainda amamenta o Ben mesmo grávida de mais de 30 semanas), fez os arranjos. 12 mudas de flores (R$ 1 cada) em seis latas. Amarrou faixa de tecido xadrez em cada lata.
- Mandou fazer na gráfica bandeirolas com o nome do Benjamin e tags com o nome dos bolos para identificar que eram sem açúcar, sem leite e o de maçã com açúcar mascavo. E mais: tags decorativos, redondos com a letra B, 2 aninhos e os balões do convite! Mais a desivos para os potinhos das frutas e para fechar o sanduíche. Na gráfica, foram R$ 80.
- Montou um grupo do whatsapp com os convidados para enviar convites e informações.

 

E um detalhe importantíssimo:

Gasto total R$ 500. 

Com 28 adultos e 12 crianças.

- Acabei fazendo praticamente tudo (preparações como bolos, milho, frutas picadas e higienizadas) no dia pela manhã. Contei com a ajuda de uma moça que trabalha lá em casa, mas fizemos tudo sozinhas! As pipocas foram feitas pela avó pertinho da hora do aniver! Eu mesma montei a decoração, gravidinha de 34 semanas, junto com meu esposo. Levamos tudo com nosso carro, meia hora antes da festa. E o Ben amou! – conta a nutri.

Deliciem-se com as fotos:

 

 

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Por que não dar sopa instantânea para crianças?

21 de outubro de 2016 0

Por Giane Guerra

 

Foto: www.sxc.hu / Divulgação.

Foto: www.sxc.hu / Divulgação.

 

 

Publicamos hoje o 10º e último post da série do Lado Natureba para alertar sobre alimentos que não devem ser oferecidos para crianças e sugerindo substitutos. Parceria com a nutricionista infantil Fabíola Frezza Andriola, que conduz a página Sabores do Bem – BLW e Introdução Alimentar Participativa.

 

Por que não dar sopa instantânea para crianças?

A maioria das sopas instantâneas é muito pobre em nutrientes e, por outro lado, cheia de sódio e conservantes.

- Não podemos nem chamar de alimento. É um produto alimentício. – observa a nutricionista Fabíola.

É um alimento ultraprocessado. Veja a classificação do Ministério da Saúde:

“Ultraprocessados: têm aditivos alimentares que se distanciam do que prepararíamos em casa. Conforme a substância adicionada, podem ser desbalanceados nutricionalmente e favorecerem o aparecimento de alergias e doenças.”

A nutricionista alerta para a lista de ingredientes das sopas instantâneas. Costumam ser enormes, com mais de 20 itens. Em geral, 90% são aditivos químicos e não alimentos.

Vários ingredientes têm como objetivo realçar sabor. Além de serem ruins para a saúde, viciam o paladar da criança. Depois, ela passa a rejeitar alimentos, como legumes.

- O sódio é um realçador e, em excesso, faz muito mal à saúde. As sopas chegam a superar metade do máximo de sódio recomendado por dia para um adulto.

O sódio é o principal fator de risco para hipertensão, que aumenta o risco de doenças graves. No coração, nos rins, no cérebro… A pressão alta mata mais do que o fumo e colesterol. E o sódio em exagero está ligado até mesmo a doenças respiratórias, como asma.

….

Opções melhores

Como sempre, o Lado Natureba dá opções. Fazer uma soja ou um creme em casa é bem fácil.

A nutricionista Fabíola Andriola sugere cozinhar uma carne de gado ou de frango e congelar em porções. Depois, pode descongelar e colocar na panela com os legumes que quiser.

Se não tem tempo de comprar legumes frescos, os supermercados já vendem porções de legumes higienizados. São mais caros, claro, mas são uma opção. Vários, inclusive, já passaram pelo chamado processo de branqueamento, que permite o congelamento. Então, é só jogar na panela com água e temperar a gosto.

- Junta aveia, arroz integral ou uma massinha…

Particularmente, uma tática usada pelo Lado Natureba é guardar no congelador folhas e talos. Eventualmente, passo tudo no liquidificador e jogo na panelo. Incremento com outro legume, carne ou ovo, e tempero.

E pronto! Nutritivo e sem conservantes!

Por que não dar nuggets para crianças?

Por que não dar miojo para crianças?

Por que não dar bolacha maria e de maisena para crianças?

Por que não dar salsicha para crianças?

Por que não dar achocolatado para crianças?

Por que não dar gelatina para crianças?

Por que não dar suco de caixinha para crianças?

Por que não dar mingau pronto e engrossante para crianças?

Por que não dar “inhos” para crianças? Não valem por um bifinho.

 

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Por que não dar nuggets para crianças?

06 de outubro de 2016 5

Por Giane Guerra

 

 

Foto: Youtube / Reprodução.

Foto: Youtube / Reprodução.

 

 

Mais um post da série do Lado Natureba para alertar sobre alimentos que não devem ser oferecidos para crianças. Parceria com a nutricionista infantil Fabíola Frezza Andriola, que conduz a página Sabores do Bem – BLW e Introdução Alimentar Participativa.

 

Por que não dar nuggets para crianças?

O principal motivo: o que menos tem no nuggets industrializado é carne (seja de frango ou outro animal, conforme o “sabor” do produto.) Até usam uma base de sobras – tipo salsicha -, como pele, miúdos, patas, nervos e cartilagem. Mas têm também muita farinha e maltodextrina (açúcar), por exemplo.

Portanto, nuggets não podem ser considerados a porção de proteína da refeição. Só que é sempre usado como carne.

A nutricionista Fabíola alerta que o nuggets é uma mistura de vários ingredientes muito processados.

- Não é um alimento. É um produto alimentício. Principalmente, não é um alimento infantil.

Mas as crianças gostam tanto! Sim. Gostam porque tem bastante gordura e sal (em níveis preocupantes), além dos realçadores de sabor. Estes são os grandes vilões e viciam o paladar.

Sem falar nos conservantes e estabilizantes, que aumentam o prazo de validade. Os aditivos químicos podem induzir os processos inflamatórios no organismo.

Outro alerta da nutri: a maioria das pessoas prepara o nuggets frito. O produto já costuma ter gordura da pior qualidade e as pessoas acabam acrescentando ainda mais ao fritá-lo.

 

Mas sempre temos uma alternativa!

Fazer nuggets em casa é fácil e fica com muito mais sabor. Olhe essa receita como exemplo e crie:

 

Receita – Nuggets caseiro de peixe
Ingredientes:

1 quilo de filé de abrótea

1 colher copa de linhaça

1 colher sopa de quinoa

1 xícara de iogurte natural

Para temperar: sal marinho, tempero verde, pimenta, mostarda em semente. Mas pode temperar cada um do seu gosto.

Farinha de milho para a “casquinha” de fora do nugget

 

Modo de fazer:

Triturei no mixer o peixe, linhaça, quinoa, iogurte e temperos. Não fiz só com o filézinho porque tinha medo de dar pedaços com espinhas para as crianças.

Com uma colher, tirava as porções e passava na farinha de milho. Coloquei na forma forrada com uma proteção de silicone. Então, nem precisei untar.

Fiz assado. Não foi frito. Então, levei ao forno já aquecido por uns 30 minutos. Mas sugiro esperar dourar e experimentar.

 

 

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Livro usa rimas para explicar as frutas para crianças

30 de setembro de 2016 1

Por Giane Guerra

 

 

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Comida é prazer para adultos e tem que ser para crianças também. Falar de comida de forma lúdica é uma das bandeiras do blog Lado Natureba.

Então, aí vai uma dica de livro para falar sobre frutas com crianças. É o Fra, Fre, Fri, Fro, Fruta. Custa em torno de R$ 30 nos sites na internet.

Usa rimas e curiosidades para explicar os diversos tipos. Simples e delicado.

E termina com o nosso lema:

“Só não vale preconceito,

Se é gostoso eu aproveito

O bom de tudo é provar”

 

 

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Oficina ensina crianças a comprarem alimentos na feira e experimentarem novos sabores

21 de setembro de 2016 0

Por Giane Guerra

 

 

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Nutricionista infantil, Thaiana Lindemann fará nesta quarta-feira a segunda edição da oficina para crianças na Santa Feira, evento agroecológico da Santo Mimo.

O Lado Natureba foi na semana passada: Feirinha para levar crianças e comprar orgânicos será realizada todas as quartas em Porto Alegre

O nome do projeto é Criança na Feira.

Blog Lado Natureba - Como funciona a oficina?

Nutricionista Thaiana Lindemann - A infância é o momento em que formamos hábitos alimentares importantes, que vão perdurar na vida adulta. Na oficina inaugural, as crianças foram à feira, cada uma com sua cesta e seu dinheiro. Tiveram autonomia na escolha dos alimentos.

Blog - Qual o objetivo?

Nutricionista Thaiana Lindemann - O objetivo foi incentivar a participação delas para que façam suas indagações, estimular a curiosidade em entender de onde vem os alimentos, como eles são, qual o sabor. E a atividade lúdica foi realizada em cima dos alimentos escolhidos pelas crianças. Queria que observassem como os alimentos são na natureza e usassem os cinco sentidos para conhecer o alimento, experimentar. Esses são estímulos muito importantes para a criança se empoderar do conhecimento e formar seus hábitos cada vez mais saudáveis na sua alimentação.

Blog - Tem foco em orgânicos?

Nutri - O alimento orgânico está relacionado com isso. Defendo o uso cada vez maior do orgânico na nossa alimentação, por não trazer os malefícios dos agrotóxicos à saúde, tanto para o consumidor quanto para o produtor.

Blog - As oficina serão sempre iguais?

Nutri - O projeto prevê outras oficinas com assuntos diversos relacionados à alimentação, para todas as faixas etárias. A ideia é dar continuidade com as crianças com outras atividades, botar a mão na massa, participar cada vez mais da produção dos alimentos tanto na oficina quanto em casa.

Blog - O que percebe nas crianças?

Nutri - Muitas crianças não conhecem os alimentos em sua forma in natura pela grande quantidade de alimentos industrializados (embalados, enlatados) que oferecemos. A inspiração para a oficina surgiu quando vi uma criança no supermercado comendo um salgadinho Ruffles. A mãe alcançou para a criança uma batata, mas ela não sabia o que era. A mãe disse que aquilo era batata, de onde vinha o salgadinho. A criança não acreditou que a batata era daquele jeito. E ela tinha uns seis ou sete anos.

 

 

 

 

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A oficina custa R$ 15 por criança. Mais informações abaixo:

 

 

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Meu filho não quer mais comer carne. E agora?

20 de setembro de 2016 11

Por Giane Guerra

 

Leitor pergunta. Lado Natureba responde.

 

 

Foto: CC0 Public Domain.

Foto: CC0 Public Domain.

 

 

Leitora Daniela pergunta:

“Tenho uma filha de sete anos e, de algumas semanas para cá, não quer mais comer carne. Nem vermelha, nem branca. Como trabalho isso? Como garantir substitutos adequados na alimentação?”

Nutricionista Fabíola Frezza Andriola responde:

“Pode ser só uma fase seletiva. Pode voltar a comer.

Vale investigar o motivo. Se viu ou ouviu alguma coisa. Se tem alguém vegetariano na família. Mas é bom respeitar a decisão.

Enquanto isso, tem que oferecer outros alimentos que são fonte de proteína e ferro. Por exemplo: ovos, queijos brancos, castanhas, leite e iogurte.

Se persistir a opção por não comer carne, fazer um acompanhamento dos níveis da vitamina B12. A maior fonte dessa vitamina é a carne vermelha.”

 

 

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Alimentação infantil - E quando a gente começou errado?

09 de setembro de 2016 0

Por Giane Guerra

 

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Para além dos mil dias: e quando a gente começou errado?

Esse é o tema da palestra do pediatra Flávio Melo na Semana de Atenção à Saúde e Alimentação Infantil. Bárbaro para mostrar que – sim, pais! – nunca é tarde para consertar a alimentação das crianças!

Para entender um pouquinho a teoria dos 1.000 dias:

O que é a programação metabólica?

O pediatra Flávio Melo explica direitinho. É aquela que ocorre nos primeiros 1.000 dias da criança, que envolvem a gestação e os dois primeiros anos. É a sinalização que os nutrientes dão para nossas células que formam os órgãos. Elas podem se formar com alterações gerando risco para desenvolvimento de doenças metabólicas. É no começo da vida que genes promotores de saúde podem ser estimulados ou, então, genes de doenças. Alimentação ruim leva a uma disfunção dos órgãos e, por consequência metabólica, que vai provocar efeitos futuros. Portanto: hipertensão, diabetes e doenças assim começam a ser “construídas” lá na gestação. É a obesidade dos pais, parto cesáreo eletivo, sem aleitamento materno, uso de fórmula artificial de leite, impacto da vida moderna… Por aí vai.

No passado, as doenças por más condições de limpeza e por parasitas eram o que mais matavam. Resolvemos esse problema e agora vemos um aumento significativo de doenças respiratórias, circulatórias…

Mas o pediatra quer mostrar que os primeiros 1.000 dias são essenciais, mas não para por aí.

- Nunca é tarde! E você não está fazendo só pelos seus filhos. Mas pelas gerações futuras.

Ainda é possível usar os nutrientes para evitar os efeitos dos genes ruins.

Dicas básicas de Flávio Melo:

- Evite os alimentos ultraprocessados.

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- Cuidar da alimentação em família. Sente com seu filho para comer. Não adianta comer lasanha de caixinha e sorvete e querer que o filho coma direito.

- “Empodere-se”. Busque informação, conhecimento e aprenda a ler os rótulos dos alimentos. Não só a frente com a parte publicitária. O que tem que ser lido é a tabela nutricional e a lista de ingredientes.

- Comer proteínas de qualidade. Mais peixes! Sardinha é barata e cheia de ômega 3, gordura importantíssima para desenvolver o cérebro da criança. Comer fígado uma vez por semana!

- Mais gorduras boas e menos carboidratos refinados. As melhores gorduras: azeite de oliva e abacate, essenciais para mudar o “perfil inflamatória do organismo”! Comer alimentos verdadeiramente integrais.

- Fuja da “dieta monótona”, que tem sempre os mesmos alimentos.

- Comer castanhas, chia, macadâmia, linhaça…

- Reconexão com a natureza! Essencial para reduzir as alergias. Ah, este assunto renderá ainda vários post…

 

Ouça aqui a palestra completa do pediatra Flávio Melo - Disponível somente até a noite desta sexta-feira, 09/09.

 

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Por que não dar miojo para crianças?

07 de setembro de 2016 1

Por Giane Guerra

 

 

Foto: CC0 Public Domain.

Foto: CC0 Public Domain.

 

 

Mais um post da série do Lado Natureba para alertar sobre alimentos que não devem ser oferecidos para crianças. Parceria com a nutricionista infantil Fabíola Frezza Andriola, que conduz a página Sabores do Bem – BLW e Introdução Alimentar Participativa.

 

Por que não dar miojo para crianças?

Macarrão instantâneo, tipo lámen ou, como é mais conhecido, miojo. Pesquisa da Kantar já mostrou que 62% do consumo deste tipo de massa no País é feito por famílias com crianças. O consumo é maior ainda na Região Sul.

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O popular miojo é um alimento da categoria industrializado ultraprocessado. Além disso, a nutricionista Fabíola Andriola alerta que tem muitos aromatizantes, corantes e conservantes.

- E tem cinco vezes mais gordura do que um macarrão tradicional. Tem ainda o glutamato de sódio, que é um realçador de sabor. Além de ser prejudicial à saúde, vicia o paladar.

 

Mas só como a massinha…

Muitos dizem que não comem com o tempero, acreditando que o problema está só ali. Mas a massa é feita basicamente de gordura e sódio, além de frita antes. Isso permite que cozinhe rápido.

 

Sódio

Sódio é um problema sério. Entre os prejuízos, da super conhecida hipertensão até a asma. Retenção de líquidos é outro problema que causa muito desconforto e é provocada pelo excesso de sódio.

- Esses miojos têm quantidades assustadoras de sódio. Algumas marcas têm 1.700 mg de sódio, sendo que a recomendação é de 2.000 mg por dia. Um exagero para adultos e que é ainda mais prejudicial para crianças. – alerta a nutri.

 

Gordura

A gordura usada para deixar o macarrão instantâneo naquela textura macia é a vegetal. Como muitos fabricantes não descrevem qual tipo, a tendência é que seja a hidrogenada, que é a pior gordura.

- Na infância, fazemos o que chamamos de “memória celular”. Crianças que têm aumento grande das células adiposas nessa faixa etária ficam com chances gigantes de ter obesidade na fase adulta. Celulas de gordura não são eliminadas no emagrecimento. Apenas murcham.

 

Mas é prática!

Mas será que esses poucos minutos valem à pena? Um miojo fica pronto em três minutos. Mas há boas massas integrais no mercado que ficam prontas em seis ou oito minutos.

Mesmo que não sejam integrais, há massas brancas à venda que são só farinha e água, sem aditivos e até mesmo sem sal. O consumidor coloca a quantidade de sal que deseja no molho ou na água do cozimento.

Quem gosta do formato da massinha, a nutri Fabíola Andriola sugere a massa bifum, feita de arroz e água. E fica pronta em dois minutos!

Dica do Lado Natureba: Quando estou com pressa em casa, cozinho uma massa, corto um tomate, ralo uma cenoura em cima, coloco um ovo picado ou uma lata de sardinha. Ou refogo rapidinho o que tenho de legumes, coloco um azeite de oliva. Temperadinho com o que tem em casa. Nós e as crianças comemos e adoramos. Rápido, saudável e saboroso.


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