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Posts com a tag "pesquisa"

Açaí pode ajudar no tratamento de doenças psíquicas, indica pesquisa

07 de abril de 2017 0

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Além de delicioso, o açaí faz bem para a cabeça. Pesquisadores da Universidade Federal de Santa Maria descobriram o potencial do açaí no tratamento de doenças psíquicas. Entre elas, o transtorno bipolar e a esquizofrenia.

A pesquisa começou no Laboratório de Biogenômica da UFSM. Teve a parceria ainda da Universidade do Estado do Amazonas e da Universidade de Toronto, do Canadá.

As propriedades do açaí como anti-inflamatório já são estudadas por cientistas brasileiros. O diferencial agora é que a investigação foi direcionada para testes com células semelhantes às do cérebro humano.

Segundo a pesquisa, o açaí atuaria como corretivo da disfunção mitocondrial no cérebro. Segundo pesquisadores da fisiologia das doenças psiquiátricas, está associada a patologias.

“A mitocôndria é uma organela que, no interior da célula, tem a função de transformar substâncias como a glicose em energia. Quando a disfunção acontece, em vez de energia, a mitocôndria gera calor e radicais livres. Por sua vez, os radicais livres causam estresse oxidativo e inflamação.”

Lá no Canadá, com mais equipamentos, a disfunção mitocondrial em células cerebrais foi simulada em laboratório. E, quando aplicado o extrato de açaí, a reversão desses efeitos nocivos chegou a atingir taxas de 80% a 90%.

Indica que o açaí pode ter efeitos terapêuticos de diminuição dos sintomas em pacientes psiquiátricos. E até mesmo efeitos preventivos. O estudo também aponta o forte potencial do açaí como base para a produção e desenvolvimento de fármacos psiquiátricos no futuro.

Estresse

Ao final deste semestre, o laboratório da UFSM também planeja fazer um experimento que vai testar se o açaí tem a capacidade de combater o estresse. A pesquisa, que ainda está em fase de elaboração, pretende testar se o açaí poderia reduzir os efeitos do estresse em estudantes universitários. Principalmente, durante o período de provas.

Ao mesmo tempo, prosseguem no laboratório as pesquisas sobre a ação anti-inflamatória do açaí. Testes já começaram a ser conduzidos no Canadá.

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Cientistas criam suplemento que tira o desejo por comidas muito calóricas

30 de setembro de 2016 0

Por Giane Guerra

 

 

Foto: Jessé Giotti / Agência RBS.

Foto: Jessé Giotti / Agência RBS.

 

 

 

Um suplemento que remove o desejo por comidas muito calóricas como junk food. O produto foi desenvolvido por cientistas do Imperial College de Londres.

A pesquisa Increased colonic propionate reduces anticipatory reward responses in the human striatum to high-energy foods foi publicada no The American Journal of Clinical Nutrition. É uma sequência de outra divulgada em 2014 e que constatou que este suplemento reduz o apetite em pessoas com sobrepeso.

Alimentos como pizzas, lasanhas, chocolates aparecem no cérebro das pessoas quando estão com fome. Como têm um efeito “viciante” – muito devido à gordura e ao açúcar – é fácil cair na rotina da alimentação. Aí, está o grave perigo.

A substância usada no suplemento é éster de inulina-propionato. O composto aumenta a quantidade de propionato de metilo, que é gerado pela fermentação de fibra dietética por bactérias do intestino (microbiota). Isso estimula o intestino a liberar hormônios que atuam no cérebro para reduzir a fome.

A pesquisa foi, basicamente, feita assim: Os cientistas ofereceram o suplemento em um milkshake para homens adultos. Depois, mostraram imagens de pizza, bolos e chocolate. E também imagens de saladas, peixe e legumes. Por meio de ressonância magnética, estudaram como o cérebro reagiu à visão daquelas fotos. As pessoas que tomaram o suplemento, quando viram as imagens do junk food, tiveram menos reações nas chamadas “áreas de recompensa”, relacionadas aos desejos por alimentos. E mais: comeram menos quando receberam um prato de macarrão com tomate e carne.

O estudo recebe algumas críticas. Por ter usado apenas 20 homens e por serem pessoas saudáveis. Os cientistas dizem que o estudo é parte de um quebra-cabeça para regular o comportamento alimentar.

 

Mas muita calma nessa hora…

A nutricionista Carmem Franco pondera que é um estudo bem preliminar e sem uma comprovação dos resultados, até pela fragilidade do método.

- Trabalho com mudança de comportamento e acredito que podemos modificar o estilo alimentar…

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Pesquisa busca mães para desenvolver jogo para ajudar crianças a comerem direito

13 de setembro de 2016 0

Por Giane Guerra

 

Foto:  CC0 Public Domain

Foto: CC0 Public Domain

 

Seu filho está de olho no que você come!

A influência do comportamento da mãe na alimentação dos filhos é fundamental. As pesquisas mostram isso claramente. O Lado Natureba sempre diz: os filhos não fazem o que aconselhamos, mas sim o que fazemos.

Juliana Mota está organizando um grupo de pesquisa sobre educação alimentar infantil e design. Mistura engraçada? Na verdade, a dissertação da publicitária tem como objetivo criar um jogo com atividades para incentivas as crianças a comerem mais frutas e legumes.

- Ver os pais comendo legumes é muito mais eficiente do que usar punição ou recompensa, mostram as pesquisas. É impressionante.

Então, a Juliana está buscando mães com crianças entre dois e seis anos. Haverá um encontro, onde serão trocadas informações e dicas. As crianças podem ir!

A reunião será no dia 24 de setembro, um sábado. À tarde, das 13h às 18h. Na unidade Unisinos Porto Alegre. Haverá estacionamento e alimentação gratuitos para as mães que participarem presencialmente. Informações pelo whatsapp 51.98373352.

Atenção: As vagas são limitadas! Mas para quem quiser ir até lá. O encontro será transmitido por Live no Facebook da pesquisadora Juliana Gonçalves Mota.

 

Mas uma publicitária falando de alimentação infantil?

Juliana Mota não é nutricionista, não tem filhos, não tem obesos na família. Mas se diz assustada com as crianças que comem mal.

- Me assusta muito. Me considero uma pessoa de muita sorte por ter tido na infância uma alimentação balanceada e saudável em casa. Minha avó materna era a pessoa que cozinhava na minha família e era uma nutricionista autodidata, como eu costumo brincar.

E aí vem aquela boa intenção que a gente aqui no Lado Natureba conhece bem:

- Eu gostaria que todas as crianças pudessem ter essa mesma oportunidade e vi no design um caminho para contribuir para melhor os hábitos alimentares das crianças.

A pesquisa da Juliana está focada nos pais. Suas atitudes exercem uma influência decisiva sobre o comportamento nutricional infantil.

Os pais são considerados os principais “educadores nutricionais” dos filhos porque são os mediadores nas experiências das crianças com os alimentos.

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Gin e frutas cítricas agradam o paladar de psicopatas em potencial

12 de setembro de 2016 0

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Por Giane Guerra

Um post para descontrair.

Sabe o que os psicopatas comem?

Pesquisadores da Universidade de Innsbruck, da Áustria, tentaram descobrir. Entrevistaram 953 pessoas. Identificaram aquelas com maiores tendências antissociais e sádicas. O estudo foi publicado no Appetite Journal.

Individual differences in bitter taste preferences are associated with antisocial personality traits

E o que mais gostavam de comer?

Coisas amargas. É o chocolate com mais cacau, cerveja amarga, café, gin, água tônica e frutas cítricas.

Na pesquisa, as pessoas avaliaram 40 tipos de alimentos. Tinham que dizer o quanto gostavam de comidas doces, azedas, salgadas ou amargas.

Depois, responderam questionários para avaliação psicológica que mediam:

Agressividade: Por exemplo: “Quando provocado, posso bater em alguém.”

Tríade de escuridão: É uma pessoa ruim, perversa ou maligna?

Sadismo do dia a dia: “Eu gosto de atormentar as pessoas” e “Às vezes, eu repito minhas cenas favoritas de filmes de terror sangrentos.”

Lembraram que crianças humanas têm uma preferência clara por comida doce. Na evolução, interpreta-se que doce é carboidrato, que é caloria e que aumenta a chance de sobrevivência no mundo selvagem.

Já o gosto amargo dá um alerta para o cérebro. É associado a veneno. E uma das características dos psicopatas é que eles não têm medo. Não há reação extrema em situações de ameaça.

- Comer alimentos amargos pode ser comparado a um passeio de montanha russa, onde as pessoas gostam de coisas que induzem ao medo. – observou a pesquisadora Christina Sagioglou.

Só para lembrar. É um post para descontrair. Nem todo mundo que gosta de amargos é psicopata. Ao menos, eu acho que eu não sou! Só treinei meu paladar para alimentos mais saudáveis 

Leia mais:

Cheirar chocolate – Moda de inalar cacau pode provocar intoxicação

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Fibra da laranja é usada para substituir gordura em pães

30 de agosto de 2016 0

Por Giane Guerra

 

Foto: Divulgação UFRGS.

Foto: Divulgação UFRGS.

 

Fibra de laranja como substituto de gordura de pães de forma. O teste foi feito pela engenheira de alimentos Liana Stoll para o trabalho de conclusão na UFRGS. A pesquisa trabalha a ideia de reduzir gorduras e aditivos químicos da dieta, além de aproveitamento de sobras das frutas cheias de nutrientes.

A engenheira usou resíduos doados por uma empresa de sucos. Liana retirou gordura e aplicou fibra pronta em pães de forma para ver se ficava com as mesmas características.

- Concluímos que é possível usar resíduos industriais para produzir pães macios, ricos em fibras e sem gordura.

Mas há um limite para essa substituição. Se não, o gosto fica amargo.

Para evitar a redução do volume do pão, a adição da fibra de laranja foi combinada ao uso de a-amilase – uma enzima natural da farinha de trigo. Serve para quebrar o carboidrato transformando-o no açúcar para gerar levedura que dá volume.

O pão foi provado por 50 pessoas. A amostra teve nota 7,4.

- Considerando que, para um produto ser aceito no mercado, seu índice de aceitação sensorial deve ser superior a 70%, a pesquisa concluiu que esse produto é viável para o consumo.

Blog Lado Natureba - Testaram em pães integrais?

Engenheira Liana Stoll - Não testamos a formulação com farinha intergral, mas acredito que funcione também! Provavelmente, teria que reduzir um pouco a fibra de laranja para não ficar tão pesado.

Leia mais sobre pães:

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Leitora pergunta onde achar pão com 33 calorias que comia na dieta

Cantina da Serra ensina crianças a fazerem pombinhas de pão

Padarias aumentam produção de integrais e preços podem cair

Biscoitos que não são tão integrais assim. Fique de olho.

Livro para baixar grátis na internet traz receitas saudáveis para bebês

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Comer frutas e vegetais dá a felicidade de conseguir um novo emprego, mostra estudo

25 de julho de 2016 1
Foto: Fernando Gomes / Agência RBS.

Foto: Fernando Gomes / Agência RBS.

 

Por Giane Guerra

 

Pessoas que passaram a comer oito porções de frutas e vegetais por dia experimentaram um aumento da satisfação de vida equivalente a conquistar um novo emprego. A conclusão é de pesquisa em parceria entre as Universidade de Warwick, no Reino Unido, e Universidade de Queensland, na Austrália.

O estudo foi publicado pela American Journal of Public Health:

Evolution of Well-Being and Happiness After Increases in Consumption of Fruit and Vegetables 

Ou seja, comer mais frutas e vegetais te deixa mais feliz. E, pelo estudo, isso ocorre até mais rapidamente do que os benefícios que estes alimentos trazem para a saúde, como a redução de riscos de câncer e infarto.

Foram acompanhadas mais de 12 mil pessoas por dois anos. Relataram a quantidade de frutas e vegetais consumida e informaram o nível de satisfação com a própria vida, em uma escala de zero a 10. Quem saiu de um consumo zero para oito porções diárias apontou que o aumento na satisfação de vida foi equivalente ao de pessoas que estavam desempregadas e conseguiram um trabalho.

Os pesquisadores ainda buscam entender este efeito. Mas acreditam que seja provocado pelos antioxidantes nas frutas e vegetais. Há outras pesquisas que mostra que pigmentos carotenoides, encontrados em legumes como a cenoura, por exemplo, têm relação com aumento de otimismo. Vitamina B12 também pode estimular a serotonina, que regula o humor. A microbiota – que são nossas bactéricas do bem – poderia influenciar a química do cérebro.

Leia mais:

Gripe A – Alimentos que ajudam a aumentar a imunidade

O que a boa – e a má – alimentação provocam no sistema imunológico

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Pesquisa vai usar psicologia para adolescentes obesos mudarem estilo de vida

12 de maio de 2016 0

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Por Giane Guerra

 

- Fazer com que o adolescente se escute falando e ali entenda a necessidade de mudança.

Faz parte da ideia que será usada na pesquisa que será realizada pelo grupo de estudos Modificação do Estilo de Vida e Risco Cardiovascular da PUCRS. A bolsista Elizabeth Mânica, no entanto, disse que não pode dar mais detalhes da condução do trabalho para não influenciar o resultado.

Serão seis meses de trabalho com os adolescentes obesos e com sobrepeso. Estão sendo selecionados.

A ideia da pesquisa surgiu do crescimento da obesidade entre adolescentes. Isso está diretamente relacionado com a antecipação de doenças crônicas. Principalmente diabetes e doenças cardiovasculares.

- Um grande problema é o doce e os alimentos ultraprocessados que dão para crianças com menos de dois anos.

Outra questão a ser trabalhada pelo grupo: fazer o adolescente aceitar que tem um problema e entendê-lo.

Como inscrever-se:

- Tem que ter entre 15 e 18 anos.
- Não precisa saber o IMC. O pessoal calcula no primeiro contato para ver se o adolescente realmente tem sobrepeso.
- Só para Porto Alegre. Receberão passagem e todos os exames clínicos e físicos previstos na terapia, incluindo orientações nutricionais, de enfermagem, fisioterapia e psicologia.

Contatos: telefone 51.33534648, e-mail contatomerc@gmail.com, WhatsApp 51.99839367 ou pela página do Facebook facebook.com/mercpuc.

 

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