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Posts com a tag "sal"

Cinco temperos naturais para colocar na comida e usar menos sal

18 de janeiro de 2017 0

Por Giane Guerra

 

Foto: Felipe Carneiro / Agencia RBS.

Foto: Felipe Carneiro / Agencia RBS.

 

Já falamos sobre os limites do consumo de sal aqui:

Como fugir do sódio?

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A dica para reduzir o sal na comida é fácil e deliciosa: carregar nos temperos naturais. Eles levam nutrientes para o seu prato e também dão sabor ao alimento, o que permite usar menos sal sem achar a comida sem graça.

Mas importante: tem que ser tempero natural! Pode ser fresco, da horta mesmo. Ou pode ser desidratado. Mas o ingrediente é só um: a própria plantinha! Nada de conservantes, realçadores de sabor, sal, etc…

O Ministério da Saúde, inclusive, tem cinco sugestões de temperos:

1 – Açafrão da terra ou cúrcuma – É uma planta da mesma família do gengibre. É utilizada em comidas principalmente na região de Goiás. Participa da composição de currys e do molho de mostarda.

2 – Coentro (Coriandrum sativum) – Pode ser usado tanto a folha, que possui um sabor e cheiro mais acentuado, quanto a semente que possui um aroma mais delicado. Pode ser utilizado em preparações como peixes assados, frangos, churrascos e sopas.

3 – Gengibre (Zimgiber officinalle) – É uma raiz, tem um sabor bem forte e pode ser utilizada em bebidas quentes (quentão), biscoitos, pães e carnes.

4 – Orégano (Origanum vulgare) – É uma erva rasteira, com aroma bem forte. Pode ser usada para enfeitar, condimentar e aromatizar. Muito utilizada em molhos, bifes, pão, pizzas e também para temperar queijos.

5 – Páprica – É um pó vermelho que é extraído do pimentão. Existem dois tipos: a apimentada e a doce, mais suave. Utilizada em ensopados, patês, saladas, carnes e aves.

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Leitora pergunta: Qual sal usar? Marinho 2 X 0 Himalaia

Comida de verdade combate Dengue, Zika e Chikungunya. Médico lista alimentos que turbinam a imunidade.

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Leitora pergunta: Qual sal usar? Marinho 2 X 0 Himalaia

03 de janeiro de 2017 5

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Leitor pergunta. Lado Natureba responde.

Leitora Fátima pergunta:

“O sal marinho é mais saudável? Onde compro? E o sal do himalaia?”

O sal marinho é mais saudável do que o sal refinado. Os processos térmico, de refino e branqueamento retiram nutrientes e adiciona produtos químicos, em geral.

Já o sal marinho não sofre isso. No máximo, é moído para ser mais fácil de usar nos alimentos.

Mas nenhum sal pode ser consumido em exagero. O sal em excesso aumenta o risco de doenças cardiovasculares, hipertensão, cálculo renal, entre ooutras.

Na quantidade certa, o sal traz minerais importantes para o organismo. O limite recomendado pela Organização Mundial da Saúde é de cinco gramas diárias. É aproximadamente uma colher de chá.

Importante: o sal marinho deve manter o iodo. Não precisa ser iodado depois. É importante para a saúde.

Já o sal rosa do himalaia tem gerado polêmica. Veja a opinião de duas nutricionistas consultadas pelo blog Lado Natureba sobre o assunto:

Nutri Bruna Brognoli:

O sal marinho é melhor por não ter aditivos de agentes antiaglomerantes. Mas é importante ter iodo.

Consumimos menos iodo do que o recomendado. Ele passou a ser adicionado ao sal para reduzir os casos de escorbuto.

Importante lembrar que estão sendo questionados os benefícios do sal do himalaia. E também o fato de que salga menos do que o sal normal, o que leva as pessoas a usarem mais, elevando o consumo de sódio.

Nutri Aline de Andrade:

O sal marinho é uma boa alternativa. Tem que ter iodo, que é um nutriente importante para a formação dos hormônios da tireóide.

Já o sal rosa do Himalaia está na moda, mas não tem comprovação de que é melhor para nossa saúde. Será que vale pagar dez vezes mais? Acho que este dinheiro poderia ser melhor investido em outros alimentos.

Exatamente como o sal rosa do Himalaia, os principais elementos que compõem o sal marinho não refinado, além de cloreto de sódio são cálcio, potássio, magnésio, brometo, zinco e ferro. O resto dos elementos vem em quantidades tão pequenas que são considerados elementos secundários, como em quantidades de 0,0001% ou menos em volume.

Se mesmo assim você deseja consumir o sal rosa, meu conselho é que seja na finalização de pratos.

Onde comprar o sal marinho?

Em lojas de produtos naturais, é mais fácil de encontrar. Há também em alguns supermercados. A pedido do blog Lado Natureba, a Loja Virtual do Mercado Público de Porto Alegre pesquisou e encontrou na banca 12 uma boa opção:

Sal Marinho com Iodo

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Cuidado com o "sal a gosto"

26 de setembro de 2016 0

 

 

Foto: Fernando Gomes / Agência RBS.

Foto: Fernando Gomes / Agência RBS.

 

 

Quase todas as receitas – inclusive as nossas! – trazem ali no final dos ingredientes um “sal a gosto”. Mas “sal a gosto” não quer dizer “sal liberado”!

O recomendado pela Organização Mundial da Saúde é 5 gramas de sal por dia, no máximo. Mas…. atenção!

Pelo menos, dois gramas já estão naturalmente nos alimentos. O resto é que vem do sal adicionado à comida.

- O brasileiro, no entanto, consome cerca de 12 gramas de sal por dia, que equivale a 2,5 vezes a mais do que o recomendado. – Márcia Gowdak, diretora do Departamento de Nutrição da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp).

Estudos da Sociedade Brasileira de Cardiologia e da Pesquisa de Orçamentos Familiares apontam que a maior parte do sódio consumido diariamente vem do sal de cozinha. E um quarto deste sal é adicionado à comida durante o preparo, salienta a nutricionista.

O excesso de sódio, principal componente do sal de cozinha, pode aumentar os riscos de doenças cardiovasculares, como AVC (Acidente Vascular Cerebral) e hipertensão arterial. Mais de 30 milhões de brasileiros têm pressão arterial elevada.

Então… retire o saleiro da mesa. Vamos acostumar o paladar!

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Brasileiro consome o dobro do recomendado de sódio por dia. Onde ele está que você não vê?

08 de setembro de 2016 1

 

Por Giane Guerra

 

 

 

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O brasileiro consome mais do que o dobro da quantidade de sódio que é recomendada pela Organização Mundial da Saúde. A média é maior ainda entre os homens.

Recomendado: 2 gramas por dia (no máximo!)

Média consumida no Brasil: 4,1 gramas

Homens: 4,3 gramas

Mulheres: 3,9 gramas

Ó, o sódio não está só no sal de cozinha. Antes fosse, porque teríamos controle sobre ele. O sódio está em vários outros alimentos e, por isso, o Instituto de Defesa do Consumidor fez o material “O sódio que você não vê”. O Idec já tinha feito um material semelhante sobre o açúcar.

Brasileiro consome 60% mais açúcar do que devia

Fique de olho – Açúcar aparece com mais de 20 nomes no rótulo dos alimentos

 

E eu com isso? Olha só, o sódio é o principal fator de risco para hipertensão, que aumenta o risco de doenças graves. No coração, nos rins, no cérebro… A pressão alta mata mais do que o fumo e colesterol. E o sódio em exagero está ligado até mesmo a doenças respiratórias, como asma.

O alerta do Idec é: alimentos ultraprocessados têm muito sódio! É o caso dos embutidos, comidas congeladas prontas e até pães. Olha só:

 

Fonte: Idec.

Fonte: Idec.

 

 

 

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Leitora pergunta - Devemos evitar queijos e requeijão por causa do sódio?

16 de agosto de 2016 2

Por Giane Guerra

 

Foto: Sirli Freitas / Agencia RBS.

Foto: Sirli Freitas / Agencia RBS.

Leitora Michele Nunes leu este post:

Substituir embutidos corta conservantes e sódio da alimentação

E perguntou:

“E quanto aos queijos, requeijões, ricotas, etc? Não são cheios de sal também?”

 

Nutricionista Rita Lamas responde:

O sódio é usado pela indústria como conservante. Então, a maioria dos alimentos tem sódio.

Queijo, ricota e requeijão têm sódio sim. Mas um pouco não faz mal. Nós precisamos de sódio, inclusive.

O recomendado por dia pela Organização Mundial da Saúde é de 1.400 miligramas para quem tem restrição. O Ministério da Saúde já fala em 2 mil miligramas para uma alimentação normal, que é 5 gramas de sal.

E tem mais: estes alimentos listados pela leitora também são grandes fontes de cálcio. São importantes.

Já o embutido é mais processado, tem mais sódio e – pior – tem os compostos nitrogenados, que têm relação com câncer. Então, do meu ponto de vista, nem podemos comparar queijos com embutidos.

Mais sobre queijo: Como conservar queijo? E mais cupom de 15% de desconto.

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Leitor pergunta: Por que ainda produzem alimentos refinados e não apenas integrais? E o glúten?

08 de agosto de 2016 1
Foto: Tatiana Cavagnolli /  Agência RBS.

Foto: Tatiana Cavagnolli / Agência RBS.

 

Por Giane Guerra

 

Leitor Carlos leu o post:

Leitores perguntam se o alimento integral é sempre mais saudável

E perguntou:

1. Por que a indústria ainda refina os alimentos, como o cereais, o açúcar e o sal?

2. Os integrais são mais saudáveis. Mas o trigo hoje em dia tem muito “glúten”, que dizem ser ruim para a saúde. Então, seria importante o consumo dos derivados do trigo mesmo na versão integral?

Nutricionista Rita Lamas responde:

1. O açúcar e o sal refinados são vendidos assim por questões industriais. É mais fácil para a indústria. O sal iodado, por exemplo, é mais barato do que o sal marinho, que é mais saudável. O açúcar mascavo tem uma matéria-prima mais cara do que o açúcar refinado, que pode usar qualquer cana-de-açúcar.

Pitaco do Lado Natureba: A jornalista faz essa pergunta com frequência para indústrias de alimentos. Além de serem mais baratos e exigirem matérias-primas menos nobres, o alimento refinado costuma agradar mais o paladar da população em geral. Seja pelo costume, seja pela liberação maior de açúcar, que – já sabemos – tem um efeito sobre o cérebro de geração de prazer.

Nutricionista Rita Lamas responde também:

2. O glúten não é uma proteína alimentar que faz mal. Não há o que comprove isso. Isso é um modismo alimentar. E sempre deve-se dar preferência aos integrais por terem mais fibras e não por glúten. Glúten terá igual nos dois. A não ser que a pessoa tenha doença celíaca, que não pode comer glúten.

 

Leia também:

Padarias aumentam produção de integrais e preços podem cair

Biscoitos que não são tão integrais assim. Fique de olho.

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Como fugir do sódio?

06 de julho de 2016 0
Foto: Hermes Bezerra / Agencia RBS.

Foto: Hermes Bezerra / Agencia RBS.

 

 

 

Por Giane Guerra

 

O Ministério da Saúde divulgou recentemente que um acordo com a indústria tirou 3,7 mil caminhões de sal dos alimentos nos últimos quatro anos. Mas será que é mesmo preciso consumir alimentos com tanto sódio?

O sódio é um dos vilões da saúde no País. Em Porto Alegre, ficamos em terceiro no ranking nacional de hipertensão.

Confira dicas de substituição do próprio Ministério da Saúde:

 

Pão de forma - Substituir por tapioca, bolo de milho caseiro, cuscuz, pão de queijo ou bolo de mandioca caseiro.

Macarrão instantâneo - Substituir por massas feitas apenas de farinha e água.

Salgadinhos de milho - Substituir por frutas frescas ou secas. Castanhas ou nozes. Ou ainda biscoitos caseiros.

Maionese - Substituir por iogurte natural ou queijo cottage caseiro, pesto, maionese de banana verde, de cenoura e etc.

Cereais matinais - Substituir por amaranto em flocos, aveia em flocos grandes ou granola caseira.

Caldos e temperos - Substituir por ervas naturais.

 

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