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Lado Natureba testou: Supermercado vende pela internet e entrega em casa

27 de abril de 2017 2

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Depois de tanto noticiar lá no blog de economia Acerto de Conta$, o Lado Natureba – sem se identificar – testou o serviço de compra pela internet e entrega em casa do supermercado Magodrive.

Supermercado de Porto Alegre lança aplicativo para consumidor comprar e receber em casa ou pegar no drive thru

Porto Alegre ganha um supermercado drive thru

Supermercado estuda expandir tele-entrega para Zona Sul de Porto Alegre

Aproveitando que a semana estava corrida e era dia de frete grátis, compramos a feira da semana pelo Magodrive. O serviço foi criado no ano passado pelo Supermago, rede de supermercados de Porto Alegre. O serviço de venda pela internet, drive thru e entrega em casa, inclusive, ganhou o destaque de inovação mercadológica no Ranking da Associação Gaúcha de Supermercados neste ano.

Encontramos preços razoáveis em frutas e vegetais, que é o que mais consumimos. Só que pesa o fator economia de tempo e de deslocamento, o que torna a compra pela internet bem atrativa. Mesmo que alguns produtos acabem saindo um pouco mais caro.

Os preços valem a pena? Depende do perfil de consumo de cada. Tem que pesquisar e dar uma olhada.

Compramos pelo site pela manhã e agendamos a entrega para o início da noite. Tudo chegou bem escolhido e embalado, o que é essencial no caso de frutas e vegetais. Equipe cuidadosa e simpática.

Logo ao entrar no site, é preciso colocar o CEP para conferir se há entrega no seu bairro. A empresa espera incluir a Zona Sul de Porto Alegre no roteiro ainda em 2017.

 

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Vegetais Diferentões - Supermercado gaúcho venderá frutas e vegetais feios com descontos de até 60%

12 de outubro de 2016 2

Por Giane Guerra

 

Divulgação.

Divulgação.

 

 

Olhem que baita ideia!

Um supermercado gaúcho vai vender “vegetais diferentões” nesta final de semana. É o Super Ledur do Caí, de São Sebastião do Caí. Foi inspirado em uma iniciativa de um supermercado francês que já falamos aqui:

Frutas e legumes feios costumam ser mais nutritivos e são desperdiçados

 

 

Imagem: Reprodução.

Imagem: Reprodução.

 

 

Serão vendidos vegetais, frutas e legumes considerados “feios” com preços até 60% abaixo do normal. Afinal, são produtos que iriam para o lixo. A ação “Vegetais Diferentões” será realizada pelo Supermercado Ledur do Caí no sábado e tem a parceria do Senac de Montenegro.

Na fruteira do mercado, o cliente vai encontrar as duas opções: os produtos bonitos visivelmente e os que seriam descartados.

- Por exemplo, por vezes a cenoura cresce deformada, com duas pontas, ou com o formato diferente da tradicional, buscada pelo consumidor, que por costume ‘compra com os olhos’. Este produto nem chega a sair do produtor, que já o classifica como impróprio para venda. Mas ele tem as mesmas qualidades nutricionais para ser consumidor. – garante Ana Taís Ledur, administradora do supermercado e autora da ideia.

A batata branca tradicional custa R$ 2,49 o quilo. Na campanha, será vendida a R$ 1,69 o quilo.

Na primeira edição da iniciativa, serão cerca de 15 produtos. Por exemplo: cenoura, laranja suco, abobrinha, tomate cereja, pepino salada, pepino conserva, repolho roxo, vagem, morango, brócolis, rabanete, cebola, banana catarina, batata miúda, tomate longa vida, beterraba.

Quando? 15 de outubro, a partir das 8 horas, na Matriz do Supermercado Ledur (Av. Dr. Bruno Cassel, 1257 – Vila Progresso – São Sebastião do Caí, a 65 km de Porto Alegre). Se der certo, a oferta dos produtos será permanente.

 

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Mais de 160 fornecedores gaúchos entram no programa de controle de agrotóxicos do Walmart

05 de setembro de 2016 0
Foto: Divulgação Walmart.

Foto: Divulgação Walmart.

 

Já são 162 fornecedores do Rio Grande do Sul que entraram para o programa de qualificação de fornecedores de frutas e vegetais da rede de supermercados Walmart. É 30% do total de fornecedores do País.

O projeto é para controlar o uso de agrotóxicos. Além de aumentar a fatia de orgânicos no mix de produtos oferecidos nos supermercados, a empresa diz que é uma proposta de segurança alimentar.

- A partir de 2017, somente produtores rurais inseridos no programa fornecerão ao Walmart. – explicou Márcia Rossi, gerente de Segurança dos Alimentos do Walmart Brasil, em entrevista ao programa Destaque Econômico.

É feita uma auditoria periódica nos fornecedores. Além disso, há análise de resíduos de agrotóxicos. As amostras são coletadas nos Centros de Distribuição do Walmart ou nas lojas.

No Rio Grande do Sul, o Walmart é dono de lojas como os supermercados BIG e Nacional.

Ouça a entrevista que foi ao ar no programa Destaque Econômico:

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Um em cada dez consumidores já compra orgânicos nos supermercados gaúchos

04 de agosto de 2016 0

 

Foto: Ricardo Duarte / Agencia RBS.

Foto: Ricardo Duarte / Agencia RBS.

 

Um em cada dez consumidores já busca comprar orgânicos no Rio Grande do sul. A estimativa é da Associação Gaúcha de Supermercados.

A principal característica dos orgânicos é não usar agrotóxicos. Seja in natura ou alimentos industrializados.

A procura por orgânicos é uma tendência, já avisa o presidente da Agas, Antônio Cesa Longo. O problema ainda é preço.

Os produtos orgânicos ainda custam cerca de 40% mais do que os normais no supermercados. Isso afasta o consumidor que opta pelo alimento tradicional ou faz com que busque outra forma de comprar os produtos, que não no supermercado.

- Mas os orgânicos já conquistaram um público cativo.

Aliás, os orgânicos terão, pela primeira vez, expositores específicos na 35ª Convenção Gaúcha de Supermercados – Expoagas 2016, de 23 a 25 de agosto, em Porto Alegre.

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Bolacha de água e sal e biscoito de polvilho podem sabotar a dieta e a saúde

05 de julho de 2016 0
Foto: Divulgação, stock.sxc.

Foto: Divulgação, stock.sxc.

 

 

Por Giane Guerra

 

“Vou fazer um lanche bem leve. Tomar um chimarrão com biscoito de polvilho.”

Ou

“Estou com dor de estômago. Vou tomar um chá só com bolachinha água e sal.”

E ainda aquela música infantil do Palavra Cantada:

“Gosto porque é fundamental
Farinha, fermento, água e sal
Simplicidade, no trivial
Se um dia você for lá em casa
Pra brincar comigo no quintal
Vamos combinar um pic nic
Pra comer muita bolacha
De água e sal”

Não, gente! Cuidado: bolachas de água e sal e biscoitos de polvilho podem ser grandes sabotadores da saúde.

Qual o principal problema?

Nutricionista Rita Lamas - O tipo de gordura. Os biscoitos feitos no Brasil, em 90% dos casos, usam a gordura vegetal hidrogenada, que é a gordura trans. Ela “só” aumenta em 50% a chance de infarto. Aumenta o colesterol ruim.

Mas o biscoito de polvilho parece tão leve…

Nutri - Realmente, quase não tem calorias, mas a maioria das marcas tem a gordura hidrogenada/trans.

E as integrais?

Nutri - Não se enganem! A gordura é a mesma. Possivelmente, tem traços de farinha integral e o primeiro ingrediente ainda é farinha branca. Então, não é fonte de fibra, não é saudável e muito menos um lanche adequado. Cuidado com o marketing.

Por que usam tanto a gordura trans?

Nutri - Porque uma das características da gordura trans/hidrogenada é dar “crocância” aos alimentos. Então, desconfie sempre do alimento crocante.

Como fugir?

Nutri - Sugiro pesquisar bolachinhas de outros países, como uruguaias. Há nos nossos supermercados e não usam essa gordura. Têm gordura animal, que é a saturada e é melhor para a saúde.

Querendo perder peso?

Pior ainda. Fique de olhos nas calorias da bolacha de água e sal. Nada bom usá-la para substituir o pão. Pães podem ser muito saudáveis, inclusive. Um biscoito de água e sal tem tantas calorias como um de maisena, em geral.

Sódio

Fora que esses biscoitos são ricos em sódio. Teor muito mais alto do que os pães.

Bolachas de água e sal avaliadas no site Desrotulando:

 

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Biscoitos de polvilho melhor avaliadas. Há, no entanto, notas a partir de 5.8.

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Já as opções com melhores notas na categoria Biscoito Salgado em geral:

 

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Criança brasileira come muito biscoito recheado, macarrão instantâneo e bebida adoçada

Comida de criança – alimentos para substituir pães e biscoitos

Biscoitos que não são tão integrais assim. Fique de olho.

Kinder Ovo está proibido e McLanche teve que mudar pela saúde das crianças do Chile

 

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Preços de orgânicos variam até mais de 100% - Aprenda onde comprar:

22 de junho de 2016 1
Foto: Arquivo Pessoal. Orgânicos encomendados semanalmente pela blogueira.

Foto: Arquivo Pessoal. Orgânicos encomendados semanalmente pela blogueira.

 

 

Por Giane Guerra

 

O preço dos orgânicos ainda assusta consumidores que estão balançando para ter uma vida mais saudável. Mas muita gente ainda não está buscando os alimentos no lugar certo. Vamos lá que a gente ajuda.

Pesquisa do Instituto de Defesa do Consumidor mostra diferença de 10% até 116% nos preços de um mesmo alimento. Foram coletados preços durante um ano em supermercados, feiras e os chamados grupos de consumidores que compram produtos direto dos produtores.

Preço médio de uma cesta de 17 produtos orgânicos, incluindo frutas, vegetais e ovos:

Supermercado R$ 144

Feira R$ 98

GCR (Grupos de Consumo Responsável) R$ 69

Diferença de 109%!

- A diferença oscilou de 10% – caso da banana prata, cujo preço médio era R$ 5 na feira orgânica e R$ 5,50 no mercado –, até 116%, variação constatada no preço do quiabo – R$ 8 na feira e R$ 17,30 no supermercado. – conta a nutricionista e pesquisadora do Idec, Ana Paula Bortoletto.

E os orgânicos sempre são mais caros?

Veja as comparações feitas pelo Idec e publicadas na revista deste mês da entidade de defesa do consumidor:

• Orgânicos (GCR) x Convencionais no supermercado: aproximadamente dois terços dos produtos apresentaram preços equivalentes ou menores no GCR. Mas houve casos em que o orgânico apresentou preço sensivelmente superior, como o do brócolis ninja, cujo valor médio no GCR era de R$ 5,20 a unidade, e no supermercado de R$ 2,75 (88% de variação).

• Orgânicos (GCR) x Convencionais na feira: frente aos alimentos convencionais comercializados na feira, os orgânicos eram mais caros em cerca de dois terços dos casos. Mas houve exceções: os preços médios da abobrinha brasileira, alface crespa e americana, abacate e brócolis ninja, eram mais baixos no GCR.

Ouça entrevista:

 

Vamos começar a mudar? Navegue por estes links:

Boa e Barata – Nova entrega de orgânicos em casa na Região Metropolitana

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Mercado público intensifica venda pela internet anunciando preços 30% abaixo dos supermercados

22 de abril de 2016 3

Por Giane Guerra

 

Vendendo pela internet há menos de um ano, o Mercado Público tem apostado em novas estratégias para alavancar o comércio online. Fez pesquisa com usuários sobre padrão de consumo, está oferecendo frete grátis a partir de R$ 130 e neste feriado até produtos com desconto.

Aliás, a promessa é de preços até 30% do que os cobrados “na principal rede de supermercados de Porto Alegre”.

 

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O Mercado Público é um bom lugar para comprar alimentos saudáveis, como castanhas, frutas secas, peixes, charques… O preço costuma valer bastante. Pelo site também, mesmo com a cobrança da taxa de serviço. Já os hortigranjeiros têm preços bem mais altos do que em uma feira, por exemplo.

Essa percepção sobre os preços é uma análise do blog Lado Natureba. Não substitui a pesquisa do próprio consumidor e a comparação com os locais onde costuma comprar. Ainda assim, fica a dica. Os produtos em promoção estão com o preço cheio riscado e o valor da oferta ao lado.

 

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