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"Hoje, eu vou lhe usar!"

15 de julho de 2012 7

Um dos personagens mais comentados da ótima novela Gabriela é o coronel Jesuíno (José Wilker). Com frases como “se deite, porque eu vou lhe usar”, ele até soa engraçado para muitos, não fosse trágico. No capítulo na quinta-feira, ele bateu e estuprou a mulher, a doce e carente Sinhazinha (Maitê Proença).
Jesuíno é o típico machista do milênio passado, que se acha superior à mulher e que pensa que o fato de sustentar a casa já o credencia como um excelente marido. Sinhazinha é apenas um objeto para satisfazer as suas necessidades.
Será que isso é apenas coisa de Ilhéus nos anos de 1920? Infelizmente, não. Apesar de todas as conquistas da mulher nas últimas décadas, o fato é que, apenas em Porto Alegre, um homem é preso por dia por agressão doméstica – seja ela física ou psicológica.
O tempo passa, mas muitos homens continuam com a mesma mentalidade do coronel Jesuíno. Que a história de Sinhazinha incentive mulheres agredidas a denunciarem a situação, protegidas pela Lei Maria da Penha, que desde 2006 busca proteger as mulheres contra a violência doméstica.

Comentários (7)

  • Eduado menezes diz: 15 de julho de 2012

    Essa lei maria da penha é para ingles ver, NÃO FUNCIONA, essa semana num bairro de poa uma senhora apareceu no jornal denunciando que vive se escondendo do ex marido para não morrer, não me venham com lero lero é tudo babaquice, o cara paga fiança não respeita os 100m de distancia que deve manter da vitima , até que acontence o pior e vem a justiça dizer que fez o que a lei determina, pró diabo com essas leis onde o cidadão vive preso atras das brades e os ladrões soltos pela cidade.

  • Eduado menezes diz: 15 de julho de 2012

    Essa lei maria da penha é para ingles ver, NÃO FUNCIONA, essa semana num bairro de poa uma senhora apareceu no jornal denunciando que vive se escondendo do ex marido para não morrer, não me venham com lero lero é tudo babaquice, o cara paga fiança não respeita os 100m de distancia que deve manter da vitima , até que acontence o pior e vem a justiça dizer que fez o que a lei determina, pró diabo com essas leis onde o cidadão vive preso atras das grades e os ladrões soltos pela cidade.

  • Paulo Brandão (Gramado) diz: 15 de julho de 2012

    Eu quero deixar aqui a minha opinião, as mulheres de hoje se acham iguais aos homens e até superiores pois não são, na sociedade, na vida, vocês queiram ou não há diferenças, por mais que vocês hoje façam as coisas parecidas com que os homens fazem nunca serão iguais, não adianta fazer sexo com todo mundo e ser independente financeiramente para ser igual ao homem, isso não é tão simples. Vejamos, hoje existe muitas mulheres de meia idade entre 35 e 45 que são “bem sucedidas” e infelizes pois são só, acho que temos que achar o meio termo, ninguem precisa ser igual a ninguem, e graças ao criador não somos, isso é o bom, vamos ser nós nesmos sem conceitos formado com antecedencia, vamos viver simplesmente, vamos ser felizes independente do que nos é imposto como certo ou errado. Penso que o objetivo é ser feliz então: Independente de como seja sua condição busque a felicidade não deixe os conceitos anteriores a sua existência dizer quem você é. SEJA FELIZ como Homem ou Mulher, viva o que estiver lhe dando prazer e trazendo alegria a seu coração e deixe ir aquele e aquilo que lhe faz sofrer seja o que for, você mereçe !!!!!
    E isso será apenas coisa do passado para rir-mos sem acreditar que acontecu.

  • Gustavo diz: 27 de julho de 2012

    Sou contra a violência contra a mulher. Mas creio que ela deve ser submissa a seu marido, sim. Sempre foi assim e só há pouco mudou, mais exatamente há 50 anos.

    Não sou a favor da igualdade plena, no que tange a relacionamentos.

  • coronel jesuino diz: 31 de julho de 2012

    Esse coronel é o máximo. Se as mulheres fossem como antigamente, não teríamos o que acontece hoje. Parabéns coronel, muitos homens acham você um ídolo. Ainda me lembro de outro personagem do Jose Wilker que falava assim: Mulher, vá se lavar pra me servir. Olha que máximo!

  • Robert Maia diz: 24 de agosto de 2012

    Pelos comentários, lugar de mulher é na cozinha… Não a minha! Casarei com a pessoa que eu amo, não com uma empregada de luxo. Os pilares de um relacionamento são o amor e o respeito mútuos. Nada de violência, nem de possessividade. A palavra parceira é muito mais que uma pessoa pra ir pra cama.

    Quanto a Lei Maria da Penha, ela se refere exclusivamente a violência doméstica contra a mulher. Se o cara não mora com a mulher, já extrapolou a lei. Se uma mulher apanha na rua de um estranho, essa lei não vale, vale outra do código penal.

  • Bitencourt diz: 13 de setembro de 2012

    Hoje, eu vou lhe usar!!! Esse refrão da novela Gabriela faz um sucesso enorme e de tal forma que, quando o tal coronel Jesuíno encarnado pelo excelente José Wilker entra em cena todo mundo já aguarda e comemora quando ele diz: – Hoje, eu vou lhe usar!!! É assim aqui em casa e deve ser na casa de todo mundo que assiste e gosta de novela senão o refrão não seria esse IBOPE todo a ponto do autor torná-lo presente em todos os capítulos da novela. Mas o que eu queria dizer mesmo é que não tem nada de surpeendente nem estranho o sucesso do refrão porque numa sociedade capitalista, consumista, competitiva como a que vivemos não fazemos mais do que usar as pessoas à nossa volta tão constantemente quanto podemos. A única diferença está na forma como usamos as pessoas, nós na base da sutileza e o coronel Jesuíno na ignorância. E bota grossura nisso coronel: – Deita na cama, abre as pernas que eu vou lhe usar!!!.

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