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Economia: dicas de consumo para as ladies

05 de março de 2013 0

Com a entrada cada vez mais efetiva da mulherada no mercado de trabalho, aliada ao aumento da escolaridade – e, por consequência, aumento salarial – as ladies estão, cada vez mais, aumentando o seu poder de compra.

Por isso, nada melhor que algumas dicas de consumo consciente, destinadas principalmente às mulheres. Quem orienta é Wilson Justo, diretor de marketing da Sorocred. Confira:

- Se está devendo, pague. Não adianta investir ou comprometer um recurso que pode quitar uma dívida. Mesmo com a queda gradativa das taxas de juros no Brasil, as taxas praticadas em empréstimos ou no crédito rotativo do cartão de crédito são bem mais elevadas que as pagas por grande parte dos produtos de investimento oferecidos pelo mercado, principalmente pelos mais conservadores, como a caderneta de poupança e fundos de renda fixa.

- Planilha do bem. Pegue o costume de anotar todos os seus gastos e confrontá-los com a renda mensal. Pode ser em uma planilha de Excel ou em um simples caderno. Disciplina é a palavra de ordem para quem almeja a independência financeira. E se a conta não fechar, ou seja, se renda mensal estiver inferior aos gastos, pare, pense e aja! Corte os supérfluos e toque a vida em frente até poder voltar a poupar novamente ou realizar aquele sonho de consumo, que também faz muito bem para a autoestima e para o equilíbrio da mente.

- Antes de sair às compras, faça uma lista. Levar uma lista é uma forma de reduzir o seu campo de atuação em um supermercado, por exemplo. Sabendo do que precisa, você se limita aos corredores nos quais estão expostos estes produtos.

- Não vá ao shopping se estiver deprimida ou insatisfeita com algo. Pesquisas revelam que muitas mulheres buscam suprir frustrações ou carências por meio da compra daquele perfume importado exclusivo ou daquele sapato caríssimo. “Na maioria das vezes os itens comprados por impulso destoam da real personalidade da mulher ou não combinam com nada que ela já tem no guarda-roupa. Este cuidado evita culpas e, sobretudo, aquela fatura astronômica no final do mês”, diz Wilson.

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