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Cabide do bem

13 de agosto de 2015 0

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Quem perambula por aí e anda à pé pela cidade, já deve ter visto roupas penduradas entre árvores, cabides expostos com peças para doação. Nos locais, sempre há uma mensagem de amor. São verdadeiras lojas à céu aberto criadas por voluntários cujo público-alvo são moradores de rua e a moeda de troca chama-se solidariedade.

As iniciativas acontecem em várias cidades do país e ganharam mais força a partir de 2014 quando uma agência de publicidade na Cidade do Cabo, na África do Sul, juntou alguns cabides de papelão, e um grupo de voluntários iniciou o processo de doações como roupas, sapatos em bom estado. Inicialmente, cerca de 3.500 moradores de rua foram atendidos.

A corrente espalhou-se pelo mundo e ganha cada vez mais força. Uma ideia que virou uma verdadeira onda que expande-se entre ONGs, lojas, entidades filantrópicas ou entre os mais antenados que aderem a prática sozinhos, sem a necessidade de agir em conjunto ou divulgar que fazem o bem.

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Somente no último mês, um desses movimentos foi realizado em várias cidades do Brasil. A partir do projeto Street Style (moda de rua em inglês), de São Paulo, que abrangeu também Brasília, Itaperuna (RJ), Bauru (SP), Arapiraca (AL), Pelotas (RS), Porto Alegre (RS), Fortaleza (CE) e Caruaru (PE).

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Texto: Anah Ferraz

Fotos: O Tempo (capa); Lee Mouse (foto 2); Miss Meyres( foto 3) / Reprodução

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