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agronegócios

14 jun15:02

Programa de Formação de Pomares rende os primeiros frutos em Teutônia


O programa de Formação de Pomares, elaborado e desenvolvido em 2009 pela Administração Municipal de Teutônia, através da Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente, já mostra seus resultados. Neste ano, foram realizadas as primeiras colheitas das árvores frutíferas plantadas pelos agricultores há dois anos.

O projeto tem como principal objetivo estimular os produtores rurais a produzirem seus próprios alimentos na propriedade e a evitar a utilização de agrotóxicos, pois se recomenda a utilização dos princípios da agroecologia, garantindo assim, a certeza do consumo de produtos naturais. As inscrições para participar do programa de Formação de Pomares ocorrem todos os anos, durante o mês de maio, e a entrega das mudas é efetuada no mês de julho.

Em 2011, 231 agricultores se inscreveram no programa, e um total de 924 mudas, das mais variadas espécies, serão entregues no mês de julho. Algumas das espécies frutíferas disponíveis são: laranjeiras, limoeiros, bergamoteiras, pessegueiros, ameixeiras, figueiras, caquizeiros, pereiras, macieiras, videiras e kiwi. A Secretaria Municipal está realizando a compra dessas frutíferas para efetuar a entrega no próximo mês.

O secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Luiz Fernando Rückert, salienta a importância do programa, pois estimula o consumo de alimentos naturais (sem agrotóxicos) e modifica uma realidade muito comum, que apresenta a cada dia mais novidades em produtos industrializados.

- É de grande valia o resgate da cultura de nossos antepassados, que produziam seus próprios alimentos, da forma mais natural possível, cultivando seus pomares, e tendo a certeza de que consumiam apenas alimentos saudáveis – observa.

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11 mai15:28

Suinocultores têm prejuízo de até R$ 50 por animal vendido

Após uma recente alta apresentada nos preços dos suínos vivos durante os meses de janeiro e fevereiro, os suinocultores da região voltam a ter dificuldades com os preços pagos pelos animais. Alguns produtores chegam a ter prejuízos que variam de R$ 35,00 a R$ 50,00 por animal vendido o que, ao final do mês, acaba causando dificuldades financeiras em seus orçamentos.

Atualmente, o custo de produção, segundo os produtores, está entre R$ 2,50 e R$ 2,60 o kg, enquanto que o preço comercializado está em R$ 2,10. No entanto, nesse período em que foi verificada a queda nos preços pagos aos produtores, o preço pago pelo consumidor na compra da carne suína, no atacado e no varejo, se manteve estável, sem alterações. Além disso, a queda nas exportações nos primeiros quatro meses do ano acabou causando um acúmulo na produção, a qual ficou retraída no mercado interno, diminuindo o preço pago ao produtor.

Com esse panorama há, inclusive, vários produtores desmotivados, tendo em vista a falta de rentabilidade do segmento. A recente prorrogação da isenção do ICMS sobre a carne suína no Rio Grande do Sul, publicada no Diário Oficial na última sexta-feira (06/05), veio em boa hora, pois com a medida, os produtores, nas saídas interestaduais de suínos vivos, ganham em torno de R$ 0,20 pelo quilo do animal. No comércio interestadual, há suinocultores que chegam a vender cerca de 95% de sua produção para outros estados, como Paraná, Santa Catarina e São Paulo, tendo de arcar, inclusive, com todas as despesas de transporte.

Em janeiro desse ano, o preço médio do quilo do suíno vivo não integrado estava em R$ 2,66, enquanto que o integrado era de R$ 2,42. Já em fevereiro, o não integrado caiu para R$ 2,29 e o integrado para 2,24. Em março, nova queda. O não integrado passou para R$ 2,27 e o integrado caiu para R$ 2,10. Na última pesquisa, realizada na semana passada (03 de maio), o não integrado baixou ainda mais, chegando a R$ 2,25.

Queda nas exportações no RS e na participação das exportações do país

Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína, nos primeiros quatro meses do ano (janeiro até abril), o Rio Grande do Sul exportou 56.076 toneladas de carne suína, enquanto que no mesmo período de 2010, o estado exportou 73.001 ton, apresentado uma queda de 23,18%.

No faturamento, também houve queda neste período, de 8,72%. Neste ano, as exportações gaúchas renderam R$ 163,8 milhões, enquanto que, no ano passado, o valor foi de R$ 179,5 milhões. A queda se reflete também na participação gaúchas no total exportado pelo Brasil. Embora o estado siga como o maior exportador brasileiro de carne suína, essa margem caiu. Em 2010 a participação foi de 38,41% e, nos primeiros meses desse ano, caiu para 33,16%. Desde 2006, quando a participação passou para 48,49%, a mesma vem caindo, ano, após ano.


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04 mai16:54

Emater inaugura nova sede no bairro Alto do Parque

Foi inaugurado nesta quarta-feira o novo prédio da Emater do Vale do Taquari. Toda a estrutura da entidade agora funciona na Rua Piauí, número 1307, no bairro Alto do Parque.

Foram investidos cerca de R$ 180 mil na reforma do prédio, que pertence ao governo do Estado. Antes, a Emater regional ficava no bairro Oriental, em Estrela, em um prédio alugado. A economia vai ser de R$ 2,5 mil por mês.

A transferência causou polêmica quando foi anunciada porque os moradores do Alto do Parque alegam que o bairro era estritamente residencial e não deveria receber a entidade.

O escritório da Emater no Vale do Taquari atende 27 mil produtores rurais de 64 cidades. Vinte técnicos, pesquisadores e funcionários administrativos integram a equipe que presta serviços aos agricultores.

Além da inauguração da nova sede, foram entregues sete veículos para assistência técnica da Emater na região.

O novo telefone da entidade é o (51) 3729 6113.

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