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21 out09:41

Show com Padre Fábio de Melo tem nova data

A grande atração do Projeto Natal Brilhante 2011, promovido pela Secretaria de Cultura e Turismo (Secultur), teve sua data transferida. O show nacional com o Padre Fábio de Melo ocorrerá no dia 04 de dezembro, na Concha Acústica do Parque Professor Theobaldo Dick. Inicialmente, a prefeitura divulgou que a apresentação ocorreria no dia 9.

De acordo com o titular da Secultur, Gerson Teixeira, a entrada no evento é gratuita e não há horário definido para o seu início.

- Além de ser mais uma grande atração que trazemos para o município, nós estamos resgatando o verdadeiro espírito natalino –  afirma o secretário.

O artista virá acompanhado de uma banda com 18 integrantes e fará sua apresentação alusiva ao Natal, que será realizada em diversas cidades do país.

A programação do Natal Brilhante contará ainda com shows de bandas locais e regionais, além de apresentações da Orquestra de Concertos de Lajeado (Oclaje) nos bairros Centro, Olarias, Americano e São Cristóvão. Haverá uma data dedicada somente a shows de bandas gospel, para a qual as inscrições ainda podem ser feitas na Casa de Cultura.

Outro destaque da programação natalina será a decoração, que contemplará as principais ruas do município, incluindo as ruas Júlio de Castilhos e Bento Gonçalves, Avenida Benjamin Constant e Senador Alberto Pasqualini, o trecho comercial Benjardim, a Praça da Matriz, a Casa de Cultura e o Bairro São Cristóvão, no trecho compreendido entre o trevo de acesso a Lajeado e o trevo da Univates.

- Estamos aguardando a aprovação por parte da Câmara de Vereadores do projeto referente à decoração – frisa Teixeira.

Incentivo à Cultura

No dia 05 de outubro foi publicado no Diário Oficial da União, a autorização do Ministério da Cultura (MinC) para que o município busque apoio da iniciativa privada para a realização do evento e capte o valor de R$ 114 mil.

Dessa forma, as empresas que apoiarem ou patrocinarem o Natal Brilhante 2011 poderão deduzir até 6% do valor que devem pagar referente ao Imposto de Renda. De acordo com Teixeira, também está em andamento o projeto da Lei de Incentivo à Cultura, do Governo do Estado.

As instituições que desejam apoiar ou patrocinar o evento podem entrar em contato com a secretaria ou pelo telefone 3982-1080.

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13 out10:22

Evento homenageia Nossa Senhora Aparecida

Nesta quarta-feira, dia em homenagem à padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida, foi realizado em Lajeado o Cenáculo com Maria.  O evento religioso teve momentos de oração e pregação, além de apresentações musicais.

- O momento mais marcante foi a entrada da imagem de Nossa Senhora na cerimônia, levada por pescadores. Muitas pessoas se emocionaram – contou Líria Ewald, uma das oranizadoras.

Tradicional na cidade, o Cenáculo com Maria foi organizado pelo Movimento da Renovação Carismática da comunidade católica. O local escolhido foi a Capela Nossa Senhora Aparecida do bairro Montanha.

Centenas de pessoas, inclusive de outras regiões do Estado, participaram durante todo o dia. No local, padres também ouviram a confissão dos fiéis.

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22 ago18:10

Comunidade do Conventos comemora nova igreja

A partir desta semana, os católicos do bairro Conventos não precisam mais assistir as missas no ginásio do bairro. Foi inaugurada ontem a igreja da Comunidade Nossa Senhora de Lourdes.

O prédio de 680 metros quadrados custou R$ 450 mil, bancados com recursos próprios. A construção começou em outubro do 2009 e teve a colaboração dos moradores, que organizaram festas e promoções.

- Estamos muito felizes. Várias pessoas ajudaram e agora podem comemorar esta conquista – disse o presidente da comunidade, Renildo Weiss.

Ontem, mais de mil pessoas participaram da inauguração da igreja e de um almoço promovido pela comunidade.

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29 jul08:00

Artista usa palitos de fósforo para recriar igrejas

O hábito de fumar, já abandonado, transformou Renato Reni da Rocha em um artista. Foi acendendo o cigarro com fósforo que ele teve a ideia de reproduzir igrejas usando os palitos de madeira e pólvora.

– Foi um desafio que fiz a mim mesmo. Acabou virando uma paixão – resume o funcionário público aposentado de 72 anos.

No início, Rocha conta, só a mãe acreditou que ele conseguiria. E o apoiava catando todos os palitos que encontrava no chão quando saía de casa. Sete templos depois, seu trabalho está em exposição até amanhã, na Casa de Cultura de Lajeado.

– Nunca me rendeu muito dinheiro, mas o que eu gosto mesmo é de ver as pessoas admirando as obras – diz ele.

Motivo para a estima não falta. Até os mínimos detalhes – bancos, altares e acabamentos – são reproduzidos. A construção da Catedral São João Batista, de Santa Cruz do Sul, por exemplo, consumiu mais de 1,2 mil horas de trabalho e 75 mil palitos de fósforo.

Antes de iniciar cada projeto, o artista faz uma minuciosa análise da igreja original. Descobre a medição das torres e, se for preciso, pega a fita métrica e anota o tamanho de cada parte. As obras são feitas na proporção um por cem (cada centímetro equivale a um metro na construção original).

Rocha já reproduziu as principais igrejas do Vale do Taquari e do Vale do Rio Pardo. Para os próximos meses, ele quer ir mais alto: pretende construir em palitos as igrejas da serra gaúcha.

– Mas se pagarem a viagem, faço até a Notre Dame – brinca, referindo -se à famosa igreja de Paris.

A reprodução da Igreja Matriz Santo Antônio, em Estrela, levou três meses, metade do tempo tradicional, e consumiu 14 mil palitos de fósforo

A contrução feita em palitos da Catedral São João Batista, de Santa Cruz do Sul, tem quase 1m50cm. Foram usados 75 mil unidades na miniatura.

A matriz Santo Inácio de Loyola, da comunidade católica de Lajeado, foi a primeira reproduzida por Rocha. Ele começou a obra ainda na década de 1970. Foram usados 22 mil palitos

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25 jul11:45

Carreata marca Dia de São Cristóvão em Lajeado

A manhã de domingo foi marcada pela manifestação de fé em São Cristóvão, em Lajeado. O padroeiro dos motoristas e do bairro mais povoado da cidade foi homenageado com uma carreata pelas ruas do Centro.

Mais de 2 mil motoristas participaram do evento e tiveram seus veículos benzidos, conforme os organizadores. Esta é a 43ª edição do evento, promovido pela Paróquia Católica São Cristóvão, do bairro do mesmo nome.

- Com o trânsito violento que temos, a benção dos carros é cada vez mais importante para oferecer conforto e segurança aos motoristas – comenta o frei Gastão Zart.

O serralheiro Luis Carlos Gonçalves participa da carreata há 10 anos. Neste domingo, ele acordou cedo e saiu com a família para ter seu carro benzido.

- É tradição. Me sinto mais protegido – diz ele.

Barulho

A Brigada Militar recebeu várias ligações de pessoas reclamando do barulho da buzinas, principalmente dos caminhões que participaram da manifestação. Nas redes socias, internautas também questionaram a poluição sonora.

Insuportável esses caminhões fazendo barulho no domingo de manhã – reclamou Mauro Delazeri, no Facebook.

- Acho boa a homenagem. Mas estão fazendo muito barulho – co mentou o leitor HenriqueFilter, no Twitter.

E VOCÊ, O QUE ACHA? COMENTE ABAIXO.

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04 jul16:01

Fazenda Vilanova celebra dia de São Cristóvão

O santo padroeiro do município de Fazenda Vilanova vai receber um grande evento em sua homenagem no próximo domingo, 10 de julho. A Festa de ao Cristóvão está marcada para iniciar às 10h, com missa na Igreja de São Cristóvão.

Após, será realizada procissão pelas ruas da cidade com bênção aos carros e motoristas. Ao meio dia, será servido almoço no CTG Pousada dos Tropeiros e à tarde a festa continua, com reunião dançante e sorteios da rifa.

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20 mai15:20

Teólogo de Estrela lança livros e CD

Ao invés de aproveitar a aposentadoria para descansar, o teólogo Sílvio Meincke, ex-professor da antiga Escola Superior de Teologia, atual Faculdades EST de São Leopoldo, que atuou por 12 anos na Comunidade Evangélica Redentor em Teutônia, entre outras cidades brasileiras, fez diferente: arregaçou as mangas, utilizou os conhecimentos de teologia e filosofia, seu dom investigativo e o gosto pela escrita e está concluindo três livros simultaneamente: “Quem vai alimentar o mundo? – histórias de pessoas que produzem alimentos”,Ser Feliz e Outros Temas Atuais” e “Horizontes e Raízes – Histórias de Sesmarias e de Picadas”.

As publicações da Oikos Editora são lançadas nesta sexta feira na região.

Meincke é natural de Linha Geraldo, interior de Estrela, e reside há oito anos no sul da Alemanha, em Schwäbisch Hall, onde dá algumas aulas, faz palestras e, sobretudo, escreve.

- É uma grande alegria poder rever os amigos que fiz durante os anos em que trabalhei aqui e trazer, em forma de livros e cantos, um pouco das experiências que vivi ao longo do pastorado – diz dele.

Meincke resume as publicações:

- No primeiro livro, trago histórias de pessoas que produzem alimentos e tiveram sua origem na pequena propriedade rural. Para o segundo, convidei especialistas que se ocuparam intensamente com os temas abordados e procuram responder perguntas da nossa fé. E no terceiro, conto episódios que marcaram minha vida, desde os tempos de menino, quando seguia a verga do arado até me aposentar.

Neste pacote, também acontecerá o pré-lançamento do CD “Maria Madalena: Músicas para Cantar e Celebrar”, que tem na coordenação e produção o maestro da renomada Orquestra Municipal de Teutônia (OMT), Astor Jair Dalferth. O trabalho traz novos arranjos para as músicas gravadas na década de 90, ainda em vinil, pelo Vocal Liberdade, além de poesias novas de Meincke musicadas pelo maestro. O lançamento oficial do CD será durante o 6º Dia Sinodal da Igreja, do Sínodo Vale do Taquari, que será realizado no município de Imigrante em 12 de junho.

Entrevista

O pastor gaúcho da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), Sílvio Meincke, utiliza seu tempo de aposentadoria para trabalhar com afinco. Ele estará lançando em maio um pacote com três livros e um cd de música, este em fase de pré-lançamento, em três sessões de autógrafos: dia 6 na Biblioteca Pública Municipal Viana Moog, localizada na Praça 20 de Setembro (Rua Oswaldo Aranha, 934), no Centro de São Leopoldo, a partir das 19h; dia 9 de maio, no Chalé da Praça XV, bem no Centro de Porto Alegre, em frente ao Mercado Público, também às 19h; e no dia 20 de maio, no pavilhão da Comunidade Evangélica Redentor, no Bairro Canabarro, na cidade de Teutônia, a partir das 17h. Silvio Meincke é também professor e reside na cidade de Schwäbisch Hall, no Sul da Alemanha. Conversamos com ele para saber um pouco mais sobre estas publicações.

Pastor Meincke, o que o motivou para lançar ao mesmo tempo um pacote com três livros e um CD de músicas?

Os médicos dizem que na minha idade faz bem cuidar de três coisas: movimentar o corpo, manter a mente ativa e fazer o que gostamos. Uma das coisas que gosto de fazer é escrever.

Um dos livros se chama “Quem vai Alimentar o Mundo – Histórias de Pessoas que Produzem Alimentos”. O que ele enfatiza?

O livro levanta uma pergunta urgente, pois em meados do corrente século o Planeta Terra terá nove bilhões de habitantes. Que tipo de modelo agrícola conseguirá alimentar tanta gente sem destruir a vida no planeta? Com certeza, não vai ser o modelo que foi imposto ao Brasil e ao mundo, porque esse modelo não está conseguindo alimentar as atuais seis bilhões de pessoas, mas já está destruindo grande parte da vida com seus acaricidas, fungicidas, inseticidas e herbicidas que, não raro, se tornam também homicidas. A solução está na soberania alimentar sustentável.

E o que significa soberania alimentar sustentável?

Procuro explicar no livro. Aliás, não formulei uma resposta minha, mas dei a palavra a dezesseis pessoas que produzem alimentos aqui e na Alemanha. Todas elas conhecem o segredo dos solos desde seus tempos de criança e sabem que o cabo da enxada pode dar calos. Quem ler o livro vai sentir o prazer de formular a sua própria resposta.

E o livro “Horizontes e Raízes – histórias de sesmarias e de picadas” é um mergulho na tua história pessoal?

Conta em torno de cem episódios que tangeram ou marcaram minha vida. Fui confrontado com muitos acontecimentos interessantes, alguns dramáticos ou cheios de conflitos, desde meus tempos de menino, quando seguia as vergas do arado puxado por uma bela parelha de zebus fortes e mansos. Certo dia, tentando juntar raízes de aipim e batatas doces para tratar o meu tordilho marchador que me levava para a escola todos os dias, descobri cacos de cerâmica que afloravam na terra revolvida. Meu pai explicou que se tratava de artesanato indígena. Os cacos encheram-me de perguntas. Quem teria habitado as várzeas férteis do Rio Taquari quando estas áreas ainda eram medidas em sesmarias? E antes disso, quem teria colhido a fartura das margens do Arroio Boa Vista quando elas ainda não tinham o nome de Picada Geraldo, por exemplo?

Na medida em que fui crescendo, as perguntas foram aumentando. Meus pais me mandaram para o seminário e minha Igreja me mandou acompanhar pioneiros que abriam novas picadas Brasil afora. Tenho certeza de que os leitores e as leitoras vão se encontrar neste livro, que tem em torno de 350 páginas.

Falta falar ainda do terceiro lançamento…

“Ser feliz e outros temas atuais” tenta responder uma pergunta importante: de quais coisas uma pessoa precisa cuidar para que possa ser feliz? Alguns dos temas eu mesmo escrevi e outros eu pedi para que especialistas escrevessem. Se alguém me pedir uma resposta rápida, vou dizer que nossa felicidade depende do atendimento de quatro necessidades básicas. Podemos compará-las com quatro poços e precisamos cuidar para que esses poços tenham água. O leitor vai descobrir o nome dos quatro poços à medida que for lendo o livro e, felizmente, vai saber que um poço pode saciar a sede mesmo tendo apenas água pela metade.

E o CD?

As músicas do CD não são todas novas. Algumas já são conhecidas em algumas comunidades. Nós regravamos essas músicas, agora com maior qualidade, e acrescentamos algumas novas. Eu fiz apenas as letras, mas quando escrevo uma poesia sempre encontro algum bom amigo músico que faz a melodia. A maioria das melodias desse CD é de Astor Dalferth, maestro da renomada Orquestra Municipal de Teutônia. Ele fez todo o trabalho de gravação com sua equipe de músicos e cantores excelentes. Resultou numa pequena jóia, com alta qualidade musical. São músicas para ouvir sozinho e refletir os textos, para cantar em grupo e para celebrar. Mas é importante lembrar que o CD está sendo apenas pré-lançado nesses eventos, sendo que o lançamento oficial ocorre no Dia Sinodal da Igreja do Sínodo Vale do Taquari, em 12 de Junho, no município de Imigrante.

Por que o nome “Maria Madalena”?

A figura de Maria Madalena sempre me impressionou. Diz a Bíblia que Jesus expulsou dela sete demônios. O número sete simboliza a plenitude. Portanto, trata-se de uma mulher completamente perturbada, que andava pelas ruas em tempos que não havia psiquiatras e nem remédios adequados. Imagino que as pessoas faziam grandes voltas para não encontrar-se com ela, ao contrário de Jesus, que foi ao seu encontro, deu-lhe ouvidos, emprestou-lhe tempo, conferiu-lhe dignidade e essa atenção de Jesus trouxe a cura a essa pobre mulher. Escrevi a letra desta música que dá nome ao CD de tal forma que o maestro Astor Dalferth pudesse fazer um samba. E ele o fez com tal maestria que dá vontade de dançar…

Pastor Meincke, uma palavra final sobre os livros:

Tentei escrever os livros em um estilo fluente, gostoso de ler, para que o leitor goste tanto que vá comprá-los para dar de presente no dia dos namorados, no dia dos pais, no dia das mães ou em qualquer outra data. Puxa, será que exagerei?

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06 abr08:54

Restaurada, igreja Matriz é reaberta na noite desta terça

Simone Wobeto, RBS TV

A igreja Santo Inácio De Loyolla, de Lajeado, passou por uma restauração. A segunda nos mais de 100 anos da Matriz. As obras duraram mais de um ano e o templo foi reaberto oficialmente na noite desta terça.

Para marcar essa data vai houve uma apresentação da Orquestra Sinfônica De Porto Alegre (veja mais abaixo).

A matriz, uma construção imponente em estilo romano, ganhou nova pintura . As torres receberam um revestimento de pó de rocha. O relógio foi limpo e passou por uma manutenção. O telhado foi substituído. Agora, os cupins não são mais uma ameaça ao forro.

Foram investidos R$ 1,4 milhão na obra, a maior parte dinheiro da Lei de Incentivo à Cultura. A comunidade também ajudou com doações.

- Quando foi construída, a Matriz mobilizou toda uma comunidade. A reforma é uma forma de valorizar esse trabalho – diz Astor Faleiro, presidente da Comunidade Católica Santo Inácio de Loyolla;

- Agora, temos a sensação de dever cumprido – completa Darci Beuren, presidente da comissão de restauração.

Os dois agradecem às empresas e a todas as pessoas que auxiliaram na reforma, que ainda não está totalmente concluída. O próximo passo é a restauraçãodos vitrais e das imagens e pinturas sacras.

Show da Ospa

Uma apresentação da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa), no próprio local, marcou a inauguração da Igreja Matriz. A apresentação incluiu O Trenzinho do Caipira, de Heitor Villa-Lobos, a abertura da ópera La Gazza Ladra, de Rossini, Pavana para uma criança morta, de Ravel, e  Marcha Eslava, Capricho Italiano e Andante Cantábile, de Tchaikovsky.

A igreja

A Igreja Matriz Santo Inácio de Loyolla destaca-se pela sua beleza interior, onde se encontram 36 anjos adoradores, 6 lustres suspensos, imagens em gesso, bancos de madeira e espaço para cerca de 860 fiéis sentados. Além disso, possui uma torre de 65,60 metros, acompanhada de duas menores e de três sinos altamente sintonizados. No seu exterior há um relógio que pode ser visto de quase todos os pontos do centro da cidade.

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05 abr13:41

Relíquia de Bárbara Maix será apresentada em Lajeado

A Cerimônia de apresentação da Relíquia da Bem-Aventurada Bárbara Maix à comunidade escolar do Colégio Madre Bárbara e à comunidade lajeadense se realizará no dia 6 de abril, às 7h40min, no pátio do colégio. Na ocasião, o Padre Antônio Phul abençoará a todos e dará a bênção de início do ano letivo aos alunos. Nesse dia celebra-se o quinto mês da Beatificação de Bárbara Maix.

O relicário contendo a Relíquia de Bárbara Maix ficará exposto na capela do Colégio Madre Bárbara e poderá ser visitado durante o horário de funcionamento da instituição. No dia seis de cada mês, será realizado um momento celebrativo, sob responsabilidade das turmas, conforme cronograma pré-estabelecido. Segundo classificação da Igreja Católica, a Relíquia de Bárbara Maix é de 1ª classe, pois é uma parte do corpo da Bem-Aventurada(fragmento de um osso).

A representante da Mantenedora da Congregação do Imaculado Coração de Maria, Irmã Nerli Estelamaris Oro, explica o que representa a Relíquia da Bem-Aventurada para a comunidade católica:

- Esta relíquia quer ser para nós, sinal de esperança, coragem e força diante dos obstáculos. Ela estará sempre em nossa capela, para que a visitemos e supliquemos sua intercessão junto a Deus por todos nós. A relíquia é presença real da fundadora em nossa comunidade – comenta.

O relicário foi entronizado no Colégio Madre Bárbara no dia 17 de dezembro de 2010, na celebração eucarística em preparação ao Natal, da qual participaram professores, funcionários, direção e Irmãs.

Saiba mais:

As relíquias são pequenas partes dos corpos dos santos que são conservadas para a veneração por parte dos devotos. A Igreja promove a peregrinação das relíquias para que os fiéis, na impossibilidade de visitar todas as sepulturas dos mártires, tenham a oportunidade de, em sua igreja local, reavivar a fé em Jesus Cristo por meio do exemplo de fé e coragem dos mártires.

A Igreja Católica definiu a seguinte classificação de relíquias: Primeira Classe: parte do corpo de um santo (ossos, unhas, cabelo, etc.) Segunda Classe: objetos pessoais de um santo (roupa, um cajado, os pregos da cruz, etc.)
Terceira Classe: inclui pedaços de tecido que tocaram no corpo do santo, ou, no relicário onde uma porção do seu corpo está conservada.

História da Bem-Aventurada Bárbara Maix

Natural de Viena, Áustria, filha de José Maix e Rosália Mauritz, nasceu no dia 27 de junho de 1818. As mortes na família Maix eram freqüentes e a doença, contínua. Bárbara, a caçula de nove filhos do segundo matrimônio, teve sua infância e adolescência marcadas por muitas privações o que lhe causou debilidade orgânica.

Neste ambiente de contrastes entre luxo e abundância do palácio com a pobreza e a dor na família, a personalidade de Bárbara foi se formando. Dos pais herda a fé cristã, o espírito de luta e resistência, persistente teimosia pela causa da vida, a coragem de enfrentar o império do luxo com súplicas de socorro para as carências da família. É o amor sem limites pela vida que a torna forte, destemida, cheia de vigor. Aprende na experiência sofrida do dia-a-dia, a não fraquejar diante das dificuldades por maiores que sejam.

Desde tenra idade, manifesta espírito missionário e profético diante dos desafios da realidade. Em tempo de guerra, de proibição do Estado em fundar Congregações Religiosas, reúne jovens e, com elas, inicia o Projeto das Irmãs do Imaculado Coração de Maria.

Perseguida pelo contexto político-econômico de Viena e na necessidade de sair do país, planeja ir à América do Norte. Ao embarcar com 21
companheiras, quis as circunstâncias que viesse ao Brasil, sem conhecê-lo cultural e geograficamente. Numa época em que a mulher não tinha participação social, acesso ao saber e à Escola, ela se fez educadora e permitiu o estudo às meninas, em especial as órfãs e pobres.

Atenta à realidade, percebe outras necessidades da época, assumindo Asilos, Pensionatos. Por ocasião das epidemias: cólera e febre amarela e da Guerra do Paraguai, assume atividades em enfermarias e Hospitais. Diante de uma sociedade que mantém o regime de escravidão, Bárbara não aceita pessoas trabalharem em condição de escravas junto às Irmãs. Todas realizam os mesmos serviços e têm os mesmos direitos numa relação de igualdade e partilha.

Num contexto em que as Ordens Religiosas eram de estilo puramente contemplativo, Bárbara apresenta uma inovação: uma forma de Vida
Consagrada projetada para o trabalho leigo e social. Este modelo de Vida Religiosa era novo tanto para a Igreja como para o Governo. Funda a primeira Congregação feminina de vida ativa no Brasil.

Com perspicaz inteligência, abre novos caminhos, supera obstáculos e posiciona-se com firmeza diante da orfandade, da opressão e do
autoritarismo da época. A vida de Bárbara Maix foi duramente marcada pelo sofrimento e dificuldades de toda sorte: econômica, espiritual, vida comunitária e realização da missão. Faleceu no dia 17 de março de 1873, deixando como herança às suas Irmãs o Perdão.

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31 mar08:52

Ospa divulga programação de concerto na Matriz

A Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa) divulgou a programação de seu concerto na igreja Matriz Santo Inácio de Loyolla, no dia 5, às 20h, na Igreja Matriz. A apresentação inclui O Trenzinho do Caipira, de Heitor Villa-Lobos, a abertura da ópera La Gazza Ladra, de Rossini, Pavana para uma criança morta, de Ravel, e  Marcha Eslava, Capricho Italiano e Andante Cantábile, de Tchaikovsky.

Em reforma desde 2009, a igreja Matriz de Lajeado passa pela segunda restauração desde que foi construída, em 1900.

A regente

A Ospa vai ser comandada pela Andi Pereira em sua apresentação em Lajeado. Andi iniciou seus estudos musicais em 1979 e em 1982 ingressou como aluno da Escola de Música da OSPA. Em 1986, ganhou uma bolsa de estudos do governo russo para o curso de graduação em regência de orquestra e ópera no Conservatório Estatal Rimsky-Korsakov, de São Petersburgo, (Rússia), que em 1993 concedeu-lhe o título de mestre. Neste mesmo ano foi aceito para um estágio junto a Orquestra Filarmônica de Novosibirsk sob a orientação do reconhecido maestro russo Arnold Katz.

Em seu retorno ao Brasil foi convidado pelo governo do estado do Pará a radicar-se em Belém para assumir a regência da Amazônia Jazz Ensamble – Fundação Carlos Gomes, o que fez dele um dos mais reconhecidos grupos de música contemporânea do país no período. Em 1996 tornou-se o primeiro regente da Orquestra Sinfônica do Pará, denominada em seguida Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, de Belém. Atualmente é regente titular da Camerata Cantareira (SP).

A programação

La Gazza Ladra (Abertura), de G. Rossini
La Gazza Ladra, que estreou em 31 de maio de 1817 no Teatro Scala de Milão, foi a vigésima ópera de Rossini. Seu libreto teve origem na peça francesa “La Pievoleuse!”, de Ghrardini. O enredo centra a ação em uma criada acusada de ter roubado uma colher de prata e que, considerada culpada pelo tribunal, é presa e levada ao cadafalso. Quando é levada ao suplício, alguém na multidão avista uma gralha com a colher no ninho e ela é perdoada. A abertura, programada para este concerto, começa num rufar, seguindo-lhe um segundo, enquanto toda orquestra lança uma marcha fortíssima que se desenvolve no drama da criada acusada injustamente.

Andante Cantábile, de Tchaikovsky
Tchaikovsky compôs esta obra em 1888 ao mesmo tempo em que concebia a abertura de Hamlet. Como segundo movimento da Sinfonia n° 5, foi executada no final do mesmo ano e não causou grande impacto na época. Já no concerto de Hamburgo, um ano mais tarde, caiu no gosto do público alemão. De um lirismo majestoso e sereno, ele corresponde talvez àquela ‘consolação’ ou àquele ‘raio de luz’ que o compositor descreveu em suas anotações posteriores. Na parte central, a clarineta eleva uma melodia doce e melancólica, que logo é interrompida por um fulgor vindo dos trompetes. Ao ressoar com um colorido mais sombrio, termina em serenidade redescoberta.

Pavana para uma criança morta, de M. Ravel
Maurice Ravel tinha apenas 24 anos quando compôs para piano solo a obra Pavane pour une infante défunte. O movimento Impressionista era importante na época e Pavane pode ter ganho algum destaque devido à forte imagem que o seu título sugere. Quem foi esta princesa morta? Ravel sempre assegurou aos ouvintes que o título não era nada mais do que uma fantasia dele, algo que imaginava ser “uma lenta dança espanhola que uma pequena princesa poderia ter dançado algum dia”. O trabalho foi tão popular que Ravel o orquestrou em 1910 (a versão ouvida neste concerto), embora nos últimos anos tenha tentado distanciar-se dele. O autor achava que havia roubado muito de Chabrier, e reclamou que sua construção A-B-A-C-A mostrava uma “forma muito pobre” e o resultado foi “inconclusivo”.

O Trenzinho do Caipira, de Heitor Villa Lobos
O movimento final da Bachiana Brasileira n°2 é uma tocata, cujo subtítulo é O Trenzinho do Caipira. Este trecho reproduz ritmicamente o avanço de um trem e suas baforadas pelo caminho, dirigindo-se ao seu destino, até fazer uma parada. A composição é de estilo puramente descritivo, uma pintura de sons, sendo sua principal parte inspirada numa canção sul-americana de melodia simples e de fácil cadência. De acordo com a fórmula genérica das Bachianas, esta também apresenta uma teia de contraponto entre o caráter popular da obra e o tecido sinfônico que a orquestra oferece. Essa mistura facilita a junção de ambientes sonoros muitas vezes pensados incompatíveis.

Marcha Eslava, de Tchaikovsky
A Marcha Eslava foi escrita em 1876, durante a guerra entre Turquia e Sérvia. Ela começa com um tema melancólico nos fagotes que logo se transforma por meios de floreios do clarim e de fragmentos do Hino Nacional Russo, em impressionante marcha de ritmo e cor puramente eslavos. Composta por iniciativa do próprio autor para contribuir na ajuda aos feridos na guerra, a repercussão foi tão significativa que motivou o povo a lutar e acabou por trazer a vitória à Sérvia. Há muito nela de Deus Salve o Czar, uma canção russa muito popular que também inspirou o Hino do país. Há uma relação de patriotismo intrínseco desta com a Abertura 1812, onde ambas mesclam a essência do leste europeu com o mais pungente esforço militar que o país enfrentou em sua história.

Capricho Italiano, de Tchaikovsky
Uma visita de Tchaikovsky à Itália, em 1880, inspirou-lhe a composição de um capricho orquestral no qual aproveitasse melodias populares daquele país, algumas das quais encontrou já publicadas e outras escutou nas ruas. Capricho Italiano se fundamenta em dois motivos folclóricos executados sucessivamente após a fanfarra que o abre. A dinâmica da tarantela (também presente e interrompida momentaneamente por uma terna melodia dos oboés) leva a obra a um final dramático e de forte caráter emocional, como toda criação do compositor russo.

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