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Qual é a sua praia preferida? E qual o motivo da sua escolha?

13 de dezembro de 2012 0

Jurerê Internacional é uma das praias mais procuradas do Litoral catarinense

Com 560 quilômetros de extensão, o litoral de Santa Catarina é um paraíso natural. Praias com onda, águas calmas, costões, piscinas naturais, ilhas e uma rica biodiversidades. Entre tantas opções, qual é a sua praia preferida? E qual o motivo da sua escolha?

Responda no formulário abaixo e ajude a Revista de Verão a eleger as melhores praias da temporada:

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Faça parte do conselho de internautas do DC

21 de novembro de 2012 0

O Diário Catarinense está criando um conselho de internautas para debater periodicamente os conteúdos do DC publicados em suas plataformas digitais (web, tablets, smartphones).  Se você navega com frequência pelo nosso site, tem olhar crítico, familiaridade com o ambiente digital e quer fazer parte voluntariamente deste grupo, a fim de ajudar o DC a aprimorar cada vez mais sua atuação na rede, preencha este formulário, dizendo por que você gostaria de fazer parte do grupo.

Os selecionados serão anunciados no site e convidados a participar de reuniões periódicas na sede do Grupo RBS, na SC-401, em Florianópolis.

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Abandono no Sul da Ilha de SC

24 de julho de 2012 0

Sou moradora da Rua Xiniquá, a cerca de 50 metros do trevo do Campeche, em Florianópolis. Ninguém consegue passar na minha rua, pois está alagada. O correio também enfrenta dificuldades para chegar aqui. Vários abaixo assinados já foram feitos. Também foram colocados faixas e cartazes na entrada da rua e foi dito em jornais que ela seria asfaltada até o final do ano passado.

Faz mais de 10 anos que estamos iludidos por promessas de vereadores. Estamos cansados, pois as crianças não conseguem ir ao colégio e nós não conseguimos sair de casa. Na rua, existe um centro espírita e toda sexta-feira os carros estacionam por ali, dificultando ainda mais o trânsito, pois eles deixam até tratores onde os pedestres passam.

Ana Tatiane do Amaral, Florianópolis

A experiência de um leitor com a Tok Stok

29 de junho de 2012 0

Compareci ao estabelecimento da Tok Stok no dia 17 de maio de 2012, por volta das 16h30min, acompanhado de minha esposa, Simone Zancanaro. Deixei meu carro, uma Ford Ecosport, placa NSO 8250, no estacionamento do local, no qual haviam seguranças e sistema de monitoramento eletrônico de câmeras, razão pela qual acreditei que meu automóvel estava plenamente seguro. Após visitar a loja da requerente, não encontrei os produtos que desejava, voltei para o estacionamento cerca de meia hora depois. Lá me surpreendi com o que vi: Meu carro estava com a porta e o porta-luvas abertos, tendo sido furtados diversos objetos do seu interior.

Imediatamente, chamei os seguranças e a gerente do local, denominada Vanessa, relatando o ocorrido. Ao checarem o automóvel, foi percebido que a parte eletrônica não funcionava mais, e que, inclusive, o alarme estava desligado. Ainda, um dos seguranças constatou que os fios da ignição haviam sido desligados, sendo que o próprio funcionário os religou. Por fim, percebeu-se a utilização de algum objeto para forçar a porta do carro, provavelmente uma chave micha, causando danos no automóvel:

Diante de tal quadro, a gerente tirou fotos do estado do veículo e disse que, naquele momento, as imagens das câmeras não poderiam ser visualizadas, uma vez que somente a Central da rede, localizada em São Paulo, tinha competência para tanto. Disse que entraria em contato para dar uma posição sobre dano causado. Sendo assim, nada mais pude fazer naquele momento , senão ir a delegacia e fazer um boletim de ocorrência.
Alguns dias depois, recebi uma ligação telefônica da Ouvidora da Tok Stok, dizendo que eu não teria direito a indenização pelo furto dos objetos que no carro se encontrava.
Ainda, tentou sugerir que tudo não se passava de uma invenção, tudo para eximir-se da responsabilidade pelo episódio.

Objetos roubados: – Calculadora HP, – Câmera fotográfica Sony- Pasta de
couro- Notebook Acer- Pen drives- Agenda de couro- Conjunto de caneta e
lapiseira.

Cumpre registrar que, além dos danos materiais oriundos dos objetos furtados, não fosse o bastante, diversos outros dados da minha vida foram simplesmente perdidos, tais como fotos e vídeos , ademais, outros arquivos de trabalho, acumulados ao longo dos anos.
Fica minha indignação pelo descaso da ToK Stok que investe tanto divulgando a sua marca e não se compromete em prestar um bom serviço aos seus clientes. Indignação também pela segurança, pois com tantas câmeras, homens fazendo vigiando o pátio, não conseguiram impedir o roubo , assim mesmo houve o roubo.

Alexandre Zancanaro, Consultor de empresa, 486067070-15, residente no Bairro Canasvieiras, Florianópolis – SC

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Qual a sua sugestão para melhorar a área da educação na cidade?

18 de abril de 2012 4

A campanha Floripa Te Quero Bem abraça ideias e esforços para transformar Florianópolis em um lugar ainda melhor para viver. Qual a sua sugestão para melhorar a área da EDUCAÇÃO na cidade?


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Qual a sua sugestão para melhorar a área da saúde na cidade?

02 de abril de 2012 4

A campanha Floripa Te Quero Bem abraça ideias e esforços para transformar Florianópolis em um lugar ainda melhor para viver. Qual a sua sugestão para melhorar a área da saúde na cidade?

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Leitor-repórter: acidente em passarela de Jurerê Internacional

29 de fevereiro de 2012 2

Na última sexta-feira,  por volta de 17h, ao deixar a praia de Jurerê Internacional pelo acesso do Il Campanário, cortei a sola do pé em cabeça de prego que se elevou da passarela. Ao tentar me erguer após o tombo, e com o pé sangrando, me apoiei em uma ripa de assoalho que se partiu, criando um buraco na passarela.

Meu chinelo caiu no buraco aberto. Consegui resgatá-lo e não pude deixar de observar a deficiente estrutura de sustentação da passarela.

Quem projetou esta passarela?

Quem executou?

Quem a liberou para utilização pública?

Este equipamento deve ser interditado IMEDIATAMENTE, pois coloca em risco os incautos transeuntes. As ripas de pinus do piso se deformam, por falta de apoio, ocasionando o levantamento dos pregos de fixação.

Ao transitar por ali descalço, e batendo os pés para eliminar a areia dos pés, rasguei a sola do pé solenemente. Sou morador de Florianopolis por mais de 20 anos. Criei meus filhos tomando banho nesta linda praia. Não posso admitir que madeira fora de especificação (pinus) e estrutura de sustentação ineficiente possam estar colocando em risco os transeuntes.

Pinus é uma madeira de crescimento muito rápido e possui fibras muito distanciadas entre si e de baixíssima capacidade de resistência a flexão. Vocês não têm o direito de colocar em risco os usuários de uma praia pública com obras privadas de baixíssima qualidade.

Não achei socorro nas proximidades e paguei uma chuverada para limpar um pouco meu pé e fui para casa sangrando em busca de recursos para tratar do ferimento. Casualmente, além de Eng Civil, sou perito judicial e não posso deixar que esta ocorrência prejudique outros usuários.

Tomem providências já, interditem a passarela e façam um reforço estrutural URGENTE. Enviei mensagem idêntica para Habitasul que se limitou a informar, através da Salete, que a manutenção é de responsabilidade da Associação de Moradores. Salete informou que repassaria minha mensagem à Associação.

Parece que não entenderam a gravidade do problema. Parece até atitude de órgão publico passando aos outros suas tarefas.

Texto enviado por Aécio de Miranda Breitbach. Você também quer enviar sua reportagem?

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Artigo: menos propaganda, mais educação

29 de fevereiro de 2012 2

Adalton P. Parrela

Destarte nossa tendência seja acreditar e torcer pelas boas intenções do Governador Raimundo Colombro, certamente quando olhamos os atos dos governantes \”de fora para dentro\” constatamos que ou somos como cidadãos muito simplistas ou são os governantes que insistem em mudar o foco em quase tudo. Veja-se agora a \”luta\” para que não seja aumentado o piso salarial dos professores, passo apontado por todos os experts em educação, juntamente com a meritocracia, para o grande salto na Educação que o Brasil esta a esperar (estudem-se a série de artigos de Gustavo Ioshpe publicados na revista VEJA). Ora, basta UM corte e apenas UM para que o dinheiro apareça: basta CORTAR a dotação de mais de 300 milhões de Reais para este ano destinadas a … propaganda do Governo (isto mesmo, apenas do governo estadual). A mesma solução vale para as Prefeituras que hoje brandem a Lei de Responsabilidade Fiscal para \”chorar\” que não podem pagar os (bons) professores. Governos deveriam ser proibidos de gastar UM CENTAVO com publicidade/propaganda. São os atos e obras de um governante que gritam seu sucesso.

Nosso País não mudará até que os que ascenderam ao poder tornem-se eles os primeiros e melhores funcionários públicos, atinados que cada centavo arrecadado do suor dos cidadãos seja empregado na atividade-fim e não nas atividades-meio.

Leitor-repórter: Santo Antônio de Lisboa

29 de fevereiro de 2012 0

Não tem coisa mais linda que chegar em casa logo depois de um dia de trabalho e encontrar com este presente da natureza. Santo Antônio de Lisboa, 28/02/12.

Foto enviada por Diego de los Campos. Você também quer enviar sua contribuição?

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Artigo: Segurança e Vigilância em Santa Catarina

28 de fevereiro de 2012 1

Felipe José Kayser Furlan*

Estamos hoje vivendo a essência do medo em nossa sociedade. O medo nos conduz ao desespero em busca de prognósticos melhores – ainda que inseguros – que apontem à uma convivência superprotegida.

O medo paralisa, anula, delimita. Pelo medo somos capazes de inserir novos instrumentos de controle na sociedade. Basta prestarmos atenção ao governo Bush e sua política do medo para atestar sua eficácia.

Nesta segunda-feira(27), foi lançado oficialmente pela Secretária de Segurança Pública, o programa Bem-Te-Vi. A finalidade do mesmo é a de otimizar o funcionamento das câmeras de vigilância em operação e ampliar o número de cidades monitoradas. A Secretaria pretende atingir a meta deste ano em uma cobertura de instalação em 54 municípios contando com 1400 câmeras operantes.

O programa acrescenta ainda a possibilidade da Polícia Civil acessar, em tempo real, as imagens captadas ou mesmo pesquisá-las em arquivos de dias anteriores.

A armadura tecnológica agora assume seu papel assinalado na pauta do dia e que a constância do sentimento de segurança não mais faz valer. A opacidade das soluções impulsiona o redemoinho de medo que carrega tudo à sua volta na turbulência da insegurança. O que resta de significante é tão somente o desvio criminoso diante das paliativas precauções enfileiradas no tortuoso caminho da emancipação do assombro.

A ingerência estatal sobe degraus cada vez maiores, alcançando o topo do pedestal, outrora ocupado pelo cidadão – o qual agora tem seu cotidiano escancarado pelo monitoramento – coisificado. A observação do outro segue corriqueiramente inserindo-se na sociedade, seja por programas de televisão, como a recente propagação do reality show ou mesmo de seriados americanos.

Assim, lança-se mão do instrumento persecutório e punitivo do Estado. Sempre em busca da instrumentalidade suficiente para atender a urgência desse medo que insiste em diluir-se, ocultar-se, marcar presença sem revelar-se.
Santa Catarina é o único estado brasileiro a contar com o acesso integrado das imagens entre as cidades vigiadas. Talvez o primeiro, seguindo o curso da proeminência estatal. Em breve, não se duvide, contar-se-á com o eficaz monitoramento da próxima novidade tecnológica, seja em forma de chips inseridos nos cidadão, seja até mesmo com recursos da nanotecnologia.

A tudo isso permanecerá o medo: constante e fiel às suas postas finalidades de então. O cidadão permanecerá acuado, assustado, inseguro. Como uma criança que descobre um mundo de inseguranças, ele figurará como cenário propício para os novos olhares vigilantes, sempre atentos, nunca satisfeitos.

* Professor de direito mestre em Direito Público pela UNISINOS