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Mudanças na lei da guarda armada de Balneário Camboriú gera debate

29 de novembro de 2011 0

Pode ter fim nesta terça-feira a polêmica envolvendo mudanças na lei que regulamenta a Guarda Municipal Armada de Balneário Camboriú. Uma reunião marcada com o secretário de Segurança, Nilson Probst, esclarecerá as dúvidas dos vereadores, que poderão incluir ou não a votação do projeto na pauta desta terça-feira. O assunto entrou em discussão na última semana, mas não chegou a ser votado. O vereador Dão Koeddermann (PSD) pediu vistas, fazendo com que a decisão ficasse para esta semana. As alterações só serão válidas se aprovadas pelo Legislativo. 

A Lei 3029/2009, que cria a Guarda Municipal Armada, conta com cerca de 70 artigos. Para Koeddermann, algumas mudanças são realmente necessárias, mas o requerimento prevê três modificações que merecem atenção especial. Uma delas é a obrigatoriedade aos guardas de prestação de continência nos moldes militares ao saudar os superiores. Segundo Koeddermann, o ato é desnecessário e pode significar constrangimento. Nilson Probst defende que a polêmica criada em cima da questão é grande demais: 

– A continência nada mais é do que um cumprimento, com um bom dia ou boa tarde, mas é formal. É preciso existir uma ordem hierárquica ou não funciona. 

Outra mudança sugerida à lei autorizaria os guardas a levar para casa a arma de fogo usada no trabalho. Hoje, ao encerrar o expediente, todos precisam deixar a pistola calibre 380 na Secretaria de Segurança. O município alega que a mudança vem para preservar a segurança dos profissionais na volta para casa. Hoje, policiais militares e civis, desde que autorizados, podem levar o armamento. O comandante da Polícia Militar de Balneário Camboriú, Renato José Thiesenl, lembra que a Polícia Federal deverá permitir o transporte da arma, mas vê como positiva a mudança: 

– Eu, particularmente, não vejo problema em guardas municipais levarem a arma para casa. Existe o risco na volta para casa, já que eles estão expostos todos os dias nas ruas, principalmente quando fardados. É claro que a segurança de como e quando usar o armamento também vai depender de cada um.

Leia a reportagem completa na edição desta terça-feira do Jornal de Santa Catarina

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