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03 fev18:38

APA do Ibirapuitã orienta prefeituras da região a regularizar situação das estradas

A abertura, o conserto e a manutenção de estradas municipais exigem movimentações de terra e extração de balastro do solo, tornando necessária a recuperação das áreas de onde são retirados esses materiais minerais. Quando esta recuperação não é realizada, surgem riscos de acidentes de trânsito, acidentes com animais, dificuldades para deslocar as tropas de gado, erosões e assoreamento de cursos d’água.

Com o objetivo de promover a regularização das áreas doadoras de materiais minerais para as estradas existentes no interior da Área de Proteção Ambiental do Ibirapuitã, durante esta semana foi enviado aos Prefeitos dos municípios de Alegrete, Quarai, Sant’Ana do Livramento e Rosário do Sul um ofício da APA do Ibirapuitã/ICMBio estabelecendo o prazo de até 30 de junho de 2011 para que as prefeituras apresentem os dados técnicos necessários a esta regularização.

Passivo Ambiental

As prefeituras deverão mapear todas as áreas de onde foram realizadas extrações minerais para os consertos e instalações de estradas realizadas até agora, bem como deverão apresentar a previsão das atividades e o cronograma para a recuperação ambiental destas áreas. Esta medida visa tornar o percurso de produtores rurais, moradores e turistas mais seguro e paisagisticamente harmonioso, além de proteger os recursos hídricos da APA.


Acertando o Passo

Também deverá ser apresentado, até dia 30 de junho deste ano, o mapeamento das áreas localizadas na APA e que serão futuras doadoras de material mineral para estradas. Esta medida visa auxiliar as Prefeituras a planejarem os consertos no longo prazo, permitindo selecionar as áreas adequadas para a segunda etapa da regularização: o licenciamento ambiental das áreas de extração mineral.

A contínua recuperação ambiental das áreas logo após a sua utilização como doadoras de materiais minerais deve ser incorporada à rotina de trabalho das prefeituras, evitando danos ambientais e multas.

Os analistas ambientais da APA do Ibirapuitã/ICMBio se encontram à disposição dos técnicos das prefeituras para auxiliá-los na geração das informações solicitadas.

>>  Saiba mais sobre a Área de Proteção Ambiental do Ibirapuitã

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29 jan08:02

Prefeito pede que comunidade se conscientize sobre lixo em locais impróprios

Nesta sexta-feira o prefeito Wainer Machado, durante vistoria no Cerro do Caqueiro, encontrou uma grande quantidade de lixo na região, onde há menos de um mês foi realizada uma limpeza.

Diante da cena, o prefeito pede à comunidade santanense conscientização para que isso  não se repita, pois além de gerar um mau cheiro para quem reside próximo ao local onde são depositados os resíduos, o aumento de insetos é considerável, podendo ainda ser transmitidas doenças como a dengue, já que pneus também foram encontrados no local.

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25 jan11:01

Rotary Club revitaliza o Lago Batuva

O Rotary Club Livramento Sul realiza periodicamente projetos ambientais para revitalização e arborização do Lago Batuva. Entre os participantes mais ativos está Manoel Gomes de Sá filho, que frequentemente visita os locais onde foram plantadas as novas árvores, realizando manutenção nas plantações.

Em uma das primeiras ações da entidade no local, cerca de 300 árvores foram plantadas nas cercanias do Lago, a fim de trazer beleza e bem-estar aos visitantes. Porém, para tristeza dos rotarianos que passaram o dia trabalhando duro na plantação, dias depois, grande parte havia sido furtada por vândalos que por lá transitam.

A secretaria municipal de serviços urbanos já trabalha no parque para manter a segurança, limpeza e manuntenção do espaço, mas faz um apelo aos usuários e visitantes para que também colaborem para um Batuva mais bonito.





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24 jan15:40

Lixo no Batuva preocupa população

O Lago Batuva, local de turismo e lazer de Livramento, ainda não tem a infraestrutura ideal para receber os visitantes. A paisagem de cartão postal, admirada por santanenses e turistas, onde se aprecia o mais bonito por do sol da cidade já está desvastada pela ação de alguns visitantes.

O descarte de lixo é comum no local por alguns banhistas. Restos de comida, sacolas, copos e garrafas de plástico costumeiramente são jogados às margens do lago especialmente durante os  finais de semana, quando o Batuva recebe milhares de visitantes.

O desrespeito à natureza e ao patrimônio público é tão grande, que gera comentários em rodinhas de conversa no centro da cidade. A destruição das guaritas, pela ação dos vândalos também é assunto em pauta e prejudica o trabalho dos salva-vidas.

Jairo Zamberlan e Manoel Gomes de Sá filho, que participam de projetos ambientais através do Rotary e frequentemente vão ao local ver como estão as plantas, numa caminhada pelo local, encontraram o lixo.

- O Manoel viu todo aquele lixo e no outro dia nós fomos lá e fotografamos – diz Zamberlan – todos os arredores do Batuva tem árvores plantadas, nos morros, porque na parte próxima onde as pessoas ficam, o pessoal arranca e leva para casa.

Em certa ocasião, mais de 300 mudas foram plantadas pelo Rotary Livramento Sul nas cercanias do Lago Batuva, e menos de uma semana depois, grande parte das mudas haviam sido levadas por visitantes.


O santanense Rafael Lima de Souza, frequentador do local, reclama ainda da falta da demarcação da área para banho, outro problema que causa perigo no lago.

Jesony Ávila, coordenador do Lago do Batuva, conta sobre as árvores e flores plantados por um grupo de rotarianos e outros representantes da comunidade às margens do lago, e logo arrancados e roubados, e pede que os visitantes ajudem a cuidar do local.

A secretaria municipal de serviços urbanos, realiza coleta de lixo três vezes por semana. As guaritas já estão sendo reconstruídas. Ainda nesta semana estão previstas outras melhorias na estrutura do Lago do Batuva. Mas é fundamental que os usuários e visitantes também colaborem com a limpeza e a manutenção do espaço.

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12 dez13:50

Morro do Batuva com diversos focos de incêndio preocupa população

Fronteira da Paz

Por volta das 16 horas da tarde de sexta, 10 de dezembro, as atenções se voltaram para a direção do Batuva visto a nuvem de fumaça que cobriu totalmente o morro, anexo ao Lago, espalhando-se de tal forma, e em quantidade, que de vários pontos da cidade o ponto turístico, situado sobre um morro, não podia ser visualizado visto a densa névoa de fumaça, provocada pelo incêndio.

Ao que parece, os diversos focos de incêndio iniciaram expontaneamente, e já no início da noite apresentavam-se como riscos de fogo no morro, para quem olhada da Vila Planalto.

Leia essa notícia na integra no portal Fronteira da Paz

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12 dez08:43

As quatro forças do Pampa: Uma safra de arroz ainda maior

Caderno Rumos da Fronteira

Poucas culturas são adaptáveis em um solo raso e em regiões propensas a períodos de seca como a Fronteira Oeste e a Campanha gaúchas. Para culturas maleáveis a essas condições, porém, o sucesso é garantido. É o caso do arroz e da pecuária, que nos últimos anos dividem espaço com videiras e eucaliptos.

Uma safra de arroz ainda maior

A bem sucedida empreitada de diversificar as culturas com a plantação de uva e o florestamento trouxe um alento para gerações futuras e promete injetar milhões em investimentos na região nos próximos anos. As potencialidades dessas quatro forças econômicas do Pampa você acompanha nesta reportagem.

Leilões promovidos pelo governo devem ampliar a venda de arroz no mercado externo e reduzir o excedente do grão no mercado interno, segurando o preço em 2011. A expectativa é do Instituto Riograndense do Arroz ( Irga), que prevê uma safra com 1 milhão de toneladas a mais do grão no ano que vem na comparação com a última safra.

Maior região produtora de arroz do país, a Fronteira Oeste tem 328,9 mil hectares de lavouras de arroz, o que gera cerca 6,5 mil empregos diretos em função do cultivo. A produção da região é de 2,6 milhões de toneladas do grão, o que representa 32% do que é colhido em todo Estado.


Plantio segue atraindo novos investimentos

Além de tradicionais arrozeiros da Fronteira Oeste, a região atrai migrantes que chegam focados no cultivo do grão. Foi o caso de Ari Foletto, 51 anos, nascido em Santa Maria e hoje um dos maiores produtores da região, com 10 mil hectares de arroz semeados.

Entre Uruguaiana e Itaqui, suas lavouras estão distribuídas na extensão de 24 quilômetros da rodovia que liga os dois municípios ( BR- 472). Cerca de 80% das terras são arrendadas.

O segredo para o crescimento, segundo Foletto, é saber delegar funções: – Consegui encontrar pessoas capazes, com potencial. O segredo é confiar nos meus colaboradores.

Segundo o gerente geral, Luiz Antônio Rodrigues ( foto), a empresa conta com alta tecnologia, o que facilita o beneficiamento do arroz com marca própria, que já está nos supermercados.


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11 dez07:40

As quatro forças do Pampa: Preparando a colheita

Caderno Rumos da Fronteira

Poucas culturas são adaptáveis em um solo raso e em regiões propensas a períodos de seca como a Fronteira Oeste e a Campanha gaúchas. Para culturas maleáveis a essas condições, porém, o sucesso é garantido. É o caso do arroz e da pecuária, que nos últimos anos dividem espaço com videiras e eucaliptos.

A bem sucedida empreitada de diversificar as culturas com a plantação de uva e o florestamento trouxe um alento para gerações futuras e promete injetar milhões em investimentos na região nos próximos anos. As potencialidades dessas quatro forças econômicas do Pampa você acompanha nesta reportagem.


Eucaliptos, pinus e acácias cobrem grandes extensões de terra e hoje dividem espaço com a pecuária


Preparando a colheita

Nos próximos dois anos, a aposta no florestamento na Campanha e na Fronteira Oeste terá seu ápice com a primeira grande colheita, que deve gerar 1 mil empregos diretos e atrair novos investimentos.

A nova economia do eucalipto, que mudou a paisagem da região com seus 46 mil hectares de árvores, atraiu duas multinacionais e centenas de pequenos produtores às regiões. Uma das multinacionais é a Stora Enso, que prevê o plantio de 100 mil hectares e a instalação de uma unidade industrial na Fronteira, ainda sem previsão de início.

Na opinião do presidente da Associação Gaúcha de Empresas Florestais (Ageflor), Leonel Menezes, a escolha de investir na região se deve ao clima e solo favoráveis e à disponibilidade de terras e de mão de obra.

A nova economia é vista como uma injeção de ânimo e de dinheiro. A madeira proveniente das plantações pode ser destinada a serrarias e moveleiras ou empresas de secagem de grãos e de produção de celulose.


De consultor a produtor rural

O florestamento atraiu até mesmo quem não tinha relação com o campo. O diretor de uma empresa de consultoria de empresas Ricardo Walter, 56 anos ( foto), é hoje um produtor rural na fronteira oeste. O gaúcho radicado em Porto Alegre encontrou na plantação de eucaliptos a chance de investir em algo produtivo.

– Pesquisei a região e a cultura. Mas só hoje, vendo como as árvores estão crescendo bem, é que tenho certeza que fiz um bom negócio – dizWalter.

Na área de 75 hectares, adquirida em 2008, na localidade de Itapevi, interior de Cacequi, 60 hectares estão ocupados com as árvores que deverão ser colhidas dentro de 17 anos.

O prazo longo não assusta o empresário, que sabia do tempo necessário para realizar a colheita, e que preferiu não realizar cortes intermediários no período.


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1 comentário
10 dez17:32

As quatro forças do Pampa: Pecuária em alta no país

Caderno Rumos da Fronteira

Poucas culturas são adaptáveis em um solo raso e em regiões propensas a períodos de seca como a Fronteira Oeste e a Campanha gaúchas. Para culturas maleáveis a essas condições, porém, o sucesso é garantido. É o caso do arroz e da pecuária, que nos últimos anos dividem espaço com videiras e eucaliptos.

A bem sucedida empreitada de diversificar as culturas com a plantação de uva e o florestamento trouxe um alento para gerações futuras e promete injetar milhões em investimentos na região nos próximos anos. As potencialidades dessas quatro forças econômicas do Pampa você acompanha nesta reportagem.

A Fronteira Oeste e a Campanha têm 4,6 milhões de cabeças de gado de um total de 13,3 milhões de exemplares no Etado
(Fonte: Secretaria Estadual da Agricultura)

Pecuária em alta no país

Com o preço do boi gordo em cerca de R$ 3 – 25% acima do mesmo período do ano passado, a venda para o mercado interno continuará no foco dos pecuaristas. Em 2011, o número de abates deverá ficar estável em 1,66 milhão de cabeças.

Juntas, a Fronteira Oeste e a Campanha gaúchas têm mais de 4, 6 milhões de cabeças de gado, distribuídas em cabanhas que utilizam tecnologia em aprimoramento genético para produzir cortes premium.

– A região agrega quem entende do que faz, há integração com a agricultura e condições climáticas favoráveis que resultam em um gado com o mínimo de enfermidades e pasto farto para alimentação – avalia o professor de Sistema de Produção de Bovinos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul ( UFRGS), Júlio Barcellos.


Tradição familiar mantêm a pecuária em alta no Pampa

Em 2010, 80% dos leilões de primavera foram realizados na região e ultrapassaram os R$ 30 milhões em arrecadação. Resultado obtido com ajuda de remates feitos por famílias centenárias que passam o ofício de criação de gado de corte de geração para geração são responsáveis por garantir a continuidade da pecuária no Pampa.

Um dos exemplos é Eduardo Linhares ( foto), que está entre os maiores criadores do Estado, dono da GAP Genética.  Localizada na Estância São Pedro, em Uruguaiana, a GAP tem mais de cem anos de tradição na criação de angus, hereford, brangus e braford. Boa parte da família está integrada no negócio, hoje referência em termos de genética no país, e não apenas no Estado.

– A nova geração agrega conhecimento, traz tecnologia que passa pelo crivo dos mais velhos e é adaptada nos nossos afazeres diários – explica Linhares.

Os plantéis da GAP contaram em 2010 com 7 mil ventres responsáveis pela produção de 650 touros que foram comercializados e usados na própria estância. Com isso, a cabanha atingiu o maior faturamento em remates na última temporada: R$ 2,2 milhões.


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09 dez07:26

As quatro forças do Pampa: Inspiração na serra gaúcha

Caderno Rumos da Fronteira

Poucas culturas são adaptáveis em um solo raso e em regiões propensas a períodos de seca como a Fronteira Oeste e a Campanha gaúchas. Para culturas maleáveis a essas condições, porém, o sucesso é garantido. É o caso do arroz e da pecuária, que nos últimos anos dividem espaço com videiras e eucaliptos.

Em uma década, número de vinícolas nas regiões passou de duas para 15

Inspiração na serra gaúcha

A bem sucedida empreitada de diversificar as culturas com a plantação de uva e o florestamento trouxe um alento para gerações futuras e promete injetar milhões em investimentos na região nos próximos anos. As potencialidades dessas quatro forças econômicas do Pampa você acompanha nesta reportagem.

O setor vitivinicultor da Campanha chegará a 2011 com 15 vinícolas e mais de 150 produtores de uva independentes. Em 2000, eram apenas duas empresas na região.

O crescimento da última década deve estimular novos investimentos. Um exemplo disso é o projeto de enoturismo, que deve ser colocado em prática pela Almadén em 2011, com a previsão de gerar mais cem empregos diretos.



Almadén é a pioneira do vinho na Campanha

Para o presidente da Associação de Produtores de Vinhos Finos da Campanha Gaúcha, Afrânio Moraes, está se formando na Campanha uma cadeia produtiva do vinho, a exemplo da que existe na serra gaúcha. Hoje, a maioria das vinícolas não produz vinho até o engarrafamento por falta de cantina, cenário que deve mudar nos próximos anos.

A Almadén foi a primeira vinícola a se instalar na região há 37 anos.

– Um estudo encomendado na época à Universidade de Davis ( Califórnia, EUA) apontou a Campanha como a melhor região do país para produção de uvas – lembra Moraes, que também é diretor da empresa.


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02 dez08:18

Alunos do Santa Teresa realizam expedição no Cerro Verde

Durante o último trimestre do ano letivo de 2010, os alunos da 5ª e 6ª séries do Colégio Santa Teresa de Jesus realizaram um projeto em todas as disciplinas com o tema ambiente.

O projeto foi desenvolvido de forma contextualizada por todos os professores do Ensino Fundamental séries finas. Após os três meses de trabalhos, experiências e ganhos de conhecimentos variados, os alunos culminaram o projeto através de uma trilha ecológica realizada no Cerro Verde, região Rincão da Bolsa.

Os alunos foram acompanhados pelos biólogos e educadores  Hugo Saraiva e João Anacleto pelo militar Dejair, que trabalhou com a parte de orientação com bússula. O passeio aconteceu na terça, 23 de novembro, com os alunos da 6ª série e na quinta, 25, com os da 5ª.

No local, durante a expedição, os guias exploraram diversos aspectos que envolvem o ambiente como aspectos da bioregião, a formação florestal do local, bioma pampa, ecologia de matas ciliares, relações ecológicas, mini-oficina de aracnídeos, cotidiano do profissional biólogo no campo e fauna silvestre. Os alunos se interessam e participam com entusiasmo da eriquecedora experiência.

Confira:

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