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27 jan12:12

MDS prepara edital para a construção de seis mil cisternas no RS

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome prepara um edital para construir seis mil cisternas em cidades do Rio Grande do Sul. A finalidade é amenizar os prejuízos da seca às famílias das áreas rurais, com a armazenagem da água da chuva. De acordo com a pasta, essa reserva é suficiente para suprir a população por cerca de oito meses.

A estiagem que atinge parte do Rio Grande do Sul desde a segunda quinzena de dezembro levou 13 municípios a decretarem situação de emergência – Candiota, Pedras Altas, Herval, Hulha Negra, Cerrito, Santana do Livramento, Lavras do Sul, Pedro Osório, Bagé, Pinheiro Machado, Aceguá, Piratini e Dom Pedrito. Até terça esta terça, dia 25, mais de 340 mil pessoas haviam sido afetadas pela seca. O governo estadual usa dez caminhões-pipas para abastecer as regiões afetadas.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê para os municípios do Estado, durante esta quarta, dia 26, tempo seco com sol durante o dia e noite com muitas nuvens.

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26 jan16:39

Chove na Fronteira Oeste

Marina Lopes, ZH

Castigada pela estiagem, a Fronteira Oeste registrou chuva em vários de seus municípios a partir das 15h de hoje. Em Santana do Livramento, o vento danificou fios da rede elétrica e deixou 1,7 mil clientes da AES Sul sem luz.

Equipes já trabalham no restabelecimento da energia. Uruguaiana registrou até agora 30 milímetros de chuva e vento de 40 Km/h. De acordo com os Bombeiros, foram registradas quatro ocorrências de quedas de galhos na rede elétrica.

Na zona rural do município, o temporal caiu com maior intensidade, derrubando nove postes, na localidade do Imbaá. A AES Sul ainda não contabilizou quantos clientes estão sem energia.

Sem grande volume de chuva desde o início de dezembro do ano passado, os volumes registrados até agora em ambos os municípios não são suficientes para amenizar a seca.


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25 jan19:48

Estiagem compromete oferta de terneiros até 2012

Jandira Vanin, RBS TV Livramento

A estiagem na região da Campanha, onde não chove há pelo menos três meses, vai comprometer a oferta de terneiros até 2012 no Estado. O reflexo imediato do clima é sobre o peso dos exemplares que vão ser comercializados em feiras municipais ou diretamente nas propriedades.

A pastagem que ainda resta no campo está seca e desidratada. Sem alimento, o leite das vacas diminui e o peso dos animais também. O pecuarista Cristiano Vargas Cabrera alimenta o rebanho de 500 cabeças misturando arroz na ração. Mas a alternativa não deve resolver o problema do baixo índice reprodutivo das matrizes e mortalidade dos terneiros.

- Nós já perdemos metade do ciclo das pastagens de inverno, onde tivemos problemas de parição devido aos animais estarem fracos. Esse ano não vamos poder colocar em cria as vacas porque elas não tem estado corporal para entrar em cria, isso deve representar uma safra de terneiro a menos – diz o Cristiano.

A região da Campanha tem um rebanho de 4,7 milhões de cabeças. A estimativa é de que o nascimento de terneiros sofra uma redução de 40%. Os prejuízos com a pecuária na cidade estão calculados em 32 milhões de reais.

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22 jan12:58

Ovinos mais resistentes à seca

Sancler Ebert, Zero Hora

Exceção aos demais animais atingidos pela estiagem na Metade Sul, os ovinos podem ter a sua melhor temporada depois de anos de vendas abaixo da expectativa. Feiras como a 13ª Mercotexel, que se iniciou sexta em Santana do Livramento, e a 38º Exposição Estadual de Ovinos Meia Lã de Jaguarão, que ocorre em fevereiro, são reflexo do bom momento do setor, que convive atualmente com uma realidade de procura maior do que a oferta.

Mais adaptáveis à escassez de chuva, com menos perda de peso que os bovinos e ainda sem risco de verminoses devido à baixa umidade, os ovinos têm enfrentado a estiagem que atinge parte do Estado com menos perdas. O valor do quilo por animal vivo subiu de R$ 2,30, em 2010, para os atuais R$ 4,50, informa a Associação Bajeense de Criadores de Ovinos. O preço da lã, que é influenciado pelo mercado internacional, também se recuperou após a crise europeia. Enquanto em 2010 o quilo ficou em torno de R$ 3,90, a expectativa da entidade para a temporada é de que chegue a R$ 5,70.

Entre os fatores que ajudaram a impulsionar o setor, está a diminuição da entrada do produto uruguaio que, mais barato, promovia uma concorrência desleal com o brasileiro. Segundo o presidente associação bajeense, Geraldo Corrêa de Melo, a procura pela carne nas principais metrópoles também ajudou na valorização do produto.

Inscrito para a 38ª Exposição Estadual de Ovinos Meia Lã de Jaguarão, Antonio Calcagno vai levar cerca de 25 carneiros para venda. Com o mercado em alta, a expectativa é grande.

– Com certeza, esse ano vai superar o ano passado – acredita.

Se a perspectiva do presidente do Sindicato Rural de Jaguarão, João Alberto Dutra Silveira, estiver certa, Calcagno pode ficar tranquilo. A previsão de Silveira é de valorização no preço pago pelos animais ante 2010. O mesmo podem esperar os produtores que participarem da 13ª Mercotexel.

– A espera é vender bem e tudo – aposta o presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Texel, José Luiz Pereira Dias.


Em pista

13ª Mercotexel

- Onde: Parque do Sindicato Rural de Santana do Livramento

- Quando: hoje e amanhã

- Informações: (53) 3028-1400 – Knorr Remates

- Expectativa de negócios: R$ 150 mil a R$ 200 mil (em 2010 foram R$ 121,17 mil para 107 animais)

- Animais inscritos: 250


38ª Exposição Estadual de Ovinos Meia Lã

- Onde: Parque de Exposições Sindicato Rural de Jaguarão

- Quando: 4 e 5 de fevereiro

- Informações: (53) 3261-1122 – Sindicato Rural de Jaguarão

- Expectativa de negócios: R$ 100 mil (em 2010 foram R$ 72,07 mil para 810 animais)

- Animais inscritos: 201 (até o momento)

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21 jan10:58

Municípios afetados pela estiagem recebem cestas básicas e água nesta quinta-feira

Na última quinta-feira, a Defesa Civil Estadual enviará 2,4 toneladas de alimentos para Cerrito e 1,6 tonelada para Pedro Osório, municípios em situação de emergência devido à estiagem.

Na sexta-feira, o município de Hulha Negra recebe 12 toneladas de alimentos e quatro reservatórios-pipa de vinil, com capacidade de 4,5 mil litros de água cada.

No Rio Grande do Sul, 12 municípios tiveram situação de emergência decretada em razão da estiagem: Candiota, Pedras Altas, Herval, Hulha Negra, Cerrito, Santana do Livramento, Lavras do Sul, Pedro Osório, Bagé, Pinheiro Machado, Piratini e Aceguá. A localidade de Dom Pedrito enviou à Defesa Civil uma Notificação Preliminar de Desastre (Nopred), que antecede o decreto de situação de emergência.

Já foram entregues 25,9 toneladas de alimentos, 150 filtros de água e disponibilizadas seis pipas de vinil, com capacidade de 4,5 mil litros cada, à população dos municípios que solicitaram o auxílio.

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19 jan13:02

Sobe número de municípios em estado de emergência no RS

Canal Rural

Subiu para 11 o número de municípios em estados de emergência por causa da estiagem na fronteira oeste do Rio Grande do Sul. O último, segundo a Defesa Civil gaúcha, foi o de Piratini.

As outras cidades são Bagé, Candiota, Cerrito, Herval, Hulha Negra, Lavras do Sul, Pedras Altas, Pedro Osório, Pinheiro Machado e Santana do Livramento. A estiagem prejudica principalmente os moradores da zona rural.

Segundo a Defesa Civil do Rio Grande do Sul, as prefeituras de Pedras Altas, Herval e Lavras do Sul destinaram, ao todo, 18,2 toneladas de alimentos não perecíveis às vítimas da estiagem.

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19 jan11:22

Perdas causadas pelo La Niña já somam R$ 140 milhões no RS

Guilherme Mazui, Zero Hora

O drama da estiagem fez o governo do Estado do Rio Grande do Sul acionar duas frentes – uma no interior, outra na capital Porto Alegre. No mesmo dia em que o governador Tarso Genro assinou a autorização para construção de 159 açudes na parte Sul do Estado, o secretário da Agricultura, Luiz Fernando Mainardi, reuniu-se com oito prefeitos da região em Pinheiro Machado.

Prestes, capataz de uma fazenda em Rio Grande, próximo ao Distrito do Taim, observa animais que sofrem com os efeitos do clima

Voltou com as atuais cifras do prejuízo: R$ 140 milhões. No encontro, o segundo entre municípios, Piratini e Defesa Civil, foram debatidas medidas para combater os efeitos da falta de chuva: lavouras perdidas, gado perdendo peso, produção de leite em queda. Projeto do governo anterior orçado em R$ 1,3 milhão, a construção de açudes precisa deixar o papel logo.

– Essas obras, na maioria, estarão prontas em duas semanas, e, todas, no prazo de dois meses – prometeu o secretário de Obras e Irrigação, Luiz Carlos Busatto.

Na lista dos 14 beneficiados, os municípios de Herval, Hulha Negra e Pedras Altas, com decreto de emergência reconhecido pela Defesa Civil.

A captação de água é a principal preocupação do governo e dos prefeitos da parte Sul do Estado. No encontro de quinta, dia 13, com líderes de Pinheiro Machado, Herval, Piratini, Hulha Negra, Pedras Altas, Candiota, Santana do Livramento e Bagé, foram alinhavadas ações da força tarefa que planejará o contra-ataque à estiagem. Técnicos municipais, de universidades e de institutos de pesquisa, como Fepagro e Irga, auxiliarão a mapear os problemas da região.

Santana do Livramento acumula perdas de R$ 40 milhões. Pedras Altas, onde vivem 2,2 mil pessoas, estima quebra de R$ 15 milhões. Anfitrião do encontro, que teve a presença do subchefe da Defesa Civil gaúcha, major Oscar Moiano, o prefeito de Pinheiro Machado, Luiz Fernando Leivas, mostrou-se otimista. Aguarda para o dia 28 uma audiência com o governador, com novo auxílio aos municípios.

Em Rio Grande, a seca começa a espalhar prejuízos. De acordo com Carlos Prestes, capataz de uma fazenda próxima ao Taim, a escassez de água afeta os animais. Uma égua da fazenda, prenha, morreu por beber água podre de um poça.

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18 jan16:20

Rio Grande do Sul tem dez municípios em estado de emergência por causa da estiagem

Canal Rural

A estiagem que atinge praticamente por um mês algumas cidades do Rio Grande do Sul levou a Defesa Civil do Estado a decretar situação de emergência em dez municípios: Candiota, Pedras Altas, Herval, Hulha Negra, Cerrito, Santana do Livramento, Lavras do Sul, Pedro Osório, Bagé e Pinheiro Machado. Além disso, Piratini, Aceguá e Dom Pedrito estão em observação e foram notificados de uma possível situação de emergência.

Em Bagé, um regime de racionamento está em vigor e, a cada 12 horas, moradores alternam períodos de fornecimento de água. Em Candiota, a Defesa Civil, distribui água aos moradores da zona rural com caminhões-pipa. A Defesa Civil estima que, na zona rural, houve uma perda de pelo menos R$ 3,6 milhões na produção agrícola e pecuária. No município de Pedras Altas, muitas famílias não conseguem alimentar o gado e cultivar as lavouras.

Segundo o tenente da Defesa Civil do estado, Aldo Bruno Ferreira, o órgão montou uma operação especial de assistência, que conta com a distribuição de cestas básicas e água potável.

– Foram distribuídos até agora, mais de 22 mil litros de água e mais de 25 mil toneladas de alimento para as famílias de pequenos agricultores e moradores da área rural – disse. Segundo ele, nas áreas rurais muitas famílias usam poços artesianos, e o abastecimento de água com a ajuda de caminhões-pipa, para minimizar a seca.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê para os municípios do estado, durante esta terça (18), tempo seco com temperatura máxima de 31 graus Celsius (ºC) e a miníma de 15 ºC.

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13 jan18:16

Estiagem no RS: Defesa Civil confirma cinco municípios em situação de emergência

Zero Hora

Das 12h02min até as 20h36min, este site informou equivocadamente que sete toneladas de alimentos e um caminhão com 4,5 mil litros de água estariam sendo enviados hoje para Lavras do Sul. Na verdade, o pedido de ajuda à Defesa Civil foi feito pelo prefeito do município apenas na tarde desta quarta-feira e não há previsão para o envio dos alimentos. O texto foi corrigido.

A Defesa Civil do Estado já recebeu notificações e confirmou hoje cinco cidades em situação de emergência devido à estiagem: Lavras do Sul, Candiota, Herval, Pedras Altas, Santana do Livramento. As prefeituras de Pinheiro Machado e Piratini também assinaram decretos de situação de emergência, além de Hulha Negra e Cerrito, mas os documentos ainda não foram recebidos pela Defesa Civil.

O órgão vai enviar, ainda nesta quarta-feira, cerca de 6,7 toneladas de alimentos para a comunidade de Pedras Altas. Uma carga com 7,2 toneladas também será entregue para o município de Herval. Conforme a Defesa Civil, no início da semana foram entregues 300 cestas básicas e 50 filtros de água para Candiota que, assim como Cerrito e Pedro Osório, também recebeu viniliq pipas para o abastecimento de água.


Dados da Emater apontam que a produção de leite, por exemplo, caiu 40% na região da Campanha. De acordo com o assistente técnico regional da Emater em Bagé, Erone Lôndero, a pior situação é dos pequenos produtores que registram perdas de até 60% na produção leiteira.

A produção de grãos, como o milho e a soja, registra perdas de entre 30% e 50%. Em toda a Metade Sul, as perdas ultrapassam R$ 100 milhões.

No entanto, não é somente a agricultura e a pecuária que são afetadas pela seca. O gerente de uma loja de equipamentos elétricos e eletrônicos de Santana do Livramento Nilo Munhoz afirma que a estiagem afetou, também, o comércio da região. Segundo ele, a queda nas vendas chega a 6%, representada pela perda de poder aquisitivo da população da área rural.

Outros municípios podem decretar situação de emergência nos próximos dias. Canguçu, Aceguá e Bagé ainda dependem de estudos técnicos para assinatura dos documentos.

>> Leia mais e veja os mapas da estiagem na matéria da zerohora.com


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12 jan10:57

Perdas com a estiagem superam R$ 100 milhões na Fronteira Oeste

As perdas com a estiagem em lavouras na fronteira oeste do Estado já superam R$ 100 milhões. O levantamento é da Emater. A cidade mais afetada é Bagé, onde as perdas são de R$ 33 milhões.

Segundo o diretor-técnico da Emater, Alencar Paulo Rugeri, outros municípios que registram grandes prejuízos nas lavouras são:

— Dom Pedrito — R$ 29 milhões

— Santana do Livramento — R$ 29 milhões

— Hulha Negra — R$ 10 milhões


Castigada pela estiagem

O município Bagé pretende aumentar o racionamento da água. A medida deve ser adotada em fevereiro para garantir o abastecimento dos 116 mil habitantes. O período de restrição passaria de 12 para 18 horas sem água.

O prejuízo de R$ 33 milhões nas lavouras equivale a 30% do PIB agropecuário de Bagé.

O diretor do Sindicato Rural do município, Eduardo Candoreli, teme que moradores da cidade tenham que procurar outras regiões da cidade.

— Estamos com medidas preventivas para garantir que não ocorra o que aconteceu na seca de 1989-1990, quando as pessoas foram convidadas a se retirar do município e da zona rural — afirmou Candoreli.

Para compensar o aumento, o Departamento de Água e Esgoto de Bagé deve ativar três poços artesianos. Moradores também reclamam que a água chega suja nas residências.

>> Leia outras informações na matéria da zehora.com

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