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Fiesc avalia prejuízos da enchente

25 de novembro de 2008 0

Comprometimento da malha logística do estado, falta de gás natural e ausência de trabalhadores que não conseguiram chegar aos seus locais de trabalho são alguns dos problemas sentidos pelo setor industrial catarinense em consequência do excesso de chuvas. O levantamento preliminar é da Federação das Indústrias. Um dos setores mais atingidos é o cerâmico, que parou fábricas na noite de segunda-feira em decorrência da falta de gás natural, devido ao rompimento do gasoduto Bolívia – Brasil no Vale do Itajaí. Como Santa Catarina e Rio Grande do Sul dependem exclusivamente do gás boliviano, o rompimento representa a total interrupção no fornecimento a partir do ponto do acidente. Santa Catarina possui 150 indústrias consumidoras de gás natural, que respondem por 77,5% do gás usado no estado (1,7 milhão de metros cúbicos no mês de setembro). O problema logístico também afeta as empresas. “As principais rodovias foram afetadas, com registro de problemas em BRs como a 101, a 282, a 280, a 470, além da SC 401. Isso significa dificuldades para receber insumos e para escoar a produção, fato agravado por problemas registrados no porto de Itajaí, onde berços que recebem os navios foram prejudicados.

Postado por Claudio Loetz, Joinville

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