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Posts de julho 2010

Azul vai à Anac

30 de julho de 2010 0

A companhia aérea Azul vai protocolar, na próxima semana, o pedido à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para poder voar para o aeroporto Lauro Carneiro de Loyola,  em Joinville.

À espera de acordo e de decreto

30 de julho de 2010 0

O governador catarinense Leonel Pavan poderá assinar decreto que permite redução de percentuais de cobrança de ICMS de mercadorias enquadradas no regime de substituição tributária. Precisa haver acordo entre a posição da Secretaria Fazenda e o que pedem os empresários. A Fazenda apresentou a proposta com os percentuais s de redução de alíquota considerados os máximos possíveis de conceder sem comprometer a arrecadação. As entidades empresariais reúnem-se novamente na próxima semana para decidir se aceitam.

Aneel leiloa usinas de R$ 8,5 bilhões

30 de julho de 2010 0

O primeiro leilão de venda de energia para fonte hídrica, promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica terminou com a contratação de 327 MW médios, a um preço de venda de R$ 99,48 MWh. O valor total dos contratos chega a R$ 8,5 bilhões. Os compradores dos sete empreendimentos vão vender contratos de compra e venda de energia com 30 anos de duração, válidos a partir de 1° de janeiro de 2015. A Copel queria, mas a Triunfo Participações e Investimentos ganhou no leilão de energia da UHE Garibaldi. Pagou R$ 107,98 por megawathora(MW/h), um deságio de 18,8% em relação ao preço inicial. A usina será construída no rio Canoas, nos municípios de Cerro Negro e Abdon Batista, em Santa Catarina, com 177,9 MW de potência instalada. O investimento previsto soma de R$ 719,3 milhões.

Alcantaro diz que "faz de tudo" para eleger Glauco Corte

29 de julho de 2010 0

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina, Alcântaro Correa declarou apoio aberto a Glauco Corte na disputa pelo cmando da instituição. Cutucou o empresário Vicente Donini com vara curtíssima. Em discurso no lançamento do prêmio Fiesc de Jornalismo, Alcantaro confirmou: "estou fazendo de tudo para Glauco Corte ser meu sucessor". E disse, ainda, que nunca viu "o Glauco mentir e (...) nem espalhar documentos para a imprensa e nem dividir o setor industrial". Esta é uma evidente referência indireta a Vicente Donini. Tudo isso na presença de representantes de entidades jornalísticas. E do próprio Glauco, durante almoço. Foi a primeira manifestação explícita do atual presidente sobre o tema. Donini criticou a gestão e rompeu com o comando da federação no ano passado, Donini e Glauco são pré-candidatos a presidir a Fiesc. A eleição será em 2011. A um ano das eleições, o clima esquentou de vez.

Tigre compra a equatoriana Israriego

29 de julho de 2010 0

A Tigre comprou a fábrica e os ativos de produção de tubos de PVC da equatoriana Israriego. Com esta compra, a Tigre soma 8% à sua participação de mercado, principalmente no segmento de irrigação. Desta forma, a empresa soma uma área de 15 mil m², e aumenta sua capacidade produtiva em tubos de PVC. A Israriego é controlada pela Plastro, recentemente comprada pela Deere & Co.. A Tigre está presente em Quito com uma unidade fabril e um centro de distribuição desde 2007.. Comparando janeiro a junho de 2010 com o mesmo o período do ano passado, a Tigre Equador apresenta um crescimento de 61%.

“Com esse investimento teremos um posicionamento mais fortalecido naquele país e nos demais mercados da América do Sul”, declara Maria Aparecida Hallack, vice-presidente da Tigre de Negócios Internacionais.

 A Tigre está entre as dez empresas brasileiras mais internacionalizadas segundo o estudo da Fundação Dom Cabral, “Transacionais Brasileiras 2010”, pelo segundo ano consecutivo. Possui 12 fábricas no exterior, concentradas no continente americano, e mantém negócios com mais de 40 países, que representam 25% de seu faturamento anual. Em 2009, a Tigre apurou receita de R$ 2,3 bilhões. No primeiro semestre de 2010, o grupo teve crescimento de 34% e duplicou o seu resultado operacional, em relação ao mesmo período de 2009 em todas suas unidades no exterior.

 A TIGRE NO EXTERIOR

Número de fábricas: 12 (Argentina, 2 na Bolívia, 3 no Chile - incluindo as plantas da joint-venture TigreADS, Colômbia, Equador, Peru, Estados Unidos, Paraguai, Uruguai)

Funcionários no exterior: 1.500

Contratações no exterior em 2009: 200 funcionários

Lucro da Weg cai 2,5%

28 de julho de 2010 0

A Weg teve lucro 2,5% menor no segundo trimestre em relação ao trimestre anterior. O lucro foi de R$ 116,1 milhões, valor é 10,4% inferior ao obtido no segundo trimestre do ano passado. A receita operacional bruta ( entre abril e junho) totalizou R$ 1,22 bilhão, com queda de 2% sobre o período de abril-junho de 2009, mas alta de 8,5% em comparação ao trimestre anterior. No primeiro semestre de 2010, a Weg investiu  R$ 135,1 milhões. No segundo trimestre comprou a Zest, na África do Sul; a Voltran, no México e a brasileira Instrutech. Do ponto de vista operacional, este foi um trimestre que ainda carregou os efeitos da crise internacional de 2009. Mas o mercado de produtos de consumo continuou aquecido no Brasil. Alguns setores industriais entram em ciclo positivo.  

Diminui atividade industrial, diz CNI

28 de julho de 2010 0

O ritmo de crescimento da atividade industrial diminuiu no segundo trimestre do ano.  O indicador de produção recuou para 51,8 pontos e o de emprego caiu para 54,6 pontos.  A utilização efetiva  da capacidade instalada em relação ao usual ficou em 48,4 pontos e os estoques se mantiveram dentro dos níveis planejados pelos empresários.

As informações são da Sondagem Industrial do segundo trimestre, divulgada nesta quarta-feira, 28 de julho, pela Confederação Nacional da Indústria. Os indicadores da pesquisa variam de zero a cem. Valores acima de 50 pontos indicam crescimento.

“O excepcional desempenho registrado no primeiro trimestre não se manteve no segundo”, destaca a pesquisa. Na avaliação da CNI, isso é resultado do fim da redução temporária de impostos  adotada pelo governo para estimular o consumo e reduzir o impacto da crise financeira internacional na economia brasileira. Os incentivos fiscais, adotados no final de 2008 e extintos no início deste ano, favoreceram a compra de produtos como automóveis, eletrodomésticos e móveis. 

A queda no ritmo da produção foi mais intensa nas pequenas empresas, segmento que, tradicionalmente, reflete com maior rapidez as mudanças no cenário econômico interno.  O indicador de produção nesse segmento caiu de 51,7 pontos em maio para 49,1 pontos em junho. O uso da capacidade instalada também recuou para 46,1 pontos entre as pequenas indústrias.

Nas grandes empresas, a produção caiu de 57 pontos em maio para 54,4 pontos em junho e a utilização da capacidade instalada recuou de 50,9 pontos para 50,4 pontos no mesmo período.  

De acordo com a Sondagem Industrial, embora em ritmo mais moderado que o do primeiro trimestre deste ano,  a atividade industrial deve continuar crescendo. “Os empresários continuam otimistas em relação aos próximos seis meses e esperam a manutenção do crescimento da demanda, das exportações e das compras de matérias-primas”, afirma a pesquisa.

O indicador de perspectivas dos empresários em relação à demanda ficou em 63,5 pontos em julho, similar aos 63,4 pontos registrados em junho. As expectativas para as exportações também permaneceram em 52,2 pontos e as de compra de matérias-primas alcançou 60,9 pontos. Otimistas com o futuro, os industriais pretendem manter as contratações. O indicador de expectativa de emprego ficou em 55,9 pontos em julho. Os indicadores de expectativas variam de zero a cem. Valores acima de 50 indicam previsões otimistas.

Busscar vende imóveis para pagar trabalhadores

27 de julho de 2010 0

A Busscar Õnibus está vendendo imóveis para pagar folhas salariais de aproximadamente 3 mil trabalhadores, com a concordância da Justiça do Trabalho. A decisão alcança também os trabalhadores que estavam na empresa e aderiram ao programa de demissão voluntária em fevereiro deste ano. No total, a empresa deve R$ 12.625.722,13 (doze milhões, seiscentos e vinte e cinco mil, setecentos e vinte e dois reais e treze centavos). Ainda estão fora desta conta o salário de junho - já vencido- , e o de julho que vencerá semana que vem.

 A empresa ainda se comprometeu com a Justiça do Trabalho e Sindicato a disponibilizar um valor de créditos tributários que teria direito, mas que estava embargado – no valor de R$ 7.545.658,92 (sete milhões, quinhentos e quarenta e cinco mil, seiscentos e cinqüenta e oito reais e noventa e dois centavos), e mais a liberação de um terreno que está bloqueado pela Justiça também por ação do sindicato dos mecãnicos, no valor estimado de R$ 11 milhões, para negociação com o banco BIC. Assim, aproximadamente  R$ 5 milhões serão usados para pagar a dívida destas folhas com os trabalhadores, e o restante para faproximadamente 70 ônibus, que estão parados no pátio à espera de matéria prima para serem entregues aos clientes da Busscar. Estima-se que para os trabalhadores recevberem o dinheiro vai demorar 15 dias, aproximadamente.

BNDES participa de reuniões sobre a Busscar

26 de julho de 2010 0

 O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social  não está intermediando qualquer possibilidade de transação envolvendo a Busscar Ônibus. A instituição financeira federal  confirma que "executivos do banco tem participado de reuniões com representantes da empresa, dos sus credores e de seus trabalhadores" na condição de credor da companhia joinvilense.  A Busscar é cliente do BNDES de longa data, tanto por meio das linhas de comercialização interna (Finame) e externa (pré e pós-embarque) como de financiamento direto à empresa.

O banco avalia positivamente a companhia. É empresa cujos produtos são de "reconhecida excelência, fato comprovado por sua capacidade de venda, não só no mercado doméstico, como também no mercado externo". E,  reconhecendo a importância da Busscar para o país e para a região onde se encontra instalada, "o BNDES mantém seu interesse na preservação da empresa, de seus ativos e dos empregos de seus trabalhadores". E reforça: eventuais negociações e decisões que envolvam a configuração societária da empresa devem ser tratadas diretamente por seus controladores, não cabendo ao BNDES qualquer atribuição de negociar ou intermediar propostas de eventuais alterações no controle acionário da Busscar".

Vai diminuir ICMS para atender a Azul

23 de julho de 2010 0

O decreto que será assinado pelo governador Leonel Pavan na segunda-feira, dia 27 de julho, em Joinville, altera o benefício concedido há um ano para o setor de aviação regional, com a redução da alíquota de ICMS de 17% para 4% (3% mais 1% para o FundoSocial) sobre a compra dos combustíveis de aviação. A partir de agora o benefício se dará no abastecimento de aeronaves com até 120 assentos (antes eram de até cem) e que operem linhas regionais (que iniciem ou encerrem em Santa Catarina). O objetivo é atender municípios catarinenses com vôos comerciais regulares. A alteração poermitirá à empresa Azul voar para destinos em Santa Catarina.

Conversas sobre a Busscar começaram em Brasília

23 de julho de 2010 0

O prefeito de Joinville, Carlito Merss, por telefone, reafirma as informações divulgadas por AN na edição de quinta-feira, 22 de julho. E garante que "na hora oportuna" dará os detalhes da transação. Diz, ainda, que não revela o nome da empresa porque cumpre um pedido do empresário. E confirma: o BNDES sabe, sim, do que se trata. Afirma que estas conversas iniciaram em Brasília, e já está neste processo há pelo menos 15 dias.

Carlito avança um pouco mais nas informações: "é um grupo empresarial brasileiro que depende de ônibus para seu negócio e que não tem interesse no monopólio da fabricação de carrocerias". Afirma, também, que o próprio presidente da Busscar conhece um dos empresários. E rebateu a reação do empresário joinvilense. "É uma reação desnecessária. Eu quero ajudar. A posição do Cláudio (Nielson) é estranha. Ele fez campanha política contra o PT. Já disse isso para ele".

O conflito de informações é característico de casos que extrapolam o mundo dos negócios privados, alcançam dimensão social e permeiam o ambiente político carregado de emoção. Rememorando: grupo de trabalhadores tem usado a grave crise da companhia para fazer manifestações públicas, tanto em Joinville como em Brasília. Houve, até, campanha de doação de alimentos para os quase 3 mil empregados que não recebem salários há mais de 90 dias.

Claudio Nielson critica prefeito de Joinville

23 de julho de 2010 0

O presidente da Busscar Ônibus, Claudio Nielson, demonstrou "surpresa" e "perplexidade" com a afirmação do prefeito de Joinville, Carlito Merss, publicada ontem em AN, de que está em andamento negociação com uma empresa interessada na compra da fabricante de carrocerias. O empresário afirma não ter recebido "nenhuma proposta formal, nem por escrito". Em tom de crítica ao prefeito, Nielson diz que Merss é a autoridade máxima do município, mas "não tem como agir em situações entre companhias privadas".  O prefeito, via assessoria de imprensa, por telefone, reafirma as informações divulgadas. E garante que "na hora oportuna" dará os detalhes da transação. Diz, ainda, que o BNDES sabe, sim, do que se trata.  O conflito de informações é característico de casos que extrapolam o mundo dos negócios privados, alcançam dimensão social e permeiam o ambiente político carregado de emoção. Rememorando: grupo de trabalhadores tem usado a grave crise da companhia para fazer manifestações públicas, tanto em Joinville como em Brasília. Houve, até, campanha de doação de alimentos para os quase 3 mil empregados que não recebem salários há mais de 90 dias.

Economia subterrânea é igual ao PIB argentino

21 de julho de 2010 0

O Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO) e o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) divulgaram hoje, 21/07, em São Paulo, o novo Índice da Economia Subterrânea, que compreende toda a produção de bens e serviços deliberadamente não reportada aos governos. Graças ao aperfeiçoamento do índice, obtido a partir da inclusão de nova metodologia de apuração pela FGV, foi possível, pela primeira vez, conhecer o tamanho da economia subterrânea: R$ 578 bilhões em 2009, o que corresponde a 18,4% do PIB brasileiro.

 “A nova forma de cálculo é uma evolução necessária do índice e o torna muito mais preciso, ainda que, por conta da própria característica da matéria estudada, seja obtido em forma de estimativa”, explica Fernando de Holanda Barbosa Filho pesquisador do Ibre/FGV e responsável pelo estudo. Para ele, a obtenção desta estimativa é um excepcional avanço e responde a uma das principais questões, ou seja, medir o quanto se produz na economia subterrânea brasileira e comparar isso com outros indicadores, obtendo-se uma ordem de grandeza concreta.

 

O número divulgado hoje não deixa dúvidas quanto à dimensão atingida pela atividade subterrânea no Brasil. “Estamos falando de quase R$ 600 bilhões, que ficam à margem da economia formal brasileira. Para dar uma idéia da gravidade desse problema, basta lembrar que a economia subterrânea do Brasil supera toda a economia da Argentina”, ressalta André Franco Montoro Filho, diretor executivo do ETCO. Ele acredita que esse valor chamará mais atenção da opinião pública para o assunto e abrirá ainda mais espaço para a discussão sobre suas conseqüências para o País.

 O estudo divulgado  permite ainda que seja feita a comparação dos valores desde o ano de 2003, quando foi iniciada a série de estimativas do índice. No período, os valores absolutos passaram de R$ 357 bilhões para os atuais R$ 578 bilhões. Como o PIB teve um crescimento de R$ 1.700 bilhões para R$ 3.143 bilhões, porcentualmente observa-se uma queda na comparação, de 21% para 18,4% em seis anos.

Economia subterrânea soma quase R$ 600 bilhões

21 de julho de 2010 0

O Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO) e o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) divulgaram hoje, 21/07, em São Paulo, o novo Índice da Economia Subterrânea, que compreende toda a produção de bens e serviços deliberadamente não reportada aos governos. Graças ao aperfeiçoamento do índice, obtido a partir da inclusão de nova metodologia de apuração pela FGV, foi possível, pela primeira vez, conhecer o tamanho da economia subterrânea: R$ 578 bilhões em 2009, o que corresponde a 18,4% do PIB brasileiro.

 

“A nova forma de mensuração é, na realidade, uma evolução natural e necessária do índice e o torna muito mais preciso, ainda que, por conta da própria característica da matéria estudada, seja obtido em forma de estimativa”, explica Fernando de Holanda Barbosa Filho pesquisador do Ibre/FGV e responsável pelo estudo. Para ele, a obtenção desta estimativa é um excepcional avanço e responde a uma das principais questões, ou seja, medir o quanto se produz na economia subterrânea brasileira e comparar isso com outros indicadores, obtendo-se uma ordem de grandeza concreta.

 

O número divulgado hoje não deixa dúvidas quanto à dimensão atingida pela atividade subterrânea no Brasil. “Estamos falando de quase R$ 600 bilhões, que ficam à margem da economia formal brasileira. Para dar uma idéia da gravidade desse problema, basta lembrar que a economia subterrânea do Brasil supera toda a economia da Argentina”, ressalta André Franco Montoro Filho, diretor executivo do ETCO. Ele acredita que esse valor chamará mais atenção da opinião pública para o assunto e abrirá ainda mais espaço para a discussão sobre suas conseqüências para o País.

 

O estudo divulgado hoje permite ainda que seja feita a comparação dos valores desde o ano de 2003, quando foi iniciada a série de estimativas do índice. No período, os valores absolutos passaram de R$ 357 bilhões para os atuais R$ 578 bilhões. Como o PIB teve um crescimento de R$ 1.700 bilhões para R$ 3.143 bilhões, porcentualmente observa-se uma queda na comparação, de 21% para 18,4% em seis anos.

Justiça suspende licitação de acesso a Bombinhas

21 de julho de 2010 0
A Justiça Federal determinou ao Estado de Santa Catarina a imediata suspensão da licitação para a construção do segundo acesso de Bombinhas, também conhecido como "Rodovia Turística Porto Belo - Bombinhas".
 
A decisão foi dada em ação civil pública, ajuizada pelo procurador da República em Itajaí Roger Fabre, que buscava a declaração da ilegalidade do procedimento de licenciamento ambiental da rodovia por não terem sido considerados impactos negativos ao meio ambiente, a legislação aplicável e as alternativas para o projeto.
 
Conforme a ação, em junho de 2007, a Secretaria de Estado da Cultura, Turismo e Transporte protocolou, junto à Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina (FATMA), requerimento de licença ambiental prévia (LAP) para a implantação da Rodovia Turística Porto Belo - Bombinhas com extensão de 12,9 km.
 
O estudo de impacto ambiental (EIA) apresentado pelo governo estadual considerava como viável apenas a passagem da rodovia pelo topo dos morros existentes em Santa Luzia, Zimbros e Porto Belo, onde se encontram nascentes, cursos d'água e vegetação de mata atlântica bem preservada. Além disso, a região é circundada por cinco unidades de conservação, sendo duas delas federais.