Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts do dia 4 junho 2012

Udo renuncia

04 de junho de 2012 0

O empresário Udo Döhler renuncia, nesta segunda-feira, dia 4, ao comando da Associação Empresarial de Joinville e vai surpreender de novo: não fará discurso na solenidade de posse de seu sucessor, Mario Cezar de Aguiar, dia 18, em ato solene com jantar na Sociedade Harmonia Lyra. Explicação: como Aguiar será, de fato, presidente da entidade a partir de hoje, vai se suceder a si mesmo. Udo não quer dar margem a críticas e a especulações de que estaria usando a entidade para finalidade político-eleitoral. Ele é pré-candidato a prefeito pelo PMDB. Por conta de sua candidatura, também se licencia na terça-feira, dia 5, dos cargos que ocupa na Fiesc.

Confira a íntegra da carta da renúncia:


Carta de renúncia

Joinville, 4 de junho de 2012

Ilmo. Sr.

Mário Cesar de Aguiar

Vice-Presidente da ACIJ – Associação Empresarial de Joinville

Demais Diretores

Nesta

Assunto: Carta de Renúncia ao cargo de Presidente da ACIJ

Meus Prezados Companheiros de Diretoria:

Escolhemos, para justificar o presente pedido, algumas palavras de nosso discurso de posse como Presidente da ACIJ, proferidas na solenidade realizada no distante mês de junho de 1987, há 25 anos, portanto, quando perante o empresariado de Joinville, das autoridades e convidados então presentes afirmávamos que:

“Acreditamos que a partir de uma nova Constituição (e ela veio em Outubro de 1988) e em especial a partir da conscientização de tantos segmentos da sociedade brasileira a respeito da importância do poder Legislativo, podemos aspirar a melhoria do nosso corpo de Leis, tão extenso, contraditório, casuístico e paternalista.

A partir daí podemos antever uma fase nova para o legislador ordinário, um período de correções e ajustes necessários para eliminar prerrogativas injustas, gravames intoleráveis, ou abandonos e omissões inaceitáveis.

Devemos nos preparar para esta época promissora em que nosso trabalho, nossa participação, lado a lado com a classe política, poderá trazer benefícios reais para o país. Época em que aqueles postulados que procuramos veramente, ao longo de tantos anos, possam ser alcançados, como a descentralização do poder público, a austeridade administrativa, a desburocratização, a proteção à família, a melhoria da educação nacional, o acesso à saúde, a questão habitacional, a distribuição mais eqüitativa da renda entre pessoas e regiões, a proteção ao menor, a melhoria da segurança pública, o fim da impunidade, e a recuperação plena do auto-respeito e orgulho nacional.

Vamos conseguir tudo isso, acredito, cada necessidade a seu tempo, há de ser atendida, mas não podemos mais regredir.  Devemos trabalhar incessantemente para que isso não aconteça.

A Associação Comercial e Industrial de Joinville é a casa do empresário Joinvilense e seu porta voz oficial. Cabe a todos os empresários participarem de seus trabalhos e responsabilidades.

Não basta acompanhar seu desempenho à distância.

Muitas tarefas estão sendo desenvolvidas nesta casa, e precisam da continuidade dos nossos esforços para levá-las a bom termo.”

No mesmo discurso, enfatizamos também, que:

“Este contexto, este conflito diuturno nos convence ainda mais, da correção e validade da proposta principal que esta casa adotou nos últimos anos – aliar-se a classe política, dela participar, procurar aprimorá-la, enobrecê-la, conferir-lhe maior valor, para que sua mais elevada destinação seja efetivamente alcançada.” (Texto publicado no O Jornal – Junho/87 – pag.12)

O que então dizíamos e pensávamos, continuamos a fazê-lo.

Assim, nós pretendemos ingressar no processo político e disputar, pela vez primeira um cargo eletivo.

A legislação pertinentes específica casos de inelegibilidades, dentre os quais o das pessoas que tenham dentro dos 4 meses anteriores ao pleito ocupado cargo de direção em entidades representativas de classe mantidas com contribuições compulsórias, o que inclui os Sindicatos.

Assim, e por isso, vamos nos afastar da direção do sindicato Têxtil e decidimos que tomando tal proibição como uma linha de postura, se não imposta mas pelo menos recomendada, decidimos que devemos também renunciar à Presidência da ACIJ, embora faltando apenas alguns dias para o término do nosso mandado.

Pedimos ao grande companheiro Mário Cesar Aguiar, hoje eleito pelo Colégio Eleitoral desta Casa como seu novo Presidente, que assuma, desde já, essa presidência, desejando-lhe uma feliz gestão.

Agradeço a colaboração dedicada e sincera de todos os membros da Diretoria.

Atenciosamente.

Udo Döhler

Udo Döhler renuncia nesta segunda o comando da Acij

04 de junho de 2012 0

O empresário Udo Döhler renuncia, nesta segunda-feira, dia 4, ao comando da Associação Empresarial de Joinville e vai surpreender de novo: não fará discurso na solenidade de posse de seu sucessor, Mario Cezar de Aguiar, dia 18, em ato solene com jantar na Sociedade Harmonia Lyra.

Explicação: como Aguiar será, de fato, presidente da entidade a partir de hoje, vai se suceder a si mesmo. Udo não quer dar margem a críticas e a especulações de que estaria usando a entidade para finalidade político-eleitoral. Ele é pré-candidato a prefeito pelo PMDB. Por conta de sua candidatura, também se licencia, amanhã, terça-feira, dia 5, dos cargos que ocupa na Fiesc.

Colombo corta gastos em Santa Catarina

04 de junho de 2012 0

O governo do Estado vai cortar 10% com despesas com veículos locados. Licitações de produtos e serviços de tecnologia, com valor acima de R$ 100 mil deverão ter parecer técnico favorável das Secretarias de Administração, Fazenda e do Centro de Informática e Automação do Estado (Ciasc).

Os contratos de supervisão de obras devem, preferencialmente, ser feitos com universidades. A partir de março de 2013, as licitações para contratações de obras de engenharia só serão abertas com a prévia elaboração do projeto executivo.

Nos próximos contratos, deve ser observada a redução nos valores de terceirizados (20%) e de novos automóveis (10%).Tudo para que se evite problemas futuros em relação à responsabilidade fiscal. Fusões e extinções ede empresas também virão por aí. Decisões são necessárias em tempos de recursos escassos e queda de arrecadação em relação ao previsto.