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Para advogado, grandes bancos devem rejeitar plano de recuperação da Busscar

15 de agosto de 2014 1

O advogado Dilvo Glustak, que representa Rainoldo Raiter e Valdir Nielson, credores da Busscar com R$ 304 milhões a receber, vai apresentar alterações ao plano de recuperação judicial da companhia.

A tentativa de viabilizar uma solução passa por propostas a serem entregues durante a assembleia de credores marcada para a próxima terça-feira, dia 19.

Entre as ideias a serem mostradas, está a possibilidade de se abrir a empresa para potenciais investidores, com consequente redução de participação acionária de Claudio Nielson no negócio.

Mas um ponto central é a lógica capitalista: nenhum investidor vai colocar um centavo em um negócio que vive de absoluta incerteza.

A sugestão também passa pela busca por uma equação para a questão fiscal. Este é um elemento essencial no processo de negociação. Outro ponto é o de se constituir uma unidade produtiva isolada (Tecnofibras) a ser vendida.

O problema maior para se conseguir a aprovação de um plano de recuperação atende pelos nomes de dois bancos: Santander e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Ambos são credores majoritários na categoria de garantia real.

O BNDES já antecipou que vota contra o plano da Busscar. E o Santander continua bastante irredutível, tendendo, também, a rejeitar os termos propostos nos autos pela companhia, diz Dilvo. O advogado vai ao centro da questão:

- Os bancos já definiram o destino da Busscar.

Comentários (1)

  • Vander diz: 16 de agosto de 2014

    Afinal, de um jeito de outro, a Busscar poderá voltar a produzir ou não?!

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