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Leilão da Tecnofibras será dia 11 de março

19 de dezembro de 2014 0

O leilão da Tecnofibras em lances orais, e não mais por carta fechada, será realizado dia 11 de março de 2015 no salão do tribunal do júri do fórum de Joinville. A decisão é da Justiça. O edital completo será publicado em janeiro, no retorno das férias forenses.

O primeiro horário será às 14 horas. O valor mínimo, neste caso, é de 60% do total da avaliação dos bens, que é de R$ 74 milhões. Se não houver arrematante com proposta tecnicamente aprovada pelo juiz, nova rodada acontecerá 30 minutos depois revela a leiloeira Tatiane Duarte.

É provável que o pagamento à vista seja de 20% do total, e parcelamento do restante em 48 meses quando do primeiro leilão. No segundo momento, é possível que se exija entrada de 30%, com prazo para pagamento do que faltar em no máximo 36 meses.

Estes detalhes ainda precisam de confirmação e de publicação do edital no Diário da Justiça do Estado. Os investidores interessados devem apresentar documentação legal até dia 10 de março, a demonstrar que tem capital e solidez financeira para comprar a empresa.

O leilão, do parque fabril da Busscar, também em lances orais, será marcado para outra data, entre março e abril. Os bens não operacionais do grupo Busscar também irão à venda, num outro dia, a ser definido pela Justiça.

Conta de luz deve subir aos poucos. Aumento está previsto para começar em janeiro

19 de dezembro de 2014 0

Prepare o bolso. A conta de luz cobrada pela Celesc poderá aumentar um pouco a cada mês, a partir de janeiro de 2015, em vez de acontecer um “tarifaço” único, em 7 de agosto, como era até agora. Nos meses em que a distribuidora não precisar usar energia de termoelétricas, o aumento não será necessário. A nova regra, chamada de “bandeiras tarifárias” foi definida pela Aneel. As bandeiras tarifárias serão informadas mensalmente nas faturas de energia após a homologação pela agência. A definição da bandeira tarifária para vigorar em janeiro de 2015 será anunciada em 23 de dezembro. Para fevereiro de 2015, a definição será divulgada em 31 de janeiro de 2015. E assim sucessivamente. O novo modelo ajuda a garantir receitas regularmente às distribuidoras. E evita o descasamento entre custos com compra de energia de térmicas a valores elevados e arrecadação só anualizada, após reajuste de agosto, como praticado ao longo dos anos.

Águas de Joinville foca ação nos grandes consumidores

18 de dezembro de 2014 0

A Companhia Águas de Joinville vai focar o trabalho nos chamados “grandes consumidores”, responsáveis por utilizar acima de 1000 m³ de água por mês, o equivalente a 1 milhão de litros de água. Indústrias, hospitais e grandes condomínios, que representam 0,05% dos clientes respondem por 6% do consumo total. A iniciativa tem por objetivo conseguir diminuir o desperdício.

Convalidação de incentivos fiscais dos Estados fica para fevereiro

17 de dezembro de 2014 0

A convalidação dos incentivos fiscais dos Estados voltará à discussão em fevereiro de 2015 no contexto de pacote da reforma tributária em gestação pela nova equipe econômica a ser empossada no começo do ano.

A informação é do senador Luiz Henrique (PMDB-SC), autor do substitutivo ao projeto, após reunir-se com o futuro ministro da Fazenda, Joaquim Levy, no gabinete do presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros.

Levy quer debater o tema de forma mais ampliada, a partir de posse dos governadores eleitos. Não havia, mesmo, consenso entre os líderes partidários para votar o substitutivo ao PLS 130/2014 em regime de urgência, na reunião extraordinária do plenário marcada para esta quarta (17).

Kantar compra Ibope

17 de dezembro de 2014 0

A Kantar, com forte atuação em pesquisa, insight e consultoria, e braço do poderoso grupo WPP, comprou o controle do Ibope Media, que é líder em medição de mídia e investimento publicitário na América Latina. A Kantar é a maior  do segmento no mercado em medição de audiência de televisãoem 48 países.

Montadora chinesa prospecta instalar unidade em Joinville

17 de dezembro de 2014 0

O Perini Business Park recebeu a visita de cinco montadoras de veículos desde o ano de 2012. São europeias e chinesas, que fizeram prospecção sobre possível instalação de unidade. Neste ano de 2014, uma montadora chinesa também esteve conversando com o comando do condomínio multissetorial. A definição do endereço a ser escolhido no Brasil vai passar por negociações com os governos dos Estados de Santa Catarina, São Paulo, Espírito Santo e Minas Gerais, que disputam o empreendimento. Esta decisão deverá acontecer ao longo de 2015, espera o diretor comercial Jonas Tilp. A prevalecer Santa Catarina, poderá ser oportunidade tanto para o complexo empresarial quanto para o seu braço construtor, a Perville.

Sul no páreo
O ambiente de negócios na região Norte de Santa Catarina favorece. Entre os pontos de atração, está a tranquilidade do movimento sindical. Algo que já não ocorre mais em Curitiba, avalia o executivo. No Estado, ainda há Içara e a região de Criciúma no páreo por conta da finalização da duplicação da BR-101 e de muito boas perspectivas de expansão do Porto de Imbituba.

Expansão
O Perini vai construir mais 15 mil m² de área no próximo ano, podendo disponibilizar 50 mil m² a mais do que tem hoje. A diferença é o tamanho atualmente não ocupado com a saída da Universal. Estão em andamento negociações com empresas de saúde e medicina e de logística. Neste ano de 2014, 26 novas empresas se instalaram no Perini, o que exigiu erguer área adicional de 36 mil m². E 522 empregos a mais foram criados.

Joinville lidera ranking de empregos em Santa Catarina

16 de dezembro de 2014 0

O Centro Público de Atendimento ao Trabalhador (Cepat) fecha 2014 atingindo uma importante marca em dois anos de atuação. De janeiro a outubro deste ano, Joinville registrou 7.692 vagas de emprego e se encontra na liderança do ranking de evolução do emprego formal em Santa Catarina, seguida de Itajaí (6.348), Blumenau (5.618) e São José (5.313) e 19 posições a frente de Florianópolis (919).

Até 12 de dezembro, a unidade localizada na rua Abdon Batista, 342,, atendeu 38.977 pessoas, quase o dobro que o ano passado. Foram captadas 5.042 vagas de emprego e realizadas 18.247 inscrições. Nesse período, 9.924 pessoas foram encaminhadas para empresas e 26.384 pediram seguro-desemprego. A cidade encerra o ano com mais de 198 mil empregados com carteira de trabalho assinada

O convênio com o Ministério do Trabalho e Emprego previa 25.499 atendimentos até 2014. A meta foi superada, suprindo solicitações de 57 mil trabalhadores.

Prefeitura vai pedir para a CBF que times que vão jogar contra o JEC usem o aeroporto de Joinville

16 de dezembro de 2014 0

A Prefeitura de Joinville vai mandar, em 2015, ofício à CBF pedindo para que as delegações de clubes que vão disputar jogos na Arena contra o JEC comprem passagens com destino ao Aeroporto Lauro Carneiro de Loyola. E não por Afonso Pena, de Curitiba. A melhoria na qualidade e segurança do aeroporto local será o argumento.

>> Com ILS, Aeroporto de Joinville já é 69% mais eficiente

Tecnofibras será leiloada em março. Empresa de Joinville está avaliada em R$ 73 milhões

16 de dezembro de 2014 0

tecnofibras

A Tecnofibras, única empresa do Grupo Busscar ainda em operação e rentável, vai ser vendida na modalidade de leilão, em lances orais, em março, muito provavelmente no dia 11. O valor mínimo dos lances será oficializado pela Justiça ainda nesta semana. Este leilão será separado de dois outros (do parque fabril da Busscar e de bens não operacionais do grupo) para facilitar a negociação, diz a leiloeira Tatiane S. Duarte. O lance mínimo a ser exigido dos interessados no caso será definido pelo juiz da 5ª Vara Cível de Joinville. A empresa está avaliada em R$ 73 milhões.

Os leilões da Busscar e de ativos não operacionais também deverão acontecer no mesmo mês. Até lá, o ambiente macroeconômico já estará mais claro. Este é um fator importante para ajudar a viabilizar o negócio, explica o administrador judicial Rainoldo Uessler.

Índice de Confiança Empresarial diminui de novo

15 de dezembro de 2014 0

O Índice de Confiança Empresarial Sustentare referente ao quarto trimestre do ano, apresentou nova queda em relação aos resultados do período anterior, e marcou apenas 44,16 pontos, bem abaixo da linha divisória de 50 pontos, a separar pessimismo de otimismo. No terceiro trimestre o número geral era 44,90 pontos.

Bens da Sulfabril, de Blumenau, vão a leilão em março

15 de dezembro de 2014 0

Nova tentativa de venda da Sulfabril será realizada no dia 17 de março de 2015, para liquidação dos ativos. A decisão da juíza responsável pelo processo, Dr.ª Quitéria Peres, foi publicada na sexta-feira (12/12). Desta vez, os interessados em comprar os bens deverão enviar propostas de valor e forma de pagamento por carta fechada no Fórum de Blumenau no dia 16 de março, das 12 horas às 19 horas, véspera da audiência  para abertura das propostas. Estarão à venda a marca Sulfabril, o parque fabril em Blumenau, máquinas industriais e imóveis  que totalizam 15 mil de m² de área.

>> Leia mais notícias sobre economia e negócios

Empresário aponta razões para PIB de Joinville diminuir

12 de dezembro de 2014 5

O texto a seguir é de um leitor, que se sentiu motivado a comentar sobre a situação econômica de Joinville, a partir do texto da coluna “Indústria afunda e PIB diminui”, publicado nesta sexta-feira, dia 12 de dezembro. Segue a análise dele, que prefere não se identificar publicamente.

Prezado Claudio

Sou leitor assíduo da sua coluna no jornal A Noticia e há um bom tempo ensaio lhe escrever. Tenho uma micro empresa em Joinville e por questões obvias (você irá entender o porque) não irei divulgar nem o nome nem a localização dela. Estamos estabelecidos há 3 anos em Joinville e desde então temos brigado muito para poder viabilizar nossa empresa no município.

Sou Joinvillense de berço e nunca vi uma situação tão difícil para o micro empresário. As muitas leis estúpidas que foram criadas para ocupação de solo privilegia alguns poucos empresários que mantém condomínios com custos de m² aviltantes criando um distanciamento entre a grande e a pequena empresa que quer crescer, gerar emprego e perpetuar seu negócio.

Não consigo liberação da minha atividade em minha rua porque o Seinfra simplesmente estabeleceu que aqui é zona verde. Sinceramente de verde temos apenas algumas poucas árvores na rua, um pouco de grama no pátio e umas bananeiras decorativas. O resto é tijolo, cimento e asfalto, aliás estamos há apenas 100 metros da BR-101 por onde circulam nossos produtos para todo o sul do país.

Não falo sozinho, em minha rua temos pelo menos umas 5 empresas em funcionamento. Como conseguimos produzir? Na marginalidade, claro. Das 5 empresas lotadas aqui na rua, pelo menos 3 pagam imposto para Araquari, assim como a minha. Isso mesmo, tivemos que abrir um escritório em Araquari para poder conseguir um alvará que permita-nos faturar. Pago todos os meses pelo menos R$ 50.000,00 em impostos que vão para onde? Araquari.

Some o meu junto com os outros 2 da minha rua e fazendo uma conta rápida chegamos á R$ 150.000,00 em impostos evadidos para a vizinha Araquari que embolsa a riqueza que geramos aqui. Amplio um pouquinho e na rua seguinte á minha temos pelo menos umas 10 empresas e sei que a maioria está na mesma situação. As muitas transportadoras que nos atendem sei que algumas também utilizam desse artificio para poder sobreviver.

Temo que logo não poderemos mais ficar aqui e isso sinceramente não é o que gostaria pois a maioria dos meus funcionários (5 no total) moram aqui por perto, mas se não tiver jeito teremos que nos mudar em definitivo talvez para Araquari que não criou empecilhos para nos aceitar como pagador de impostos e certamente ficará feliz que estejamos por lá, movimentando a economia local com combustível, alimentação, serviços, etc.

Esse êxodo é o caminho natural das grandes e do jeito que a coisa vai das pequenas também. Por que Joinville despreza tanto as empresas que aqui querem se estabelecer? Segundo dados recentes do Sebrae, as micro e pequenas empresas são as principais geradoras de riqueza no Comércio no Brasil, já que respondem por 53,4% do PIB deste setor.

No PIB da Indústria, a participação das micro e pequenas (22,5%) já se aproxima das médias empresas (24,5%). E no setor de Serviços, mais de um terço da produção nacional (36,3%) têm origem nos pequenos negócios.

“Os dados demonstram a importância de incentivar e qualificar os empreendimentos de menor porte, inclusive os Microempreendedores Individuais. Isoladamente, uma empresa representa pouco. Mas juntas, elas são decisivas para a economia”, lembrando que os pequenos negócios também empregam 52% da mão de obra formal no País e respondem por 40% da massa salarial brasileira.

Vamos fazer outra conta rápida. Digamos que do total do PIB gerado em Joinville 18,2 bilhões de reais em 2012, a metade dos 22,5% de pequenas empresas da cidade estejam em situação idêntica a nossa, teríamos então uma evasão de 2,03 bilhões de reais que somados aos 18,2 bilhões teríamos um montante de 20,2 bilhões colocando Joinville novamente a frente do PIB catarinense.

Assim, caro amigo, não precisa nem abrir as burras de incentivo para BMW´s, GM´s ou outra qualquer gigante multinacional da vez e voltamos retumbantes para a dianteira da economia catarinense, lugar que sinceramente nunca deveríamos ter saído. Mas é tão simples assim? É simples assim! Amo minha cidade e não quero de forma alguma que o dinheiro aqui gerado enriqueça Araquari, Garuva, Itajaí ou seja lá qual cidade que for.

OPINIÃO: Indústria afunda e PIB diminui em Joinville

12 de dezembro de 2014 2

Joinville não tem mais o maior Produto Interno Bruto catarinense. Foi ultrapassada por Itajaí. É o que mostram os números divulgados pelo IBGE. Cair para a segunda posição nem é o maior dos problemas, apesar de não ser bom para a imagem do município, aos olhos de investidores, sempre à procura dos líderes e de elementos diferenciadores na hora de optar por endereços para negócios novos. Muito mais significativo são dois dados inquietantes, que surgem do levantamento.

O primeiro é a queda do total da riqueza criada em Joinville. O recuo de 2,86% (R$ 537 milhões a menos) em relação a 2011 (com o PIB ficando em R$ 18,299 bilhões em 2012), merece atenção porque, historicamente, “vende-se” o conceito de que Joinville é uma economia em crescimento constante. Não é mais, apesar de que os números do PIB são, sempre, uma viagem no tempo para dois anos atrás.

Outro número negativo e ainda mais impressionante é o que aponta para um decréscimo de 11,59% no valor adicionado bruto referente à atividade industrial joinvilense daquele ano. Várias indústrias diminuíram de tamanho. Aí, sim, é uma surpresa desagradável, para a qual nem os mais estudiosos da cena econômica local imaginavam.

Numa linguagem popular, dá para comparar: a indústria de transformação se queixava de dor de cabeça com frequência, mas não procurava médico. Ou escondia o diagnóstico, por desinteresse. Agora baixou num hospital para um check-up completo.

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É preciso esmiuçar isso. Prefeitura, academia e pesquisadores terão uma missão: ir a fundo nos elementos que possam ter influenciado tão dramaticamente a situação. Claro, não perderemos as grandes potências que temos, nem deixarão de ser o nosso referencial. Como as informações são internas das empresas – à exceção das raras que são listadas em Bolsa – fica difícil fazer uma avaliação mais consistente, neste momento, do que gerou o descompasso.

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A Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Joinville vai colocar uma lupa neste ponto para tentar identificar as origens deste descompasso histórico. A cidade continuará muito atrativa, mas uma reflexão aprofundada é obrigatória.

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Chegou o momento de construirmos, de fato, uma base econômica nova, para o longo prazo, centrada em tecnologia, prestação de serviços que gerem alto valor agregado. Depender de um só setor pode causar convulsões. Exagerei?

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A dianteira de Itajaí, com o PIB crescendo 6,23% (o Brasil avançou 6,01%) pode ser explicado por dois fatores: 1) Lá a economia se caracteriza pela movimentação de produtos e, em Joinville, pela produção. 2) O fluxo de comércio exterior corre para e pelo complexo portuário, gerando arrecadação.

Krona lança 100 produtos

11 de dezembro de 2014 0

A Krona Tubos e Conexões, com sede em Joinville, vai lançar 100 novos produtos no próximo ano para complementação de linha. Com isso, o portfólio da empresa passará a ter 650 itens, resultado de conquistas de mais clientes em diferentes regiões do País.

A evolução tecnológica permite que a Krona tenha máquinas extrusoras (foto) com capacidade produtiva de 450 quilos e mil quilos por hora. A meta é dobrar o faturamento para R$ 1 bilhão no prazo de cinco anos. Neste período, planeja construir duas novas fábricas – nas regiões Sudeste e Centro-oeste.

Os joinvilenses pretendem gastar quase R$ 515 nas compras de Natal deste ano

11 de dezembro de 2014 0

Os joinvilenses pretendem gastar quase R$ 515 nas compras de Natal deste ano. O gasto médio é maior do que os R$ 494,44 registrados em 2013. A pesquisa de intenção de compras para o Natal, realizada pela Fecomércio-SC e pela FCDL-SC, ainda revela que a maioria relativa dos entrevistados – 37,66% – está em uma condição financeira melhor neste ano.

A média de presentes dos consumidores de Joinville é a maior de todas as sete cidades analisadas (Blumenau, Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Itajaí e Lages e Joinville). Serão 5,5 presentes por consumidor. E o comércio dos shoppings que se prepare: 55,1% das pessoas pretendem comprar os presentes por lá, contra 42,4% que irão circular pelo comércio de rua.