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Sindicato pede impugnação de plano da Busscar

O Sindicato dos Mecânicos de Joinville e Região pediu a impugnação do plano de recuperação apresentado pela empresa à Justiça Comum.. São objeções divididas em duas impugnações que em resumo, apresentam o seguinte:
a) não há menção de saída da família Nielsen da administração da sociedade;

b) plano de alcançar boas margens (24,7% em 2014) deve estar atrelado à prática de preços do mercado. Ocorre que o plano desconsidera o fato de que o produto está desatualizado e que o market share perdido já foi ocupado por concorrentes;

c) plano baseado em operação com a Guatemala, o qual não tem perspectiva imediata de retomada dos embarques, a curto prazo. No plano esta operação representa mais de 70% da produção de 2012;

d) credores são novamente convidados a bancar a operação com descontos, carências e taxas de juros subsidiadas, que reduzem seu crédito para até 15% do valor de face (aplicando-se o ajuste a valor presente);

e) o plano concede tratamento diferenciado para credores de mesma classe;

f) o plano de pagamento aos credores trabalhistas em prazo superior a um ano, em violação ao artigo 54 da Lei de Falências;

g) não há plano para pagamento da dívida tributária, na monta de aproximadamente R$ 477 milhões, sendo que os programas de parcelamento do Governo se estendem a no máximo 60 meses, gerando um comprometimento de receita mensal superior a R$ 5 milhões;

h) a administração da sociedade ainda acredita na obtenção do crédito prêmio de IPI em relação às exportações após 1990, ainda que em descompasso com ínumeras decisões judiciais, inclusive do STF;

i) com a aprovação do plano, a Administração ficará autorizada a vender ativos (imóveis, Tecnofibras, etc) que hoje são a garantia dos credores;

j) mantendo o mesmo estilo de gestão do passado, a empresa não alcançará as margens planejadas, e consumirá o capital de giro eventualmente aportado ou obtido com as alienações;

k)  asituação ficará pior que está atualmente, pois não mais se terá os ativos para garantia do pagamento dos débitos;

j) na realidade, serão os mesmos atores, no mesmo cenário, realizando as mesmas ações, bancados pelos credores, que ao final, além de não receberem seus créditos, estarão sem bens passíveis de garantí-los.

O tema vai render muita polêmica.

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Veto ao aumento do gás

O governador Raimundo Colombo anunciou, na Fiesc, que vai vetar o projeto de aumento de 9,7% do gás natural. Funcionou a presão da indústria, apesar da SCGás entender que sem o reajuste, a empresa pública fica com desequilíbrio econômico-financeiro.

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Na veia

Na quinta à noite, em seu discurso de posse para comandar a Ajorpeme neste ano, Gean Correa foi duro: "peço aos vereadores que sejam prudentes em suas deliberações sobre ordenamento territorial, não cedendo a grupos econômicos que têm interesses financeiros de curto prazo. Sabemos cobrar, mas também sabemos agradecer". O recado é contra o fatiamento imobiliário da cidade.

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Tuper faz testes finais

A Tuper, de São Bento do Sul, já faz testes de equipamentos e de produção de tubos de grande diâmetro para colocar os itens no mercado ainda neste semestre. Entre seus potenciais clientes está a Petrobras. Não há contrato assinado ainda. Também quer vender para empresas da indústria naval e de óleo e gás. Vai colocar a produção no mercado ainda neste semestre.

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Acabou a negociação: Sindicato sai da mesa das negociações com a Busscar

Transcrevo o texto enviado pela assessoria de imprensa do sindicato dos mecânicos:

"O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias e Oficinas Mecânicas de Joinville e Região não negocia mais com a Busscar, depois de reunião na manhã desta segunda-feira (20) e apresenta sua posição:

1 – A reunião com os advogados que representam a empresa na última sexta-feira (20) se revelou infrutífera diante da falta de diálogo e novidades em relação ao que os trabalhadores pretendem, ou seja, mudanças reais no comando, na gestão, no modo de administrar, e de novos investidores, coisas que o Sindicato já cobrava há anos. Diante da negativa de negociação, a diretoria do Sindicato se retirou da mesa por não haver mais o que conversar diante do descaso reinante, mais uma vez.

2 – Diante da proposta constante do Plano de Recuperação Judicial de até 37% dos valores que os trabalhadores tem a receber da Busscar, proposta absurda diante do atraso de 21 meses de salário, mais décimos terceiros, o Sindicato apresentou sim sua proposta: pagamento de todos os direitos dos trabalhadores, com juros e correção monetária como já está na sentença da Justiça do Trabalho. Essa é a proposta do Sindicato diante da manutenção do atual status da empresa, com manutenção de tudo o que a levou a essa fase terminal.

3 – Em nome dos trabalhadores, o Sindicato não pode concordar com uma proposta que retira direitos de quem não recebe um centavo há quase dois anos, e que além de conceder descontos, teria que aguardar mais seis meses de carência para início do pagamento. Resumindo: os trabalhadores teriam que aceitar receber com descontos o que lhes devem em um prazo que pode chegar a cinco anos! Inadmissível.

4 – Do quadro atual dos credores da Busscar, os únicos que não vêem a cor do seu dinheiro há quase dois anos são os trabalhadores. Outros credores e fornecedores já receberam partes em algum momento, alguns até ainda enviam pedidos e matérias primas para manter esse estado falimentar que desrespeita direitos básicos dos trabalhadores. Mais uma razão para a negação deste plano.

5 – Não só o Sindicato e trabalhadores estão contra esse Plano, mas outros credores, fornecedores, que darão a resposta na Assembleia Geral que ainda não tem data marcada. Esse Plano tem de mudar, e muito, mas só mudará quando mudar a administração, a gestão, os processos, e com novos investidores. Da forma que está, nada mudou e nada mudará na Busscar. Haja vista as atuais propostas, e jogo via mídia e imprensa para tumultuar e confundir os trabalhadores e a sociedade. A atual forma e comando são filmes antigos. Aliás, até o laudo da famosa Deloitte se exime de garantir o plano!

6 – Há denuncias vindas da Tecnofibras, que serão apuradas junto com o Sindicato dos Plásticos que é comandado com força e capacidade por seu presidente Reinaldo Schroeder, de que já houve até uma manobra para “engordar” a votação na assembleia com aqueles trabalhadores: parte dos salários teria sido atrasada propositalmente para que essa dívida entrasse no quadro de credores! E mais, que isso teria sido pago por fora recentemente. Se isso for confirmado, de que recuperação judicial estaremos participando? Uma fraude?

Juntamente com o Sindicato dos Plásticos, o Sindicato vai investigar e interferir com os meios legais disponíveis.

7 – E ainda sobre a Tecnofibras: além dessa manobra que tem como objetivo manobrar os trabalhadores para que votem a favor, há outro ensaio em vista: a venda da empresa antes mesmo do plano ser analisado pela Assembleia Geral de Credores, assim como já foi conseguida a liberação do terreno! A Justiça não pode permitir que mais um bem que visa garantir direitos dos trabalhadores seja vendido sem que os trabalhadores sejam integralmente pagos.

8 – O Sindicato também alerta as empresa Gidion e Transtusa, que enviaram pedidos para a Busscar, que elas estão apoiando ilegalidades flagrantes da empresa que burla as leis trabalhistas pagando um “mensalinho”, diárias apenas a alguns trabalhadores que ainda estão no chão de fábrica. Não fica bem para grandes empresas como elas apoiarem tamanhas ilegalidades, em um mundo que exige cada vez mais transparência, legalidades, leis de qualidade (ISO).

9 – O Sindicato informa a todos os trabalhadores que são associados, ou que tenham ingressado com ações judiciais via departamento jurídico do Sindicato, que enviará carta a suas residências informando todos os passos já tomados, e os próximos que virão antes da famosa assembleia geral de credores, de forma correta, direta e em defesa dos seus direitos. Quem estiver com os dados incorretos no endereço, deve informar ao sindicato e buscar essas informações na sede central.

10 – O Sindicato informa, finalmente, que está organizando reuniões preparatórias com todos os trabalhadores da Busscar, ligados, desligados, em processo e os que ainda estão atuando na empresa – os trabalhos estão praticamente parados – para realizar em data a ser marcada, a Assembleia Geral dos Trabalhadores da Busscar que ainda terá pauta específica a ser construída. O Sindicato alerta também para que todos os trabalhadores não assinem quaisquer documentos, cartas e outros que a empresa enviar para suas casas, para evitar problemas jurídicos futuros com informações sem o aval do seu Sindicato.

11 – E para encerrar: o Sindicato quer que a empresa inicie o pagamento correto mensal a todos que estão ligados a ela, conforme manda a lei de recuperação judicial. Antes de exigir cortes de direitos, de pagar mensalinhos, a Busscar tem de cumprir a lei, pagar o que deve a todos os trabalhadores, os grandes responsáveis por fazer dela a marca forte que agora está nesta situação".

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Santa Catarina é favorita para receber BMW

A revista alemã Automobilwoche diz que a montadora BMW está inclinada a optar por Santa Catarina para instalar a nova fábrica de automóveis a serem montados a partir de 2014.

Segundo a revista, a empresa analisou 26 cidades para a unidade, incluindo São Paulo. Os custos dos salários teriam representado um papel decisivo na escolha de Santa Catarina As informações são da agência Dow Jones.

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Entrevista: Bancos querem BNDES na Busscar

Foto: Diorgenes Pandini

Alguns bancos credores da Busscar já sugeriram que o braço de investimentos do BNDES, o BNDESpar, entre com dinheiro e se torne sócio da fabricante de carrocerias diz o advogado Euclides Ribeiro S. Junior, que conduz o plano de recuperação judicial da companhia joinvilense. A empresa propõe pagar 5% (R$ 16,5 milhões) do total (R$ 330 milhões) que reivindicam os primos do presidente da companhia, Claudio Nielson. Eles saíram do negócio em 2003.

Perfil
Euclides Ribeiro S. Junior é advogado e atua em recuperação judicial de empresas desde 1995 – já atuou em 80 processos da área. Fixou escritório da ERS Consultoria em São Paulo em 2006 e deixou um escritório em Cuiabá para o sócio. Hoje, tem oito clientes. A Busscar é o mais importante e mais complexo. No tempo de lazer, gosta de jogar tênis.

Bancos
“Há negociações em andamento com os bancos. Os principais são Santander, Banco do Brasil, BIC, Pine, City e BNDES. Alguns bancos cogitaram a hipótese de o BNDES, via BNDESPar (braço de investimentos) vir à mesa de negociações e entrar como sócio da Busscar. Mas não há nada de concreto.”

Racionalidade
“As negociações têm de obedecer a critérios racionais, a nos levar a tomar as melhores decisões no interesse de todos os envolvidos. Se não, entraríamos no cenário do perde-perde. Se todos os credores quiserem receber integralmente, não vai dar certo.”

Processo
“O processo de recuperação pode demorar. Tínhamos de entregar o plano até 5 de janeiro deste ano. Entregamos dia 30 de dezembro de 2011. Agora, o administrador judicial pediu mais 30 dias para entregar a lista completa de credores. Isto deve acontecer no dia 19 de fevereiro. E aí, até 19 de março, os credores devem analisar.”

Três meses
“A empresa é um ente social, com repercussões sobre diferentes agentes. Uma das questões a superar é a divergência familiar. O primeiro rompimento foi em 2003. Agora, quero colocar fim a isto em três meses. Isto significa chegar a um acordo até a data da assembleia. Os ex-sócios, membros da família, reivindicam R$ 330 milhões. A questão se origina da cisão, há nove anos, e o valor só foi crescendo. Nós, agora, propomos desconto de 95% do total. Oferecemos R$ 16,5 milhões. Receberiam depois dos bancos. Eles ficaram de fazer contraproposta.”

Assembleia
“A assembleia de credores está marcada para o dia 9 de abril. Nesta ocasião, eles podem aprovar, rejeitar ou pedir modificações no texto. Estamos engatinhando. A homolo-gação do plano e o início de execução está prevista para 2 de maio, dando o pontapé inicial para negociarmos com capacidade de atender a todos. O sonho dos credores é que surja um grupo, um investidor que diga: vamos pagar todos os débitos, pagar tudo aos trabalhadores imediatamente e aos demais também. Isto é irreal em um momento de crise financeira.”

Tecnofibras
“Há dois grupos empresariais (um espanhol e outro norte-americano) avaliando possibilidade de compra da Tecnofibras. A lei prevê a venda de empresa isolada em caso de recuperação judicial, Já fizeram auditorias, ‘due dilligence’ (conjunto de atos investigativos). Já entregamos toda a documentação. A empresa está avaliada em R$ 60 milhões, tem a confiança de clientes e não parou de trabalhar.”

Escritório
“Moro em hotel em Joinville. Gostei da cidade. Vim para trabalhar o processo de recuperação judicial da Busscar. E decidi que daqui a três meses vou abrir escritório no município.”

Secou
“Em 2008, o mercado enxugou US$ 20 trilhões de uma hora para outra. As fontes de financiamento secaram. Foi quando a Busscar tinha emprestado R$ 110 milhões de terceiros para produzir. E ficou sem capital de giro.”

JUSTIÇA
“O juiz Póvoas entendeu muito bem a importância do interesse coletivo, ao autorizar a venda de um terreno (bem não operacional) por R$ 7 milhões. É dinheiro que será colocado na produção de ônibus.”

ÔNIBUS
“A Busscar planeja produzir 1.818 ônibus neste ano. O número será progressivo. Atualmente, temos 14 pedidos. A capacidade máxima é de fabricar 28 ônibus por dia. Pelo planejamento, em maio teremos contratados 41 veículos. Em junho deverão ser 105, por exemplo.”

PROJEÇÃO
“A Busscar aponta projeção de conquista de fatias crescentes de mercado. Em 2012, deve ter 5% de participação. No ano que vem, pretendemos fabricar 2.657 carrocerias, com 8% de participação. A meta, em 2016, atingir a 13% do bolo do setor, produzindo 4.564 ônibus. No nosso horizonte, a virada vai acontecer nos dois primeiros anos.”

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Gás natural vai ficar mais caro

A SCGás vai aumentar em 9,7%, em média, a tarifa do gás natural a partir de fevereiro. O pedido já foi feito à agância estadual que regula o tema. O custo de aquisição do gás, que representa 70% da formação tarifária do produto, aumentou em 50% de dezembro de 2010 para dezembro de 2011. e como não foram feitos repasses no ano passado - o aumento médio de 7,16% autorizado em outubro foi insuficiente. A empresa teve prejuízos contábeis em outubro e dezembro e o que acontecerá também neste mês. O reajuste proposto não é suficiente para reequilibrar a situação econômico- financeira da companhia.

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A vez da marca Shell

A rede terá manifestação visual da marca Shell, com aplicação da marca Mime nas lojas e postos. "Agora somos sócios de uma das cinco maiores empresas do Brasil e que detém uma das marcas mais importantes do mundo. Isso agrega valor à nossa marca e à nossa força regional, conquistada ao longo de três décadas", diz Paulo César Chiodini, presidente da Mime Distribuidora.

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Mime se associa à Raízen

A Raízen, empresa resultante de joint venture entre Shell e Cosan, associa-se à Mime Distribuidora de Petróleo, de Jaraguá do Sul. A operação unirá os ativos de distribuição das duas empresas em Santa Catarina. A rede passa a ter 270 postos, 70 lojas e movimentará mais de 700 milhões de litros de combustível por ano. O negócio ainda envolve cinco bases de distribuição nas cidades de Jaraguá do Sul, Itajaí, Florianópolis, Içara e Irani.

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Sindicato dos mecânicos quer se reunir com Busscar

O Sindicato dos Mecânicos de Joinville avaliou a decisão judicial que liberou o terreno da Busscar Ônibus, bem este que era um dos bens bloqueados para garantia de pagamentos dos débitos trabalhistas com milhares de trabalhadores lesados pela empresa.

Segundo o presidente João Bruggmann, a diretoria “estranha” a decisão de liberar o terreno para uma recuperação que sequer foi ainda avaliada, e mais, aprovada ou não pela assembleia geral de credores. Bruggmann quer uma reunião com o advogado da Busscar, Euclides Ribeiro S. Junior para esclarecer aspectos da proposta do plano de recuperação judicial, e os descontos lineares que são propostos para todos os trabalhadores em faixas salariais, como também o uso desses recursos arrecadados da venda deste terreno.

“Reiteramos que não concordamos com essa proposta de plano de recuperação. E também não concordamos com a venda de bens bloqueados em garantia de pagamentos dos salários atrasados a milhares de trabalhadores. Entendemos que os bens devem ser mantidos até que tudo seja resolvido. A saída para a Busscar é a entrada de novos acionistas, com dinheiro, mudança da administração, de processos, reconquista da confiança".

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Analogias - Crônica sobre o caso da Busscar

Um passo de cada vez. É assim que um bebê aprende a se libertar da dependência dos pais, e começa sua trajetória para a vida. Assim está a Busscar: em um recomeço.

É o que se enxerga, a partir do processo de recuperação judicial, a viabilizar, agora, a entrada de R$ 7 milhões por conta de venda de um ativo não operacional, e sem vinculação com a sua atividade principal, que é fabricar carrocerias para ônibus.

É quase nada diante da dimensão do problema financeiro, mas, mesmo assim, é hora de saudar.

Cria-se expectativa favorável nesta retomada. A empresa, que já foi um ícone da industrialização catarinense, quase “quebrou” por conta de imprevistos pessoais (a morte do patriarca), crise financeira da companhia (em 2003-2004) e crise econômica global (2008-2009), além de fatores gerenciais variados.

A Busscar precisa de capital de giro com máxima urgência. Pedidos de produção já estão chegando, às dezenas. Também precisa de crédito por parte de bancos, principais financiadores de seus negócios.

A gigante dívida só s erá quitada – com desconto, obviamente –, se houver este entendimento geral de que a única solução passa por um ajuste, no qual todas as partes cedam alguma coisa.

A médio prazo, se todos “se comportarem bem”, quando a empresa estiver saneada, os gestores, os trabalhadores, o sindicato, a comunidade vão agradecer. E dançar no baile da transição para a maturidade.

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Grupo Linx compra a joinvilense Microvix

A Linx comprou a empresa joinvilense Microvix, que é a maior companhia de software ERP no modelo SaaS (Software as a service) do Brasil. Com a aquisição, a Linx, que é a atual líder em sistemas de gestão para o varejo da América Latina, passa a assumir também a liderança em computação em nuvem para o varejo no país.

Esta é a nona aquisição realizada pela companhia em quatro anos. Além da BNDESPar, a Linx tem a parceria do fundo de investimentos norte-americano General Atlantic. A Microvix atua no segmento varejista (redes de lojas), principalmente o de franquias. A empresa tem mais de 450 clientes no Brasil, Portugal, Estados Unidos, Angola e Panamá. Tem mais de 6 mil lojas que utilizam seu ERP e 63 mil usuários online.

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Empresários divididos

Há divisão no sindicato patronal da indústria mecânica de Joinville (Sindimec). Um grupo de empresários pediu a nulidade das eleições para a diretoria da entidade.

O Ministério Público do Trabalho recebeu o pedido e agendou audiência para o dia 12, quinta feira, às 14 horas.

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Telemarketing da Vivo em Joinville

A Contax, empresa fundada em 2000, com atuação em telemarketing, chega a Joinville. Vai ocupar o espaço deixado pela TMKT, no Shopping Center Leste. A Contax está contratando 1600 pessoas via RH Brasil para atender à Vivo. Do total, 250 já estão em treinamento.

O pessoal inicia atendimento no dia 16 de janeiro. A companhia faz 180 milhões de contatos por mês, via telefone, correio, e-mail, mensagens, internet e chats. Antes de entrar em Joinville, já atua em 32 sites localizados em sete estados mais o Distrito Federal.

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