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As lições deixadas pela Expogestão 2015

29 de maio de 2015 0

Quem foi à Expogestão saiu gratificado. Aprendizados múltiplos, lições variadas. De economia, filosofia, comportamento, inovação, negociação, cenários e espiritualidade. Tudo junto compôs um mosaico de aulas dadas aos milhares de espectadores que frequentaram a Expoville durante os três dias do evento nesta semana.

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Muitos encontros dessa natureza ocorrem nas principais praças de negócios do Brasil. Quando acontecem perto da gente, e com nomes destacados, como vimos novamente neste ano, a conclusão é bem simples: valeu a pena. Claro que uns ou outros podem não ter gostado de uma ou duas palestras. Faz parte do show não agradar a todos. Nem poderia ser diferente. É da lógica humana ser exigente. E, eventualmente, decepcionar-se. O ponto central deste texto é outro: o de analisar a importância e a necessidade de executivos e profissionais dos mais distintos segmentos e áreas de atividade continuarem em busca de mais conhecimento.

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A Expogestão cumpriu este papel. É ele, o conhecimento, e a compreensão da realidade que nos cerca que auxiliam na momento da tomada de decisões. Decisões cada vez mais difíceis de serem tomadas. Principalmente porque a velocidade de dados inseridos em celulares e computadores, somada à enorme quantidade de demandas diárias, cria um clima adequado a incertezas na hora dos executivos confirmarem um negócio, demitir funcionários ou fechar novos contratos.

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A vida executiva é de extrema racionalidade, ladeada por dados estatísticos, números, análises de mercado, tendências e projeções. Num ambiente assim complexo, saber dos fatos – portanto, estar bem informado sobre economia local, regional e também amparado pelo noticiário que chega de São Paulo, Brasília e do exterior – é vital para fazer as escolhas mais apropriadas a cada momento.

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Isso tudo é verdade. Mas não é só. Nem de longe isso preenche todas as necessidades de quem tem o dever de acertar para viabilizar o sucesso de seus negócios. E, consequentemente, perenizar a companhia, objetivo final de todos os empresários comprometidos com o próprio emprego – e com o dos outros. Atenção para um ponto: a união de competências técnicas, de preparo intelectual e de amadurecimento como líder forjam raciocínios claros no rumo de decisões assertivas com foco em resultados.

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A questão posta aqui, a partir deste parágrafo, leva o olhar numa outra direção: o olhar para dentro de si. Essa interiorização passa pelo autoconhecimento, por reflexões maduras e menos afoitas, a partir da capacidade particular de mergulhar no mundo próprio das ideias e dos conceitos de vida a nos guiar para sempre.

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Viver sempre nos impõe “n” alternativas. Umas fáceis, outras nem tantas. E como escolher é a nossa missão mais frequente, o erro ou o acerto vamos perceber no futuro. E depende, em grande parte, de nossas competências pessoais para aprendermos o essencial, reter o que já aprendemos e apreender o contexto histórico para negociarmos bem. Primeiro conosco mesmos, para não nos trairmos; e com os nossos parceiros e antagonistas na sequência, no eterno embate para ganharmos o jogo sem que o outro perca tudo.

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Viver as experiências capitalistas em busca do lucro e de expansão dos negócios pode ser compatível com a prática de valores morais e éticos enraizados em cada um de nós? A resposta depende do que aproveitamos dos ensinamentos que família, escola e a vida nos proporcionam. O filósofo Clóvis de Barros Filho e a Monja Coen Sensei, cada um a seu modo, nos disseram exatamente isso nesta semana: fortaleça-se como gente e você será mais capaz de evoluir como profissional. Vamos praticar isso desde agora? Coragem.

Encontro Nacional de Ferramentaria ocorre em junho em Joinville

29 de maio de 2015 0

O 8º Encontro Nacional de Ferramentaria está agendado para o dia 12 de junho, em Joinville. Na pauta, painel sobre o Inovar-Auto, com participação de representantes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo. A Abinfer quer renovação do programa por mais cinco anos. O acordo em vigor termina em 2017. No mesmo dia, a Fiat vai apresentar os projetos de desenvolvimento da empresa. São esperados 200 empresários do setor.

As lições da monja

29 de maio de 2015 0

É preciso arriscar-se. Só se arrisca quem tem coragem para se transformar. O dissenso é muito importante para a evolução das pessoas. O que você aprende hoje para que serve? Isso beneficia o mundo? O que modifica nossas emoções é a respiração.

As frases são da monja Coen Sensei, em sua palestra na Expogestão. Os conceitos não nascem do acaso. São ensinamentos de quem aprendeu a experimentar o contraditório nas relações humanas e a buscar o máximo do autoconhecimento emocional e sensorial do corpo. Ela nos ensina o que parece óbvio, mas nos esquecemos no cotidiano: a lógica da felicidade é a busca do equilíbrio entre saúde física, emocional e social.

Sim, isto tem tudo a ver com empresários e líderes. Porque eles, na sua hora silenciosa e solitária de decidir, têm de reunir o conjunto de informações e percepções recolhidas, ao longo do tempo, para conseguir o melhor resultado de sua equipe.

Isso é ainda mais importante em período de crise, quando a mente se obriga a estar inteiramente voltada ao essencial.

Em tempos de crise, então, devemos nos colocar diante dos fatos, refletir sobre o momento. Por que, então, não apreciar a crise?

A monja afirma, com naturalidade:

– Se a mente está distraída, não se tem foco, e, assim, não se encontra a solução.

Por isso mesmo, ao ouvir os outros, independentemente do cargo e da escala social que ocupam nas organizações, temos mais chances de acertar nas decisões porque ampliamos as nossas possibilidades de compreensão.

A monja foi aplaudida de pé ao final de sua fala.

As vendas de imóveis estão abaixo do esperado em Joinville

28 de maio de 2015 0

As vendas de imóveis estão abaixo do desejado em Joinville. A percepção é compartilhada pelo secretário da Fazenda, Nelson Corona: se a arrecadação com o ITBI repetir 2014 já será muito bom. E, a exemplo de muitos empresários em seus negócios privados, Corona se queixa das finanças do município:

– É preciso lutar para a Prefeitura de Joinville não terminar o ano com déficit em caixa.

Clóvis de Barros Filho fala sobre mercado e transparência

28 de maio de 2015 0

Clóvis de Barros Filho, em sua palestra na Expogestão, destacou a importância da ética como um dos princípios essenciais para a convivência em sociedade superar a canalhice. Noutra passagem, diz que a empresa arejada é aquela que permite que todos falem sem medo de punição. Então, é preciso compreender que a inteligência coletiva é maior do que a de dois ou três dirigentes. Mas o jogo do mercado é como qualquer outro jogo. Claro, então, que a prática de transparência completa não é viável. Há projetos que precisam ficar em segredo. Na foto, lideranças empresariais e autoridades ouvindo o Hino Nacional sendo executado pelo Grupo de Harpas da Scar, de Jaraguá do Sul, na abertura da Expogestão.

expogestão

Foto: Jaksson Zanco/Divulgação

 

Multinacional se instala no Perini

28 de maio de 2015 0

A empresa Cosma do Brasil, que vai prestar serviços à multinacional alemã BMW, obteve licença ambiental da Secretaria de Meio Ambiente de Joinville em 14 de maio, um mês depois que protocolou o pedido, com a totalidade de informações exigidas. A companhia, a exemplo de outras empresas com atuação internacional, vai se instalar no Perini Business Park. A Cosma é uma divisão do grupo Magna Cosma Internacional, multinacional de origem canadense. A Magna é fornecedora diversificada do mundo automotivo. Projeta, desenvolve e fabrica sistemas automotivos, conjuntos, módulos e componentes, engenharia e montagem completa de veículo. Nem a empresa e nem o Perini revelam detalhes do contrato.

Feirão de imóveis começa nessa Sexta-Feira em Joinville

27 de maio de 2015 0

O feirão de imóveis da Caixa Econômica Federal começa na sexta-feira em Joinville. Aproximadamente 5 mil imóveis entre R$ 145 mil (casas e apartamentos enquadrados no Programa Minha Casa, Minha Vida) e R$ 500 mil estarão à venda. O valor total estimado de todos os imóveis é de R$ 1 bilhão. Significa uma média de R$ 200 mil por imóvel ofertado. Num momento de retração de vendas, como o atual, os potenciais clientes ganham excelente oportunidade para pechinchar.

Prefeitura de Joinville fará limpeza cadastral

27 de maio de 2015 0

A Prefeitura de Joinville vai fazer uma “limpeza” no cadastro de empresas que deram entrada com pedidos de abertura de negócios e não deram seguimento aos procedimentos exigidos por lei. O Executivo fez contas e identifica 4 mil processos com pedido de abertura de empresas. Do total, 1.619 foram iniciados até 31 de dezembro de 2012. Claro que depois de tantos meses sem finalizar os atos constitutivos, muitos destes empreendedores desistiram no meio do caminho. A situação incomoda porque, para efeitos estatísticos, estas companhias constam como à espera de ações por parte da Prefeitura, apesar de o poder público não ter responsabilidades por atrasos ou paralisação no encaminhamento de informações.

Informação útil

A Prefeitura vai mudar alguns procedimentos. Um deles, a ser implantado, é o de informar, já no momento do pedido do empresário, se no local pretendido o interessado pode ou não instalar a atividade desejada, revela o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jalmei Duarte. A ideia acolhida surgiu de reuniões do comitê de desburocratização, envolvendo poder público, entidades de classe e órgãos prestadores de serviço. Este comitê, criado há um ano, está estruturando novo formato para dar agilidade a processos de abertura de empresas.

Investimentos de R$ 5 bilhões aguardam a Fatma

26 de maio de 2015 0

Há R$ 5 bilhões em investimentos de diferentes setores de negócios à espera de licenciamento ambiental por parte da Fatma. A informação é do secretário de Desenvolvimento Econômico do governo do Estado, Carlos Chiodini, que participou da reunião do conselho deliberativo da Associação Empresarial de Joinville (Acij) ontem à noite. Parte desses investimentos é voltado a empreendimentos de energia.

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Chiodini destacou que o órgão deverá ser modernizado com a criação do Instituto do Meio Ambiente e com a implantação de um plano de cargos e salários novo.

No dia 24 de junho, a secretaria lança o Programa Catarinense de Energias Renováveis, que vai contemplar o desenvolvimento nas áreas eólica, de energia solar e pequenas centrais hidrelétricas.

O secretário ainda disse que será feito um convênio com o banco alemão KFW para aporte de 100 milhões de euros no aumento da cobertura de saneamento em Santa Catarina. A parceria deverá atender de 50 a 60 municípios com menos de 10 mil habitantes.

Ainda segundo Chiodini, será formada uma agência de desenvolvimento de Santa Catarina em parceria com a Fiesc. Uma consultoria já está contratada e vai definir, a partir de seus estudos, as melhores oportunidades de negócios e identificar os elos econômicos não existentes no Estado.

O corte de gastos e a batalha no Congresso nacional

25 de maio de 2015 0

Cortar gastos sempre dói. Mais ainda quando os cortes ferem interesses de poderosos dos meios empresarial e político. Nenhum deles está acostumado a encarar a realidade de apertos. Coisa comum para a arraia miúda. Ambos – empresários, via federações e confederações, e políticos, por si mesmos – sempre viveram de benesses fiscais e conchavos feitos por lobistas estruturados junto e dentro das diferentes instâncias e estruturas do poder, qualquer que seja ele. Os raros períodos da história nos quais isso não prevaleceu só ajudam a confirmar esta regra natural das coisas.

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Na última sexta-feira, o ministro Joaquim Levy anunciou cortes de gastos públicos ao redor de R$ 70 bilhões. O anúncio, por si só, não resolve o problema. É que a batalha no Congresso para conseguir aprovação de projetos de ajuste continua feroz. De um lado, com um sorriso arguto e olhar atento, o dono do cofre do Planalto. De outro, aqueles preocupados em não perder conquistas de desonerações e de direitos sociais, obtidos em épocas anteriores de absoluta frouxidão fiscal.

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O canto entoado pela Fazenda, sabemos todos, é de que o jogo será duro. Levy está pronto para contrariar vontades de muitos colegas de ministério e de órgãos federais. Um corte menos expressivo implicaria derrota política com efeitos práticos danosos para o governo – e para o País. Não pode ocorrer. O problema maior, central, está dentro do Congresso. É lá que se joga o jogo de pôquer, valendo blefes de todo jeito.

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O tópico essencial da discórdia é o que trata do projeto que muda a legislação da concessão de seguro-desemprego (MP 665). Este ponto oferece componentes político-sociais de grande complexidade. Retira, sim, direitos de trabalhadores, historicamente inscritos nas nossas regras trabalhistas há décadas e décadas. As regras atuais, como ainda são, não se sustentarão, claro. No entanto, ao fim dos embates, em plenário, entre defensores da flexibilidade – caso dos eleitos com apoio do empresariado – e de representantes dos sindicatos –, efeitos tornarão menos saborosa a vida para muita gente que nada apita. Você, inclusive.

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A capacidade e o apetite demononstrados pelo ministro Joaquim Levy em se colocar à frente de todos os movimentos de negociação do projeto de ajuste fiscal o posicionam numa dimensão política raramente vista para uma pessoa que ocupe este cargo. Ao natural, as funções que lhe competem são, inevitavelmente, de natureza mais técnica. Ele extrapola isso de uma forma até surpreendente. É puro agente da política.

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A próxima semana será decisiva para se saber como sobreviveremos pós-ajuste. É que as medidas provisórias – MPs 664 (pensão por morte) e 665 (seguro-desemprego) – vão perder a validade no primeiro dia de junho. Isto acontece exatamente numa segunda-feira, quando o Senado não vota nada.

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Não estamos mais em tempos de brincar de roda. Nem de contar historinhas tranquilizadoras para crianças dormirem sem pesadelos, e com aquele ar de anjinho. O momento histórico é de olhar para o Brasil. Para nossos problemas crônicos. Inclusive para um deles, secular: o de nossa incomparável competência para olharmos só para nós mesmos, sem nenhuma compaixão pelo coletivo.

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A crise que enfrentamos é bem mais do que de dificuldades econômicas. E nem apenas de viés institucional. É uma crise a alcançar nossa raiz de sociedade individualista, forjada no “eu quero, eu posso, eu faço”. Agora, em 2015, como sociedade, temos o dever de compartilhar nosso futuro, até mesmo com quem discordamos por pragmatismo ou por ideário de pensamento.

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Nestes próximos 15 dias, estaremos jogando nossos próximos anos. A mensagem central é clara. Toda essa barganha feita pelos políticos no Congresso para aprovar ou rejeitar o texto do ajuste tem um nome só: chantagem.

Prefeitura quer garantir licitação para estacionamento em Joinville

25 de maio de 2015 0

A Prefeitura de Joinville já está com a minuta pronta e vai enviar em até dez dias – no máximo, duas semanas –, o pedido à Câmara de Vereadores para permitir o encaminhamento de mudança de lei e assim garantir a realização de licitação para a iniciativa privada explorar o serviço de estacionamento rotativo na cidade. A informação é do prefeito Udo Döhler. Em paralelo e separadamente, o município vai licitar serviço de utilização de bicicleta pública. Esta licitação virá antes. É mais simples de fazer porque, neste caso, não é necessário modificar as leis.

Sobe valor para apostar na Mega-sena

25 de maio de 2015 0

A partir de hoje, o valor de uma aposta de seis números da Mega-sena, uma das mais procuradas pelos brasileiros, está mais cara: passou de R$ 2,50 para R$ 3,50. As outras loterias também tiveram reajustes de valores.

Meirelles participa da ExpoSuper

22 de maio de 2015 0

O ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles será palestrante na abertura da ExpoSuper 2015, no dia 15 de junho, às 19 horas, na Expoville. Falará sobre a conjuntura econômica e as perspectivas brasileiras para os próximos anos. A feira de exposições acontece entre os dias 16 e 18 do próximo mês.

Gavazzoni: “Sem mais benefícios”

22 de maio de 2015 0

O secretário da Fazenda do governo do Estado, Antonio Gavazzoni, participou de reunião da diretoria do Sindicato das Empresas de Carga e Logística de Joinville e Região Norte (Setracajo) ontem à noite. O setor pediu ampliação de vantagens tributárias para as empresas recolherem menos ICMS. Gavazzoni avisou:

– O setor já tem benefícios fiscais de R$ 130 milhões por ano. Este é o valor que as empresas do ramo deixam de pagar por causa do Programa Procarga, instituído em 2008. É o melhor programa de todos os Estados destinado ao segmento, mesmo tendo sido mexido em 2013. Não é hora de ampliar nenhum benefício. É preciso valorizarmos o que já temos. As empresas têm de pagar impostos, que são necessários para o governo poder utilizar recursos em áreas essenciais à sociedade.

O presidente do sindicato, Ari Rabaioli, faz contas. As transportadoras movimentaram 14% a menos no volume de mercadorias no primeiro quadrimestre do ano em relação a igual período de 2014. Efeitos da crise. Natural.

Governo assina convênio com a Krona para pavimentação no Vila Nova

22 de maio de 2015 0

O governo do Estado vai assinar convênio com a Krona Tubos e Conexões para pavimentação de trecho de 800 metros na Estrada dos Suíços, no bairro Vila Nova, em Joinville. Orçada em R$ 2,5 milhões, será a primeira parceria da região Norte para uma obra pública envolvendo crédito de Imposto Sobre Circulação de Mercadorias (ICMS).