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Posts com a tag "Tupy"

Tupy vai ao Novo Mercado

07 de fevereiro de 2013 0

A Tupy, de Joinville, faz nesta sexta-feira, 8 de fevereiro, assembleia geral de acionistas para aprovar matérias que deixem a companhia em condições de iniciar conversas com a BM&Bovespa para buscar adesão ao Novo Mercado, a conferir excelência em governança corporativa à companhia.

O estatuto da empresa será adequado a esta nova condição. Todas as ações preferenciais serão convertidas em ações ordinárias.

Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil) e BNDESPar (braço de investimentos do BNDES) são os sócios principais da multinacional joinvilense do setor metalúrgico.

Tupy vai dar férias coletivas aos trabalhadores

28 de novembro de 2012 0

A Tupy vai dar férias coletivas de 30 dias para os trabalhadores das linhas de produção de granalhas de aço e de perfis dedicadas à exportação. A parada será entre 10 de dezembro de 2012 e 11 de janeiro de 2013. É um caso atípico. Tanto a Tupy quanto outras metalúrgicas estão em ritmo de expansão de negócios. A informação é do Sindicato dos Metalúrgicos.

Tupy tem novo vice-presidente

24 de agosto de 2012 0

Wellington Silvério é o novo vice-presidente de Desenvolvimento Humano e Organizacional da Tupy. Formado em psicologia, ele tem pós-graduação em Recursos Humanos pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), MBA em Administração de Negócios também pela FAAP, especialização em Gestão de Comportamento pela Escola Paulista de Medicina (USP) e mestrado em Bem-Estar no Trabalho pela Universidade Metodista de São Paulo. O executivo atuava como diretor de Recursos Humanos para a região da América Latina na Eaton Corporation, multinacional dos setores automotivo, hidráulico, aeroespacial e elétrico, com sede nos Estados Unidos

Tupy dá férias coletivas

01 de agosto de 2012 0

A Tupy dá férias coletivas para 175 funcionários da área de usinagem a partir de segunda-feira, dia 6, com retorno de parte deles em 20 de agosto e o restante no dia 27.

A medida se impõe por causa da retração de demanda no mercado externo e também acompanha as férias coletivas, anualmente concedidas pelos clientes da Tupy no hemisfério Norte nesta época do ano . É um movimento que a área de usinagem já costuma acompanhar todos os anos.

A empresa também ofereceu pagar até 2,5 salários para os trabalhadores, a título de participação nos lucros e resultados. A proposta prevê antecipação de 30% do valor, a ser paga no dia 15 de agosto. E o cálculo de metas será feito pelo desempenho de conjunto da companhia, e não mais por setores.

A comissão interna aceitou, mas o comando do sindicato não assinou o documento. Insiste para que a Tupy pague o PLR em valor linear e igual para todos os funcionários.

Negociação com a Tupy

27 de julho de 2012 0

O Sindicato dos Metalúrgicos de Joinville e a Tupy vão ter rodada de negociação na terça-feira. Em pauta, o pedido para a empresa pagar R$ 2.100 a cada funcionário, como antecipação de desempenho referente à participação de lucros e resultados. A medida já foi adotada pela metalúrgica na unidade de Mauá (SP). Hoje, os trabalhadores da Tupy, em Joinville, confirmam, pelo voto, a renovação de acordo de compensação de jornada para não trabalharem aos sábados.

Férias coletivas na Tupy

10 de julho de 2012 0

A Tupy  iniciou ontem um período de férias coletivas em algumas áreas e turnos do parque fabril de Joinville, representando aproximadamente 17% do quadro _ 1.395 funcionários. O retorno está programado, em parte, para dia 23 de julho e outro grupo no dia 8 de agosto. A razão das férias é a retração do mercado interno e, consequentemente, a geração de estoques.

Fundição C

28 de maio de 2012 0

A Tupy vai apresentar, na sexta-feira, a nova fábrica de blocos e cabeçotes de motores no seu parque industrial, em Joinville. A fundição C amplia a capacidade produtiva para atender a demanda da indústria automobilística mundial

Tupy oficializa compra no México

17 de abril de 2012 0

Após cinco meses desde a assinatura do compromisso para aquisição de duas fundições no México (Cifunsa Diesel e Technocast), a Tupy S.A. anunciou a efetivação do negócio. A conclusão do processo de compra foi realizada em Monterrey, quando a quantia de aproximadamente US$ 439 milhões foi paga em contrapartida à transferência das ações de emissão das sociedades titulares das duas fábricas.

A Technocast tinha como sócia minoritária empresa subsidiária da norte-americana Caterpillar, que também vendeu sua participação. A partir de hoje a empresa toma posse efetivamente das duas unidades, localizadas nas cidades de Saltillo e Ramos Arizpe. As duas fundições produzem blocos e cabeçotes de ferro fundido utilizados na fabricação de motores para veículos de passeio e comerciais, máquinas agrícolas, de construção e mineração, motores estacionários. A Tupy passa a ser a mais nova multinacional brasileira. A companhia amplia sua capacidade produtiva, que atualmente é de 540 mil toneladas por ano, para 852 mil toneladas anuais, e se torna a maior fabricante global de blocos e cabeçotes de ferro.

Greve na Tupy surpreende

10 de abril de 2012 1

A greve dos trabalhadores da Tupy mostra alguns fatos aos quais raramente as empresas dão a devida atenção. A mobilização para paralisação de funcionários pode nascer quase espontaneamente, sem que o sindicato force a situação, como era comum nos anos 80. Naquela época, o componente político aflorava com muito mais força do que atualmente. Em 2011/2012, a ação do sindicato é muito mais direcionada às questões salariais e de participação nos resultados, do que por orientação anti-patronato ou político-partidária. O dado negativo da greve é o momento. A data-base da categoria dos metalúrgicos em Joinville foi prorrogada até 30 de abril e, portanto, convinha esperar desfecho das negociações sindicais. A impaciência prevaleceu. E rompeu o laço, criando um ambiente de desconfiança.

De todo modo, alguns números indicam caminhos. A receita da companhia foi de R$ 1,87 bilhão em 2010, e aumentou para R$ 2,18 bilhões um ano depois. No mesmo período, o lucro saiu de R$ 154,43 milhões para R$ 203,38 milhões. Quer dizer, o lucro subiu 31,7%, praticamente o dobro da expansão do faturamento, que foi de 16,8% no mesmo período. Sem considerar o extraordinário retorno sobre o patrimônio líquido, de 18,5%, atestando competente gestão financeira Neste contexto, oferecer 6% foi interpretado como subestimar a insatisfação dos empregados. Este caldo resultou num clima a eclodir em paralisação forte e inesperada.

Alguns fatos objetivos: a Tupy fez, recentemente, investimentos milionários e está prestes a inaugurar nova fábrica "C". Na semana retrasada, obteve o "de acordo" das autoridades mexicanas para compra de duas fábricas de blocos e cabeçotes. O Brasil (e Joinville não é diferente) vive uma fase de pleno emprego. Nesta circunstância, o trabalhador, sob pressão por máxima produtividade, acaba por imaginar a possibilidade de trocar de empresa, ganhando mais uns trocados. Uma visão equivocada: quem vai conseguir novo emprego na indústria depois de ter feito greve?

Na outra vertente, e sobre o mesmo ponto, pode acontecer o contrário: muita gente tem interesse em trabalhar numa empresa com o nome e o conceito que a Tupy tem no mercado. Então, em breve, ficarão abertas portas para gente com disposição para o trabalho. Em busca de melhores vagas em um mercado aquecido, a quantidade de brasileiros que se demite das empresas é recorde. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que 30,5% dos desligamentos no primeiro bimestre ocorreram por decisão do trabalhador. O País teve quase 3,2 milhões de desligamentos até fevereiro. E, do total, 969 mil por iniciativa do empregado.

Vai daí, a greve sempre é um passo a ser dado com alguma cautela. No caso de agora, surpreendeu até líderes de funcionários de chão de fábrica. O fato alerta para outro dado: as empresas já não conseguem dominar a cena laboral como desejam. Há limites. Normalmente, não há paralisação maciça sem que se tenha chegado à exaustão nas conversas. Não foi o caso. "A greve, nos pegou de surpresa e não é o caminho para equacionar aspectos discordantes", analisa o executivo do Sindicato das Empresas Metalúrgicas, Mário Brehm. Então, as negociações foram mal conduzidas pelos dois lados. Certamente, antecedentes sociológicos internos desembocaram no fato.
Para quem está do lado de fora, e não acompanha, cotidianamente, os bastidores da metalúrgica, a notícia aparece como novidade extraordinária. Novidade é. E exigiu mobilização do sindicato dos empregadores para compreender a situação e decidir o que fazer. Obviamente, a greve não interessa. Para produção. Compromete a imagem da corporação num mundo dominado por facebook e internet.

A última greve na Tupy aconteceu em 1996. À época, a pressão do sindicato foi intensa, com fechamento de portões. Desta vez, deriva menos do trabalho do sindicato e mais do profundo desagrado dos empregados. A greve serve de sinal para outras empresas se antenarem com a realidade interna, e não descuidarem de suas políticas de recursos humanos para evitar desgastes de imagens e perdas de produção.

Ambos são prejudiciais. Principalmente, para companhias com atuação em vários continentes, e que se enquadram como empresas de classe mundial pela excelência do que produzem. Como se diz no mundo corporativo, a área de recursos humanos precisa atuar nas estratégias maiores das organizações e na formulação de soluções para que problemas menores não ganhem peso, e desemboquem em paralisação organizada a partir de combinação originada de bilhetes escritos em banheiros.

3 mil trabalhadores da Tupy em greve

09 de abril de 2012 0

Aproximadamente 3 mil trabalhadores da Tupy estão em greve desde às 3 e meia da madrugada desta segunda-feira. Eles reivindicam aumento salarial de INPC mais 6% de aumento real, além de mudanças em cláusulas sociais. A empresa ofereceu só 6% de reajuste e só.

Dois turnos já paralisaram os trabalhos. A paralisação veio da indignação dos trabalhadores. Os portões estão abertos, mas ninguém entra porque esperam contrapostas da companhia. Assembleia de empregados está marcada para as 13h30. Desde 1996 não há greve na Tupy.

Nova subestação

01 de março de 2012 0

A atual subestação de energia da Tupy é alimentada em 69 kV (quilovolts) e, já no ano passado, com o aumento da produção, essa carga estava no seu limite. Para continuar suportando a demanda, (que vem crescendo e crescerá ainda mais com a entrada em operação neste primeiro semestre da nova fundição C), era preciso uma nova subestação. Esta terá o dobro da carga, ou seja, 138 kV. A nova subestação ocupa uma área de 5 mil m2 e está sendo construída ao lado da anterior, junto à portaria principal da Tupy.
O investimento é de R$ 14 milhões, as obras começaram em agosto de 2011. A previsão é de que a subestação seja energizada em meados de março, ainda sem dia certo. Com a nova subestação, além de ganhar confiabilidade em relação ao abastecimento de energia elétrica, a Tupy terá alguma redução de custo em relação à tarifa atual.

Tupy investiu R$ 105 milhões e criou 800 empregos

16 de agosto de 2011 0

A Tupy investiu R$ 104,9 milhões no primeiro semestre, do total de R$ 264 milhões previstos para o ano. Além dos investimentos direcionados à sustentação das operações e a melhorias na área ambiental, a Tupy também está ampliando a sua capacidade de produção na fábrica de Joinville.

Deve concluir ainda este ano a reconstrução da unidade de fundição C, que será destinada à fabricação de blocos e cabeçotes de motores, e que hoje já funciona parcialmente com uma linha. Para peças automotivas, nova linha de moldagem entrou em operação na unidade de fundição B. Com sua capacidade atual ocupada em 100%, tanto em Joinville, quanto em Mauá (SP), a empresa abriu no primeiro semestre mais de 800 novos postos de trabalho.