Na terra do Fagner e na minha cidade preferida no nordeste o Figueirense joga pelos seis pontos que o separam de matematicamente comemorar a permanência.
Engana-se quem acredita que o estádio Presidente Vargas seja pequeno e exista pressão. Isso é coisa do passado. O PV foi reformado e em vários aspectos supera a Ressacada e o Scarpelli.
É o segundo jogo que narro no PV neste ano, trabalhei na vitória do Avaí de três a zero nesse brasileirão.
O campo é bom, adversário sob pressão, técnico do Ceará Estevam Soares é um especialista em rebaixamento. E claro, fora de casa o Figueirense tem um ótimo aproveitamento com seu contra ataque.
O Furacão pode apagar as velas do Mucuripe.



