Caráter
Mulher ou namorada de amigo nem pensar. Aquela história do zagueiro Terry, do Chelsea, que tocou o cavalo sobre a namorada do colega, Bridge, do City, é caso de mau-caratismo puro. Só que estou ouvindo crÃticas apenas contra o “atropelador”. Sim, mas e a ordinária fica livre de culpas? Dois asquerosos.
Tudo é possÃvel
Aprendi cedo na vida com os irmãos maristas uma inesquecÃvel lição, um formidável incentivo de vida para todos os momentos. Aluno do Colégio Nossa Senhora do Rosário, ainda no primário me foi ensinado que tudo é possÃvel ao que crê. Se você duvidar, tente. Vai ver que, de fato, se tu podes crer, tudo te será possÃvel.
Não importa onde tenhamos nascido, não importa se nossos pais eram pobres e analfabetos, não importa se estudamos em colégios públicos e carentes, nada importa. Quando temos um sonho, um projeto de vida, e colocamos suor na testa para torná-lo realidade, cedo ou tarde será realidade.
As pessoas costumam usar de desculpas para não lutar, desistem com facilidade e se dizem, depois, sem sorte. Quem tem um sonho e se prepara para realizá-lo, um dia cruzará com a oportunidade. E aà estará o sonho a se realizar. Serve e para você? Então, creia, tenha fé e comece a lutar.
Mortos-vivos
O colega chegou todo faceiro para trabalhar. Vestia uma camiseta branca com uma frase em inglês sobre o peito. A frase dizia assim: “I see dead people”. Ao pé da letra significa “Eu vejo pessoas mortas” ou “gente morta”.
A frase é louca, pode ter vários sentidos, mas me pareceu que significa isso mesmo, eu vejo pessoas mortas. Aliás, o que de fato mais vejo são pessoas mortas. Mortas-vivas.
O que quero dizer? Quero dizer que as multidões que andam por aà são formadas por pessoas “mortas”, isto é, sem alma, sem ânimo, sem luz, e tudo pela razão direta de não haver entre elas sonhos, projetos, enfrentamentos que justifiquem estar vivas.
O sujeito levanta à s 7h da manhã, toma banho, troca meia dúzia de palavras com a mulher, ou com o marido, toma um café rápido e sai para o trabalho. Trabalha até o meio-dia, almoça um almoço sem graça e volta ao trabalho. No fim da tarde, expediente concluÃdo, retorna para casa. Chega, dá um jeito na mulher, ou no marido, coisa muito rara, toma um banho, janta um café insosso, vê um pouco de televisão e vai dormir. Esse foi mais um grande dia da pessoa…
Manhã seguinte, ela levanta à s 7h, toma banho, troca meia dúzia de palavras com a mulher, ou com o marido, toma um café rápido e sai para o trabalho… E tudo de novo e por igual. Fim de tarde, volta para casa… e lá se foi mais um dia.
É assim que as pessoas vivem. No fim de semana, desespero supremo, não aguentando mais o convÃvio com a mulher ou com o marido, saem os dois para almoçar fora, “distrair-se”. Por puro desespero…
E assim vão indo as pessoas, no costumeiro de suas vidas vazias. Estão ou não estão mortas essas pessoas? Só lhes falta o sepultamento…
O que é que as pode tirar desse “sepulcro” onde vivem sem viver? Uma paixão. um incêndio existencial. As pessoas trabalham só pelo dinheiro, e só se comportam de modo educado quando estão, e olhe lá, cortejando um parceiro, ele ou ela, como bichos no cio…
O que mais vemos pelas ruas são pessoas sem encantos, sem o saudável de uma boa vaidade pessoal, sem cuidados com a imagem, com a fala, com as posturas, sem nada… Arrastam-se.
De fato, “I see dead people”, o que mais vejo são pessoas mortas. O de que precisam, precisamos, para ressuscitar não é de um milagreiro, mas de uma paixão.
Elas
Tenho dois jornais à minha frente, duas manchetes que se confundem, um problema antigo e que se agrava. Mas depois eu conto. Primeiro preciso contar uma pequena história.
A colega chegou pisando mansinho, ajeitou o cabelo, pôs a bolsa sobre a cadeira e me perguntou se tudo bem. Tudo bem. Conversinha vai, conversinha vem, ela me pede um conselho. La pucha! Conselho? Vá lá, o que é?
A amiga me conta que anda chateada com o namorado, o cara fala de outras mulheres para ela, colegas de trabalho, colegas de faculdade, mas não fala por falar… fala com entusiasmo sobre outras mulheres. E mais, conta-me a amiga.
Diz ela que o sujeito não se constrange, quando tem alguma mulher interessante por perto ele olha mesmo, nem bola se a namorada está ou não o observando.
— O que faço, Prates? — me pergunta a amiga.
Depois eu digo sobre o que penso dessa história. Deixe-me, leitora, passar-lhe as manchetes de que falei, dos dois jornais à minha frente.
Um dos jornais é o nosso A NotÃcia, de Joinville, e a manchete é esta: Presas a homens violentos. Ao lado, lê-se: “Espancadas, xingadas e até ameaçadas de morte pelos companheiros, mulheres denunciam a violência. Mas algumas delas desistem e resolvem dar mais uma chance ao agressor”.
Antes de dizer da segunda manchete, digo sobre esta primeira que as mulheres que se arrependem de denunciar os covardes, depois de terem sido ameaçadas e surradas por eles, são as que vão morrer primeiro…
A outra manchete vem do Diário Gaúcho, Porto Alegre, lá, como aqui, as coisas são iguais. Aliás, em todo o Brasil. A manchete diz: Crescem assassinatos de mulheres.
Vamos por partes. Disse à minha amiga que se ela não acabar agora com a folga do namorado ele vai passar pela vida flertando com outras, pulando a cerca sempre que lhe convier e, claro, jamais a respeitando. Ou ela dá um basta agora e testa o caráter e o amor do safado ou babaus. Depois não se arrependa.
E quanto às que são ameaçadas e surradas pelos covardes — e tem muita mulher grã-fina nesse grupo — e os perdoam, sinto muito, elas merecem os covardes com quem convivem, são iguais.
Nenhuma mulher jamais precisou de homem, jamais. Quem tolera vagabundo covarde e o perdoa vai continuar apanhando, até levar o tiro fatal. Seu caso? Corte já o mal pela raiz podre…
Postado por Luiz Carlos Prates
Elas
Na Malhação, da TV Globo, uma garota quer sair do colégio, envergonhada. O ex-namorado expôs na internet fotos dela sem roupa. A novela passa um “aviso”, mas duvido que adiante, as trouxas — apaixonadas — fazem de tudo para agradar aos bermudões. Depois choram, lamentam-se.
Deixem de ser vulgares, respeitem-se, gurias.
Postado por Luiz Carlos Prates
Filhas
Curioso, filhas de celebridades são quase “freirinhas”. A Lourdes Maria, filha da Madonna, é um mocinha mais do que recatada. E a filha da Angelina Jolie, a Shiloh, é criticada pelo cabelinho bem curto.
Não liguem, mamães, as vulgares não gostam de gente discreta e fina…
Postado por Luiz Carlos Prates





