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	<title>Macedo</title>
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	<description>Um blog para quem não fica em cima do muro. Os assuntos do dia a dia pelo apresentador Antônio Carlos Macedo</description>
	<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 13:09:44 +0000</pubDate>
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		<title>Sem estrutura para trabalhar</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 13:09:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio_macedo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Guarda-parques responsáveis pela Área de Preservação Ambiental (APA) do Banhado Grande reclamam da falta de estrutura para trabalhar. Com atuação em Viamão, Gravataí, Glorinha e Santo Antônio da Patrulha, eles reivindicam treinamento, uniforme, armamento e viatura para fiscalização. &#8220;Nós e o meio ambiente pedimos socorro&#8221;, diz um deles, cuja identidade preservo para evitar represálias. &#8220;Por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;">Guarda-parques responsáveis pela Área de Preservação Ambiental (APA) do Banhado Grande reclamam da falta de estrutura para trabalhar. Com atuação em Viamão, Gravataí, Glorinha e Santo Antônio da Patrulha, eles reivindicam treinamento, uniforme, armamento e viatura para fiscalização. &#8220;Nós e o meio ambiente pedimos socorro&#8221;, diz um deles, cuja identidade preservo para evitar represálias. &#8220;Por falta de condições, nossa função atual é dar plantão de 24 horas olhando televisão&#8221;, completa.</span></p>
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		<title>Concurso do Conceição: emprego a perigo?</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 12:46:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio_macedo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Candidatos aprovados em concurso público promovido  pelo Grupo Hospitalar Conceição (GHC) cobram uma posição da diretoria da  instituição sobre a terceirização de áreas onde seriam lotados. A dúvida envolve  pessoas que aguardam nomeação para o cargo de auxiliar administrativo. Elas  temem ficar sem o emprego porque o GHC abriu licitação para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><p><span style="font-size: medium;">Candidatos aprovados em concurso público promovido  pelo Grupo Hospitalar Conceição (GHC) cobram uma posição da diretoria da  instituição sobre a terceirização de áreas onde seriam lotados. A dúvida envolve  pessoas que aguardam nomeação para o cargo de auxiliar administrativo. Elas  temem ficar sem o emprego porque o GHC abriu licitação para contratar empresa  para prestação de serviços de recepção hospitalar, tarefa normalmente destinada  a auxiliares administrativos. A vencedora da disputa também fornecerá  ascensoristas e será contratada por um ano, com possibilidade de prorrogação  pelo prazo máximo de cinco anos. Quem buscou o setor de recursos humanos do  grupo, em busca de informações sobre o futuro dos concursados, garante que não  recebeu uma resposta satisfatória. Por isso, o pedido de esclarecimentos  público, através da imprensa. &#8220;Não é justo que 12 mil candidatos façam concurso,  pagando taxas nada acessíveis, para um setor que será terceirizado&#8221;, argumenta  um dos aprovados.</span></p></p>
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		<title>Boca no trombone</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 13:32:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio_macedo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[

Dos leitores, ouvintes e internautas: 
1 - Paulo César Andrades, de Cachoeirinha, cobra providências para reduzir a tranqueira na avenida Flores da Cunha, a principal da cidade. Segundo ele, o trânsito está cada vez mais congestionado, em função dos motoristas de Gravataí, que usam a via para escapar da cobrança de pedágio na Free Way. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;"><font size="4"></p>
<p></font></span></p>
<p><span style="font-size: x-large; font-family: FrnkGothITC Bk BT;"><span style="font-size: x-large; font-family: FrnkGothITC Bk BT;"><span style="font-size: medium;">Dos leitores, ouvintes e internautas: </span></span></span></p>
<p><span style="font-size: x-large; font-family: FrnkGothITC Bk BT;"><span style="font-size: x-large; font-family: FrnkGothITC Bk BT;"><span style="font-size: medium;"><strong>1 - Paulo César Andrades, de Cachoeirinha</strong>, cobra providências para reduzir a tranqueira na avenida Flores da Cunha, a principal da cidade. Segundo ele, o trânsito está cada vez mais congestionado, em função dos motoristas de Gravataí, que usam a via para escapar da cobrança de pedágio na Free Way. &#8220;O que mais aborrece é a falta de iniciativa das prefeituras de Cachoeirinha e Gravataí&#8221;, acrescenta. </span></span></span></p>
<p><span style="font-size: x-large; font-family: FrnkGothITC Bk BT;"><span style="font-size: x-large; font-family: FrnkGothITC Bk BT;"><span style="font-size: medium;"><strong>2 - Marcelo dos Santos, de Canoas,</strong> reclama da falta de conservação no Loteamento das Acácias, onde o capim nos terrenos ainda não comercializados não é cortado há cinco meses. O loteador diz que tem convênio com a prefeitura para limpeza da área, mas o município estaria se limitando a limpar as calçadas. &#8220;O resto fica tomado pelo mato&#8221;, garante. </span></span></span></p>
<p><span style="font-size: x-large; font-family: FrnkGothITC Bk BT;"><span style="font-size: x-large; font-family: FrnkGothITC Bk BT;"><span style="font-size: medium;"><strong>3 - Patrícia S., de Porto Alegre</strong>, alerta para um marginal que aborda carros dirigidos por mulheres na Salvador França, esquina avenida Ipiranga, prometendo quebrar o vidro de quem se recusa a dar gorjeta. &#8220;Ele pediu R$ 10 reais e ameaçou jogar uma pedra na janela onde estava meu filho&#8221;, acrescenta. </span></span></span></p>
<p><span style="font-size: x-large; font-family: FrnkGothITC Bk BT;"><span style="font-size: x-large; font-family: FrnkGothITC Bk BT;"><span style="font-size: medium;"><strong>4 - Luciana B., de Porto Alegre</strong>, pede mais policiamento nos bairros Jardim Alpino, Jardim Santa Fé e Parque Madepinho. &#8220;Os roubos são constantes. Tem motoqueiros que ficam rondando para atacar nos horários mais movimentados. Polícia nunca aparece. Se houvesse ronda diária, o medo de ser assaltado seria menor&#8221;, explica. </span></span></span></p>
<p><span style="font-size: x-large; font-family: FrnkGothITC Bk BT;"><span style="font-size: x-large; font-family: FrnkGothITC Bk BT;"><span style="font-size: medium;"><strong>5 - Arno Gomes, de Porto Alegre</strong>, protesta contra a má qualidade do asfalto da avenida Ipiranga, entre Cristiano Fischer e Antônio de Carvalho. &#8220;É só buraco&#8221;, resume.</span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman;"></p>
<p></span></p>
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		<title>Precatórios: dinheiro em caixa</title>
		<link>http://wp.clicrbs.com.br/macedo/2010/03/11/precatorios-dinheiro-em-caixa/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 13:10:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio_macedo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma grande notícia para os milhares de gaúchos que aguardam o pagamento de precatórios pelo Governo do Estado: a partir de agora, o executivo vai destinar 1,5% da receita mensal para quitar essas dívidas. O decreto assinado pela governadora Yeda Crusius vai garantir o repasse de R$ 20 milhões por mês, totalizando R$ 250 milhões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;">Uma grande notícia para os milhares de gaúchos que aguardam o pagamento de precatórios pelo Governo do Estado: a partir de agora, o executivo vai destinar 1,5% da receita mensal para quitar essas dívidas. O decreto assinado pela governadora Yeda Crusius vai garantir o repasse de R$ 20 milhões por mês, totalizando R$ 250 milhões por ano. A medida atende alteração prevista na emenda constitucional aprovada em 2009, garantindo fluxo de caixa em todos os estados para a quitação de precatórios. A partir de agora, o dinheiro será compulsoriamente depositado na conta do Poder Judiciário, que se encarregará dos pagamentos. <span style="color: #000080;"><span style="color: navy;"></span></span></span></span></span></p>
<p><strong><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-weight: bold; font-size: 14pt; font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;">Segurança jurídica</span></span></span></strong></p>
<p><span style="font-size: medium; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 14pt; font-family: Verdana;">A principal vantagem da modificação é a segurança jurídica que traz ao processo. Antes, sem receita prevista, o assunto dependia da boa vontade de cada governo, o que, na prática, resultou numa dívida nacional de R$ 100 bilhões. Aqui no Estado, os precatórios deixaram de ser pagos em 1999, gerando pendência de R$ 4 bilhões. Os pagamentos foram reiniciados no ano passado, mas o passivo ainda é muito grande. Pelos novos critérios, 50% das dívidas vão ser pagos em ordem cronológica, com prioridade para doentes e pessoas acima de 60 anos. A outra metade será negociada pelo Estado, na forma de leilão ou acordo de conciliação. Nos dois casos, porém, o importante é a certeza de que agora, todo mês, haverá dinheiro em caixa.</span></span></p>
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		<item>
		<title>Que burrice!</title>
		<link>http://wp.clicrbs.com.br/macedo/2010/03/10/que-burrice/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 13:19:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio_macedo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[
Compreendo que a vigilância sanitária fiscalize com rigor as condições de higiene das creches, escolinhas e similares. Lugares que lidam com crianças não podem negligenciar com a limpeza de banheiros, cozinhas e demais instalações. Caso contrário, viram foco de doenças. Mas o poder público também não tem o direito de ser mais realista que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="PT-BR"></p>
<p><span style="font-family: FrnkGothITC Bk BT;"><span style="font-size: medium; font-family: FrnkGothITC Bk BT;">Compreendo que a vigilância sanitária fiscalize com rigor as condições de higiene das creches, escolinhas e similares. Lugares que lidam com crianças não podem negligenciar com a limpeza de banheiros, cozinhas e demais instalações. Caso contrário, viram foco de doenças. Mas o poder público também não tem o direito de ser mais realista que o rei, exigindo coisas que fogem à realidade. Dias atrás, visitei um projeto comunitário que oferece atividade para escolares no turno inverso ao do colégio. O local, mantido por voluntários, é limpo e bem cuidado. Em nada lembra os casebres miseráveis e insalubres onde as crianças residem.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Franklin Gothic Condensed;"><span style="font-family: Franklin Gothic Condensed;"><font face="Franklin Gothic Condensed"><font face="Franklin Gothic Condensed"></p>
<p><span style="font-size: medium;">&lt;</span></p>
<p></font></font></span><font face="Franklin Gothic Condensed"></p>
<p></font></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><span style="color: #ff0000; font-family: Franklin Gothic Condensed;"><span style="color: #ff0000; font-family: Franklin Gothic Condensed;"><span style="color: #ff0000; font-family: Franklin Gothic Condensed;">INTERTITULO</span></span></span><span style="font-family: Franklin Gothic Condensed;"><span style="font-family: Franklin Gothic Condensed;">&gt;</span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Franklin Gothic Condensed;"><span style="font-size: medium; font-family: Franklin Gothic Condensed;"></p>
<p>Sem ajuda</p>
<p></span></span><span style="font-family: FrnkGothITC Bk BT;"><span style="font-size: medium; font-family: FrnkGothITC Bk BT;"></p>
<p>No entanto, a instituição não consegue receber ajuda pública. Tudo porque a fiscalização cisma em fazer exigências que estão muito além da capacidade financeira da entidade, como banheiro revestido de azulejos, vaso sanitário adaptado para deficientes físicos e outros que tais. Assim, a entidade tem que se virar sozinha. Por culpa da burocracia, não ganha um tostão furado de auxílio, apesar de oferecer ambiente muito mais saudável que a casa da gurizada que atende. Sem contar o relevante serviço de amparo à infância que proporciona. Eu escrevi burocracia? Não, corrijo. É burrice mesmo!</p>
<p></span></span></span></p>
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		<title>Mato na estrada. Cadê o Daer?</title>
		<link>http://wp.clicrbs.com.br/macedo/2010/03/09/mato-na-estrada-cade-o-daer/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 13:21:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio_macedo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O matagal tomou conta do canteiro central  da RS 239 entre Novo Hamburgo e Campo Bom. Com mais de um metro de altura, o  capim dificulta as manobras de retorno, pois o motorista tem dificuldade para  enxergar os carros que vem no sentido contrário. Problema semelhante ocorre na  RS 122, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><p><span style="font-size: x-large; font-family: FrnkGothITC Bk BT;"><span style="font-size: x-large; font-family: FrnkGothITC Bk BT;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-size: medium;">O matagal tomou conta do canteiro central  da RS 239 entre Novo Hamburgo e Campo Bom. Com mais de um metro de altura, o  capim dificulta as manobras de retorno, pois o motorista tem dificuldade para  enxergar os carros que vem no sentido contrário. Problema semelhante ocorre na  RS 122, que liga o Vale do Sinos à Serra, onde a vegetação já encobre as placas  de sinalização. Qual é a explicação do Daer para esse  desleixo?</span></span></span></span></p></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Alô, Canoas</title>
		<link>http://wp.clicrbs.com.br/macedo/2010/03/09/alo-canoas/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 12:59:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio_macedo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[
Canoenses, olho no calendário. A contar de hoje, faltam apenas 11 dias para o final do prazo de recadastramento eleitoral no município. O alerta é necessário porque 95 mil dos cerca de 246 mil eleitores da cidade ainda não regularizaram a situação. Trata-se de um registro especial, que marca o começo da identificação digital dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="PT-BR"></p>
<p><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: FrnkGothITC Bk BT;"><span style="font-family: FrnkGothITC Bk BT;">Canoenses, olho no calendário. A contar de hoje, faltam apenas 11 dias para o final do prazo de recadastramento eleitoral no município. O alerta é necessário porque 95 mil dos cerca de 246 mil eleitores da cidade ainda não regularizaram a situação. Trata-se de um registro especial, que marca o começo da identificação digital dos votantes no Brasil. A primeira etapa envolve poucas cidades em todo o país. Canoas está entre elas. A alteração é obrigatória. Quem não se registrar até 19 de março terá o título cancelado e não poderá votar na eleição de outubro. Além disso, ficará sujeito a outras penalidades, como impossibilidade de tirar passaporte, fazer matrícula em escola pública e tomar posse em cargo público. Por isso, é bom apressar o passo para não entrar em fria. </span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Franklin Gothic Condensed;"><span style="font-size: medium; font-family: Franklin Gothic Condensed;">Sábado e domingo</span></span></p>
<p><span style="font-family: FrnkGothITC Bk BT;"><span style="font-size: medium; font-family: FrnkGothITC Bk BT;"></p>
<p>A Central de Atendimento Biométrico (CAB) funciona no Centro Comercial Canoas, das 9h às 19h, inclusive sábado e domingo. O eleitor deve levar documento de identidade com foto e comprovante de residência (conta d&#8217;água ou da luz, por exemplo). Passaporte não serve. Para o primeiro título, carteira de motorista não é aceita e os homens acima dos 18 anos precisam apresentar certificado do serviço militar. Nas demais cidades da Região Metropolitana, onde não há recadastramento biométrico, o prazo para fazer o título ou transferir o domicílio eleitoral termina no dia 5 de maio.</p>
<p></span></span></span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Crack nem pensar - Fase 2</title>
		<link>http://wp.clicrbs.com.br/macedo/2010/03/08/crack-nem-pensar-fase-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 13:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio_macedo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[
Vem aí a segunda etapa da campanha &#8220;Crack nem pensar&#8221;, iniciativa do Grupo RBS com o apoio de mais de 200 organizações públicas e privadas. O lançamento vai acontecer até o final de março. O objetivo é evitar que o assunto caia no esquecimento, mantendo a sociedade mobilizada no combate à perigosa droga. No ano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: x-small; color: #000000; font-family: Arial;"></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: medium; font-family: Lucida Sans Unicode, sans-serif;">Vem aí a segunda etapa da campanha &#8220;Crack nem pensar&#8221;, iniciativa do Grupo RBS com o apoio de mais de 200 organizações públicas e privadas. O lançamento vai acontecer até o final de março. O objetivo é evitar que o assunto caia no esquecimento, mantendo a sociedade mobilizada no combate à perigosa droga. No ano passado, o primeiro mutirão apresentou resultados altamente positivos. Uma das vitórias, atestando o envolvimento da comunidade, foi o aumento do número de denúncias. Graças a isso, a polícia conseguiu aumentar as apreensões em 90% no Rio Grande do Sul. </span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: medium; font-family: Lucida Sans Unicode;"><strong>Professor traficante</strong></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: medium; font-family: Lucida Sans Unicode, sans-serif;">Apesar do saldo positivo, ainda há muito a fazer. A epidemia de crack é um problema sério, complexo e exige ações de longo prazo, o que justifica a necessidade de levar a campanha adiante. Não faltam exemplos de que a situação ainda é grave. Entre tantos, um caso ocorrido em Canoas se destaca por envolver um educador, alguém que deveria servir de exemplo positivo para crianças e adolescentes. O docente, de 50 anos, foi preso por tráfico na porta da própria casa. Portava 54 pedras. Aos policiais,  confessou que é viciado e justificou que virou traficante há seis meses para completar sua renda. Ironicamente, um professor de Educação Física, disciplina cuja essência é manter o corpo forte e saudável. Tudo o que o crack NÃO faz!</span></p>
<p></span></div>
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		<title>Fala, galera!</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 12:37:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio_macedo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[
Dos leitores, ouvintes e internautas: 
1 - Edson Brozoza, de Porto Alegre, tesoureiro do Asilo Padre Cacique, alerta que os 150 idosos abrigados pela entidade precisam de leite e farinha de trigo. &#8220;O consumo diário de leite chega a 100 litros&#8221;, explica. As doações devem ser enviadas para a avenida Padre Cacique, 1178, fone 3233-7571. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="PT-BR"></p>
<p><span style="font-size: medium;">Dos leitores, ouvintes e internautas: </span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>1 - Edson Brozoza, de Porto Alegre</strong>, tesoureiro do Asilo Padre Cacique, alerta que os 150 idosos abrigados pela entidade precisam de leite e farinha de trigo. &#8220;O consumo diário de leite chega a 100 litros&#8221;, explica. As doações devem ser enviadas para a avenida Padre Cacique, 1178, fone 3233-7571. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>2 - Neusa de Petry, de Porto Alegre</strong>, sugere a abertura do cruzamento da rua Ramiro Barcelos com a avenida Protásio Alves por entender que a medida desafogaria o trânsito nas imediações do Hospital de Pronto Socorro. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>3 - Sérgio Angrezzani, de Porto Alegre</strong>, quer agilidade da polícia gaúcha também no esclarecimento de crimes envolvendo o cidadão comum. &#8220;A agilidade não pode ser privilégio dos casos envolvendo autoridades, pondera. <strong></strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>4 - Rafael Gerdau, de Porto Alegre</strong>, visitou a Escola Técnica de Curtimento, em Estância Velha, e ficou impressionado com o mato no meio fio e calçadas. &#8220;Isso que a escola fica perto do centro da cidade. Tem lixo acumulado também. Por que a população não pressiona a prefeitura a fazer a limpeza?, questiona. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>5 - Pedro Dahmer, de Porto Alegre</strong>, informa que, após a queixa dele publicada pelo Diário Gaúcho, a prefeitura finalmente fechou as crateras existentes nas ruas do Intercap, no Partenon. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>6 -</strong> <strong>Fernando da Silva, de Cachoeirinha,</strong> diz que a cidade está cada vez mais congestionada por causa dos veículos que fogem do pedágio da Free Way, em Gravataí. &#8220;Do jeito que a tranqueira aumenta, vai virar uma nova BR 116&#8243;, avalia.</span></p>
<p></span></p>
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		<title>Exceção à regra</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 12:40:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio_macedo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A Polícia Civil merece cumprimentos pela agilidade e competência demonstradas na investigação do assassinato do secretário Eliseu Santos. Pena que não seja sempre assim. Por excesso de trabalho, falta de estrutura e escassez de agentes, é grande e inaceitável o número de crimes envolvendo pessoas comuns que ficam sem solução. 
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			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: x-large; font-family: FrnkGothITC Bk BT;"><span style="font-size: 24pt; font-family: 'FrnkGothITC Bk BT';"><span style="font-size: medium;">A Polícia Civil merece cumprimentos pela agilidade e competência demonstradas na investigação do assassinato do secretário Eliseu Santos. Pena que não seja sempre assim. Por excesso de trabalho, falta de estrutura e escassez de agentes, é grande e inaceitável o número de crimes envolvendo pessoas comuns que ficam sem solução.</span></span></span><span style="font-size: x-large; font-family: FrnkGothITC Bk BT;"><span style="font-size: 24pt; font-family: 'FrnkGothITC Bk BT';"> </span></span></p>
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