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Posts na categoria "Coisas que só Canoas tem"

Premiados do Brilha Canoas são conhecidos

22 de dezembro de 2010 0

Foram divulgados, nesta noite de quarta-feira, no Paço Municipal, os vencedores da segunda edição do concurso Brilha Canoas, que elegeu as decorações natalinas mais bonitas produzidas em fachadas de residências canoenses. Participaram 341 moradores das quatro regiões (noroeste, nordeste, sudeste e sudoeste).

A iniciativa da prefeitura e da União das Associações de Moradores de Canoas (Uamca) premiou cinco primeiros colocados. Uma entidade social escolhida de cada quadrante, indicada pelos participantes, recebeu um computador.

Confira os vencedores e os prêmios

Nordeste:
> 1º lugar – Ruth Oliveira Carvalho (Setor 2, Quadra V, bairro Guajuviras): televisor 32 polegadas tela LCD/Plasma
> 2º lugar – Alexandra Bonazza Pedroso (Rua Doutor Alfredo Ângelo Filho, bairro Igara): refrigerador
> 3º lugar – Maria dos Santos Mariano (Rua João Amada Alves Vargas, bairro Guajuviras): ar-condicionado split
> 4º lugar – Jussara Regina de Azavedo (Setor 5, Quadra JJ, bairro Guajuviras): fogão quatro bocas
> 5º lugar _ Etelma Oliveira (Triângulo do Nazário, bairro Guajuviras): forno elétrico 44 litros
Entidade: Lar da Solidariedade Comtel


Sudeste:
> 1º lugar – Rosani Ivaneti Schacht (Rua Doutor Miguel Vieira Ferreira, bairro Nossa Senhora das Graças): televisor 32 polegadas tela LCD/Plasma
> 2º lugar – Olinda Finkler Dias (Rua Assis Brasil, bairro Niterói): refrigerador
> 3º lugar – Suzana Peres Iesbick (Rua Santa Cruz, bairro Niterói): ar-condicionado split
> 4º lugar – Arno Girton Gerstiner (Rua Campos Sales, bairro Niterói): fogão quatro bocas
> 5º lugar – Iara Soares (Rua Santos Dumont, bairro Niterói): forno elétrico 44 litros
Entidade: Comunidade Nossa Senhora das Graças


 

Noroeste:
> 1º lugar – Rose T. Luz Martins (Rua da Barca, bairro Mathias Velho): televisor 32 polegadas tela LCD/Plasma
> 2º lugar – José Thiago da Rosa (Rua São Paulo, bairro Mathias Velho): refrigerador
> 3º lugar – Márcia Rosane dos Santos (Rua Eça de Queiroz, bairro Harmonia): ar-condicionado split
> 4º lugar – Angélica da Silva (Rua Romeu Morsch, bairro Harmonia): fogão quatro bocas
> 5º lugar – Maria de Lurdes Monteiro (Rua Coronel Camisão, bairro Harmonia): forno elétrico 44 litros
Entidade: Residencial para Idosos Porto Belo


Sudoeste:
> 1º lugar – Leda Brum Machado (rua 13 de Maio, bairro Rio Branco): televisor 32 polegadas tela LCD/Plasma
> 2º lugar – Nilza Beatriz Bouffet Prado (rua Dom João Bosco): refrigerador
> 3º lugar – Lacy Talasca Pinheiro (rua Boa Saúde, bairro Rio Branco): ar-condicionado split
> 4º lugar – Luiz Paulo Maciel Rosa (rua Vidal de Negreiros, bairro Rio Branco): fogão quatro bocas
> 5º lugar – Eugênio Gabriel Inácio Souza (rua Um, bairro Fátima): forno elétrico 44 litros
Entidade: Aprodesc Ana Neri


Michelangelo e Santa Mônica: prédios siameses

30 de outubro de 2010 0

Erivaldo Júnior, Conselho de Blogueiros

Situada na Rua Domingos Martins, defronte ao Hotel Metropolitan e à margem da BR-116, essa dupla de prédios comerciais já pode constar no rol dos edifícios mais importantes de Canoas. Administrados pela mesma imobiliária, os adjuntos Michelangelo e Santa Mônica embelezam com seu charme contemporâneo o centro da cidade.

Com 29 anos de funcionamento e, atualmente, quatro funcionários, o Santa Mônica conta eminentemente com advogados e médicos, conforme conta a auxiliar de portaria Mari de Castro Machado, 21 anos, que trabalha há sete meses no local. Moradora da Vila Santo Operário, ela revela que o que mais gosta no prédio é a convivência parcimoniosa com os colegas e condôminos. Diz, porém, que gostaria de ver um maior cuidado pela limpeza do local por parte dos visitantes.

O Edifício Michelangelo é mais “menino”: tem apenas doze anos. O prédio conta com cinco funcionários no quadro funcional. O síndico é o dentista José Vieira Sérgio, 61 anos, que atua no local desde a inauguração. Sérgio está em seu segundo mandato. Ele considera a localização algo decisivo para trabalhar no Michelangelo. Morador do bairro Estância Velha, aponta como ponto negativo a insuficiência do estacionamento. Lembra que lá há preponderância de profissionais liberais. Mineiro, Sérgio só lamenta a fase que seu clube do coração, o Atlético-MG, passa atualmente.

Lembro de 2006, quando trabalhei em um dos prédios. Era muito comum os clientes se atrapalharem, pressupondo que determinada sala pertencia ao prédio A, e não ao B, por exemplo. Acredito que isso ajuda a levar o Michelangelo e o Santa Mônica à lembrança de mais pessoas.

O primeiro prédio

19 de agosto de 2010 1

Tiago Maino Pinheiro, Conselho de Blogueiros

Diga que nunca reparou, ao cruzar por ali, beirando a Avenida Victor Barreto, esquina com o Calçadão, pertinho do Metrô, intendendo uma compra, um passeio, um café quente. Você já passou por ali, não?

Desde 1945, o Edifício Milanez paira sobre essa região – construído por Fioravante Milanez, arquiteto e proprietário do local. Desde sua origem, tomado por diversos estabelecimentos, é conhecido entre os canoenses como ponto de grande movimentação.

Segundo o arquivo histórico da cidade, o Milanez é considerado o primeiro prédio com múltiplos pavimentos construído por aqui.

O edifício, de início, tinha somente dois pisos, sendo ampliado posteriormente. Nele se encontra a primeira galeria do município, a São Luis. Para quem não conhece o lugar vale, em especial, uma visita ao notório Café Imperial, conhecido antigamente como Café do Amadeu, ponto considerado o café pioneiro da cidade.

Descubra as origens

03 de agosto de 2010 0

Tiago Maino Pinheiro, Conselho de Blogueiros

Pare, olhe, descubra. Tire uns minutos para conhecer Canoas. Quando numa caminhada pelo Centro, por exemplo, percorrendo a Victor Barreto, junto à antiga Estação Férrea, descubra Origem. Suntuoso, feito em concreto, o monumento que ali paira, ostentando a figura de um homem na construção de uma canoa, presta homenagem aos imigrantes locais e às origens do nome do município, o qual chegou a carregar anteriormente a alcunha de Capão das Canoas.

Segundo informações do arquivo literário da Biblioteca João Palma da Silva e da prefeitura de Canoas, o início do povoamento da região se deu em 1871, quando a localidade pertencia aos municípios de Gravataí e São Sebastião do Caí. O povoado, banhado pelas águas dos rios Sinos e Gravataí, fazia uso corriqueiro de canoas para a locomoção, o que ilustra o princípio do nome da cidade.

A obra foi produzida pelo escultor Vinício Cassiano, fortemente ligado à cidade. O artista é, também, autor do monumento O Futuro, que fica na Praça da Emancipação, também no Centro. E você, conhece alguma história sobre as origens da cidade?

Saudade da poeira

13 de maio de 2010 7

Sinto saudade quando passeio pelas ruas de Canoas. Recordo dos tempos onde a reclamações dos moradores girava em torno das ruas esburacadas, das poças que tínhamos de saltar para chegarmos até o portão das escolas ou dos mosquitos provenientes das valas a céu aberto. O leitor pode pensar que enlouqueci relembrando a péssima infraestrutura de outrora. Não é a isso que me refiro.

O bairro Niterói onde me criei, por exemplo. Mudou em diversos aspectos. Recordo das gargalhadas que dávamos eu e meu pai nos matinês de domingo, ambos acomodados (ou seria desacomodados?) nas poltronas do cinema Niterói. Uma sessão recheada de balas compradas na lancheria Big-Ben. Das Irmãs do Colégio São Paulo a desfilar pelas calçadas nas manhãs de domingo em direção a Igreja São Paulo (foto).

Do cheiro da terra molhada quando o caminhão pipa molhava as ruas nas abafadas tardes do verão. Ou, do único mendigo a vagar pelas ruas. O denominado “velho do saco”, com a sua roupa suja, barba e cabelos acinzentados e emplastados proferindo palavras que ninguém compreendia. Lembro-me do sabor do cachorro-quente da carrocinha em frente à Cobal (que mais tarde transformou-se em Zottis). O material escolar comprado nos bazares Mirim ou Pupi.

A meninada se reunia nos finais de semana para jogar futebol nas canchas de cimento do Colégio Irmão Miguel La Salle (Sobre o olhar vigilante do Mãozinha e os aplausos do irmão Constantino).


Cruzamento das ruas Julio de Castilhos e Tamoio, um dos mais tradicionais do bairro

Seguramente, você leitor, deve lembrar-se de tantas outras histórias que me esqueci de citar. É interessante poder reviver momentos destes e apresentá-los à nova geração. Se houvesse uma máquina do tempo, eu embarcaria ao passado neste instante. Mesmo empoeirado, embarrado e cheio de picadas de mosquito. E você?

Que tal contarmos juntos a nossas belas histórias de ontem? Comente e escreva para o e-mail canoas@zerohora.com.br

Lembranças do Colégio São Paulo

23 de abril de 2010 24

A partir da comunidade do Orkut Ex-Alunos e Admiradores do Colégio São Paulo, criada pela professora Lisete de Lima, criou-se um reencontro prazeroso entre pessoas que fizeram a história da extinta escola do bairro Niterói. A última reunião, que ocorreu no mês passado, reuniu várias gerações.

Escrever sobre o assunto me emociona, por também ter feito parte dessa história. Seja como aluno ou presidente do Grêmio Estudantil, em 1987. A ex-aluna Tânia Melo é uma das coordenadoras desses encontros. Tive um agradável bate-papo com ela sobre a nossa saudosa escola:


Integrantes da comissão organizadora do encontro do Colégio São Paulo

‘Um dia, para uns em 1951, para outros, em 1955, 1974, 1995, fomos levados pelas nossas mães para o primeiro dia de aula, no Colégio São Paulo, de Niterói. Colégio das irmãs, como se costumava dizer. Era hora de mudar de vida, responsabilidades, temas de casa, obrigações. Logo que a sineta tocava, a cena era clássica. Todos se dirigiam ao saguão, onde duas religiosas se apresentavam: uma de rosto largo e rosado, a irmã Irineia. Outra, franzina, de rosto severo, a irmã Neonila. Elas eram as responsáveis por dar as boas-vindas. Além das aulas com professores queridos de todos, havia horários especiais. Na hora da entrada era quando largávamos a pasta e íamos brincar de sapata, pegador, cinco-marias, esconde-esconde e caçador até o soar da sirene. No recreio, comprávamos uma garrafa de guaraná e um sonho no bar. E, na saída: hora de liberdade e correria. Íamos para casa chutando pedrinhas, pisando em poças de água que, naquele tempo, não eram poucas.’


Almoço em março reuniu diferentes gerações que passaram
pela instituição

Desta forma, Tânia descreve um pouco do que era o amado Colégio São Paulo. Muitas vezes escrevi sobre a instituição e os professores, também. Sobretudo sobre Leonel Budzyn, meu mestre de português. Para quem não conhece a comunidade, vale a pena conferir. Vocês verão várias fotos de épocas diferentes e também poderão contribuir enviando imagens.

Texto e fotos enviados pelo blogueiro Mário Amaral Teixeira

A história da Guilherme Schell

02 de abril de 2010 3

Ela vai longe. Aliás, tão longe que atravessa a cidade toda sem que se possa avistar seu final. Assim é a Guilherme Schell, avenida que leva nome em homenagem a major da Guarda Nacional e comerciante homônimo, nascido em Cachoeira do Sul, em 1835, de acordo com informações do arquivo literário da Biblioteca Municipal João Palma da Silva.

Dotado de grande fortuna, Schell, que morreu em 1892, deixou herança para o filho Israel Rodrigues Barcelos Schell. Este, por estes lados de cá, em 1895, acabou por comprar o Capão das Canoas – pitoresco povoado – que contava com hotéis e chalés para veranistas, algumas casas de comércio e pequenas indústrias. A estação ferroviária, hoje Fundação Cultural de Canoas, no Centro, era o local onde a vida social dos moradores daquela época sucedia.

Israel, naquele mesmo ano de 1895, mandou desenhar planta com intuito de ampliar o loteamento inicial. Ao abrir novas vias, surge um dos caminhos mais antigos da cidade, o qual, mais tarde, acabou por levar nome em homenagem ao major.

Hoje, por tamanha extensão, a avenida comporta de tudo, tendo na diversidade de elementos sua maior característica. Ali, encontram-se empresas, postos de gasolina, centros comerciais, ambulatórios e bares, entre outros estabelecimentos. É um dos pontos de grande movimento da cidade. E o curioso da longa via é que, se num lado comporta diversos estabelecimentos, no outro é acompanhada por um extenso muro de proteção ferroviário.

E você, anda muito pela avenida?

Texto e foto enviados pelo blogueiro Tiago Pinheiro 

Conhece a Muck?

02 de março de 2010 1

 Quem passa pelo Centro de Canoas, certamente já bateu pernas pela Muck. Hoje, a rua, um dos pontos de grande movimentação do município, é predominantemente conhecida por seu vasto  comércio repleto de lojas, restaurantes e associações. Entretanto, para conhecer melhor a história desta via, que faz ligações com a Avenida Victor Barreto, a Rua 15 de Janeiro e a BR-116, é preciso também conhecer a sua origem.

A rua leva nome em homenagem a um antigo proprietário de alguns hectares na cidade: José Muck Filho. Nascido em 1878, ele resolveu tentar a vida por estes lados. Muck era dono de terras (a maioria repleta de mato e banhado) que iam do centro até o bairro Mato Grande. Mais tarde, parte de sua propriedade acabou sendo vendida para os irmãos lassalistas, os quais, em seguida, deram início à construção do instituto São José, hoje conhecido como a instituição de ensino La Salle.

Posteriormente, o morador doou parte das suas terras para a abertura da rua que acabou levando seu nome e, em seguida, a família abriu mão de outra parte para a continuidade da Rua 15 de Janeiro. O antigo habitante ainda fundou o primeiro clube de baile, patinação e bolão de Canoas. Em 1958, fruto do decreto número 35, a rua, que até então carregava o nome completo do morador, acabou levando somente a alcunha atual: Muck.

Fonte: Arquivo literário da Biblioteca João Palma da Silva

Texto e fotos enviados pelo blogueiro Tiago Maino Pinheiro

Não deixe para março

23 de fevereiro de 2010 0

A Justiça Eleitoral atingiu ontem a marca de 120 mil operações de cadastramento com biometria, fechando com 120.338 pessoas atendidas, desde o começo do processo em 3 de novembro. Também nesta segunda foi quebrado novamente o recorde de atendimentos em um só dia. Foram 2.650, sendo 2.209 na Central de Atendimento Biométrico (CAB-Canoas). Confira um dos vídeos feitos pelo TRE gaúcho para lembrar das filas:

Segundo a chefe da CAB-Canoas, Cristina Vasconcellos, já se observa a formação de filas.

_ As pessoas devem procurar comparecer o quanto antes, porque a tendência é aumentar cada vez mais a procura pelo recadastramento biométrico _ alerta.

Nos postos de atendimento das subprefeituras, foram 131 no Sudeste (Rua Marechal Rondon, 100, bairro Niterói -, 119), no Noroeste (Rua Candelária, 441, bairro Mathias Velho -, 101) no Nordeste (Rua Alexandre de Gusmão, 2080, bairro Guajuviras) e 90 no Sudoeste (Rua Edgar Fritz Müller, 430, bairro Rio Branco). Os postos funcionarão até sexta-feira, das 9h ao meio-dia e das 13h30min às 17h.

Fim-de-semana

Este fim-de-semana registrou um alto índice de comparecimentos à CAB-Canoas. Foram 2.201 no sábado (20) e 2.096 no domingo (21). A CAB-Canoas funcionará ininterruptamente, das 9h às 19h, até o prazo final,
no dia 19 de março. Para o recadastramento basta apresentar um documento de identida e o comprovante de residência.

E aí, já fez o recadastramento? Que não fizer terá o título cancelado, não poderá votar nessa eleição, além de outras restrições cadastrais. O cancelamento também atingirá os eleitores que não são obrigados a votar como os analfabetos, menores de 18 anos e eleitores com mais de 70 anos.

A Canoas, ao trabalho e avante!

09 de fevereiro de 2010 2

Quem passa pelo Centro de Canoas, ali pela Praça Emancipação, dificilmente deixa de prender o olhar sobre esta singular arquitetura, a qual, carregando inusitados elementos, levanta diversas indagações sobre sua significação. Todavia, tal obra não carrega somente um, mas sim diversos significados. A suntuosa canoa, por exemplo, cabe o papel de simbolizar a cidade. E, somando-se a ela, três imponentes figuras completam o conjunto, representando a trilogia humana do trabalho que leva ao progresso.

Uma das figuras, o musculoso elemento de remo em mãos, representa o trabalhador braçal. Outra, sentada com uma mão sob o queixo, num gesto pensativo, e segurando um rolo com o outro braço, representa a parte intelectual. O último elemento, misturando-se à canoa, simboliza o empresário. Este, com o braço estendido em direção ao horizonte, indica o vindouro.

Caso você ainda não conheça O Futuro, obra inaugurada em 25 de junho de 1998, autoria do escultor canoense Vinício Cassiano, é só dar uma passada ali pela Emancipação. A praça fica entre as ruas 15 de Janeiro, Victor Barreto, Frei Orlando e Ipiranga.

Fonte: aquivo literário, Biblioteca João Palma da Silva

Texto e foto enviados pelo blogueiro Tiago Pinheiro

Coisas que só Canoas tem

08 de dezembro de 2009 4

árvore no meio da rua

A leitora Minela Degaspari Bianchi, que nos acompanha pela internet e se mudará de Santo André (SP) para Canoas neste mês, nos enviou a foto acima tirada em uma de suas visitas à cidade, com o seguinte relato:

“‘E no meio da rua tinha uma árvore. E tinha uma árvore no meio da rua…’. 
Talvez para o canoense essa foto não chegue a impressionar, mas quando eu fui a Canoas uma coisa que me chamou atenção e achei muito curioso foi o fato de, em pleno centro da cidade, uma árvore ser preservada, não dando espaço para o asfalto da rua que passa por ali. Realmente me surpreendeu e com certeza surpreende qualquer turista que ‘tope’ com essa situação. Conclusão: tive que fotografar, porque se eu contasse ninguém acreditaria. Essa foto entra pra lista de coisas que só Canoas tem. E aí vai a foto, caso alguém não tenha visto ainda. A árvore fica na Rua Luis de Camões.”

* Você quer ajudar este blog a montar uma lista de coisas que só Canoas tem? Envie fotos para o nosso e-mail: canoas@zerohora.com.br