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Posts de novembro 2010

A nova onda de Slater

29 de novembro de 2010 0

Slater na praia do Rosa, em Imbituba. Foto Crawley/Quiksilver

Após a conquista do 10º título mundial, a pergunta que ficou era se Kelly Slater penduraria a lycra ou continuaria no circuito? 
Pois, após duas semanas de descanso, Slater anunciou seu novo e audacioso projeto: desenvolver a melhor piscina com ondas artificiais para a prática de surfe.

A ideia é criar piscinas com ondas tão perfeitas quanto às naturais, para realizar competições e treinos em qualquer lugar do mundo. O projeto, batizado de Kelly Slater Wave Company ( KS WaveCo) é feito em conjunto pelo surfista, seu empresário, Bob McKnight, da Quiksilver, e um especialista em ondas, baseado no QG de Slater, em Culver City, na Califórnia.

Foram três anos de pesquisas, até o início da construção de uma piscina-teste, em Los Angeles.
-Assim que tivermos toda a tecnologia necessária, vamos poder construir piscinas como essa em todo o mundo – afirma Slater.
E o melhor surfista do mundo quer mais: quer criar sistemas onde as ondas possam ser surfadas em lagos, desde que isso não afete o meio-ambiente.

Fonte: www.quiksilver.com.br


Começou em Sunset Beach

25 de novembro de 2010 0


Miguel Pupo surfou bem nas ondas de Sunset. Foto Kirstin Scholtz/ASP Images

O O´Neill World Cup of Surfing teve início nesta quarta-feira em Sunset Beach, no Havaí, com boas ondas de seis a oito pés. Foram realizadas nove baterias do evento feminino e definidas as quartas de final do evento feminino.

Entre os brasileiros, destaque para Miguel Pupo, que venceu a sua bateria, deixando Chris Ward em segundo, e eliminando Derek Ho.É a segunda vez que Pupo participa do Triple Crown, e a primeira em Sunset, já que ano passado surfou apenas no evento de Haleiwa.

Yuri Sodré e Hizunome Bettero também se garantiram na próxima fase, quando entram na água os 32 pré-classificados. Bernardo Pigmeu e Messias Felix foram as baixas do Brasil. Rodrigo Dornelles, André Silva, Junior Faria e Jerônimo Vargas, além do uruguaio radicado em Garopaba, Marco Giorgi, estão escalados para as próximas baterias que completam a primeira fase.

Silvana avançou direto para as quartas de final. Foto Kirstin Scholtz/ASP Images


No feminino, Silvana Lima e Bruna Schmitz estão nas quartas de final. Elas se enfrentam na bateria de abertura da fase, junto com a peruana Sofia Mulanovich e a aussie Tyler Wright. A catarinense Jacqueline Silva já competiu, mas não achou as ondas e acabou eliminada na repescagem. Silvana avançou para as quartas de final ao vencer sua bateria na primeira fase, enquanto Bruna precisou da repescagem para avançar.

Vale lembrar que o evento feminino serve para definir as top 17 do circuito mundial vencido pela australiana Stephanie Gilmore de forma antecipada. O evento masculino é o último da divisão de acesso, e quatro brasileiros ainda têm chances de ficar entre os 32 pré-classificados para o WT em 2011: Alejo Muniz (29º), Wiggolly Dantas (35º), Raoni Monteiro (38º), Willian Cardoso (42º). Os quatro entram na água na segunda fase.

Burle no Eddie Aikau

23 de novembro de 2010 0

Kelly (a esquerda) despencando em Waimea, é um dos convidados. Foto Noyle/Quiksilver

O site Quiksilver.com/Eddie já está no ar com a lista oficial dos 28 convidados e dos 24 suplentes, que irão participar do Quiksilver em Memória de Eddie Aikau, by Monster Energy. E tem brasileiro na lista. É o pernambucano Carlos Burle.

O evento, de apenas um dia de duração, tem prazo para acontecer entre 1º de dezembro de 2010 e 28 de fevereiro de 2011, quando as ondas atingirem o mínimo de 20 pés. A premiação total é de 98 mil dólares. A tradicional cerimônia de abertura acontece dia 2 de dezembro, às 14h30min (6h30min, horário de Brasília), na baía de Waimea, Havaí. A Monster Energy vai oferecer o prêmio Monster Drop ao surfista que fizer o drop mais casca grossa do campeonato.

Entre os convidados estão Kelly Slater, Brock Little, Tom Carrol, Garret Macnamara, Jamie O’brien, Sunny Garcia, Greg Long, o chileno Ramon Navarro, Bruce Irons, Mark Healey, Michael Ho e Ross Clark Jones, além do brasileiro Carlos Burle. Entre os suplentes estão Taylor Knox, Ian Walsh, Anthony Tashick, Danny Fuller, Ken Skindog Collins, Myles Padaka, Tony Ray, Derek Ho, entre outros.

Joel sai na frente e Alejo próximo da elite

22 de novembro de 2010 0

Alejo perdeu nas quartas de final, mas fez pontos importantes. Foto Kelly Cestari/ASP

O australiano Joel Parkinson foi o grande campeão do Reef Hawaiian Pro, finalizado na noite de domingo (horário brasileiro), em Alli Beach, Haleiwa, no Havaí. Após seis meses de afastamento por causa de um corte sofrido no pé, o australiano retornou às competições e não deu chances para os adversários nas direitas de Haleiwa. Na final, Joel superou o havaiano Joel Centeio e os aussies Julian Wilson e Heath Joske.

Com a vitória, Joel largou na frente pela disputa da Tríplice Coroa Havaiana – que tem ainda as provas de Sunset Beach e o Pipemasters – , e mostra que pode voltar a ser candidato ao título da próxima temporada, ao lado de Mick Fanning, Jordy Smith e Dane Reynolds, sem falar no mito Kelly Slater, que ainda não confirmou a presença do World Tour em 2011.

O catarinense Alejo Muniz foi o melhor brasileiro colocado no evento. Terminou em 13º, após ser eliminado na segunda bateria das quartas de final (round 32) que tinha ainda Mick Fanning (3º), Daniel Ross (2º) e Tom Withaker (1º). O resultado fez o brasileiro avançar duas posições no ASP One Ranking, que computa os oito melhores resultados durante o ano.

Alejo somou 2.049 pontos, passou os americanos Gabe Kling e Cory Lopez, pulando da 31ª para a 29ª posição, e está cada vez mais próximo da elite. Antes do início do evento, o último classificado para a elite ocupava a 32ª posição. Na próxima etapa, em Sunset Beach, Alejo precisa fazer mais do que mil pontos para poder descartar o pior resultado, quando somou 949 pontos, e assim pontuar no ranking para evitar qualquer tipo de surpresa.

Já a situação dos outros brasileiros  está difícil. O paulista Wiggoly Dantas perdeu uma posição _ de 34ª para 35º, para o australiano Tom Whitaker, semifinalista em Haleiwa. Guigui acabou eliminado do Reef Hawaiian Pro no round dos 64.  O carioca Raoni Monteiro e o catarinense Willian Cardoso não foram bem, avançaram apenas uma bateria, e perderam algumas posições.

Raoni é 38º, enquanto Willian ocupa a 42ª posição. Agora, eles terão que brigar pelo título em Sunset Beach – chegando à final somarão entre 3 a 6 mil pontos no ranking – para buscar a tão sonhada vaga na elite do surfe mundial.

Campeões nos pranchões

21 de novembro de 2010 1

Deka e Mica (camisa branca) na saída, após o término da etapa. Foto Tony D'andrea/Fotocom.net

O carioca André Luiz Deka conquistou o título de campeão brasileiro de Longboard neste domingo, na Praia da Macumba, no Rio de Janeiro. O surfista venceu a segunda etapa do Petrobras Longboard Classic e ficou com o título da temporada. Na final, ele venceu Jeremias da Silva, o Mica, campeão nacional em 2008, que desde a terceira fase da competição eliminou os principais concorrentes ao título da temporada.

Ao sair da água, após a bateria contra Danilo Rodrigo, do Guarujá, último atleta capaz de tomar o título de Deka, Jeremias da Silva deu um abraço emocionado no campeão.

- Você é o campeão porque você merece. Deus te abençoe. Tenho certeza que o título está em boas mãos – disse o surfista de Saquarema.

Deka foi o melhor na etapa da Praia da Macumba. Foto: Tony D'andrea/Fotocom.net

Na grande final, Deka fez o melhor placar da etapa com 17,37 e a melhor onda, 9,27. Morador da comunidade do Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes, Deka é o caçula de uma família de 11 irmãos, e chegou ao surfe através de um projeto social do surfista Rico de Souza.

- Como todo brasileiro, tive um caminho difícil, mas hoje sou campeão brasileiro. Meus irmãos me apoiaram, sempre dizendo para me focar apenas no surfe. Tenho que agradecer ao Rico também, pois foi ele quem apostou em mim desde o começo da minha carreira.

Entre as mulheres, a história foi parecida. A pernambucana Atalanta Batista era a segunda colocada no ranking e dependia de um tropeço da líder, Fernanda Daitchman, que acabou eliminada pela carioca Chloé Calmom. Na final, Atalanta venceu Chloé e ficou com o título.


As lendas no Brasil

18 de novembro de 2010 0

Tom Carrol é presença confirmada em Maresias em julho de 2011. Foto Pierre Tostee/ASP

Marque na sua agenda. Entre os dias 25 e 31 de julho, a Praia de Maresias, em São Sebastião (SP), será palco do show dos maiores surfistas da história do surfe. Após seis anos de ausência, a ASP anunciou o retorno do Mundial Masters para 2011, e a Editora Abril confirmou a realização do evento para os próximos três anos no Brasil com o nome “Super Surf ASP Masters Championships” .

Na estréia, será oferecida a maior premiação para os surfistas que iniciaram a história do esporte: US$ 220 mil divididos nas categorias Master e a Grand Master. A competição pode ter a presença do decacampeão Kelly Slater, que por ter 38 anos, está na lista de convidados.
Será a grande chance de ver ao vivo ou rever estrelas como Tom Curren, Tom Carroll, Martin Potter, Brad Gerlach, Mark Richards e Gary Kong Elkerton.

Fábio Gouveia é um dos representantes do Brasil no evento. Foto Nilton Santos

De acordo com o gerente de eventos da Editora Abril, Evandro Abreu, “a idéia é iniciar a semana com uma triagem convidando grandes nomes do surfe brasileiro, talvez com todos os campeões brasileiros com idade pra poder competir”.
A categoria Masters terá 20 surfistas com idade entre 36 e 47 anos. Na Grand Masters serão 16 concorrentes com 48 anos ou mais. A primeira lista provável de nomes para 2011 no Brasil é a seguinte:

Masters:
– Kelly Slater (EUA),  Tom Curren (EUA), Tom Carroll (AUS),  Mark Occhilupo (AUS), Damien Hardman (AUS),  Martin Potter (GBR), Derek Ho (HAW), Sunny Garcia (HAW),  Taylor Knox (EUA), Luke Egan (AUS), Gary Elkerton (AUS), Brad Gerlach (EUA), Dave Macaulay (AUS), Barton Lynch (AUS), Rob Bain (AUS), Shane Beschen (EUA), Shane Powell (AUS), Shane Dorian (HAW), Matt Hoy (AUS), Jake Paterson (AUS),  Mike Parsons (EUA), Fábio Gouveia (BRA) e Victor Ribas (BRA).

Grand Masters:
Mark Richards (AUS), Wayne Bartholomew (AUS), Shaun Tomson (AFR), Peter Townend (AUS), Michael  Ho (HAW), Cheyne Horan (AUS), Hans Hedemann (HAW), Glen Winton (AUS), Simon Anderson (AUS), Terry Richardson (AUS), Buzzy Kerbox (HAW), Bobby Owens (HAW), Dane Kealoha (HAW), Joey Buran (EUA), Ian Cairns (AUS) e Jeff Hakman (HAW).

A Association of Surfing Professionals anunciou o retorno do Mundial Masters para 2011, com a Editora Abril confirmando o SUPER SURF ASP Masters Championships para os próximos 3 anos no Brasil. Na estréia, será oferecida a maior premiação para os surfistas que iniciaram a história do esporte, 220.000 dólares divididos entre as categorias Master e a Grant Master. Até o dez vezes campeão mundial, Kelly Slater, aparece na primeira lista de convidados por já ter idade para participar da grande reunião dos maiores astros do surfe mundial em todos os tempos.

A Praia de Maresias, em São Sebastião, no litoral norte de São Paulo, foi a escolhida para a primeira edição do SUPER SURF ASP Masters Championships em 2011. Será nos dias 25 a 31 de julho a primeira oportunidade de ver ao vivo, ou rever, estrelas como Tom Curren, Tom Carroll, Martin Potter, Brad Gerlach, Mark Richards, Gary Elkerton, competindo entre tantos destaques do Circuito Mundial iniciado em 1976 e que em 1983 passou a ser gerenciado pela ASP.

O Mundial Masters da ASP não acontecia há 6 anos e o Brasil já vinha tentando resgatar o evento, conseguindo agora através da Editora Abril. “Estamos muito orgulhosos em poder trazer para o Brasil os nomes que fizeram a história do esporte. Certamente será um evento inesquecível e um presente para os torcedores brasileiros”, disse o gerente de eventos, Evandro Abreu, organizador do SuperSurf desde a sua criação no ano 2000.

A idéia é iniciarmos a semana com uma triagem convidando grandes nomes do surfe brasileiro também, talvez com todos os campeões brasileiros com idade pra poder competir”, continua Evandro, com empolgação. “Estamos muito ansiosos para realizar um evento inesquecível em Maresias, trazendo para o publico os ídolos de várias gerações. Certamente será um show de surf imperdível para os amantes do esporte”.

O SUPER SURF ASP Masters Championships será dividido em duas categorias. A Masters para vinte participantes com idade entre 36 e 47 anos. E a Grand Masters para 16 concorrentes com 48 anos ou mais. A primeira lista provável de nomes para 2011 no Brasil segue abaixo e até Kelly Slater será convidado pela ASP Internacional para a Masters.

“Estamos entusiasmados pela volta do ASP World Masters Championships ao calendário em 2011”, afirmou Brodie Carr, CEO da ASP. “São os maiores nomes da história do surf que o mundo esperava vê-los competindo de novo. Em Maresias, encontramos a melhor combinação para isso no Brasil e os mestres estarão de volta à ação finalmente”.

Primeira lista de convidados para o SUPER SURF ASP Masters Championships 2011:

- Kelly Slater (EUA)

- Tom Curren (EUA)

- Tom Carroll (AUS)

- Mark Occhilupo (AUS)

- Damien Hardman (AUS)

- Martin Potter (GBR)

- Derek Ho (HAW)

- Sunny Garcia (HAW)

- Taylor Knox (EUA)

- Luke Egan (AUS)

- Gary Elkerton (AUS)

- Brad Gerlach (EUA)

- Dave Macaulay (AUS)

- Barton Lynch (AUS)

- Rob Bain (AUS)

- Shane Beschen (EUA)

- Shane Powell (AUS)

- Shane Dorian (HAW)

- Matt Hoy (AUS)

- Jake Paterson (AUS)

- Mike Parsons (EUA)

- Fábio Gouveia (BRA)

- Victor Ribas (BRA)

Lista de atrações internacionais do ASP World Grand Masters Championships:

- Mark Richards (AUS)

- Wayne Bartholomew (AUS)

- Shaun Tomson (AFR)

- Peter Townend (AUS)

- Michael  Ho (HAW)

- Cheyne Horan (AUS)

- Hans Hedemann (HAW)

- Glen Winton (AUS)

- Simon Anderson (AUS)

- Terry Richardson (AUS)

- Buzzy Kerbox (HAW)

- Bobby Owens (HAW)

- Dane Kealoha (HAW)

- Joey Buran (EUA)

- Ian Cairns (AUS)

- Jeff Hakman (HAW)

Raoni arrebenta em Haleiwa

18 de novembro de 2010 0

Raoni arrebentou em Haleiwa. Foto Kirstin Scholtz/ASP

Após o encerramento do Cholo’s Hawaiian Pro, o evento masculino (Reef Hawaiian Pro) foi reiniciado nas ondas de Alli Beach, em Haleiwa, com alguns brasileiros na água. Logo na primeira bateria, Gabriel Medina foi eliminado. Heitor Alves, Rodrigo Dornelles, Hizunomê Bettero e Thiago Camarão foram outras baixas, na terceira fase, o round dos 96.

Quem fez bonito foi Raoni Monteiro, em dobradinha carioca com Yuri Sodré. Eles deixaram Hizunomê em terceiro, e o norte-americano Chris Ward, em quarto. O catarinense Willian Cardoso também avançou e continua na briga por uma vaga na elite, mesma situação do paulista Wiggolly Dantas. Pablo Paulino, Miguel Pupo e Bernardo Pigmeu também se garantiram na quarta fase, ao lado de Alejo Muniz e Messias Félix, que haviam passado no primeiro dia de competição.

Mas o destaque do dia foi o australiano Joel Parkinson, no retorno às competições, recuperado de um corte no pé que provocou seu afastoamento do circuito mundial. Na quarta-feira, ele conseguiu a primeira nota 10 do evento e depois desprezou um 7,5 na soma da duas melhores notas.

Na próxima fase, entram os pré-classificados e as disputas pegarão fogo. Jadson André e Neco Padaratz são os reforços brazucas nessa fase, que tem ainda Mick Fanning, Taj Burrow e outros tops do circuito mundial. Vale a pena conferir, no final da tarde (horário de Brasília) pelo site do evento:

http://www.triplecrownofsurfing.com/reefhawaiianpro/live

Mais Jacqueline Silva

18 de novembro de 2010 0

Jacque curte as condições da onda de Haleiwa, onde fez sua quinta final. Foto Kelly Cestari/ASP

Pois é, e não é que a manezinha da Barra da Lagoa foi para a final do Cholo’s Hawaiian Pro, realizado na quarta-feira. Aproveito o post para compartilhar as fotos enviadas pela assessoria da ASP. Jacque havia garantido o retorno à elite na bateria das quartas de final, onde foi retratada pelo fotógrafo Kelly Cestari.

A catarinense mostrou que a experiência fez dela uma exímia competidora. Escolheu a estratégia certa, ao se posicionar no inside de Alli Beach, enquanto duas das três adversárias boiaram no outside. Resultado: Jacque passou em segundo, com uma vantagem de 0,80 para Sally Fitzgibbons, que computou apenas uma onda. Coco Ho, a quarta colocada, não pegou uma onda sequer. Então Jacque foi para a final, a quinta em Haleiwa, onde já venceu duas vezes. E onde, dessa vez, confirmou o retorno à elite.

Stephanie, Tyler, Jacque e Alane. Foto: Kelly Cestari/ASP

Na final é preciso fazer uma ressalva. É impressionante como a tetracampeã Stephanie Gilmore está acima das demais atletas. Lembra a supremacia de Slater quando ganhou os primeiros títulos consecutivos. Jacque manteve a estratégia de ficar no inside, mas as séries começaram a aparecer e as ondas melhoraram.

Stephanie e Tyler Wright fizeram high scores enquando a catarinense brigou com Alane Blanchard pela terceira colocação. Acabou em quarto lugar, mas notem que, na foto, ela segura o prêmio de terceira colocada, entregue por engano pelo locutor da cerimônia de premiação. Depois da entrega, Jacque e Alane fizeram a troca, mas a brasileira havia ficado em dúvida sobre a nota da sua última onda, que não foi suficiente para virar o placar.

Agora aproveito para chamar a atenção de empresas catarinenses e de fora interessadas em apoiar a atleta, que irá competir no CIRCUITO MUNDIAL em 2011. Jacque bancou o ano inteiro o circuito mundial de acesso e o circuito brasileiro, sem um patrocínio principal.

No segundo semestre, fechou um co-patrocínio com a Star Point e recebeu apoio do governo do Estado, através do Fundesporte. Na época das eleições, ela participou da campanha institucional pelo voto limpo, numa prova de sua credibilidade como atleta e cidadã. Para saber como apoiar Jacque em 2011, entre em contato pelo telefone (0xx48) 9981-0101 ou pelo e-mail de Juliane Silva, irmã da surfista:  julianessilva@hotmail.com.

Jacque retorna à elite

17 de novembro de 2010 0

Jacque está de volta após muita luta.

Depois de muito esforço e pouco apoio, a manezinha da Barra da Lagoa, Jacqueline Silva, está de volta ao circuito mundial da ASP. A façanha foi confirmada agora no final da tarde (horário do Brasil) com os pontos obtidos com a classificação para as semifinais do Cholos Womens Hawaiian Pro, a última etapa do WQS feminino.Jacque vai se junta a Silvana Lima em 2011. Por sinal, Silvana acabou eliminada do evento nas quartas de final.

Na bateria seguinte, com ondas pequenas, Jacque terminou em segundo lugar, a frente de Rosana Hodge e Nicola Atherton, atrás apenas de Alana Blanchard. A catarinense saiu atrás de Alan Blanchard e Rosane Hodge, mas conseguiu a liderança faltando cinco minutos para o término. Alana ainda conseguiu fazer duas manobras na maior onda da bateria e virou, mas Rosane Hodge e Nicola Atherton não conseguiram superar a catarinense.

Jacque iniciou o evento na sétima posição do ranking de acesso, mas dentro da lista da seis classificadas, já que a líder do ranking, Sally Fitzgibbons, e a havaiana Coco Ho, já tem vaga garantida pelo ranking da elite.

Neste momento, Jacque luta pela classificação para a final, que já tem as australianas Stephanie Gilmore e Tyler Wright. Aliás, as duas aussies estão quebrando e se Jacque garantir passagem para a final terá parada dura pela frente. Vamos torcer e parabéns Jacque!

Alejo avança em Haleiwa

16 de novembro de 2010 0

Alejo passou em segundo, mas controlou a bateria. Foto Kirstin Scholtz/ASP

O catarinense Alejo Muniz e o cearense Messias Félix se deram bem nesta terça-feira na continuação do Reef Havaiian Pro, em Haleiwa, na ilha de Oahu, no Havaí.  Alejo estreou na terceira fase e avançou em segundo lugar na bateria vencida pelo havaiano Torrey Meister. Messias Felix, que havia vencido sua bateria na segunda fase (round 128), achou duas boas ondas e ganhou sua segunda bateria em Haleiwa, onde ainda não havia surfado antes do evento. Na próxima fase, os dois brasileiros se encontram numa bateria que tem ainda o aussie Daniel Ross e o havaiano Roy Powers, dois surfistas que já integraram a elite do ASP World Tour. Após a bateria, Alejo foi até a cabine de transmissão pela web e falou sobre a bateria e sobre a difícil decisão de trocar de patrocinador.

- A bateria começou meio devagar e eu estava um pouco nervoso por ser a estreia. Mas achei duas ondas intermediárias e estou feliz por passar a bateria – comentou.

Há duas semanas, Alejo assinou com a Nike 6.0, a divisão da toda poderosa Nike para os esportes radicais, que também patrocina o garoto sensação Gabriel Medina. Alejo era patrocinado pela Quiksilver desde os 14 anos e disse que ouviu a todos (família, técnico Paulo Kid e amigos) antes de tomar a decisão. Instalado na casa do novo patrocinador, em Off the Wall, Alejo quer buscar a vaga na elite sem ficar pensando muito em resultado. Para isso, garante que o novo patrocinador não está botando aquela pressão.

- O ano foi bom, consegui me divertir e quando você está se divertindo as coisas saem melhores. O chefe da Nike 6.0 está lá na casa e tem falado comigo direto e sei que tem um pouco de pressão, mas não é nada que me incomode. Eu até gosto de competir meio nervoso – garantiu.