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Posts de dezembro 2011

Brasileiro de 470 terá duplas da equipe de vela da CBVM

28 de dezembro de 2011 0
Foto de Francisco Lino

Gustavo e Fábio acabaram de disputar o Mundial em Perth. Foto de Francisco Lino

As duplas Fernanda Oliveira/Ana Barbachan e Fábio Pillar/Gustavo Thiesen (foto), que ainda buscam vaga para os Jogos Olímpicos de Londres, confirmaram presença nas regatas do Campeonato Brasileiro da Classe 470, que acontece no início de janeiro. Ao lado da dupla Átila Pellin/Juliano Mallmann, representarão o Clube dos Jangadeiros, de Porto Alegre.

De acordo com a Federação Gaúcha de Vela e Motor, serão 10 regatas, com um mínimo de três para validar o campeonato. As inscrições estão abertas e podem ser efetuadas com preenchimento do formulário de inscrição até às 12h do dia 5 de janeiro de 2012.

- É uma classe na qual temos as duas duplas integrantes da Equipe Brasileira de Vela – enfatiza o vice-comodoro esportivo do Clube dos Jangadeiros, Xico Freitas, referindo-se a Fernanda Oliveira e a Ana Barbachan e Fábio Pilar e Gustavo Thisen, atuais campeões brasileiros de 470.

Na edição de 2011, as duplas gaúchas dominaram o Campeonato Brasileiro da classe, disputado no Rio de Janeiro. Fábio e Gustavo foram os melhores, Fernanda e Ana ficaram com o segundo lugar geral e o primeiro feminino e Alexandre Paradeda e Bernardo Arndt, o Baby, chegaram em terceiro.

-Além de toda a importância da competição, por ser um Campeonato Brasileiro, ainda servirá como um treino de luxo para a próxima Seletiva Olímpica, que será disputada em Búzios, em fevereiro – enfatiza Thiesen.

Com informações de Guto Moisés, assessoria de comunicação do Clube Jangadeiros

Floripa tem festival de Stand Up Paddle dia 27 de dezembro

23 de dezembro de 2011 1
Divulgação/IWC 2010

Leco Salazar venceu o IWC 2010 na Praia de Ibiraquera, Imbituba. Divulgação/IWC 2010

Os paulistas Renatinho Wanderley e Leco Salazar e o catarinense Dudu Shultz são as atrações do Festival Cidade Florianópolis de Stand Up Paddle, marcado para o próximo dia 27 de dezembro, na Praia Brava. Com organização e produção da Brumbrasil, o evento tem como objetivo popularizar a modalidade de Stand Up Paddle (surf com remo) e divulgar Florianópolis como um destino para eventos esportivos.

O organizador do evento é o alagoano radicado em Floripa desde 1998 e ex-campeão brasileiro e catarinense de surfe profissional, Tânio Barreto.

- Os eventos esportivos são grandes ferramentas de divulgação de destinos e marcas, levando desenvolvimento industrial e comercial. Floripa já está na rota dos campeonatos mundiais de surf, nada mais natural passar a sediar também eventos de SUPSURF – defende Tânio.

Com o patrocínio da Mormaii, Skol e Fusion Energy Drink, o Festival Cidade Florianópolis de Stand Up Paddle será realizado na Praia Brava, dia 27 de dezembro, das 8h às 20h, com a presença de campeões brasileiros e mundiais, como Renato Wanderley, Leco Salazar e Dudu Shultz. A premiação será de R$ 10 mil para o campeão, mais kits da Mormaii.

Com informações da Fábrica de Comunicação – jornalista Vanessa Amarante.


Sanya quebra na segunda perna da Volvo Ocean Race

23 de dezembro de 2011 0
Foto Yann Riou/Volvo Ocean Race

Groupama está na frente da segunda perna da VOR. Foto Yann Riou/Volvo Ocean Race

O Sanya abandonou oficialmente nesta quinta-feira, dia 22, a segunda perna da Volvo Ocean Race, da Cidade do Cabo (África do Sul) até Abu Dhabi (Emirados Árabes). O barco chinês comandado por Mike Sanderson teve o estai intermediário quebrado durante a travessia. Na linguagem técnica, o cabo chamado de D2 liga a cruzeta ao mastro. Para tentar solucionar a avaria, a tripulação voltou para a ilha de Madagascar, mas a equipe de terra não conseguiu colocar o veleiro de volta ao Oceano índico.

- Apesar da tristeza, nós fomos abençoados com o apoio infinito de amigos, familiares e companheiros, e os fãs têm sido ótimos. Nossos patrocinadores e parceiros têm nos inspirado com o apoio incondicional e positivismo – afirma Mike Sanderson.

Os chineses chegaram a surpreender os adversários, já que lideravam a flotilha com vantagem de mais de 370 quilômetros (200 milhas) sobre o segundo colocado quando o fato ocorreu. A alternativa foi regressar 1.300 quilômetros até a ilha africana.

- Estamos chocados. Estávamos liderando com vantagem significativa quando o fato ocorreu. Todo o trabalho foi interrompido e, por isso, todos choraram a bordo – relata o chinês Jiang He, o Tiger.

Foto Andres Soriano/Volvo Ocean Race

Estai do mastro quebrou no Sanya. Foto Andres Soriano/Volvo Ocean Race

Em último na tabela, com apenas quatro pontos, o Sanya se distância do resto da flotilha da Volta ao Mundo. Na primeira perna, os chineses também suspenderam a navegação por problemas no veleiro.

Ainda não foi definida a logística para transporte para Abu Dhabi. No dia 13 de janeiro está marcada a terceira Regata do Porto da competição.

Outros barcos também foram prejudicados pela mastreação. Na primeira etapa, o Puma e o Abu Dhabi interromperam a travessia. O Sanya não pontuou pelo mesmo motivo.

Ao todo, o trecho até os Emirados Árabes tem 5.430 milhas náuticas (10.060 quilômetros) e o primeiro barco a chegar à zona de segurança foi Groupama, da França.

Os próximos a completar o percurso até a área protegida contra ações de navios piratas foram Puma e o Telefónica. A posição dos veleiros não será informada.

Os franceses comandaram a flotilha depois de uma estratégia arriscada, com um caminho mais longo para buscar melhores rajadas. Camper é o quarto e o Abu Dhabi é o último.

Piratas da Somália

O Sanya não teria tempo de alcançar a flotillha e poderia atrapalhar a logística da VOR. Por medidas de segurança, os barcos devem parar nos próximos dias em uma zona protegida (não divulgada) no Oceano índico para evitar ataques piratas. O crime é comum na costa da Somália, que faz parte do caminho até o mar árabe.

- Os piratas inicialmente nos fazem lembrar homens bêbados, com perna de pau e papagaio no ombro. Infelizmente, a questão não é tão cômica – escreve Hamish Hooper, tripulante de mídia do Camper.

Classificação da VOR:

1° – Telefónica – 37 pontos
2° – Camper – 34 pontos
3° – Groupama – 24 pontos
4° – Abu Dhabi – 9 pontos
5° – Puma – 9 pontos
6° – Sanya – 4 pontos

Com informações da ZDL Comunicação.

Bronco lidera ranking histórico da Abrasp e vira lenda

21 de dezembro de 2011 0
Fabio Minduim/Divulgação Brasil 1

Peterson Rosa, aos 37 anos, continua batendo forte. Foto:Fabio Minduim/Divulgação Brasil 1

O paranaense Peterson Rosa volta a fazer história no surfe nacional e já pode ser chamado de uma verdadeira lenda do esporte. Se eu não me engano, Bronco é o brasileiro que mais tempo conseguiu se manter na elite do surfe mundial. Agora, aos 37 anos, 21 anos como profissional, e único surfista a vencer o circuito por três anos (1994, 1999 e 2000), Peterson assumiu a primeiro lugar no ranking criado pela Abrasp que soma todas as pontuações em 25 anos de competições.

Com a participação no Brasil Surf Pro de 2011, correndo baterias desde as triagens, Peterson passou o baiano Jojó de Olivença, que parou de competir em 2007. O melhor catarinense na lista é Guga Arruda, em 11º com 20 participações.

O ranking histórico do Circuito Brasileiro foi produzido para a Abrasp ter um critério técnico para a categoria Master, que pode ganhar um circuito próprio em breve. Foi estabelecida a utilização da tabela de 1 mil pontos para os registros de todas as colocações dos atletas nos rankings dos 25 Circuitos Brasileiros da Abrasp. No total, foram relacionados 853 competidores desde 1987, incluindo os 13 surfistas que estrearam no ranking em 2011.

TOP-30 DOS 25 ANOS DA HISTÓRIA DO CIRCUITO BRASILEIRO DA ABRASP:

1º: Peterson Rosa (PR) – 11.354 pontos em 22 rankings – primeiro=1989 / último=2011
2º: Jojó de Olivença (BA) – 11.199 pontos em 21 rankings – 1987 / 2007
3º: Pedro Muller (RJ) – 10.546 pontos em 22 rankings – 1987 / 2008
4º: Wagner Pupo (SP) – 10.399 pontos em 21 rankings – 1988 / 2008
5º: Fábio Gouveia (PB) – 9.202 pontos em 21 rankings – 1988 / 2008
6º: Odirlei Coutinho (SP) – 8.331 em 16 rankings – 1996 / 2011
7º: Tinguinha Lima (SP) – 8.281 em 16 rankings – 1987 / 2003
8º: Joca Junior (RN) – 8.094 em 19 rankings – 1988 / 2007
9º: Ricardo Toledo (SP) – 7.772 em 16 rankings – 1987 / 2003
10º: Victor Ribas (RJ) – 7.329 em 21 rankings – 1988 / 2011
11º: Guga Arruda (SC) – 7.233 em 20 rankings – 1990 / 2011
12º: Jair de Oliveira (SP) – 7.090 em 20 rankings – 1988 / 2007
13º: Leonardo Neves (RJ) – 6.900 em 13 rankings – 1994 / 2011
14º: Tadeu Pereira (SP) – 6.891 em 19 rankings – 1988 / 2007
15º: Armando Daltro (BA) – 6.778 em 19 rankings – 1989 / 2007
16º: Fábio Silva (CE) – 6.765 em 19 rankings – 1990 / 2009
17º: Danilo Costa (RN) – 6.648 em 19 rankings – 1993 / 2011
18º: Crhistiano Spirro (BA) – 6.531 em 19 rankings – 1989 / 2007
19º: Paulo Matos (SP) – 6.523 em 14 rankings – 1987 / 2000
20º: Sávio Carneiro (PE) – 6.176 em 20 rankings – 1989 / 2008
21º: Renan Rocha (SP) – 6.122 em 18 rankings – 1988 / 2006
22º: Renato Galvão (SP) – 6.121 em 09 rankings – 2003 / 2011
23º: Dunga Neto (CE) – 5.855 em 17 rankings – 1992 / 2010
24º: Guilherme Herdy (RJ) – 5.720 em 18 rankings – 1990 / 2010
25º: Beto Fernandes (SP) – 5.355 em 15 rankings – 1993 / 2010
26º: Eric Miyakawa (SP) – 5.329 em 16 rankings – 1990 / 2006
27º: Tânio Barreto (AL) – 5.256 em 11 rankings – 1996 / 2011
28º: Ricardo Tatuí (RJ) – 5.221 em 13 rankings – 1988 / 2000
29º: Rodrigo Dornelles (RS) – 4.857 em 19 rankings – 1989 / 2011
30º: Maicon Rosa (PR) – 4.825 em 14 rankings – 1993 / 2007

Com informações de João Carvalho – Assessoria de Imprensa da ABRASP

Alejo Muniz e a nova coleção de t-shirts da Nike 6.0

19 de dezembro de 2011 0

O catarinense Alejo Muniz inspirou a nova coleção da Nike 6.0. Para lançar as T-shirts, a marca norte-americana produziu um vídeo que mostra a história do surfista nascido em Mar Del Plata, na Argentina, mas radicado em Bombinhas, Santa Catarina, desde os três anos de idade.

O vídeo mostra a trajetória do surfista, amparado pela sua família. O pai Rubão, e os irmãos Danilo (caçula) e Santiago aparecem no vídeo dando depoimentos sobre o garoto que terminou o ano de estreia na ASP como uma das revelações da temporada.  Notem uma foto veiculada no vídeo, onde Alejo aparece já mostrando o seu estilo, ainda garoto, com as mãos espalmadas na hora da rasgada. Parabéns Alejo!

Fim de semana perfeito para Copa Veleiros de Monotipo

19 de dezembro de 2011 0
Foto ICSC - Divulgação

Competição teve tudo que os velejadores sempre sonham: vento, sol e mar sem ondas. Foto Divulgação

Sol forte, ventos constantes e mar sem ondas. Condições que todo velejador sonha formaram o cenário da 10ª e última etapa da Copa Veleiros de Monotipos promovida pelo Iate Clube de Santa Catarina – Veleiros da Ilha.

A etapa contou ainda com a presença de 10 velejadores, integrantes do projeto social do Joinville Iate Clube, que competiram na categoria Estreante, da classe Optimist. A equipe veio a Florianópolis apoiada pelo Instituto Náutico de Joinville. Confira os resultados nas diferentes categorias e classes:

Masculino – Estreantes

1º Guilherme Berenhauser
2º Rafael Servaes
3º Lucas Pitta
4º Eduardo Silva

Feminina – Estreantes
1ª Beatriz Karling – Joinville
2ª Thaiz Corrêa – Joinville
3ª Juliana Uliana – Joinville

Veteranos – Optimist
1º Erik Hoffmann
2º Paola Berenhauser
3º Michel Durieux

Laser Radial:
1º Luca Mazzaferro
2º André Servaes
3ª Maria Cristina Boabaid
4º Flávio Lopes

Laser 4.7,
1º Daniel Mattos
2º Bruno Capella

Laser Standard
1º Fábio da Luz
2ºPaulo Schaefer

Snipe
1º Alex Juk e Eduardo Beirão
2º Adriano Santos e Nelson Lorenz
3º Diego Montautti e Alexandre Niederauer

Prancha a vela
1º Alessandro Witoslawski
2º Rafael Cunha
3º Vicente Castro Mello

Dingue
1º Dionísio Durieux e Igor Lodygenswy
2º Cassiano Zaniratti e Victor Oliveira.

Com informações de Cesar E. Dias – Assessor de imprensa do Iate Clube Veleiros do Sul

Festival de Optimist homenageou Rita Richter em Porto Alegre

19 de dezembro de 2011 0
Foto Ricardo Pedebós - Divulgação VDS

Rita com muitos de seus alunos, além dos familiares. Foto: Ricardo Pedebós - Divulgação VDS

O Festival de Optimist de 2011, realizado no último domingo, dia 18 de dezembro, no Veleiros do Sul, prestou homenagem a Rita Richter, que dedicou muitos anos de sua vida a classe Optimist. Por isso, a partir dessa edição a competição ganha o seu nome. No domingo, 14 barcos participaram do festival. Alguns deles tripulados por duplas de amigos, irmãos, pais e filhos.

Antonia Gick, de apenas três anos de idade, ganhou o prêmio Optibaby, por ser a mais jovem do Festival. Ela velejou junto com a sua irmã Catarina e o pai André. O primeiro a cruzar a linha de chegada foi o ex-optimist Henrique Dias, vencedor pela segunda vez consecutiva. Na categoria veterano, Mário Richter ficou em primeiro. Na Estreante, o título ficou com Nicolas Mueller, e na categoria Escola de Vela, deu Taís Quevedo.

Homenagem a Rita

A premiação do Festival foi também o reconhecer o papel de Rita Richter no desenvolvimento da vela infanto-juvenil. É impossível falar da história da classe Optimist sem mencionar o nome dela. Durante 10 anos, ela comandou, incentivou e treinou as crianças da Optimist. Sua trajetória começou ainda antes, com a classe Pingüim, na qual trabalhou por sete anos. Neste domingo, Rita, 83 anos, acompanhada dos filhos e netos, recebeu o carinho e o agradecimento dos seus ex-optmistas, atualmente adultos e muito deles com filhos que fazem parte dessa classe.

O associado Eduardo Secco Hofmeister falou em nome do grupo lembrando que Rita dedicava seu tempo com as crianças da Optimist. Mencionou alguns episódios como uma ida até Recife de ônibus.

- Ela, sozinha, cuidou de 10 crianças na viagem – contou.

O vice-comodoro Eduardo Scheidegger entregou uma placa em nome do Veleiros do Sul “pelos relevantes serviços prestados a Escola de Vela Minuano e Flotilha Minuano.”
Rita agradeceu e dividiu a homenagem com o seu marido já falecido, Bruno, que lhe deu grande incentivo e foi comodoro esportivo do Clube. A homenagem foi uma sugestão da associada Clarissa Reguly.

Foto Ricardo Pedebós Divulgação - VDS

Regata in port contou com 14 barcos. Foto Ricardo Pedebós Divulgação - VDS

Classificação geral
1º Henrique Silva Dias
2º Tiago Quevedo e Gabriel Mueller
3º Philipp Grochtmann
4º Mário Richter
5º Juan Teixeira
6º Rodrigo Quevedo
7º Diego Quevedo e Tais Quevedo
8º Ana Roth e Guilherme Roth
9º Gabriel Lopes e Nicolas Mueller
10º Roger Lamb
11º Lucas Corrêa e Mariana Silva
12º Andre Gick e Catarina Gick e Antônia Gick
13º Bryan Luiz e Gustavo Azambuja
14º André Richter

Com informações de Camejo Comunicação Empresarial e Veleiros do Sul.

Bruno Bordovsky é campeão do VW Kite Tour

19 de dezembro de 2011 0


Foto Mauricio Val/Fotocom.net

Pódio do wave masculino no Rio. Foto Mauricio Val/Fotocom.net


Após cinco etapas – Ceará, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Espiríto Santo e Rio de Janeiro – o Volkswagen Kite Tour chegou ao fim. Nesta segunda-feira, dia 19, os dois títulos que faltavam para completar o Circuito Brasileiro foram definidos. Com a falta de vento na Praia da Barra da Tijuca, o cearense Bruno Bordovsky se manteve na liderança do ranking e levou a coroa para casa. Na Regata, o paraibano Wilson Bodete ficou com o título do nacional e da etapa.

Nas águas cariocas, Bodete confirmou o bom desempenho no ano e fez sete pontos em seis regatas. Concorrendo ao título com o paraibano, o paulista Victor Adamo, o “Pimpolho”, não conseguiu superar seu adversário, somando 11 pontos, mas garantiu o segundo lugar no ranking, seguido pelo paraibano George Feitosa.

-  Em primeiro lugar, quero agradecer a Deus e a minha família. Muitos não sabem, mas quase não competi, pois meu material ficou preso em São Paulo. Consegui resolver o problema com a ajuda de amigos. Todos temos que agradecer a Volkswagen por esse belíssimo campeonato. Sabemos que o esporte tem o que melhorar, mas vamos fazer isso juntos. É isso, muito orgulho de ser paraibano. Obrigada!-  disse Bodete ao levantar o troféu.

No feminino, o título já era da paraibana Nayara Licarão, que venceu todas as regatas disputadas no Rio. Carol Freitas ficou com a segunda colocação e, a catarinense Samy Marins, com a terceira.
Precisando chegar na frente do cearense Bruno Bordovsky para conquistar o título, o carioca Filippe Ferreira, o “Frajolinha”, e o catarinense Fabio Nunes viram suas chances reduzirem junto com o vento. Assim como Bordovsky, os dois acabaram na sétima posição, já que a competição foi paralisada nas oitavas de final, e o título foi confirmado para o cearense.

- Quero dizer que estou muito feliz com o título, agradecer aos patrocinadores e a toda minha família que veio me prestigiar aqui. Valeu! – agradeceu Bordovsky.

Entre as mulheres, sem disputa de baterias nessa última etapa, a carioca Milla Ferreira levantou o caneco, seguida pela conterrânea Carol Freitas e pela paraibana Nayara Licarião. Na categotia Freestyle,  a paulista Bruna Kajyia e o cearense Eudazio da Silva foram os melhores do Brasil em 2011. Em segundo e terceiro no feminino ficaram a jovem cearense de 13 anos, Martina D’Eustachio, e a catarinense Samy Marins, respectivamente.

No masculino, os cearenses Evandro Silva e Set Teixeira ficaram com o segundo e o terceiro lugar. O título de iniciante Freestyle foi para Set Teixeira, de Cumbuco, no Ceará, e a coroa da Regata Master ficou com Luis Nuno (RN).

Ranking oficial 2011
Masculino
Wave:

1 – Bruno Bordovsky (CE) – 2.710
2 – Filippe Ferreira (RJ) – 2.630
3 – Fabio Nunes (SC) – 2.520
Freestyle:
1 – Eudazio da Silva (CE) – 3.000
2 – Evandro Silva (CE) – 2.170
3 – Set Teixeira (CE) -  2.060
Regata:
1 – Wilson Bodete (PB) – 300
2 – Victor Adamo (SP) – 295
3 – George Feitosa (PB) – 285

Feminino
Wave:

1 – Milla Fereira (RJ) – 3.000
2 – Carol Freitas (RJ) – 2.700
3 – Nayara Licarião (PB) – 2.300
Freestyle:
1 – Bruna Kajiya (SP) – 3.000
2 – Martina D´Eustáquio (CE) – 2.530
3 – Samy Marins (SC) – 2.360
Regata:
1 – Nayara Licarião (PB) – 300
2 – Carol Freitas (RJ) – 293
3 – Samy Marins (SC) – 193

Mais informações: www.brasilkitetour.com.br

Com informações de Media Guide Comunicação.

Halley Batista faz a festa com os campeões brasileiros de 2011 na Praia da Joaquina

17 de dezembro de 2011 1
Foto Fabio Minduim/Divulgação

O cometa Halley voou na Joaquina. Foto Fabio Minduim/Divulgação

Dia de decisão e título brasileiro de surfe na famosa praia da Joaca, em Florianópolis. Com sol forte e boas ondas, o público conheceu, na manhã deste sábado, os melhores atletas de 2011 e os vencedores da última etapa do Brasil Surf Pro. Tomas Hermes conquistou a coroa, com ajuda do amigo Willian Cardoso, enquanto estava na areia. Já Diana Cristina garantiu o titulo na semifinal. Nas disputas pela etapa quem levou a melhor foram o pernambucano Halley Batista e a paraibana Diana Cristina.

A briga do titulo brasileiro estava entre Tomas Hermes e Messias Felix. O catarinense já estava fora da competição e dependia do resultado de Messias para se tornar o melhor competidor do ano. Campeão brasileiro em 2009, Messias foi derrubado nas quartas de final por Willian Cardoso. O campeão Brasileiro falou sobre a ajuda do amigo e companheiro de viagem Willian Cardoso.

- Eu sabia que o Willian ia fazer o máximo, ele disse que eu não precisava me preocupar. Estou sem palavras. Ontem quando eu perdi minha bateria, ele me abraçou e disse pela parte dele que eu podia relaxar. Ele estava tranqüilo e ia fazer o máximo por mim. O Messias é um grande atleta, mas Willian conhece bem as ondas da Joaquina. Estou muito feliz, agora quero relaxar e me dedicar ao circuito internacional em 2012 – comemora Tomas.

Foto Fabio Minduim/Divulgação

Tininha levou a etapa para não deixar dúvida sua superioridade. Foto Fabio Minduim/Divulgação

Diana Cristina conquistou o título brasileiro na primeira bateria do dia. Ela disputou a semifinal contra a carioca Gabriela Teixeira e venceu a bateria, alcançando 3720 pontos, suficiente para se isolar das outras atletas e garantir a coroa.

- Esse foi um dos melhores anos pra mim. Treinei bastante. Desde a etapa da Barra, quando a Juliana venceu, sabia que essa conquista ia ser difícil. Fiquei dois anos na briga por esse titulo, comecei 2011 bem, venci o Petrobras (divisão de acesso) cinco vezes, faltava o brasileiro da elite – explica Tininha.

Foto Fabio Minduim/Divulgação

Campeões de 2011. Foto Fabio Minduim/Divulgação

O maior e mais importante campeonato do país também teve as decisões da última etapa do ano. O Brasil Surf Pro distribui um milhão de reais em premiação, nas cinco etapas de 2011. Em Florianópolis quem se deu bem foi o pernambucano Halley Batista, que faturou 25 mil reais. Diana Cristina ganhou nove mil. Nas semifinais, do masculino, Halley Batista levou a melhor sobre Renato Galvão. O paulista, ex-campeão brasileiro, liderou a bateria, mas o pernambucano virou no último minuto. Em seguida, Willian Cardoso ganhou do cearense André Silva com um placar apertado: 10,67 x 10,10

A final foi emocionante. Uma bateria excelente com quatro ondas acima de oito e sequência de aéreos. Em uma das manobras de Halley, o adversário aplaudiu de dentro da água.
– Estou muito feliz com essa vitória, nunca ganhei uma etapa do Brasil Surf Pro. Estou com a minha família aqui. Meus irmãos e minha noiva. Estou tremendo de frio (por causa da água gelada) e de emoção. Maracaípe vai comemorar – empolga-se o campeão Halley.

Uma das semifinais femininas foi entre Diana Cristina e a carioca Gabriela Teixeira. Juliana Quint, que era uma das candidatas ao título brasileiro, perdeu para Suelen Naraísa.
Na final feminina, um duelo de campeãs: Suelen, bicampeã brasileira, em 2009 e 2010, contra Tininha, campeã desse ano. A paraiabana achou difícil competir com a ubatubense, mas não decepcionou.
– Melhor impossível. Estou super feliz. Suelen usou tática da marcação, a bateria foi difícil, mas estou bem. Agora to mais tranqüila, minha mãe estava quase enfartando vendo a transmissão pela internet. Vou descansar e comemorar com a família – empolga-se Tininha.

Foto Fabio Minduim/Divulgação

Pódio masculino. Foto Fabio Minduim/Divulgação

Campeonato Verde

Para fechar o ano bem, o maior campeonato verde do mundo realizou três grandes ações no encerramento da competição. Uma expedição ecológica pela Lagoa da Conceição, um café da manhã com as lideranças ambientais da região, além da devolução ao mar de tartarugas recuperadas pelo Projeto Tamar. A Plataforma Surfe Petrobras Pelas Florestas termina deixando um grande legado para o litoral brasileiro.

Sucesso dentro da Plataforma ambiental, a iniciativa “surfista verde” empolgou os competidores. Tomas Hermes, além de campeão brasileiro ganhou o título Surfista verde. O catarinense conquistou oito notas no critério e excelente, em 2011, e contribui com o plantio de 40 mudas. Ao longo do ano o desempenho dos atletas rendeu o plantio de 430 árvores pelo país.

- Acho bom saber que estou colaborando com o meio ambiente. Fiquei sabia que ia poder monitorar árvores com o meu nome, ver crescendo , é muito bom, divertido. Esse projeto é legal, bom para os surfe como para outros esportes. É um incentivo bacana – empolga-se Tomas.

Nessa iniciativa cada onda surfada que receber nota igual ou acima de oito corresponderá ao plantio de cinco árvores. Entre a neutralização das emissões de CO2 do evento e as mudas de Surfista verde, a estimativa é que mais de 5000 árvores sejam plantadas.



Foto Fabio Minduim/Divulgação

Tomas comemora. Foto Fabio Minduim/Divulgação




Final masculino
Halley Batista PE   17.93 a 16.17 Willian Cardoso SC
Final feminino:
Diana Cristina PB 11.27 a 7.67 Suelen Naraisa SP

Resultado da quinta etapa
Masculino:

1º Halley Batista – PE 1.000 pontos/ R$ 25 mil
2º Willian Cardoso – SC 860 pontos/ R$ 12 mil
3º André Silva – CE 730 pontos/ R$ 7 mil
3º Renato Galvão SP – 730 pontos/ R$ 7 mil
5º Saulo Junior SP – 610 pontos/ R$ 4.650
5º Messias Félix CE  – 610 pontos/ R$ 4.650
5º Alandreson Martins BA – 610 pontos/ R$ 4.650
5º Marco Polo SC – 610 pontos/ R$ 4.650

Feminino:

1º – Diana Cristina PB – 1.000 pontos/ R$ 9 mil
2º – Suelen Naraísa SP – 860 pontos/ R$ 4.500
3º – Juliana Quint SC – 730 pontos/ R$ 3.500
3º -  Gabriela Teixeira RJ – 730 pontos/ R$ 3.500
5º – Susã Leal – SC – 610 pontos/ R$ 2.175
5º – Tais de Almeida RJ – 610 pontos/ R$ 2.175
5º – Claudia Gonçalves SP – 610 pontos/ R$ 2.175
5º – Nathalie Martins – PR 610 pontos/ R$ 2.175

Ranking brasileiro em 2011
Masculino

1º 2610 Tomas Hermes SC
2º 2410 Simão Romão  RJ
3º 2400 Halley Batista  PE
3º 2400 Odirley Coutinho SP
5º 2360 Jano Belo  PB
6º 2340 Messias Felix  CE
7º 2310 Renato Galvão SP
8º 2260 Flavio Nakagima SP
9º 2160 Bruno Galini  BA
10º 2030 Alan Jones  RN
11º 2020 Krystian Kymmerson ES
12º 2010 Marcio Farney CE
13º 2000 Franklin Serpa BA
13º 2000 Alex Ribeiro  SP
15º 1930 André Silva  CE
16º 1910 Hizunome Bettero SP
16º 1910 Tanio Barreto  AL

Feminino
1º 3860 Diana Cristina  PB
2º 3320 Juliana Quint  SC
3º 2930 Suelen Naraisa SP
4º 2690 Gabriela Leite  SC
4º 2690 Claudia Gonçalves SP
6º 2680 Gabriela Teixeira RJ
7º 2580 Tais de Almeida RJ
8º 2360 Tita Tavares  CE
9º 2290 Luana Coutinho SP
10º 2220 Nathalie Martins PR
10º 2220 Bruna Queiroz SP

Com informações de Fernanda Villas-Boas, da Media Guide Comunicação

Willian Cardoso garante título para Tomas Hermes

17 de dezembro de 2011 0


Foto Fabio Minduim/Divulgação

Parceria dentro e fora da água! Foto Fabio Minduim/Divulgação

Se em 2010 foi a vez de Jean da Silva pagar o churrasco para Tomas Hermes, desta vez o surfista da Barra Velha vai ter que pagar o churrasco para o amigo Willian Cardoso. Na manhã deste sábado, dia 17, na Praia da Joaquina, Willian venceu o cearense Messias Felix por 14,37 a 10,83 e derrubou o último candidato ao título que ainda estava “vivo” na última etapa do Brasil Surf Pro. Messias saiu na frente, mas o surfista de Balneário Camboriú botou muita pressão nas manobras para virar o placar. No último minuto, Messias ainda tentou um aéreo para voltar a liderar, mas a onda não ofereceu a condição para o complemento da manobra.

Com isso, o catarinense Tomas Hermes faturou o título brasileiro de 2011, e trouxe o caneco pelo segundo ano consecutivo para Santa Catarina. Atual número 63 do ranking unificado da ASP, Tomas já adiantou que irá conversar com os patrocinadores para ver o que irá fazer em 2012. A ideia é priorizar o circuito mundial da divisão de acesso para buscar uma vaga na elite. Tomas não gostou do que ouviu sobre as mudanças que estão por acontecer no circuito brasileiro, com a mudança de formato, diferente da ASP, e a abertura para mais surfistas.

Foto Fabio Minduim

Tomas comemora o título. Foto Fabio Minduim

- Estou respirando mais aliviado. Mas posso dizer que foi tenso. Tire um caminhão de peso das costas. Mas é legal que a galera de SC tá sempre se ajudando. Ano passado, tirei alguns atletas do último evento que concorriam com o Jean (da Silva) e agora o Willian me ajudou – disse.