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Posts do dia 4 março 2012

Marquito leva o prêmio Greenish 2011

04 de março de 2012 0
Photochagas

Esposa de Marquito, Maria Hoppe, levantou o prêmio. Photochagas

Marcos “Marquito” Moraes foi o grande vencedor do Prêmio Greenish Brasil 2011, que teve a festa de premiação realizada na noite deste sábado, dia 3 de março, em Fortaleza. Ele ganhou a categoria Maior Onda e recebeu de prêmio R$ 25 mil. Maria Hoppe, a cinegrafista que registrou as imagens, e o shaper da prancha usada, o australiano Simon Anderson, receberam R$ 5 mil cada.

A onda foi surfada no dia 28 de maio, na praia da Silveira, em Garopaba, no litoral catarinense. Marquito foi representado pela esposa na festa, que elogiou a iniciativa da Greenish e não escondeu o contentamento pela vitória do marido e porque também saiu premiada, já que ela foi a cinegrafista da onda vencedora.

- Quero agradecer em nome do Marquito que, esta hora, está muito feliz – disse Maria Hoppe.

Photochagas

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Danilo Costa foi o vitorioso na categoria Melhor Tubo e faturou R$ 10 mil. A onda foi surfada na praia da Cacimba do Padre, em Fernando de Noronha (PE) no dia 15 de fevereiro de 2011. O cinegrafista Roberto Conte Mayer e o shaper Ricardo Martins, que marcou presença na festa de premiação, receberam R$ 2 mil cada.

- Estou muito feliz, pois concorri com ótimos surfistas – afirmou o atleta potiguar.

Na categoria Melhor Aéreo, vitória de Kristian Kimmerson com uma onda surfada na praia da Vila, em Saquarema (RJ). O prêmio para o capixaba foi de R$ 10 mil, enquanto o cinegrafista Moacir Carvalho e o shaper Antônio José dos Reis embolsaram R$ 2 mil cada. O surfista foi representado pelo pai.

Petrônio Tavares, diretor da Greenish, agradeceu a presença de todos e ressaltou a importância da iniciativa para o surfe nacional. – Este é um evento feito de surfista para surfista e mostrou mais uma vez sua força – ressaltou.

Photochagas

O pai de Kristian Kimmerson foi receber o prêmio do filho. Photochagas

No total, 27 vídeos participaram do Prêmio Greenish Brasil 2011. A categoria Maior Onda teve nove vídeos inscritos. Os surfistas que concorreram, além do vencedor Marcos “Marquito” Moraes, foram Caio Vaz, Carlos Henrique Torelly Franco, Diego Silva (duas ondas), Evaristo “Kiko” Ferreira (duas ondas), Sandro Henrique Vargas e Manoel Gentil Porto.

Danilo Costa, Dennis Tihara, Samuel Igo, Ulisses Meira, Pedro Henrique, Kaká Campos foram os surfistas que brigaram pela vitória na categoria Melhor Tubo. Os concorrentes na Melhor Aéreo foram Krystian Kymerson, Messias Félix, Gabriel Adisaka, Gustavo Schlickmann, Charlie Brown, Betinho Rosa, Erbeliel de Andrade, Franklin Serpa, Miguel Pupo, Gabriel Medina, Pedro Henrique e Marco Giorgi.

Com informações de Roberto Pierantoni- RPX Com

Brasil define velejadores para Mundial da Juventude da ISAF

04 de março de 2012 0


Foto Ane Meire/VDS

Classificados para o Mundial da Juventude. Foto Ane Meire/VDS


Os integrantes da equipe brasileira para o Mundial da Juventude da ISAF que acontece entre os dias 12 e 21 de julho, em Dun Laoghaire, na Irlanda, foram definidos neste fim de semana em Porto Alegre. A última regata da seletiva prevista para este domingo não saiu por falta de vento. No sábado, cinco classes já tinham conhecido seus campeões por antecipação. Apenas as classes 420 feminino e a Laser Radial masculino ainda estavam em indefinidas. A Copa da Juventude encerrou após a classificação das nove regatas realizadas desde quinta-feira em duas raias no Guaíba. O Yacht Clube de Santo Amaro (SP) foi o clube campeão da Copa.    

Os vencedores em cada classe:

Hobie Cat 16 – Martin Manzoli Lowy e Kim Vidal de Andrade (SP)
420 masculino – Ricardo Paranhos e Patrick Essle (SP)
420 feminino – Viviam de Alencastro Guimarães e Marcela Rocha Moura (RJ)
29er – Vladimir Estoup e Breno Alex Osthoff (RJ)
RS:X masculino – Yago Honório Carvalho (RJ)
RS:X feminino – Wendy Stockler Soares (RJ)
Laser Radial masculino – João Pedro de Oliveira (RJ)
Laser Radial feminino – Maria Cristina Boabaid (SC).

O último dia foi de espera cansativa em terra pelo vento. E para 420 feminino e Laser Radial masculino era dia de decisão. Apenas um ponto separava o carioca João Pedro de Oliveira do gaúcho Antonio Cavalcanti Rosa, o Totó, que liderou quase toda a competição. Na 420 a situação estava um pouco mais tranquila, a dupla Viviam de Alencastro Guimarães e Marcela Rocha Moura (RJ) esteve sempre na frente no campeonato, perderia o título somente na hipótese de chegarem em último lugar com as vices Isabele Oliveira Caldeira e Julia Ribeiro Pessine (SP) em primeiro. O vento não apareceu no tempo limite para a largada (às 16 horas) e os velejadores comemoraram por não terem que ir para a raia.

Viviam Alencastro, 17 anos, disse que a decisão de “não forçar a regata” foi acertada porque não havia condições técnicas.
– A Copa aqui foi muito boa e o vento melhor que no ano passado em São Paulo. Agora tenho que conciliar os estudos para o vestibular e a preparação para o Mundial.

O campeão da Laser radial João Pedro de Oliveira, 17, considerou um campeonato “sofrido” e festejou pelo término da competição. – Meu adversário estava na liderança do campeonato até sábado. Por duas vezes nos revezamos na primeira posição e encerrei o dia em primeiro. Quero treinar muito para ir bem na Irlanda.


Foto Ane Meire/VDS

Foto Ane Meire/VDS


Uma característica da equipe que irá para o Mundial de 2012 é que boa parte disputou a competição no ano passado, na Croácia. As classes 420 masculina e feminina, o Laser radial masculino e feminino e o Hobie Cat 16 irão pela segunda vez. Apenas a RS:X masculino e feminino e a 29er serão estreantes no Mundial da ISAF.

A dupla vencedora na 420 masculina, Ricardo Paranhos e Patrick Essle, considerou a Copa da Juventude bem organizada em terra e na água e ressaltou o nível do evento.
– O vento variou de muitas direções e isso fez que as melhores tripulações se sobressaíssem. Sábado foi o dia o mais tenso para nós, mas tudo deu certo – diz Ricardo, que agora quer treinar muito para obter um resultado melhor que o 13º lugar no Mundial de 2011.

Os vencedores na RS:X (prancha à vela) integrarão pela primeira vez a Equipe Brasileira de Vela Jovem (EBVJ). Para Wendy Stockler Soares a seletiva foi com condições melhores que o esperado.
– Estou muito feliz. Esperava até vento mais forte. Agora quero treinar muito para fazer o melhor possível lá na Irlanda.

O carioca Yago Honório Carvalho disse que o resultado foi conforme o esperado por ele.
– Ainda não tinha velejado aqui no sul, fui no máximo a São Paulo. A competição foi bem acirrada com o Felipe. Tenho dois campeonatos na Argentina e também vou treinar muito em Búzios porque quero trazer essa medalha para o Brasil. Agradeço a todos que torceram por mim, aos amigos e toda a flotilha de RS:X- declarou.

Na 29er Vladimir Estoup e Breno Alex Osthoff (RJ) começaram a velejar na classe há oito meses e alcançaram um ótimo resultado. – Nós fomos bem em toda a competição, apenas na primeira regata que a gente ficou com um pouco de receio porque o vento rondava muito. Mas depois deu tudo certo e ganhamos cinco regatas das nove disputadas. Agora é o Mundial.

O gerente técnico da CBVM, Jonatas Gonçalves acompanhou em Porto Alegre o evento e ressaltou a importância da Copa da Juventude para a vela.
– Esta competição tem o foco nos jovens. Temos optimistas talentosos que saem da classe e precisam de incentivo nesta transição. Por isso tanto a Copa como o Mundial são para manter esta garotada agregada nas classes juvenis. Esta também é a orientação da ISAF. A Copa em Porto Alegre foi um sucesso e tivemos todo o apoio da Federação do RS e dos clubes Veleiros do Sul e Jangadeiros.

A Copa da Juventude teve a participação de 62 velejadores com idade até 19 anos. A competição é uma promoção da Confederação Brasileira de Vela e Motor (CBVM) e da Federação de Vela do Estado do Rio Grande do Sul (Fevers) com a realização dos clubes Veleiros do Sul e dos Jangadeiros. Mais fotos em http://www.flickr.com/photos/veleirosdosul/sets/72157629491809857/

Com informações de Ricardo Pedebós – Veleiros do Sul

Taj Burrow vence Adriano de Souza na final do Quiksilver Pro Gold Coast

04 de março de 2012 0
Foto  ASP/Robertson

Taj fez uma nota acima de 9 pontos na bateria final. Foto ASP/Robertson

O australiano Taj Burrow largou na frente na corrida pelo título mundial da temporada 2012 do ASP World Tour. O paulista Adriano de Souza quase virou o resultado na última onda da final do Quiksilver Pro, mas recebeu nota 7,60 e precisava de 7,87 pontos para conquistar a vitória em Snapper Rocks. No Roxy Pro, Stephanie Gilmore ganhou a decisão australiana com Laura Enever para colecionar o seu quarto troféu de campeã na Gold Coast.

Taj Burrow festejou o seu segundo em três finais consecutivas na etapa de abertura da temporada na Austrália. Em 2009, em um mar clássico de muitos tubos em Kirra Point, Mineirinho barrou o australiano para fazer sua primeira final no ASP World Tour, quando também foi derrotado por Joel Parkinson. Neste domingo, o mar estava difícil em Snapper Rocks, com ondas de 2-3 pés irregulares formando algumas boas rampas para os aéreos.

Foto ASP Robertson

Mineiro tentou resolver com o aéreo, mas não rendeu a nota esperada. ASP/Robertson

Adriano de Souza conseguiu suas maiores notas com a tática de mandar um aéreo reverse como primeira manobra e outro na finalização das ondas. Foi assim que despachou Owen Wright no primeiro duelo do dia, o australiano-voador Josh Kerr na semifinal e na primeira onda que surfou na decisão do título contra Taj Burrow. O brasileiro dominou a primeira metade da final com a nota 8 que recebeu nesta onda que abriu a bateria.

A pressão ficou para o australiano, que não começou bem, errando as primeiras manobras nas ondas. Só quando faltavam 12 minutos para o término da bateria, achou uma direita que abriu para ele mandar uma série de manobras com velocidade e arrancar um 9,43 dos juízes. A torcida brasileira que compareceu em grande número na lotada Snapper Rocks no domingo, vaiou o exagero da nota que acabou decidindo o título do Quiksilver Pro.

Mineirinho ainda virou o placar com o 6,43 que recebeu na onda seguinte, no entanto o australiano respondeu com uma nota exatamente igual para abrir 7,87 pontos de vantagem a 5 minutos do fim. O brasileiro passou a arriscar os aéreos de entrada, errou a manobra duas vezes seguidas, mas na terceira acertou um rodando muito alto, só que era uma onda intermediária meio espumada que não rendeu nenhuma outra manobra.

Foto ASP Kirstin

Taj comemorou muito, mesmo com a praia repleta de brasileiros. Foto ASP Kirstin

A praia ficou em suspense. Taj Burrow ainda pegou uma última onda, mas foi fraca e saiu primeiro do mar sem saber o resultado. O locutor do evento começou a divulgar as notas de cada juiz quando Mineirinho ainda estava voltando no jetski. A primeira foi 7,5, a segunda também e ele desanimou baixando a cabeça. Nenhum deu os 7,87 pontos que ele precisava. Dois chegaram perto com 7,80 e um achou que merecia 7,0, com a média ficando em 7,6 e o placar encerrado em 15,86 x 15,60 pontos.

“Estou muito feliz”, vibrou Taj Burrow. “Eu tive um evento muito bom no ano passado, mas perdi a final para o Kelly (Slater). Então hoje, quando vi que era contra o Adriano (de Souza), fiquei muito nervoso. Ele me bateu na final no Brasil no ano passado, é realmente um adversário difícil e, para ser honesto, eu não gosto de competir contra ele. Havia um peso muito grande nos meus ombros nessa final, então é muito gratificante sair por cima”.

BURROW X ADRIANO – Este foi o décimo duelo entre os dois no ASP World Tour e a vantagem é grande para o australiano com sete vitórias. Só na Gold Coast foram cinco baterias com essa final e Taj Burrow ganhou quatro. E ele também saiu inconformado do mar quando perdeu para Adriano de Souza a decisão do título do Billabong Rio Pro na Barra da Tijuca igualmente lotada no ano passado. O troco veio na mesma moeda, apesar da torcida brasileira ter comparecido em peso em Snapper Rocks.

“Claro que sempre queremos vencer, mas estou contente pelo resultado aqui hoje”, disse Adriano de Souza. “Foi uma final surpreendente. No ano passado, o Taj (Burrow) e eu tivemos uma grande bateria aqui também, foi uma das melhores da minha vida e ele ganhou também. É incrível estar no pódio aqui novamente. Em 2009, era eu e o Joel (Parkinson), agora com o Taj, é um bom resultado para começar o ano e estou feliz por estar de volta aqui”.

Os 26 décimos da diferença no placar da final na Gold Coast custaram 45 mil dólares e 2.000 pontos para Adriano de Souza. Isto porque a vitória no Quiksilver Pro valeu 75 mil dólares e 10.000 pontos para Taj Burrow, com o vice-campeão ficando com 30 mil dólares e 8.000 pontos. Além de liderar o primeiro ranking do ASP World Title Race 2012, o australiano saltou do 96.o para o segundo lugar no ranking mundial unificado da ASP que continua com o brasileiro Miguel Pupo na frente.

PRÓXIMAS ETAPAS
- Também na Austrália serão realizadas as próximas etapas valendo pontos para o ASP World Ranking, que classifica 10 surfistas para a elite dos Top-34. Nos dias 12 a 18, tem uma do ASP 6-Star de 3.500 pontos em Newcastle e de 20 a 25 de março uma do ASP Prime de 6.500 pontos em Margaret River.

O defensor do título do Quiksilver Pro, Kelly Slater, foi barrado ainda nas quartas de final pelo australiano Josh Kerr. Agora fica a dúvida se ele vai participar de todo o circuito e se ainda terá disposição para buscar um 12.o caneco de campeão mundial com seus 40 anos de idade completados em fevereiro. O segundo desafio do ASP Dream Tour 2012 é o Rip Curl Pro em Bells Beach, nos dias 03 a 14 de abril em Victoria

Foto ASP Robertson

Stephanie mereceu a vitória. Foto ASP Robertson

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TETRACAMPEÃ - No feminino, a tetracampeã mundial Stephanie Gilmore certamente vai tentar conquistar mais um, principalmente após o seu igualmente quarto título no Roxy Pro Gold Coast. No domingo, ela começou o dia com uma vitória espetacular sobre a vice-campeã mundial Sally Fitzgibbons. Depois também surfou boas ondas para derrotar Laura Enever na final e faturar os 15 mil dólares e 10.000 pontos da vitória em Snapper Rocks.

A atual campeã mundial Carissa Moore perdeu nas quartas de final, assim como a cearense Silvana Lima, com ambas largando em quinto lugar no ASP Women´s Tour 2012. A australiana Tyler Wright derrotou a havaiana número 1 do mundo que defendia o título do Roxy Pro e dividiu o terceiro lugar com Sally Fitzgibbons. Já a peruana Sofia Mulanovich ficou em nono e a catarinense Jacqueline Silva em 13.o no primeiro ranking do ano.

Foto ASP Robertson

Laura Enever fez a segunda final consecutiva no ano. Foto ASP Robertson

Quiksilver Pro
Quartas de Final ( 2º=5º lugar, 5200Pts)
H1- Adriano De Souza BRA 16.43 a 13.73 Owen Wright AUS
H2- Josh Kerr 14.43 a 13.04 Kelly Slater EUA
H3- Jordy Smith AFS 15.56 a 11.30 Joel Parkinson AUS
H4- Taj Burrow AUS 16.86 a 15.97 Adrian Buchan AUS

Semifinais: (2º=3º lugar, 6500Pts)

H1- Adriano De Souza BRA 14.16 a 13.57 Josh Kerr AUS
H2- Taj Burrow AUS 15.56 a 14.20 Jordy Smith AFS

Final (1º=10000Pts – 2º= 8000Pts)
Adriano de Souza BRA  a  Taj Burrow AUS

Roxi Pro
Quartas de Final (2ª=5ª colcoada, 5200Pts)

H1 Tyler Wright AUS 18.03 a 13.47 Carissa Moore HAV
H2 Laura Enever AUS 13.57 a 12.23 Silvana Lima BRA
H3 Sally Fitzgibbons AUS 17.00 a 12.00 Malia Manuel HAV
H4 Stephanie Gilmore AUS 16.77 a 16.30 Courtney Conlogue EUA

Semifinais (2ª=3ª colocada, 6500Pts)
H1 Laura Enever AUS 16.70 a 16.17 Tyler Wright AUS
H2 Stephanie Gilmore AUS 18.30 a 15.00 Sally Fitzgibbons AUS

Final (1ª=10000Pts – 2ª= 8000Pts)
Stephanie Gilmore AUS 16.37 a 14.20 Laura Enever AUS

ASP WORLD TITLE RACE 2012 – 1ª etapa:
01: Taj Burrow (AUS) – 10.000 pontos
02: Adriano de Souza (BRA) – 8.000
03: Josh Kerr (AUS) – 6.500
03: Jordy Smith (AFR) – 6.500
05: Kelly Slater (EUA) – 5.200
05: Joel Parkinson (AUS) – 5.200
05: Owen Wright (AUS) – 5.200
09: Michel Bourez (TAH) – 4.000
09: Julian Wilson (AUS) – 4.000
09: Heitor Alves (BRA) – 4.000
09: Miguel Pupo (BRA) – 4.000
13: Raoni Monteiro (BRA) – 1.750
25: Alejo Muniz (BRA) – 500
25: Gabriel Medina (BRA) – 500
25: Jadson André (BRA) – 500

Por João Carvalho – Assessoria de Imprensa da ASP South America