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Posts de julho 2013

Freesurf de Kelly Slater em Keramas, Bali

15 de julho de 2013 0

Slater Hater Bali freesurf session from Rowan Walker on Vimeo.

Galera, estou de férias desde a última quarta-feira, dia 10 de julho, mas continuei no batente para finalizar as competições que estavam em andamento e postar algumas últimas notícias. Com esse post do Slater anuncio que darei uma pausa (pelo menos tentarei!) nas informações e volto quando começar a triagem do Billabong Pro Tahiti, em Teahuppo, com a presença do catarinense Ricardo dos Santos. Abraço e até a volta!

Santos abre circuito Hang Loose Surf Attack

15 de julho de 2013 0

Marcos Correa é um dos favoritos. Foto Munir El Hage

O mais tradicional campeonato de surf para as categorias de base no país tem início nesta terça-feira e quarta-feira (16 e 17), no Quebra-Praia, na Praia do José Menino, em Santos. Válido pelo circuito paulista para atletas com até 18 anos de idade, o Hang Loose Surf Attack será disputado nas categorias júnior (até 18 anos), mirim (limite de 16 anos), iniciante (no máximo 14 anos), estreante (12 anos para baixo) e petit (sub10). Em ação, 147 surfistas do litoral paulista e também de Santa Catarina, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

- Como estamos no período de férias escolares e as previsões apontam para boa ondulação para terça e quarta-feira, decidimos por essa data para privilegiar a molecada. Esse é o mais importante campeonato de Base do País e a ideia é sempre oferecer as melhores condições possíveis – afirma o presidente da Federação Paulista de Surf, Sílvio da Silva, o Silvério.

Ao seu lado desde o início, o diretor técnico do evento e também do Circuito Brasileiro e do ISA World Games, Marcos Bukão, que destaca o valor e a influência da competição.

- Não diria só no cenário brasileiro, mas mundial. Se olharmos dentro do WT, a elite mundial, todos os atleta que disputam o Circuito, em algum momento da carreira, passaram pelas etapas do Hang Loose. É uma grande escola, sem dúvida o principal campeonato de base competitiva do Brasil – afirma Bukão.

E é fácil exemplificar, até quantificar o Hang Loose Surf Attack. A nova geração, apelidada de Braziliam Storm, foi formada neste circuito, começando por Adriano de Souza, depois Alejo Muniz, Gabriel Medina, Miguel Pupo e Filipe Toledo, todos com títulos. Antes deles, Raoni Monteiro, ilustre convidado, fazia história nas ondas paulistas.

- Se o Hang Loose terminasse hoje, só em função de Adriano de Souza, Medina, Miguel, Filipinho, já seria um marco – comenta Bukão.

Criado em 1988, o Circuito Paulista começou com as categorias júnior e mirim e depois foi ganhando “corpo” até chegar ao formato atual. Desde 1995 conta com o patrocínio da Hang Loose, sobretudo pelo incentivo do empresário Álfio Lagnado, um entusiasta da modalidade.

- Podemos resumir esse patrocínio em fidelidade e compromisso. Quando um patrocinador entra pela primeira vez, ficamos felizes, quando está há quase 20 anos, deixa de ser um relação de patrocínio, mas compromisso, verdadeiro amor pelo esporte - enaltece Marcos Bukão.

Circuito terá quatro etapas este ano

O Hang Loose Surf Attack terá quatro etapas. Depois de Santos, os surfistas surfarão na Praia de Pitangueiras, junto ao Canto do Maluf, em Guarujá, nos dias 17 e 18 de agosto, na Praia da Baleia (Canto Mágico), em São Sebastião, dias 14 e 15 de setembro, e a final na Praia de Itamambuca, em Ubatuba, nos dias 9 e 10 de novembro. Entre os nomes favoritos, quem se destaca é Victor Bernardo, novo campeão brasileiro pro júnior, da vizinha Guarujá, competindo nas categorias mirim e júnior.

Da mesma cidade, outros nomes chegam forte Gabriel André, na júnior, Vitor Mendes, Leonardo Guimarães e Herbert Moreno, na mirim, e Eduardo Motta, na estreante. De Ubatuba, atenção para Wesley Dantas, na mirim e júnior, Diego Aguiar e Danilo Villas Boas, na petit. Na lista de cotados, o atual campeão júnior, Marcos Corrêa, de Praia Grande, Igor Moraes, na mirim e júnior, e Samuel Pupo, atual campeão estreante e agora na iniciante (ambos de São Sebastião), e Jaws Maffessoni, de Peruíbe, na petit.

Vitor Bernardo é o atual campeão brasileiro sub-20. Foto Munir El Hage

A etapa tem início às 8h, com a primeira fase da júnior, que terá na sequência mais duas disputas, definindo os semifinalistas. Também entram no mar na terça-feira, os atletas da mirim e da iniciante. Na quarta-feira, a competição recomeça às 8h, com a iniciante. As semifinais serão realizadas das 11h às 13h30min, quando entram no mar as finais, com término previsto para 15h10min.

AO VIVO PELA INTERNET

Todas as disputas serão transmitidas ao vivo pela internet, com imagens das ondas surfadas, locução direta do palanque, notas dos juízes e os internautas podendo interagir, com mensagens de texto, acessando www.hangloose.com.br/surfattack2013.

O Hang Loose Surf Attack tem os patrocínios de Overboard, Bleat, Hot Water, Central Surf, Super Tubes, Sthill e Surftrip. Copatrocínios de GoPro, Rhyno Foam, Reef, Amazoo Açaí e CT. Divulgação: Revista Fluir. Apoios das prefeituras de Santos, Guarujá, São Sebastião e Ubatuba, Associação Santista de Surf, Associação de Surf de Guarujá, Associação de Surf de São Sebastião, Associação Ubatuba de Surf, Governo do Estado de São Paulo, com organização da Federação Paulista de Surf.

Com informações de Fábio Maradei – FMA Notícias

Líder do ranking mundial, Tyler Wright testa a Wave Garden

15 de julho de 2013 0

Após cinco dias de mar flat em Biarritz, que culminou com o cancelamento do Roxi Pro, a líder do ranking mundial, a australiana Tyler Wright decidiu conhecer a onda artificial da Wave Garden como já haviam feito as tops Stephanie Gilmore e Lee Ann Curren.

Felipe Miyamoto acerta manobra inédita e lidera circuito brasileiro de wakeboard

15 de julho de 2013 0

Felipe Miyamoto lidera o circuito nacional de wakeboard. Foto Arquivo Pessoal

O wakeboarder brasiliense Felipe Miyamoto, 29 anos, não poderia estar mais feliz. Depois de perder uma temporada por conta de duas contusões, o atleta patrocinado pela Nicoboco retornou cheio de vontade e já ocupa a liderança do Circuito Brasileiro de Wakeboard.

- Acertei a ‘heel side 720’ na semifinal da segunda etapa do Brasileiro. Terminei a competição em terceiro lugar e agora sou o líder do ranking faltando só uma etapa para acabar o circuito – comemora Felipe.

Esta era a manobra inédita que o atleta havia prometido realizar em Manaus (AM) e cumpriu sua palavra no último dia 23. Nela, Felipe deu duas voltas no ar, passando a manete duas vezes por trás das costas.

Da contusão ao pódio

Em abril do ano passado, Felipe machucou o joelho direito treinando para uma sequência de campeonatos. Neste treino, ele rompeu o ligamento cruzado anterior, o ligamento colateral medial e um dos meniscos ficou partido. A cirurgia foi feita em junho pelo ortopedista Paulo Henrique Mendes de Araújo, na Clínica COB, em Brasília.

A recuperação foi um pouco lenta por causa da cicatrização dos ligamentos. Quando estava prestes a voltar à ativa, Felipe sofreu um acidente doméstico, que lhe garantiu 50 pontos e três tendões rompidos no braço direito. Porém, esses seis meses de “molho” não lhe tiraram a confiança. Em 2013, voltou a dar aulas em sua escola, a WakeBrasília, no Lago Paranoá, na capital do Distrito Federal.

- Logo que pude voltar a treinar mais forte, me dediquei bastante, com um único pensamento: nenhum esforço é em vão.

Na etapa nacional do Campeonato Mundial de Wakeboard, que aconteceu em maio, ele foi o segundo brasileiro mais bem colocado e o sexto melhor competidor da prova, vencida pelo atual campeão mundial de wakeboard, o americano Phillip Soven.

- Já passei por muitas coisas no wake e acho que agora estou colhendo um pouco do meu esforço. Espero continuar assim – afirma Felipe.

Rodrigo Sphaier e Atalanta Batista vencem segunda etapa do Circuito Brasileiro de Longboard

15 de julho de 2013 0

Os campeões no pódio. Foto Fabriciano Junior/ABL

O saquaremense Rodrigo Sphaier e a pernambucana Atalanta Batista venceram as principais categorias da segunda etapa do Circuito Brasileiro de Longboard Pro apresentada pela Gold Island em Cabo de Santo Agostinho, no litoral sul de Pernambuco. Eles ganharam as últimas baterias do domingo de muita chuva, mas com as melhores ondas do fim de semana na Praia de Itapuama.

Outros quatro títulos foram decididos, com o capixaba Felipe Lacerda conquistando o da Amador Open, o pernambucano Gabriel Farias foi o melhor na Amador Junior, o baiano Rogério Vasconcelos levou a Master e o paraibano Nilton Santos a Super Master.

A bateria que fechou o evento reuniu os dois melhores competidores nas ondas de Itapuama. A final da categoria profissional começou quente, com o paulista Jefson Silva abrindo a bateria com nota 8,33 e Rodrigo Sphaier com 8,00. Ambos combinaram bem as batidas e rasgadas, com as manobras mais clássicas no bico do pranchão como “hang five” e “hang ten”. Uma tempestade rápida desabou bem na hora da última decisão em Cabo de Santo Agostinho, e prejudicou a boa formação das ondas nas séries de 3-4 pés na Praia de Itapuama.

Rodrigo Sphaier levou na profissional. Foto Fabriciano Junior/ABL

Logo Rodrigo Sphaier assumiu a ponta com uma onda regular nota 6,60 e não largou a liderança até o fim, inclusive aumentando a vantagem com uma nota 7,17 quando faltavam 5 minutos para o término. Jefson Silva tentou a virada algumas vezes, mas as ondas fecharam rapidamente. No caminho até a final, acabou com a invencibilidade do pernambucano Halley Batista, que liderava o ranking brasileiro de Longboard com a vitória em Fernando de Noronha (PE).

- Eu, na verdade, venho sempre tentando me superar. A vida está aí pra isso, pra gente se superar. Tive sorte de encontrar boas ondas e ser competente pra executar bem, não perder as chances que apareceram pra mim. Estou muito feliz por mais uma vitória e agora é colocar o pé no chão e seguir em frente – disse Sphaier, atual campeão sul-americano de longboard profissional da ASP South America.

Ele também falou sobre a possibilidade de entrar na corrida do título brasileiro com a vitória nesta segunda etapa do circuito da Associação Brasileira de Longboard (ABL) apresentada pela Gold Island em Pernambuco.

- Com este resultado certamente me aproximei dos líderes. Não sei se dá pra ficar em primeiro no ranking, mas já estive em situações assim que foram revertidas, então não quero pensar nisso não, prefiro deixar acontecer.

Atalanta segue imbatível entre as mulheres. Foto Fabriciano Júnior/ABL

BUSCA PELO TETRA

Na categoria feminina, a pernambucana Atalanta Batista largou com vitória a busca pelo tetracampeonato brasileiro de longboard profissional. A carioca Mainá Thompson chegou a tirar a maior nota da final (7,0), mas na soma das duas computadas a defensora do título levou a melhor por 11,27 a 11,23 pontos. Em terceiro lugar ficou a paranaense Thiara Mandeli e em quarto a potiguar Eliane Andrade.

- Graças a Deus consegui mais uma vitória e tem mais duas etapas aí pela frente, então vou treinar bastante para manter este ritmo. Quero agradecer todas as pessoas que torceram por mim e falar também que estou sem patrocínio, mas continuo correndo atrás, treinando bastante pra conseguir bons resultados nos eventos – declarou Atalanta.

DECISÕES SEM CHUVA

A primeira decisão de título entrou no mar pouco depois do meio dia, quando a chuva já havia dado uma trégua para o público aparecer na Praia de Itapuama. A final da categoria Amador Junior foi 100% pernambucana e Gabriel Farias foi o campeão, com José Vinicius ficando em segundo lugar, o local de Itapuama, Caio Santos, em terceiro e Dodô em quarto completando o trio de finalistas da Praia de Maracaípe, em Ipojuca.

Em seguida começou a final Master e o baiano Rogério Vasconcelos festejou a vitória sobre o paulista Paulo Giachetti (2º lugar), o catarinense Paulo Sefton (3º) e o paraibano Antonio Nunes (4º).

Rogério Vasconcelos Foto Fabriciano Junior/ABL

- Essa vitória vai para aqueles que não acreditaram em mim, que me impuseram limites, mas aqui estou eu, campeão de novo – desabafou Rogério Vasconcelos.

- O Paulo Giachetti é um grande adversário, o Paulo Sefton também vencedor lá do Sul que veio prestigiar a gente aqui, então isso só valoriza ainda mais essa vitória. Valeu!!! – completou.

A terceira final foi a da categoria Amador Open, que só foi decidida nas últimas ondas surfadas pelos quatro competidores. O capixaba Felipe Lacerda liderava com uma nota 7,17, mas fechou a bateria com uma melhor ainda que valeu 8,10 para sacramentar a vitória no Gold Island de Cabo de Santo Agostinho. Com 15,27 pontos derrotou os três pernambucanos que enfrentou na bateria. Romualdo Nascimento ficou em segundo, o campeão da Junior, Gabriel Farias, em terceiro e o local da Praia de Itapuama, Caio Santos, em quarto.

Antes das finais profissionais que fecharam a segunda etapa do Circuito Brasileiro de Longboard Pro apresentada pela Gold Island, o paraibano Nilton Santos faturou o título da Grand Master. O catarinense Paulo Sefton ficou em segundo lugar, o pernambucano Ray Farias, pai do campeão Junior Gabriel Farias, foi o terceiro colocado e o paulista Carlos Pereira completou o pódio da Grand Master em Cabo de Santo Agostinho.

GOLD ISLAND APRESENTA SEGUNDA ETAPA DO CIRCUITO BRASILEIRO DE LONGBOARD PRO:
FINAL DA CATEGORIA PROFISSIONAL:
Campeão: Rodrigo Sphaier (RJ) com 15,17 das notas 8,00+7,17
Vice-campeão: Jefson Silva (SP) com 14,56 pontos = 8,33+6,23

SEMIFINAIS (2º=3º lugar):
1ª: Jefson Silva (SP) 15,50 x 10,53 Robson Fraga (ES)
2ª: Rodrigo Sphaier (RJ) 16,17 x 15,50 Danilo Rodrigo (SP)

FINAL DA FEMININA PROFISSIONAL:
Campeã: Atalanta Batista (PE) com 11,27 das notas 6,50+4,77
Vice-campeã: Mainá Thompson (RJ) com 11,23 = 7,00+4,23
Terceiro lugar: Thiara Mandeli (PR) com 7,30 = 4,00+3,30
Quarto lugar: Eliane Andrade (RN) com 6,66 = 3,53+3,13

SEMIFINAIS (1ª e 2º=final / 3ª=3º lugar):
1ª: 1-Atalanta Batista (PE), 2-Thiara Mandeli (PR), 3-Vanessa Pontes (PB)
2ª: 1-Mainá Thompson (RJ), 2-Eliane Andrade (RN), 3-Silvana Pontes (PB)

FINAL AMADOR OPEN:
1º: Felipe Lacerda (ES) com 15,27 das notas 8,10 e 7,17
2º: Romualdo Nascimento (PE) com 13,43 = 7,60+5,83
3º: Gabriel Farias (PE) (PE) com 9,36 = 4,83+4,53
4º: Caio Santos (PE) com 8,07 pontos = 5,67+2,40

FINAL AMADOR JUNIOR:
1º: Gabriel Farias (PE) com 12,93 das notas 7,10 e 5,83
2º: José Vinicius (PE) com 11,46 = 6,33+5,13
3º: Caio Santos (PE) com 11,30 = 5,80+5,50
4º: Dodô (PE) com 10,23 pontos = 5,20+5,03

FINAL CATEGORIA MASTER:
1º: Rogério Vasconcelos (BA) com 11,00 das notas 5,77 e 5,23
2º: Paulo Giachetti (SP) com 10,00 = 5,33+4,67
3º: Paulo Sefton (SC) com 7,37 = 3,70+3,67
4º: Antonio Nunes (PB) com 5,74 pontos = 3,37+2,37

FINAL DA SUPER MASTER:
1º: Nilton Santos (PB) com 11,06 das notas 5,73 e 5,33
2º: Paulo Sefton (SC) com 8,77 = 4,50+4,27
3º: Ray Farias (PE) com 6,07 = 3,07+3,00
4º: Carlos Pereira (SP) com 4,47 pontos = 2,37+2,10

Com informações de João Carvalho – JBC Notícias e Assessoria do Surf

Roxi Pro Biarritz é cancelado por falta de ondas e deve ser disputado em setembro

15 de julho de 2013 0

A tour manager Jessi Miley-Dier e o head judge Dave Shipley tomaram a difícil decisão. Foto ASP/Poullenot/Aquashot

Depois de toda a polêmica gerada pelo vídeo teaser do evento, o Roxi Pro Biarritz teve que ser cancelado por falta de ondas durante os cinco dias de prazo para realização da competição. Apesar do cancelamento, o evento poderá acontecer entre os dias 24 a 30 de setembro, em Hossegor, simultâneo ao Quiksilver Pro France, evento masculino do circuito mundial. Agora, as meninas partem para os Estados Unidos, onde disputam o Van US Open of Surfing, em Huntignton Beach, de 22 a 28 de julho.

Peterson Crisanto fatura o título do Reef Pro El Salvador, etapa seis estrelas da ASP

15 de julho de 2013 0

Petersinho aproveitou as direitas de Punta Roca como se fosse Matinhos. Foto ASP/Shadley

O paranaense Peterson Crisanto, 21 anos, obteve a sua primeira vitória na ASP neste fim de semana ao bater o top australiano Josh Kerr na final do Reef Pro El Salvador, etapa seis estrelas, em ondas de quatro a seis pés nas direitas do pointbreak de Punta Roca, em La Libertad.

Destaque nos dias anteriores, Petersinho voltou a arrebentar no último dia de competição ao superar o top havaiano Fred Pattachia na semifinal e comandar a final com séries demoradas após arrancar as notas 8.60 e 7.83 suficientes para faturar o seu primeiro título em uma etapa seis estrelas.

- Venho treinando muito duro e antes deste evento fui ao México para treinar nos picos de lá. Estou muito feliz por conseguir minha primeira vitória. Estou tremendo agora, eu não posso acreditar que ganhei! – disse o local de Matinhos.

- Estou muito orgulhoso por ter vencido da maneira que fiz porque eu tinha que vencer caras que estavam no WCT. Eu foquei no meu surf e me sinto 100% confiante agora. Vou continuar treinando e espero conseguir um bom resultado no US Open - completou.

Josh Kerr, cabeça de chave número um do evento, superou o paulista Caio Ibelli nas quartas, e o aussie Wade Carmichael na semifinal, mas não conseguiu bater Petersoninho na final.

- Foi um longo caminho até a final e é difícil de perder, mas foi definitivamente um bom evento. É uma onda tão boa e é muito ruim porque as ondas não apareceram para o final. É a minha primeira vez em El Salvador e o lugar é incrível – declarou.

Para acessar vídeos e fotos com os melhores momentos do Reef Pro El Salvador acesse http://www.beachbyte.com/aspna/elsalvador13/

REEF PRO EL SALVADOR
FINAL:
Peterson Crisanto (BRA) 16.43
2º Josh Kerr (AUS) 12.83

Semifinais:
SF 1: Josh Kerr (AUS) 14.86 a 14.77 Wade Carmichael (AUS)
SF 2: Peterson Crisanto (BRA) 16.76 a 9.93. Fred Patacchia (HAV) 9.93

Quartas de final:
QF 1: Josh Kerr (AUS) 11.83 a 5.90 Caio Ibelli (BRA)
QF 2: Wade Carmichael (AUS) 12.67 a 9.33 Tim Reyes (EUA)
QF 3: Fredrick Patacchia (HAV) 15.57 a 15.17 Tanner Gudauskas (EUA)
QF 4: Peterson Crisanto (BRA) 17.40 a 14.06 Mitch Crews (AUS)

Veleiro catarinense é um dos campeões da Rolex Ilhabela Sailing Week 2013

15 de julho de 2013 0


Comemoração do Kiron III, campeão na ORC. Foto Carlo Borlenghi/RISW

A Rolex Ilhabela Sailing Week definiu, no último sábado (13 de julho), todos os campeões da 40ª edição do maior evento de vela oceânica da América Latina, com destaque para o Loyal, na C30, e o Kiron III, na ORC Geral. A tradicional semana contou com a participação de 134 barcos e velejadores do Brasil e de países como Argentina, Áustria, Estados Unidos, Porto Rico, Reino Unido e Uruguai.

No último dia de provas, os ventos, sempre de fraca intensidade, demoraram para entrar na raia e as regatas se tornaram ainda mais técnicas, exigindo muita perícia das tripulações em busca de qualquer rajada que pudesse dar velocidade aos barcos.

Na promissora classe C30, o Loyal conquistou o bicampeonato com uma campanha exemplar: seis vitórias em nove regatas. Com apenas 11 pontos perdidos, o barco do comandante Marcelo Massa, ficou à frente do Katana/Energia (18 pontos) e do Caballo Loco (26), os três com direito ao pódio.

O Loyal foi para a última batalha como amplo favorito ao título. Precisava de apenas um sétimo lugar em duas provas previstas. A Comissão de Regatas optou por cancelar a segunda devido à falta de vento. Na única disputa do dia, chegou na segunda colocação, atrás do Katana, e a tripulação pode comemorar a segunda conquista consecutiva em Ilhabela.

- Temos de atribuir o título ao empenho de toda a tripulação, que está de parabéns. Treinamos o ano todo e na hora de competir soubemos velejar em todas as condições de vento. Essa regularidade mostra que os treinos deram resultado – avaliou André Fonseca, o Bochecha, tático do Loyal e velejador olímpico.

Loyal é bicampeão na C30. Foto Carlo Borlenghi/RISW

Apesar do rendimento do barco campeão, o comandante Massa demonstra a necessidade de manter a tripulação afinada porque os adversários estão evoluindo.

- As regatas de veleiros iguais, como os C30, proporcionam equilíbrio. Tivemos muito trabalho para vencer o Caballo Loco. A tripulação de Ubatuba mostra que está mais bem preparado a cada competição – disse Marcelo Massa.

A formatura dos catarinenses

Persistência, talento e amizade a bordo marcaram a conquista do Kiron III, do comandante Leonardo Guillermo Cal, na classe ORC Geral. A equipe do Iate Clube de Santa Catarina participa da Rolex Ilhabela Sailing Week desde 2007 e a edição 2013 coroou o trabalho dos velejadores, que tem o campeão pan-americano e mundial Matheus Dellagnelo como tático e timoneiro.

O resultado coloca a equipe no hall dos grandes campeões da Semana de Vela. Os vencedores consideraram a vitória uma formatura a bordo.

- Como médico, eu precisei de seis anos para pegar o diploma. Na vela, encaro a conquista em Ilhabela como um momento histórico para toda a equipe. Uma formatura no mar. A amizade entre os tripulantes nos levou ao título, pois quando chegamos aqui há sete anos ninguém sabia velejar direito e hoje somos campeões – enalteceu emocionado o cardiologista uruguaio Leonardo Guillermo Cal.

O relógio Rolex, prêmio concedido aos comandantes campeões, ele promete não tirar do pulso.

- Foi a maior vitória da carreira.

Comemoração foi dentro da água. Foto Carlo Borlenghi/RISW

Leonardo Guillermo Cal completou:

- A Rolex Ilhabela Sailing Week desse ano foi uma lição de vida. No primeiro dia, sem vento, a paciência deu o tom. Fomos aprovados nessas condições. Na sequência, a segunda regata foi disputada com muito vento e ondas grandes. Entrou a coragem. No fim, com a liderança, a tripulação do Kiron teve sabedoria e Inteligência para não colocar tudo a perder.

Os alunos do professor Leonardo Guillermo Cal passaram por escolas de Optimist em Santa Catarina. O maior talento é Matheus Dellagnelo. Com o ouro nos Jogos Pan-Americanos e no Mundial de Sunfish, além da campanha para 2016 na Laser, o atleta acumula experiência e talento para ser o tático do Kiron, uma das funções mais importantes dentro de um barco. A estratégia dele deu certo e a equipe venceu quatro das nove regatas disputadas.

- Chegamos em Ilhabela sem saber como o barco se comportaria em todas as condições de vento. Mas o veleiro correspondeu, principalmente no vento forte. Erramos apenas uma manobra em todos as regatas do campeonato, provando que o entrosamento foi determinante – declarou.

Na classificação final da ORC Geral, o Kiron venceu com nove pontos de vantagem sobre o Angela Star, de Peter Siemens. A competição contou com 28 barcos. A equipe catarinense, que mede em ORC 650, também foi campeã nessa subdivisão. Na ORC 700, o primeiro colocado foi o Rocket Power, de Luiz Augusto Lopes.

Rudá mesclou brasucas e caribenhos e levou título da IRC. Foto Edu Grigaitis

Campeões da maior flotilha

Na RGS, classe com a maior flotilha da Rolex Ilhabela Sailing Week, os campeões foram conhecidos no último dia de regatas. Na “A”, o melhor foi o Quiricomba, barco tripulado por aspirantes da Marina do Brasil. O barco da Escola Naval superou o Jazz, de Valéria Ravani na última prova e os jovens oficiais puderam colocar mais esse título no currículo.

- É uma tripulação talentosa e que tem a linguagem náutica no sangue. O time passa por uma renovação e o título nos dará ainda mais moral – comemorou o jovem comandante Arytan Silva.

- Nossa tripulação é destaque da semana. Ganhamos as regatas dentro da água e as meninas de Ilhabela nas competições fora do mar – completou.

Na RGS B, o Mandinga, de Jonas Penteado, venceu o campeonato, assim como o Rainha/Empresta Capital, de Leonardo Pacheco, na “C”. O Jambock, de Marco Aleixo, levou a melhor na Cruiser. Na IRC, classe que fez sua estreia na Rolex Ilhabela Sailing Week, O Rudá, de Guilherme Hernandez, mesclou tripulantes caribenhos e brasileiros. A mistura resultou em título.

Angela Star ficou atrás do Kiron III na geral da ORC. Foto Edu Grigaitis

Ginga vence regata final

A tripulação do Ginga, comandada por José Vicente, fechou com chave de ouro a HPE ao cruzar a linha na primeira colocação. na última regata do campeonato. A equipe, por ter vencido a Rolex Ilhabela Sailing Week com um dia de antecedência, nem precisava ir para a raia. A vantagem para o vice-campeão, Fit to Fly, de Eduardo Mangabeira, foi de 18 pontos, com seis vitórias em 10 regatas.

A classe HPE mostrou força com 25 barcos na raia. Praticamente todas as equipes contaram pelo menos com um atleta profissional ou tripulante com experiência em regatas internacionais. Um dos exemplos é o segundo colocado Fit to Fly com o especialista em match race e integrante da nova geração da vela, Henrique Haddad, o “Gigante”. Outro destaque foi o Relaxa Next/Caixa, de Roberto Mangabeira, quinto colocado com dois campeões mundiais e pan-americanos a bordo: Maurício Santa Cruz e Alexandre Saldanha.

- A classe HPE tem muitos barcos, teoricamente iguais, atraindo os velejadores que não gostam de competir com a regra de tempo corrigido. Além disso, com vento, o monotipo é muito gostoso de se velejar graças ao balão assimétrico. Mas quando não tem vento fica difícil – analisou Alexandre ‘Spanto’ Saldanha.

Absoluto. Foto Edu Grigaitis

Mesmo as tripulações que não contavam com velejadores consagrados tiveram a chance de brigar de igual para igual com os chamados profissionais.
Conseguimos ser a melhor equipe amadora na disputa e o resultado deve ser comemorado. Velejar no meio de tanta gente boa e às vezes chegar na frente deles é gratificante – disse Fernando Haaland, que levou seu barco Repeteco ao sexto lugar na classificação geral da classe HPE. O velejador é presidente nacional da classe.

Fuchs à frente de Lars na Star

Com os campeões antecipados Robert Scheidt e Bruno Prada fora da raia, a disputa do vice-campeonato monopolizou as atenções do sábado na classe Star. Marcelo Fuchs e Ronald Seifert venceram a última regata e asseguraram a medalha de prata. A dupla Lars Grael/Samuel Gonçalves chegou em segundo para complementar o pódio. Encerrada a Rolex Ilhabela Sailing Week, Lars e Samuel seguem treinando para o Mundial de Star, entre os 1º e 8 de setembro em San Diego, na Califórnia.

Os tricampeões mundiais, Scheidt e Prada, projetam reatar a dupla para o Mundial de 2014, no Lago de Garda, “quintal de casa” em relação à atual residência de Scheidt, na Itália. A classe S40 também já estava definida desde a sexta-feira, com o título para o Crioula, comandado por Eduardo Plass, que foi para a raia e confirmou sua oitava vitória na competição, à frente do vice-campeão Carioca, de Roberto Martins.

A festa da tripulação do Crioula. Foto Carlo Borlenghi/RISW

Resultados finais
S40- após 9 regatas e 1 descarte
1º – Crioula (Eduardo Plass) – 8pp (1+1+[2]+1+1+1+1+1+1)
2º – Carioca (Roberto Martins) – 15pp (2+[3]+1+2+2+2+2+2+2)
3º – Vesper 4 (João Marcos Mendes) – 27pp (4+5+4+3+3+[4]+3+3+3)

C30 – após 9 regatas e 1 descarte
1º – Loyal (Marcelo Massa) – 11pp (1+1+1+1+1+1+3+[3]+2)
2º – Katana/Energia (Fabio Filippon) – 18pp (3+3+[7]+4+2+3+1+1+1)
3º – Caballo Loco (Mauro Dottori) – 26pp ([6]+2+3+3+3+4+5+2+4)

Star - após 10 regatas e 1 descarte
1º – Robert Scheidt/Bruno Prada – 8pp (5+1+1+1+1+1+1+1+1+[12])
2º – Marcelo Fuchs/Ronald Seifert – 23pp (4+3+2+4+2+2+3+[5]+2+1)
3º – Lars Grael/Samuel Gonçalves – 26pp ([7]2+3+3+4+3+2+4+3+2)

HPE - após 10 regatas e 1 descarte
1º – Ginga (José Vicente Monteiro) – 15 pp ([4]+1+1+3+3+3+1+1+1+1)
2º – FIt To Fly (Eduardo Mangabeira) – 33pp (2+[8]+5+7+5+1+5+2+3+3)
3º – Bond Girl Jimny (Carlos Wanderley) – 47pp (13+2+2+5+6+7+3+4+5+[26])

ORC Geral – após 9 regatas e 1 descarte
1º – Kiron (Leonardo Guilhermo) – 12pp (1+1+1+2+2+[2]+1+2+2)
2º – Angela VI (Peter Dirk) – 21pp ([29]+2+3+1+9+1+3+1+1)
3º – Asbar 4 (Marcelo Pereira) – 49,5pp (2+[15]+13+8+7+4+4+4,5+7)

ORC 500 – após 9 regatas e 1 descarte
1º – Angela VI (Peter Dirk) – 9pp ([12]+1+1+1+2+1+1+1+1)
2º – Catuana Kim (Paulo Cocchi) – 29pp ([12]+3+2+3+5+3+2+6+5)
3º – Miragem (Paulo Roberto) – 32pp (4+4+4+4+6+[12]+4+2+4)

ORC 600 – após 9 regatas e 1 descarte
1º – Absoluto (Renato Gama) – 26pp ([11]+2+2+5+2+3+4+1+7)
2º – Asbar 4 (Marcelo Pereira) – 26,5 (1+7+[8]+4+5+2+2+2,5+3)
3º – Ruda (Guilherme Hernandez) – 28pp ([9]+1+1+6+4+4+6+5+1)

ORC 650 – após 9 regatas e 1 descarte
1º – Kiron (Leonardo Guilhermo) – 8pp (1+[1]+1+1+1+1+1+1)
2º – Maestrale (Adalberto Casaes) – 18pp (2+2+2+[3]+3+2+3+2+2)
3º – Samurai Ni (Ian Muniz) – 23pp (4+3+4+2+2+3+2+[4])

ORC 700 – após 9 regatas e 1 descarte
1º – Rocket Power (Luiz Augusto Lopes) – 11pp ([5]+2+1+2+1+2+1+1+1)
2º – Prozak (Marcio Finamore) – 18pp (2+1+2+3+2+1+3+[5]+4)
3º – Colin (Sebastian Menendez) – 23pp (1+5+[5]+4+3+4+2+2+2)

IRC - após 9 regatas e 1 descarte
1º – Ruda (Guilherme Hernandez) – 21,5pp ([7]+1,5+1+4+2+1+7+6+1)
2º – Angela Star (Peter Siemsen) – 21,5pp ([20]+1,5+2+1+8+3+4+1+2)
3º – Tangaroa (James Bellini) – 25pp (1+4+[7]+3+1+5+2+5+5)

RGS A – após 9 regatas e 1 descarte
1º – Quiricomba (Escola Naval) – 12pp (2+[6]+2+1+1+2+2+1+1)
2º – Jazz (Valeria Ravani) – 16pp (3+2+[4]+2+2+1+1+3+2)
3º – Fram (Felipe Aidar) – 29pp (6+[7]+1+5+4+5+3+2+3)

RGS B – após 9 regatas e 1 descarte
1º – Mandinga (Jonas Penteado) – 13pp (1+1+2+1+1+3+18+[18]+3)
2º – Revanche (Celso de Faria) – 27pp (3+2+3+6+3+2+[7]+6+2)
3º – Albatroz (Gremio de Vela Escola Naval) – 28pp ([8]+5+6+4+4+1+1+1+5)

RGS C – após 9 regatas e 1 descarte
1º – Rainha/Empresta Capital (Leonardo Pacheco) – 10pp (2+1+2+1+1+1+1+[9]+1)
2º – Santeria (Mauricio Martins) – 21pp ([15]+12+4+2+1+2+2)
3º – Azulao (Marcello Polonio) – 25pp (1+3+3+[4]+3+4+4+3+4)

RGS Cruiser - após 9 regatas e 1 descarte
1º – Jambock (Marco Aleixo) – 10pp ([10]+1+1+1+1+1+1+2+2)
2º – Cocoon (Luiz Caggiano) – 21pp ([10]+2+2+3+4+5+3+1+1)
3º – Boccaluppo (Claudio Melaragno) – 27pp (2+[10]+4+2+2+2+2+10+3)

Lucas Silveira "aprimora o surfe" no Chile e no Peru

13 de julho de 2013 0

Lucas Silveira Chile Peru from AprimoreSurf on Vimeo.

Saiu o novo vídeo da Aprimore Surf – Leandro Grilo Dora – com o surfista carioca radicado em Floripa Lucas Silveira durante a viagem da galera para as etapas 3 e 4 estrelas que rolaram no Chile e no Peru.

Rip Curl Guarujaense de Surf terá três etapas em 2013

13 de julho de 2013 0

O Rip Curl Guarujaense de Surf terá três etapas este ano, uma a mais do que em 2012, com a abertura confirmada para os próximos dias 20 e 21 de julho, na Praia do Pernambuco. Pelo quinto ano consecutivo, a Rip Curl é a patrocinadora oficial do circuito do Guarujá (SP), que nesta edição contará com etapas em três praias diferentes, todas com ótimas condições de ondas.

Oito categorias estarão em disputa: open, júnior (até 18 anos), mirim (no máximo 16 anos), iniciante (limite de 14 anos), estreante (12 anos para baixo), feminina, master (35 anos em diante) e longboard (pranchões). Novamente, a atração será a decisão do ‘supercampeão’, uma disputa especial entre os campeões municipais, valendo uma moto 0k.

- O patrocínio ao Rip Curl Guarujaense de Surf é uma forma de a Rip Curl retribuir a hospitalidade da cidade em receber a empresa valorizando e apoiando o desenvolvimento do surf e surfista locais – afirma Felipe Silveira, CEO da Rip Curl no Brasil, lembrando que a marca é a única entre as lideres do segmento surfwear no país, que conseguiu “fugir” da capital para o litoral, proporcionando aos seus colaboradores viver os valores da empresa e estar perto das ondas.

Yagê Araújo foi o supercampeão em 2012. Foto Marcelo Bicudo/Divulgação

O circuito começa nas ondas cavadas da Praia do Pernambuco. A segunda etapa será nos dias 24 e 25 de agosto, na Praia de Pitangueiras, junto ao Canto do Maluf, pico super constante e que já revelou grandes talentos do surfe mundial, como Adriano de Souza. A reta final terá como palco a Praia do Tombo, nos dias 7 e 8 de setembro.

Assim como nos anos anteriores patrocinados pela Rip Curl, o circuito terá suas funções social e ambiental, com envolvimento dos atletas e da comunidade.

- Por etapa, teremos a distribuição de 100 mudas nativas ao público presente, em parceria com o Núcleo de Informação da Secretaria Municipal de Meio Ambiente do Guarujá. E também faremos a arrecadação de alimentos não perecíveis, para doação a uma instituição assistencial de cada local por onde o evento passar -, anuncia Fernando Gonzalez, do marketing da Rip Curl.

O Rip Curl Guarujaense de Surf tem patrocínio da Rip Curl, co-patrocínio da Prefeitura Municipal de Guarujá e Secretaria Municipal do Esporte e Lazer. Apoios da Wizard, Shaper Neco Carbone, Academia Flex, Shaper Helio Coconuts, Seeds of Sea Surfboards, Wave Shape Center, BHS, Skygraf do Brasil, Náutica Tintas Fiberglass, Malhas Sticle, Aquarela Tinturaria. Supervisão da Federação Paulista de Surf. Cobertura de Revista e Site Hardcore. Divulgação da FMA Notícias. Realização da Associação de Surf do Guarujá.

Palanque. Foto Silvia Winik/Divulgação

Inscrições começam na segunda-feira

As inscrições são abertas sempre na semana que antecede a realização de cada etapa. Para a disputa da Praia de Pernambuco, os atletas podem garantir vaga a partir de segunda-feira (15) diretamente com Ricardo Simonian, o Roley, pelo telefone (13) 9101.8367, ou com Paulinho Tomboys (13) 3354.3191, ou no palanque fixo da Praia do Tombo, das 14 às 18h. A taxa é de R$ 70, mais um quilo de alimento não perecível (exceto sal e açúcar), que deve se entregue, obrigatoriamente, no beach marshal, antes da disputa da primeira bateria. Em cada etapa, os quatro finalistas serão premiados com pranchas, blocos, bicicletas, troféus, kits e cursos de inglês.

Yagê Araújo foi o supercampeão de 2012

O baiano radicado em Guarujá Yagê Araújo garantiu o título de supercampeão do Rip Curl Guarujaense de Surf 2012, repetindo o feito conquistado em 2009. Para ganhar a moto 0k, prêmio oferecido pela prefeitura de Guarujá/secretaria do Esporte e Lazer, ele bateu nomes fortes como Magno Pacheco, campeão municipal na open, e Vitor Mendes, que faturou dois títulos, na mirim e na iniciante. Yagê não foi o campeão da categoria júnior, mas foi o melhor surfista de Guarujá.

Além de Magno Pacheco, na open, e Vitor Mendes, na mirim e iniciante, faturaram os canecos na temporada os surfistas Marcos Corrêa, na júnior, Kauê Germano, na estreante, Iara Stella, na feminina, Jair de Oliveira, na master, e Adriano Lima, na longboard.

Yagê Araújo foi o campeão em 2012. Foto Marcelo Bicudo/Divulgação

Com informações de Fábio Maradei – FMA Notícias