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Rolex Ilhabela Sailing Week aumenta força da classe ORC na América Latina

18 de maio de 2013 0

A tripulação do Touche comandada por Ernesto Luiz Breda. Foto Carlo Borlenghi/Rolex

A Rolex Ilhabela Sailing Week promete mais um campeonato equilibrado em 2013 na ORC. O evento completa 40 anos nesta temporada e será disputado entre os dias 6 e 13 de julho, no Yacht Club de Ilhabela (YCI). Veleiros do País e da América Latina estão convidados para as regatas no litoral norte paulista. Dias antes, na Itália, será a vez do Mundial, com a participação de 100 barcos. Os números comprovam que no Brasil e no exterior, a categoria continua forte.

No país, a Associação Brasileira de Vela Oceânica (ABVO), comandada pelo medalhista olímpico Lars Grael, promove ações para melhorar o nível das equipes e aumentar ainda mais a participação dos barcos de rating nas regatas oceânicas.

Na ORC, realizamos um curso de capacitação dos atuais medidores e formação de novos. Os custos de anuidade da ABVO foram reduzidos em 2012 e 2013. Para 2014, queremos reduzir o valor de emissão de certificados na ORC Internacional — diz Lars Grael.

Na prática, a ORC tem uma regra que permite a tripulação mostrar seu potencial tirando o máximo do barco e o projetista tem espaço para otimizar o trabalho, pois não está preso a um desenho.

O rating é importante, pois permite que os modelos mais antigos corram com os modernos — ressalta Ernesto Breda, que representará o Brasil no Mundial de Ancona, na Itália, em junho.

A ORC é a regra de rating que melhor consegue equalizar os diferentes veleiros, permitindo que os barcos corram em igualdade de condições com a correção de resultados. Por isso, a classe é a preferida pela elite da vela de oceano como a melhor alternativa aos monotipos — lembra Carlos Eduardo Souza e Silva, diretor de vela do Yacht Club de Ilhabela (YCI).

Foto Carlo Borlenghi/Rolex

A categoria terá a disputa no geral, na qual o Tomgape, antigo Touché, é o atual tricampeão, e também as subdivisões 500, 600, 650 e 700. Além da ORC, a Rolex Ilhabela Sailing Week terá provas nas classes HPE, C30, S40, RGS (A, B, C e Cruiser) e Star. Inscrições continuam abertas Os velejadores de todo o País e as tripulações estrangeiras devem acessar o site www.risw.com.br e seguir o procedimento indicado para inscrição.

Os participantes devem garantir presença de 1º de maio até 30 de junho. Depois de fazer a inscrição, cada atleta poderá visitar a página da Rolex Ilhabela Sailing Week e ver os avisos de regata, resultados das últimas temporadas, fotos e muito mais. Outra novidade é a Fan Page do Facebook, que pretende ser um ponto de encontro virtual da comunidade náutica envolvida no evento. Fan page quer resgatar a história do evento - a 40ª edição da Rolex Ilhabela Sailing Week já colocou no ar o site oficial - www.risw.com.br - e também a Fan Page do Facebook.

O objetivo da fan page é dar informações privilegiadas sobre o evento, colocar fotos dos barcos que fizeram a história dos 40 anos e também quer a ajuda da comunidade náutica para resgatar os primeiros anos da competição. Quem tiver histórias saborosas, fotos antigas de barcos participantes ou mesmo resultados dos primeiros anos poderá mandar pela fan page ou pelo e-mail redacao@zdl.com.br.

Principal evento náutico esportivo da América Latina, a Rolex Ilhabela Sailing Week tem patrocínio titular da Rolex e patrocínios da Mitsubishi Motors, Bradesco Private e Semp Toshiba. O evento tem apoio da Marinha do Brasil, Prefeitura Municipal de Ilhabela, Confederação Brasileira de Vela (CBVela), ABVO e das Classes ORC, HPE, C30, S40 e RGS, entre outros. A organização, sede e realização são do Yacht Club de Ilhabela (YCI).

Com informações de Flávio Perez - Mtb.: 45562 - ZDL Comunicação

Dupla da classe 470 do Veleiros do Sul se prepara para o Campeonato Europeu na Itália

18 de maio de 2013 0

Mendes e Thiesen em ação no Guaíba. Foto Divulgação/Veleiros do Sul

A dupla do Veleiros do Sul formada por Geison Mendes e Gustavo Thiesen já treina com foco na disputa do Campeonato Europeu de 2013 da classe 470, que acontece em Formia, na Itália, entre os dias 8 e 15 de junho. As conquistas recentes dos campeões sul-americanos motivam a dupla que está em busca de patrocínio para a competição.

Para Geison Mendes o desafio será maior, já que é a sua primeira vez no timão do 470 correndo contra uma flotilha numerosa.

Vamos enfrentar cerca de 70 ou 80 barcos. O Gustavo já está acostumado, tendo disputado vários campeonatos internacionais como membro da equipe olímpica há mais tempo, mas para mim é a estreia — reitera o velejador.

Os treinos foram intensificados e ocorrem diariamente no Guaíba, em Porto Alegre.

O nosso foco é o Mundial, que ocorre em agosto. Então o Europeu também pode ser considerado um bom treino para o Mundial, pois lá já vamos poder encarar os melhores do mundo no 470, será uma grande oportunidade para nós— afirma Geison.

Empresas que queiram apoiar a dupla devem contatá-los pelo e-mail geisonmdz@hotmail.com .

Mais informações no site da dupla .

Com informações de Ane Meira - Assessoria de Comunicação Veleiros do Sul

Fernana Oliveira e Ana Barbachan se preparam para o Mundial de 470 feminino

18 de maio de 2013 0

Dupla é a atual número um do mundo. Foto Fred Hoffmann

Primeiras colocadas no ranking mundial da classe 470 feminina, as velejadoras Fernanda Oliveira e Ana Barbachan seguem uma rotina intensa de treinamentos no Clube dos Jangadeiros, em Porto Alegre. Acompanhadas pelo técnico Paulo Ribeiro, as atletas brasileiras se preparam para o Campeonato Mundial de 470, que será realizado em La Rochelle, na França, entre os dias 30 de julho e 11 de agosto.

Além da preparação realizada na Capital gaúcha, Fernanda e Ana aproveitarão as próximas semanas para velejar na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, na raia onde serão disputadas as regatas dos Jogos Olímpicos de 2016. Este ano, a dupla do Jangadeiros participou de seis competições e obteve seis títulos. Foram três conquistas em etapas da Copa do Mundo de Vela (Miami, Palma de Mallorca e Hyères) e outros três primeiros lugares em competições disputadas em águas brasileiras (Campeonato Sul-Americano, Campeonato Brasileiro e Semana Brasileira de Vela).

O excelente retrospecto levou as gaúchas ao topo do ranking mundial da classe 470 feminina, com uma vantagem de 197 pontos sobre as segundas colocadas, as austríacas Lara Vadlau e Jolanta Ogar. Integrantes da Equipe Brasileira de Vela, Fernanda e Ana representaram o Brasil nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, terminando a competição na sexta colocação.

Com informações de Ivan Neto - Clube dos Jangadeiros

Highlights - Round 2 - Billabong Rio Pro

17 de maio de 2013 0

Bodyboarder capixaba passa sufoco, mas avança nas triagens do IBA GoPro Arica Chilean Challenge

17 de maio de 2013 0

Diego Estevão avançou depois de ser resgatado pelo jet ski. Foto Arquivo Pessoal

O IBA GoPro Arica Chilean Challenge, válido como terceira etapa do Circuito Mundial de Bodyboard, começou nessa sexta-feira (17) com ondas sólidas de seis pés (dois metros) na poderosa bancada de El Gringo, no Chile. Conhecido por ser um dos point break mais perigosos do mundo, Arica contou com a boa participação dos brasileiros neste primeiro dia de triagens.

Para começar, um susto nos brasileiros que acabou tornando-se digno de aplausos por parte da torcida chilena que acompanhou o primeiro dia de competições. Após ser massacrado por quatro ondas e pedir ajuda no jet ski, o capixaba Diego Estevão ocupava a quarta posição na bateria. No entanto, o brasileiro conseguiu voltar para o outside e achou uma onda da série, que lhe rendeu sete pontos e o colocou na primeira posição da bateria.

— Quando o público me aplaudiu na praia chegou a arrepiar. Eu estava com a adrenalina a mil, mas segui focado para a bateria. Essa é a primeira vez que viajo pra fora do país e vim para cá pensando em sempre fazer o meu melhor. Hoje (sexta-feira), consegui isso e agora tenho que me concentrar que tem muita coisa pela frente. A onda daqui é muito pesada e é preciso muito respeito na hora de encarar o mar — revelou Diego.

Quem também comandou as ações neste primeiro dia foi o atual campeão nacional Israel Salas. Com uma atuação impecável, o brasileiro somou 14,45 pontos em suas duas melhores ondas e cravou a primeira posição na quinta bateria da segunda fase. Com o resultado, Israel Salas ganha ainda mais moral para as próximas fases. Outro bodyboarder que cravou o primeiro lugar em sua bateria foi Diego Vieira. Com uma atuação sólida, o brasileiro marcou 10,51 pontos na bateria e também fechou o dia com a primeira posição.

Neste sábado (18), a direção de prova fará mais uma chamada para colocar na água as bateiras dos round 3, 4 e 5 das triagens.

Com informações de Danilo Caboclo – Assessoria de Imprensa IBA South America

Billabong Rio Pro terá maratona de baterias neste sábado

17 de maio de 2013 0

Bourez batendo na junção nesta sexta-feira. Foto ASP/Smorigo

O sábado no Billabong Rio Pro promete ser longo. A direção técnica do evento pretende realizar um total de 20 baterias, das 7h às 17h, no Postinho da Barra da Tijuca. O grande astro do esporte, Kelly Slater, volta a se apresentar no Rio de Janeiro na sexta bateria do dia com o também norte-americano Patrick Gudauskas. E no duelo seguinte, o atual campeão mundial Joel Parkinson enfrenta o irlandês Glenn Hall.

Parko foi vice-campeão da etapa brasileira no ano passado, só perdendo a grande final para o havaiano John John Florence, que está contundido e não veio defender o título no Brasil. Quatro brasucas estarão na disputa: Adriano de Souza, Gabriel Medina, Miguel Pupo e Filipinho Toledo, mas apenas três poderão avançar diante do duelo verde-amarelo entre Mineirinho e Miguel Pupo. Serão disputadas três fases completas para definir os classificados às quartas de final que vão abrir o domingo decisivo do Billabong Rio Pro 2013 no Rio de Janeiro.

Foto ASP/Kirstin

Terceira fase (2º=13º lugar - US$ 9,5 mil e 1.750 pontos):

1ª: Taj Burrow (AUS) x Kolohe Andino (EUA)
2ª: Jeremy Flores (FRA) x Nat Young (EUA)
3ª: Adriano de Souza (BRA) x Miguel Pupo (BRA)
4ª: Gabriel Medina (BRA) x Travis Logie (AFR)
5ª: C. J. Hobgood (EUA) x Adrian Buchan (AUS)
6ª: Kelly Slater (EUA) x Patrick Gudauskas (EUA)
7ª: Joel Parkinson (AUS) x Glenn Hall (IRL)
8ª: Michel Bourez (TAH) x Bede Durbidge (AUS)
9ª: Julian Wilson (AUS) x Sebastian Zietz (HAV)
10ª: Josh Kerr (AUS) x Filipe Toledo (BRA)
11ª: Jordy Smith (AFR) x Kai Otton (AUS)
12ª: Mick Fanning (AUS) x Brett Simpson (EUA)

Jeremy Flores venceu Ricardinho e encara Nat Young. Foto ASP/Smorigo

Assessoria de Imprensa Billabong Rio Pro e ASP - João Carvalho - jcarvalho@aspworldtour.com

Após bate-volta, Ricardo dos Santos encara o Billabong Rio Pro

17 de maio de 2013 0

Ricardinho acabou eliminado nesta sexta-feira. Foto Paulo Barcellos

Depois de um bate-volta entre Rio de Janeiro e o Taiti, que durou quatro dias, Ricardo dos Santos voltou ao Rio de Janeiro para competir o Billabong Rio Pro, que recomeçou nesta sexta-feira sob chuva e vento forte. O surfista chegou no Rio na quinta-feira pela manhã e cumpriu o que prometeu antes de ir: voltou com uma bomba histórica na memória

— Essa foi de fato a primeira vez que fiz town in. Todos os outros surfistas já estavam lá e eu cheguei pra surfar e vir embora, não teria tanto tempo como eles. Nessas condições apostaria muito mais neles do que em mim, mas arriscar te dá oportunidades e eu agarrei a minha — afirma o surfista da Guarda do Embaú.

Em 2011, quando o Tahiti recebeu um swell também gigante, que ficou conhecido como Code Red, Ricardinho não pode aproveitar como queria, pois teria uma bateria contra o Kelly Slater quando o evento fosse recomeçado após a interrupção forçada ondulação gigante.

Foto Paulo Barcellos

Fiquei com receio de me matar antes desse confronto, que também seria uma grande oportunidade para mim — comenta Ricardinho, que tem uma relação especial com Teahupoo. O surfista da Guarda já não pode mais contar nos dedos de uma mão o número de temporadas na praia das ondas "dos crânios quebrados"

Até conhecer Teahupoo, eu era apenas um menino surfista. Agora sou um homem surfista. Ir lá tomar as vacas que tomei, pegar as ondas que peguei, me faz realmente pensar de outra forma — diz ele, que pretende se especializar cada vez mais nas ondas tubulares.

Já no Rio, Ricardinho encarou Jeremy Flores na quarta bateria da repescagem e perdeu para o francês em onda mexidas e bastante influenciadas pela chuva e o forte vento sul que soprou na Cidade Maravilhosa nesta sexta-feira. Integrante da equipe Billabong, Ricardinho afirma que esse ano ainda quer pegar tubos nas ondas de Fiji, Pipeline e Jaws, no Havaí.

Com informações de Bruna Lorenzete - Agência Cartaz

Miguel Pupo e Filipe Toledo avançam em dia de chuva e ondas mexidas no Billabong Rio Pro

17 de maio de 2013 1

Kerr usou o aéreo para despachar Messias Felix. Foto ASP/Kirstin

O Billabong Rio Pro recomeçou nesta sexta-feira com vento sul forte, chuva, frio e ondas mexidas de três a quatro pés no Postinho da Barra da Tijuca.  Diante destas condições e com mais dois dias de prazo, a organização resolveu colocar na água as baterias da repescagem, a primeira fase eliminatória da da etapa brasileira do WCT no Rio de Janeiro.

Dos seis brasileiros que disputaram a repescagem, apenas os paulistas Miguel Pupo e Filipe Toledo avançaram para a terceira fase nas últimas baterias do dia. No sábado, os que estrearam com vitórias na quinta-feira da semana passada voltam a competir, a partir das 7h na Barra da Tijuca. Na sexta-feira, os aéreos arrancaram as maiores notas dos juízes, com o australiano Josh Kerr igualando a nota 9,77 do recorde de Gabriel Medina nos tubos do primeiro dia do Billabong Rio Pro 2013 no Postinho.

Josh Kerr atingiu 17,94 pontos, segundo maior placar do campeonato, na vitória sobre o bicampeão brasileiro Messias Felix no segundo duelo da repescagem.

— Foi muito louca essa onda — conta Josh Kerr, sobre o aéreo da maior nota do dia.
— Eu vi aquela sessão crescendo na minha frente e com esse vento todo achei que poderia tentar o aéreo. Felizmente deu certo, mas normalmente eu não costumo fazer esse tipo de manobra arriscada de manhã logo cedo, já que realmente não acordo totalmente antes do meio-dia. Mas é isso aí, nessa condição de mar o negócio é não desperdiçar nenhuma chance lá fora e pegar muitas ondas, além de ter um pouco de sorte também, porque estava muito difícil.

Taj Burrow bateu Guga Fernandes. Foto ASP/Kirstin

Josh Kerr conquistou a segunda vitória australiana sobre os convidados da etapa brasileira do WCT debaixo da chuva intensa da manhã da sexta-feira no Postinho. A primeira foi a do vice-líder do ranking, Taj Burrow, sobre o campeão carioca Gustavo Fernandes, que ainda tentou uma reação no final da bateria, mas foi batido por 11,34 a 10,70 pontos. Burrow também vai abrir o sábado, enfrentando o norte-americano Kolohe Andino no primeiro duelo da terceira fase.

É muito bom estar de volta na competição, mesmo surfando nessas condições difíceis —disse Taj Burrow.

Está ventando bastante, o mar bem mexido, irregular, então a estratégia era pegar o máximo de ondas e dar sorte de encontrar uma sessão boa abrindo. Eu não conseguia ouvir quase nada das notas lá dentro por causa do vento e comecei a ficar nervoso porque não sabia da minha situação, mas no final deu tudo certo e bom que avancei pra terceira fase.

As derrotas brasileiras continuaram com o catarinense Ricardo dos Santos para o francês Jeremy Flores e do carioca Raoni Monteiro, por muito pouco, para o australiano Adrian Buchan, dono de uma nota 9. Raoni quase conseguiu virar o resultado no final da bateria, mas acabou eliminado por uma pequena diferença no placar encerrado em 14,93 a 14,33 pontos.

Miguel Pupo superou Alejo Muniz. Foto ASP/Smorigo

As vitórias verde-amarelas só aconteceram nos últimos confrontos do dia. A primeira no duelo brasileiro entre o catarinense Alejo Muniz e o paulista Miguel Pupo, que conseguiu a classificação para a terceira fase em sua última onda surfada no minuto final da bateria. Pupo começou a temporada contundido e não participou das duas primeiras etapas do ASP Tour 2013 na Austrália. Ele está estreando agora no Billabong Rio Pro do Rio de Janeiro.

Foi uma bateria muito difícil e tive sorte de ter conseguido virar ali no final — conta Miguel Pupo.

Estou muito feliz, mas foi uma pena ter caído logo com o Alejo (Muniz). Ele é um grande amigo, a gente está hospedado junto, andamos juntos a semana toda e realmente foi uma semana tensa, sete dias seguidos pensando nessa bateria e sabíamos que alguém teria que ganhar.

Pupo terá um novo duelo verde-amarelo na terceira fase, desta vez contra Adriano de Souza na terceira bateria do sábado. Mineirinho vem de vitória na etapa passada em Bells Beach, Austrália, e está na briga direta pela liderança do ranking mundial no Billabong Rio Pro. Na disputa seguinte, Gabriel Medina enfrenta o sul-africano Travis Logie e Filipe Toledo será o último a disputar classificação para a quarta fase, na décima bateria contra o australiano Josh Kerr.

Nestas condições, Filipinho vira favorito ao título da etapa. Foto ASP/Smorigo

Filipinho acertou os aéreos para ganhar o último confronto da sexta-feira do australiano Matt Wilkinson.

Eu entrei na água pensando em dar aéreos — afirmou Filipe Toledo.

O mar está bem difícil e a galera não está arriscando muito as manobras, então eu sabia que qualquer aéreo ali os juízes iam soltar a nota e deu certo. Na minha melhor onda, fiz duas manobras no começo e depois um aéreo bom para vencer a bateria. Ainda não consegui mostrar todo o meu surfe, mas vou tentar fazer melhor nas próximas para continuar avançando na competição.

CJ Hobgood venceu o embalado Dusty Payne. Foto ASP/Kirstin

Segunda fase (repescagem) (2º=25º lugar - US$ 8 mil e 500 pontos):

1ª: Taj Burrow (AUS) 11.34 x 10.70 Gustavo Fernandes (BRA)
2ª: Josh Kerr (AUS) 17.94 x 5.07 Messias Felix (BRA)
3ª: Julian Wilson (AUS) 13.56 x 9.60 Jack Freestone (AUS)
4ª: Jeremy Flores (FRA) 11.50 x 7.47 Ricardo dos Santos (BRA)
5ª: Michel Bourez (TAH) 10.16 x 8.67 Yadin Nicol (AUS)
6ª: C. J. Hobgood (EUA) 13.17 x 8.10 Dusty Payne (HAV)
7ª: Adrian Buchan (AUS) 14.93 x 14.33 Raoni Monteiro (BRA)
8ª: Kai Otton (AUS) 12.24 x 12.20 Adam Melling (AUS)
9ª: Brett Simpson (EUA) 15.10 x 15.04 Damien Hobgood (EUA)
10ª: Travis Logie (AFR) 11.40 x 10.76 Kieren Perrow (AUS)
11ª: Miguel Pupo (BRA) 12.23 x 10.50 Alejo Muniz (BRA)
12ª: Filipe Toledo (BRA) 10.70 x 4.93 Matt Wilkinson (AUS)

Assessoria de Imprensa Billabong Rio Pro e ASP - João Carvalho - jcarvalho@aspworldtour.com

Saiba onde você pode surfar em Florianópolis na temporada da tainha

17 de maio de 2013 0

Foto Flávio Neves/BD DC 27/05/2005

Na última quarta feira, 15 de maio, foi aberta oficialmente a temporada de pesca da tainha em todo litoral brasileiro, fonte de renda de muitas famílias e uma tradição no litoral catarinense. Mas a temporada, que provoca o "fechamento" de algumas praias, também causa de alguns conflitos entre surfistas e pescadores.

Em Santa Catarina, a Federação Catarinense de Surf (Fecasurf) promove um acordo entre surfistas e os pescadores, que pretende garantir a paz e a harmonia entre ambas às partes nesta época de pesca. Na maioria das praias catarinenses terá uma placa para indicar se é permitida a prática de esportes no local.

As placas têm bandeiras que, quando erguidas, sinalizam a presença de cardumes de peixe na área, não sendo permitida a prática de esportes, e quando abaixadas, sinalizam área livre para prática de esportes.

— A pesca da tainha é uma tradição no litoral catarinense, assim como o surfe agora é profissão, e o sucesso deste acordo, é o respeito mútuo — declarou Fred Leite, presidente da Fecasurf.

Uma dica para evitar conflitos é, quando chegar as praias fechadas, dirigir-se primeiro aos barracos de pesca para obter as informações para saber se realmente naquele dia a praia estará fechada para o surfe. Da mesma forma, se espera que todo pescador mantenha o respeito para com os esportistas.

Em Florianópolis, as praias liberadas para a prática de esportes são:

Praia da Joaquina
Praia Mole
Lagoinha do Leste
Matadeiro
A 500 metros do canto esquerdo da praia da Armação
A 500 metros do canto direito do Morro das Pedras
A 500 metros para a esquerda da estrada de entrada da praia do Moçambique

Atenção rapaziada: conversei agora com o presidente Fred Leite que me confirmou os locais citados acima como únicos para a prática do surfe. Alguns locais do Norte da Ilha foram citados anteriormente (Ingleses, Santinho e canto das aranhas, no canto esquerdo do Moçamba), mas estão fechados. Foi um equívoco da assessoria de imprensa da Fecasurf, que pede desculpas pelo transtorno.

Com informações de Norton Evaldt - Assessoria e Comunicação Fecasurf

Billabong Rio Pro recomeça na Barra da Tijuca com baterias da repescagem

17 de maio de 2013 0

Lay back de Taj nas achatadas ondas da Barra nesta sexta-feira.

Após uma semana de adiamentos e faltando três dias para o término do prazo de sua realização, o Billabong Rio Pro reiniciou na Barra da Tijuca, com ondas de até um metro de altura e a disputa da repescagem.

Três brasucas já deram adeus ao evento: o campeão carioca e ex-campeão brasileiro, Gustavo Fernandes, o atual campeão brasieiro, o cearense Messias Felix e o catarinense Ricardo dos Santos, que retornou na quinta-feira ao Rio após um bate-volta até o Taiti. Guga foi derrotado pelo australiano Taj Burrow, um dos candidatos a assumir a ponta do ranking. Messias não teve chances com o aussie voador Josh Kerr e Ricardinho foi derrotado pelo francês Jeremy Flores.

Raoni Monteiro, Alejo Muniz ou Miguel Pupo e Filipe Toledo ainda brigam por três vagas no round 3 para se juntar aos paulistas Adriano de Souza e Gabriel Medina que venceram na estreia e avançaram direto para a próxima fase da terceira etapa do circuito mundial. Para acessar o campeonato ao vivo clique em http://wctbrasil.com/rio13/live-pt .