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Instituto Sea Shepherd Brasil lança campanha para alertar sobre o risco de extinção dos tubarões

22 de abril de 2014 1

Sea Shepherd

Durante os dias 22 a 26 de abril, os usuários que entrarem no site do Maplink (um dos mais utilizados do mundo) para buscar informações de trânsito ou endereços, não irão mais encontrar o mar do Rio de Janeiro em seu azul natural, mas sim em um vermelho sangue, representando os milhares de tubarões mortos. Basta clicar na bandeira do ISSB, ao lado esquerdo do mapa do Rio de Janeiro: www.maplink.com.br

O Brasil é o 10º maior fornecedor de barbatanas de tubarão para o mercado asiático. Grande parte das 200 toneladas exportadas são ilegais e obtidas utilizando uma prática conhecida como finning. Uma pesca cruel e destrutiva, na qual são removidas as barbatanas do tubarão. O resto do corpo é descartado no oceano, onde acaba morrendo.

O Instituto Sea Shepherd Brasil (ISSB) é uma ONG que luta pela preservação da vida nos oceanos e para o equilíbrio do ecossistema. Como forma de alertar a população brasileira e convocar o público para a assinatura da petição online contra o finning, foi criada uma ação publicitária muito marcante: Mar de Sangue.

- Estamos próximos de um colapso no ecossistema marinho. Não é exagero, infelizmente é realidade. Os tubarões estão no topo da cadeia alimentar, caso sejam extintos, independente da espécie, toda a estrutura biológica marinha cairá. Inclusive o homem perecerá, todos os seres vivos estão ligados. Nunca esquecendo que vivemos em um planeta onde 2/3 da superfície é composta por água. Estamos em um momento crucial – afirma Wendell Estol, biólogo e diretor geral do ISSB.

O projeto foi desenvolvido pelos publicitários, Rafael Pfaltzgraff e Gabriel Lepesteur, em parceria com o Instituto Sea Shepherd Brasil.

Contagem regressiva para o Billabong Rio Pro 2013

30 de abril de 2013 0

Está chegando a hora da apresentação dos melhores surfistas do mundo na etapa brasileira do WCT. Falta apenas uma semana para o início do Billabong Rio Pro, terceiro desafio da corrida pelo título mundial da temporada, entre os dias 8 e 19 de maio na Cidade Maravilhosa. A base principal está sendo montada novamente nas ondas do Postinho, na Barra da Tijuca, enquanto a Praia do Arpoador recebe uma estrutura alternativa para sediar a competição, caso apresente melhores ondas durante o período reservado para o evento.

A disputa do título está acirrada neste início de temporada. O 11 vezes campeão mundial, Kelly Slater, venceu a primeira etapa do ano na Gold Coast e manteve a primeira posição no ranking na segunda parada do ASP World Tour 2013 em Bells Beach, também na Austrália. No entanto, a vantagem dele para os australianos Mick Fanning e Taj Burrow, que dividem a segunda posição, é de apenas 50 pontos. O quarto colocado é o brasileiro Adriano de Souza, com a vitória conquistada na tradicional etapa de Bells Beach. E em quinto está o defensor do título mundial, Joel Parkinson, vice-campeão do Billabong Rio Pro no ano passado.

Kelly lidera e vem aí! Foto ASP/Robertson

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TOP-22 DO ASP WORLD TOUR 2013 – 2 etapas na Austrália:
1º: Kelly Slater (EUA) – 11.750 pontos
2º: Mick Fanning (AUS) – 11.700
2º: Taj Burrow (AUS) – 11.700
4º: Adriano de Souza (BRA) – 10.500
5º: Joel Parkinson (AUS) – 9.750
5º: Nat Young (EUA) – 9.750
7º: Jordy Smith (AFR) – 8.250
8º: Michel Bourez (TAH) – 7.000
9º: Julian Wilson (AUS) – 6.950
9º: Bede Durbidge (AUS) – 6.950
9º: Kai Otton (AUS) – 6.950
9º: Filipe Toledo (BRA) – 6.950
13º: Josh Kerr (AUS) – 5.750
13º: Jeremy Flores (FRA) – 5.750
13º: C.J. Hobgood (EUA) – 5.750
16º: Matt Wilkinson (AUS) – 5.700
16º: Willian Cardoso (BRA) – 5.700
18º: Adrian Buchan (AUS) – 4.500
18º: Travis Logie (AFR) – 4.500
18º: Brett Simpson (EUA) – 4.500
18º: Raoni Monteiro (BRA) – 4.500
18º: Adam Melling (AUS) – 4.500
Outros brasileiros:
23º: Gabriel Medina (SP) – 3.500 pontos
23º: Alejo Muniz (SC) – 3.500
31º: Miguel Pupo (SP) – 1.000

Com informações da Assessoria de Imprensa Billabong Rio Pro e ASP – João Carvalho

Martine Grael e Kahena Kunze seguem na briga por medalha na Semana Francesa de Vela em Hyères

25 de abril de 2013 0

Martine Grael e Kahena Kunze lutam pelo posto de número um na FX.

Nesta quinta-feira foram realizadas mais três regatas para a classe 49erFX na fase final da Semana Olímpica Francesa. As brasileiras Martine Grael e Kahena Kunze seguem na terceira posição e brigam pelo lugar mais alto do pódio. As inglesas Charlotte Dobson e Mary Rook estão na liderança, com as neozelandesas Alex Maloney e Molly Meech, as atuais rivais das brasileiras no ranking da Isaf, em segundo.

Velejamos bem hoje e conseguimos manter uma boa média com um terceiro, quarto e quinto lugares, enquanto as líderes tiveram resultados bem diferentes. Seguimos dando o nosso melhor e vamos tentar brigar por um lugar no pódio — disse Martine.

A fase final termina nesta sexta-feira com a realização de mais duas regatas. No sábado, as oito melhores duplas disputam as medals races, que para a classe tem um formato diferente. No 49erFX são quatro regatas curtas, com previsão de duração de oito minutos, em uma raia limitada e mais próxima da costa.

No dia da medalha tudo pode acontecer e estamos preparadas para isso — completa Kahena.

A classe 49er FX faz parte do programa olímpico do Rio 2016. Desde que decidiram competir juntas novamente, Martine e Kahena vêm se dedicando a treinos quase diários na baía de Guanabara e à clínicas com outros velejadores e técnicos. Tanta dedicação rendeu a elas o primeiro lugar no ranking mundial da classe e a vaga de 2013 na EBVO – Equipe Brasileira de Vela Olímpica no 49erFX.

Com informações da Velassessoria

Kelly Slater e companhia em Shipstern Bluff na Tasmânia

14 de abril de 2013 0

Blue Daze from Dave otto on Vimeo.

Jojó de Olivença garante vaga na final Kahuna e Roni Ronaldo termina em 16º no Mundial ISA Master

12 de abril de 2013 0

Jojó partindo pro ataque. Foto Michael Tweddle/ISA

O baiano Jocélio de Jesus, mais conhecido como Jojó de Olivença, garantiu nesta sexta-feira um lugar na final da categoria Kahuna (para surfistas acima dos 45 anos) do ISA World Surfing Master, em Montañita, Equador. A exemplo do norte-americano Rick Schaffer, o bicampeão brasileiro de surfe profissional já garantiu medalha e pódio na competição.

O baiano ainda pode ganhar a companhia do carioca Sergio Noronha, que na quinta-feira avançou para a sétima fase da chave de repescagem, que apontará mais dois finalistas da Kahuna. Se conquistar a vaga, Noronha poderá ajudar o Brasil a buscar os máximos 1860 pontos de uma futura dobradinha esperada com título e o vice. Mas a bateria promete ser uma parada dura, já que tem ainda o americano Jim Hogan e o havaiano Mike Latronic, além do sul-africano André Malherbe.

Marcelo Alves segue na briga na Grand Master. naFoto Rommel Gonzales/ISA

Também pela repescagem, na Master feminino, Andrea Lopes tem apenas mais uma bateria antes da provável decisão que já tem a australiana favorita Layne Beachley, heptacampeã mundial, e a havaiana Rochelle Ballard. Fechando o quarteto remanescente está outro surfista baiano de Ilhéus, Marcelo Alves, surfista da Grand Master. Ele ainda tem que encarar duas baterias de repescagem para tentar chegar na final.

Na Master, o sul-africano Greg Enslie e o havaiano Sunny Garcia garantiram vaga na final. O havaiano Kalani Robb é outro ex-top que pode vir a fazer a final. Ele disputa uma das duas vagas na final oferecidas na chave de repescagem. Sunny Garcia também conseguiu a vaga na final da Grand Master, ao lado do compatriota Love Hodel.

Baixas

A sexta-feira foi de eliminação para dois representantes do Brasil. O surfista de Garopaba, Roni Ronaldo, terminou em 16º na Grand Master e garantiu 413 pontos para o Brasil. O paulista radicado em Santa Catarina Mickey Hoffmann, terminou em sétimo lugar na Grand Kahuna e somou mais 555 pontos.  A final da Grand Kahuna já conta com o americano Allan Sarlo e o costariquenho Craig Schieber.

Roni caiu na quarta fase da repescagem. Foto Rommel Gonzales/ISA

Com os resultados até esta sexta-feira, o Brasil ficou entre as oito seleções na competição que disputam o “Aloha Cup”. A prova tem formato de Tag- Team, com quatro atletas em cada raia, fazendo revezamento após surfar três ondas, em 60 minutos. Para computar o placar, uma (a maior) das três notas é dobrada.

A prova se reinicia neste sábado, às 10h (horário de Brasília) e o link para a transmissão ao vivo está no site oficial da Confederação Brasileira de Surf.

Sergio Noronha segue na briga também. Foto Rommel Gonzales/ISA

Com informações de Chico Padilha – CBS

Robert Scheidt comemora mais um título na classe Laser

17 de março de 2013 0


Foto Fabrizio Prandini

Robert Scheidt é campeão da 17ª Laser Europa Cup, que terminou nesse domingo (17), no Lago de Garda, na Itália. As regatas previstas para o último dia de competição foram canceladas por falta de vento. Assim, prevalece o resultado de sábado (16), com o brasileiro em primeiro lugar com 4 pontos perdidos, seguido pelo sueco Emil Cedergardh com 5.

Vencer sem competir no último dia gera um certo anticlímax, pois sei que teríamos regatas duríssimas na florilha ouro para decidirmos o campeonato. Infelizmente o vento não entrou — desabafou Scheidt.

De qualquer forma, o velejador brasileiro ficou feliz com seu rendimento na competição. Foram cinco vitórias em cinco regatas.

Velejei muito bem nesses dias mantendo um aproveitamento de 100%. Agora é pensar no próximo desafio, que será a Semana Olímpica de Hyères, na França, um grande evento internacional da vela, entre 20 e 26 de abril — contou ele.

A Laser Europa Cup começou na quinta-feira (14). Desde o início, a competição foi realizada com temperaturas abaixo de 7 graus e com ventos fortes que chegaram a 30 nós no primeiro dia. Curiosamente, no último dia, o vento ignorou a prova. Por conta do elevado número de competidores, os mais de 100 velejadores foram divididos em duas flotilhas. Os melhores formariam a flotilha ouro, no último dia de provas, o que acabou não acontecendo.

Na quinta-feira, Scheidt disputou a única regata do dia com o sueco Emil Cedergardh e levou a melhor, ficando com o primeiro lugar. No outro grupo, o também sueco Jesper Stalheim, campeão da etapa de Miami da Copa do Mundo, em janeiro, liderava as suas provas, mostrando ótimo desempenho. A expectativa era de que ele fosse o maior adversário de Scheidt na Itália, neste domingo, mas os dois não chegaram a se enfrentar diretamente e Stalheim ficou na terceira posição com 9 pontos perdidos.


Foto Fabrizio Prandini


Desde que voltou à Laser, em setembro de 2012, Scheidt conquistou o Campeonato Italiano de Classes Olímpicas,o Brasileiro da categoria, seu 12º título nacional e a Semana Brasileira de Vela, em fevereiro, quando venceu nove das dez regatas disputadas. Também dominou o primeiro fim de semana do Campeonato Paulista, até interromper as disputas para cumprir um período de treinos no Rio de Janeiro. O principal objetivo de Scheidt, em 2013, é o Mundial de Omã, nos Emirados Árabes, em novembro.

Títulos

Scheidt dominou a classe Laser no mundo até os Jogos Olímpicos de 2004, somando três medalhas olímpicas (ouro em Atlanta/96 e Atenas/04, prata em Sydney/00), oito títulos mundiais (95, 96, 97, 2000, 2001, 2002, 2004 e 2005) onze brasileiros (1992, 1994, 1995, 1998, 1999, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004 e 2005) e onze paulistas nesse período. Após os Jogos de Atenas, transferiu-se para a Star, formando parceria com Bruno Prada, com o qual alcançou o inédito tricampeonato mundial e outras duas medalhas em Olimpíadas: prata em Pequim/2008 e bronze em Londres/2012.

O retorno à antiga classe foi motivado pela retirada da Star do programa olímpico. Scheidt, que recentemente foi eleito pelos atletas olímpicos para representá-los junto ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB), tem patrocínio do Banco do Brasil, Prada, Gocil e Rolex.

Classificação final da 17ª Laser Europa Laser após cinco regatas, com 1 descarte
1º Robert Scheidt (Brasil) – 4 pontos perdidos ([1]+1+1+1+1)
2º Emil Cedergardh (Suécia) – 5 pp ([2]+1+2+1+1)
3º Jesper Stalheim (Suécia) – 9 pp (1+3+[OCS]+3+2)
4º Francesco Marrai (Itália) – 10 pp ([8]+2+3+2+3)
5º Enrico Strazzera (Itália) – 11 pp (2+[9]+4+2+3)
6º Alessio Spadoni (Itália) – 11 pp (3+3+[6]+3+2)
7º Lorenzo Chiavarini (Itália) – 17 pp (5+4+2+[6]+6)
8º Giovanni Coccoluto (Itália) – 18 pp ([9]+5+5+4+4)
9 Philip Claesson (Suécia) – 20 pp (4+[8]+6+6+4)
10º Guillaume Girod (Suíça) – 21 pp (6+5+[12]+5+5)

Beto Pandiani e Igor Bely treinam com o Picole e Travessia do Atlântico deve começar na terça-feira

16 de março de 2013 0

Dupla levanta a vela pela primeira vez. Foto Maristela Colucci

O primeiro contato do barco Picolé, que levará Beto Pandiani e Igor Bely para a Travessia do Atlântico, com o mar encheu a dupla de expectativa e confiança para a aventura. O teste foi realizado na última quinta-feira (14) no local da partida. Mesmo com muito trabalho a fazer na África do Sul, incluindo testes nas novíssimas velas do catamarã sem cabine, a previsão para a largada é terça-feira (19).

Os dois saem da África para mais de 30 dias ininterruptos de velejada pelo Oceano Atlântico até chegar em Ilhabela, no litoral norte paulista. Os desafios da viagem são enormes, a começar pela distância: 4.000 milhas náuticas (7.800 quilômetros). Os ventos também devem ser fortes no percurso, média de 25 nós, o que deve exigir mais do veleiro Picolé, construído exclusivamente para a expedição.

Por isso, Betão e seu parceiro acreditam que os treinos e as avaliações iniciais, ainda em águas africanas, são fundamentais para o sucesso. O experiente velejador falou sobre as primeiras impressões sobre o catamarã no mar:

- A minha maior curiosidade com o Picolé era com o leme, pois ele é a alma do barco. Felizmente estava leve. O barco não ficou tão leve como o esperado, mas navegou gostoso. Está mais alto em relação a água, ou seja, esperamos velejar mais secos. A vela balão assimétrica não foi usada, pois esta na veleria sofrendo uma pequena adaptação e chega neste sábado (16). Só então vamos saber. Por serem novas, ainda foi difícil levantar as velas até o topo. Se continuarem assim, vamos chegar muito fortes no Brasil. Na primeira velejada do Picolé, o vento estava fraco como deveria ser na primeira vez. Mar liso, Sol quente e água gelada de 12 graus - disse Beto Pandiani.

Picolé na água pela primeira vez. Foto Maristela Colucci

A música Águas de março, de Tom Jobim e Elis Regina, foi a trilha sonora da estreia do Picolé, após dois anos de projeto. O barco tem 24 pés (oito metros) e é feito todo em carbono para suportar condições adversas. O pequeno veleiro de dois cascos foi construído no estaleiro alemão Eaglecat. O modelo é adaptado às experiências de viagem da dupla e é híbrido, ou seja, não existe outro igual no mundo.

- Os barcos modernos, em fibra de carbono, são basicamente feitos de fios. Tudo em um barco a vela é isso. Claro, combinado com resina, espuma, e algumas peças de aço. Mas tem outras coisas que precisam acontecer para um barco como este ir para a água. Foram quase dois anos de reuniões, milhares de e-mails, consultas, projetos, centenas de visitas, horas e horas de tráfego em São Paulo, centenas de estacionamentos caríssimos, noites e noites imaginando, envolvimento de várias pessoas, doações de amigos, parceria com empresas, boa alimentação, firmeza emocional, muita força interna e, sobretudo, não ter medo que tudo dê errado. Pois bem, no dia da primeira velejada tudo isso convergiu – explicou.

Foto Maristela Colucci

A primeira velejada do Picolé foi ainda mais especial por causa das companhias de peso.

- Mais de 15 baleias francas austral vieram brincar e, a cada minuto, uma levantava mostrando seu dorso ou mergulhando e exibindo sua calda. Já no fim da velejada, uma delas veio em direção ao Picolé e passou a dois metros do nosso barco. Foi lindo ver um animal daquele porte nadar tão suavemente e pertinho de nós – recordou Betão Pandiani.

- A vontade era de pular na água e abraçar a baleia. O Picolé começou bem a sua vida no mar, já logo fazendo amigos. Temos muito a navegar juntos, e esperamos vivenciar muitas coisas durante a viagem – completou.

Baleia foi saudar a estreia da dupla em águas africanas. Foto Maristela Colucci

A Travessia do Atlântico tem o patrocínio de Semp Toshiba, apoio de Mitsubishi, Red Bull e Certisign. Os colaboradores são Reebok, BL3, Sta Constância, Azula, North Sails e Track and Field.

Com informações de Flávio Perez – ZDL Comunicação

Uma aventura de jet ski entre Florianópolis e Angra dos Reis

13 de março de 2013 3

Foto Mundo Press/Divulgação

O espírito de aventura, o simples prazer de estar em contato com a natureza e a satisfação de compartilhar momentos inesquecíveis reuniram um grupo de amigos para uma travessia de 1.000 quilômetros de Florianópolis a Angra dos Reis. São 14 pilotos de jet ski, acostumados com aventuras de quadriciclo, bike, cavalgadas ou trilhas.

]A aventura começa nesta quinta-feira dia 14 de março quando o grupo de empresários e administradores de negócios parte de Florianópolis com o objetivo de chegar em quatro dias à Ilha Grande e região de Angra dos Reis, no litoral fluminense.

Eles estimam percorrer cerca de 250 km em cinco a seis horas de navegação a cada dia, e mais duas a três horas de paradas para abastecimento dos equipamentos e alimentação. Os jets devem manter uma autonomia média de três horas para percorrer de 120 a 180 km com cada tanque, dependendo das condições do mar.

As paradas para dormir estão programadas para Ilha do Mel/PR no primeiro dia; região de Peruíbe/SP no segundo dia; Ilha Bela/SP no terceiro; com chegada programada para domingo dia 17 de março na Ilha Grande (RJ), no quarto dia de viagem. O trajeto inclui a passagem pelos canais da costa que começam na Baia de Paranaguá (PR), passando pela reserva de Cananéia (SP), canais da região de Santos e Guarujá, e as ilhas da região de Ubatuba, Parati (RJ) e Angra dos Reis (RJ).

O grupo organizado pelo empresário Edemilson Leite, da Divel Veículos, é composto por amigos da Grande Florianópolis e amigos desses amigos, que vem desde São Joaquim a Curitiba. O grupo, em momentos diferentes e com formações distintas, já enfrentou cavalgadas, passeios de quadriciclo,longas pedaladas ou caminhadas de montanha e até uma aventura de 1000 km de snowmobile, em 2009 no Canadá.

Para Edmilson, encarar desafios no mar exige organização e um elo de confiança e disposição para cuidar do companheiro mais próximo e estar sempre pronto para encontrar alegria e diversão, compartilhando a oportunidade da convivência com amigos junto à natureza.

O grupo confia sua segurança ao planejamento realizado e à experiência e responsabilidade desenvolvida em desafios anteriores. Os participantes da Travessia da Ilha as Ilhas também têm o compromisso de ter especial cuidado na aproximação de áreas habitadas e com a natureza.

- Esperamos conhecer muitas pessoas, comidas típicas, lugares diferentes e viver momentos que vão valer por toda a vida. Gravaremos imagens e momentos em nossas mentes para poderem ser revisitados sempre que precisarmos do conforto do silêncio ou da solidão para inspirar-nos num estilo de vida de quem buscou a oportunidade de fazer um pouco mais do que o previsível – comenta Gérson Schmitt, um dos membros do grupo que atua no setor de software como presidente da ABES e sócio das empresas Paradigma e Clicbusiness.

Os integrantes da aventura:

1. Edemilson Leite – São José/SC – Revenda de Veículos
2. Geovani de Souza – São José/SC – Cartório de Meia Praia
3. Leandro Ibagy – São José/SC – Imobiliária
4. Laudi Heinz – São José/SC – Casa de eventos
5. Tulio Maciel – São José/SC – Vereador em São José
6. Ricardo Búrigo – São José/SC – Construtor
7. Sergio Ramos – São José/SC – Juiz de Direito em São José
8. Gérson M. Schmitt – Florianópolis/SC – Software e serviços web
9. Edson Souza – Florianópolis/SC – Indústria de comunicação visual
10. Eduardo Scandelari – Curitiba/PR – Manutenção industrial
11. Alexandre – Curitiba/PR – Advogado
12. Carlos Curto – Dede – São Joaquim/SC – Fruticultor
13. Carlos Thives – São Joaquim/SC – Promotor de Justiça

Roteiro da Travessia da Ilha às Ilhas – MARÇO/13
Partida: dia 14/03 – às 7h – Baía Sul da Grande Florianópolis
Ponta de Baixo a Jurerê – 25.2 km
Jurerê a Balneário Camboriú – 61..5 km
Balneário Camboriú a São Francisco do Sul – 108.0 km
São Francisco do Sul a Ilha do Mel – 82.7 km
Total do primeiro dia: 277,4 km

Ilha do Mel a Cananéia – 94.1 km
Cananeia a Iguape – 57.5 km
Total do segundo dia: 151,6 km

Iguape a Itanhaem – 104.0 km
Itanhaem a Bertioga – 86.4 km
Bertioga a Ilha Bela – 84.6 km
Total do terceiro dia: 275,0 km

Ilha Bela a Ubatuba – 44.1 km
Ubatuba a Parati – 104.0 km
Parati a Ilha Grande – 64.3 km
Total do quarto dia: 212,4 km

Percurso aproximado: 916.4 KM + quatro dias de deslocamentos locais para abastecimento, refeição e pernoite.
Percurso total estimado: 1.000 KM.

Com informações da S2Publicom e MundoPress Comunicação

Ventos fracos marcam regata de abertura do Mundial de RS:X em Búzios

01 de março de 2013 0


Patrícia terá fortes adversárias. Foto Gonzalo Arselli

O 7º Campeonato Mundial da ClasseRS:X começou nesta sexta-feira no Búzios Vela Clube com uma regata de abertura que não valia pontos. Apesar de dezenas de velejadores terem ido para a raia, nenhum deles completou a prova. Em parte por conta da superstição, que diz que quem vence a prova de abertura não é campeão, e também pelos fracos ventos de sudoeste que sopraram durante o dia.

A partir deste sábado começa a fase classificatória da competição, com até três regatas programadas por dia e largada sempre a partir das 13h. No dia 6, será realizada a medal race, prova em que participam apenas os 10 melhores colocados do masculino e do feminino e que tem pontuação dobrada.

Para a brasileira Patrícia Freitas, o fato de estar dentro d’água com velejadoras de todo o mundo, nesta sexta-feira, serviu para praticar.

- Como normalmente treino sozinha no Rio de Janeiro, esta velejada ao lado das outras meninas serviu para ajeitar o equipamento e fazer o ajuste fino no toque da prancha. O tempo detreinamento não foi o ideal, mas darei o meu melhor durante o campeonato – diz ela.


Flotilha feminina. Foto Gonzalo Arselli

Neste sábado a previsão é de que o vento aumente um pouco, o que deixará as regatas mais animadas. Para Patrícia, o ideal é que o vento não esteja nem muito forte e nem muito fraco.

- Eu velejo melhor com vento médio e, por isso, meu objetivo é chegar à medal race. A minha maior adversária será a espanhola Marina Alabau, atual campeã olímpica, que também veleja bem nestas condições - completa.

No último dia 14, a brasileira conquistou a Semana Brasileira de Vela, disputada no Rio de Janeiro, e que também contou com a presença da espanhola. Patrícia venceu seis das nove regatas e se manteve na equipe olímpica do Brasil por mis um ano.

- A minha velocidade está boa e consegui vencer a Marina quatro vezes, mesmo com o vento um pouco mais forte, algo que me deixou bastante empolgada.


Flotilha masculina na raia de Búzios. Foto Gonzalo Arselli

No total, 41 mulheres e 65 homens, de 28 países estarão presentes na competição. Além de Marina, a também espanhola Blanca Manchon também aparece como favorita. Entre os homens, o inglês Nick Dempsey e o israelense Nimrod Maschiah são alguns dos favoritos. Ricardo Winick, o Bimba, corre em casa e é apontado como o melhor brasileiro.

O 7º Campeonato Mundial de RS:X tem o patrocínio da prefeitura de Búzios, Pro Lagos, Instituto Equipav, Aegea, incentivo da Lei Federal deApoio ao Esporte e apoio da Wöllner, Rider, Hannover Vinhos e Bodega Ruca Malen.

Com informações da Velassessoria – Murillo Novaes e Mariana Peccicacco

Feliz Natal ! ho ho ho...

25 de dezembro de 2012 0

Foto Divulgação

São os votos do blog Mar Aberto a todos os apaixonados por esportes!