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Chaves "quase" definidas no Rip Curl Pro Bells Beach e Alejo Muniz desfalca a Brazilian Storm

14 de abril de 2014 0
As linhas perfeitas de Bells Beach. Foto ASP/Kirstin

As linhas perfeitas de Bells Beach. Foto ASP/Kirstin/Arquivo 2013

Os melhores surfistas do mundo já atravessaram a Austrália em direção a Bells Beach, palco da terceira etapa do Samsung Galaxi World Championship Tour. A janela do Rip Curl Pro Bells Beach começa nesta quarta-feira (terça-feira à noite no Brasil) e a competição tem tudo para começar no seu primeiro dia de prazo que vai até o próximo dia 26.

As chaves de bateria já foram definidas, mas ainda assim fica uma dúvida no masculino diante da ausência do catarinense Alejo Muniz, que já confirmou através das redes sociais que não estará em ação devido a lesão sofrida na véspera do início do Drug Aware Margaret River Pro.

- Fala galera, sinto informar que não vou poder competir em Bell’s Beach, pois a minha lesão não ficará boa a tempo.
Mas para o Brasil, prometo estar 100% e ainda vou poder encontrar com todos vcs que puderem comparecer na etapa no Rio de Janeiro!!!
Valeu mesmo pela torcida galera, vcs são show … estamos juntos !!! Abração.

No site da Rip Curl, Alejo ainda aparece na chave integrando a mesma bateria que Gabriel Medina e Miguel Pupo.

Fui atrás dos sites especializados Waves e Surf Portugal, e o sul-africano Travis Logie aparece duas vezes na chave de bateria. E a vaga de Alejo foi para o australiano naturalizado irlandês Glen Hall, primeiro alternate e afastado do Tour desde a etapa de Fiji, quando sofreu uma grave lesão na coluna.

Além de Hall, as novidades do campeonato são os australianos Jacob Wilcox, que recebeu convite da organização, e Cahill Bell-Warren, vencedor dos trials em Bells Beach. Ao contrário de Alejo, o português Tiago Pires está recuperado de uma lesão no joelho e está de volta.

Se não houver mudanças devido ao seed do último participante da competição, o primeiro brasileiro a cair na água será Raoni Monteiro, que enfrenta Josh Kerr e Sebastian Zietz na estreia. Filipe Toledo terá parada dura diante do sul-africano Jordy Smith, que arrepiou no ano passado, e o também sul-africano Travis Logie. Gabriel Medina e Miguel Pupo, primeiro e sétimo colocados no ranking, respectivamente, estão na mesma bateria e resta saber quem será o terceiro surfista da chave.

Adriano de Souza pega uma dupla aussie que ainda não conseguiu um bom resultado na temporada: Owen Wright e Matt Wilkinson. E Jadson André fecha a participação da Brazilian Storm na última bateria diante do veterano americano CJ Hobgood e do experiente australiano Kai Otton.

POST ATUALIZADO! – O australiano Dion Atkinson ficou com a última vaga e está na bateria que tem ainda Jordy Smith  e Filipe Toledo. Já Travis Logie vai enfrentar Gabriel Medina e Miguel Pupo.

Rip Curl Pro Bells Beach

Round 1:
H1: Nat Young (EUA), Bede Durbidge (AUS), Tiago Pires (PRT)
H2: Josh Kerr (AUS), Sebastian Zietz (HAV), Raoni Monteiro (BRA)
H3: Taj Burrow (AUS), Jeremy Flores (FRA), Brett Simpson (EUA)
H4: Mick Fanning (AUS), Fredrick Patacchia (HAV), Glenn Hall (IRL)
H5: Joel Parkinson (AUS), Adam Melling (AUS), Cahill Bell-Warren (AUS)
H6: Kelly Slater (EUA), Kolohe Andino (EUA), Jacob Willcox (AUS)
H7: Michel Bourez (TAH), Adrian Buchan (AUS), Aritz Aranburu (ESP)
H8: Jordy Smith (AFS), Filipe Toledo (BRA), Dion Atkinson (AUS)
H9: Gabriel Medina (BRA), Miguel Pupo (BRA), Travis Logie (AFS)
H10: Adriano de Souza (BRA), Owen Wright (AUS), Matt Wilkinson (AUS)
H11: Julian Wilson (AUS), John John Florence (HAV), Mitch Crews (AUS)
H12: C.J. Hobgood (USA), Kai Otton (AUS), Jadson Andre (BRA)

Rip Curl Women’s Pro Bells Beach
Round 1:
H1: Courtney Conlogue (EUA), Malia Manuel (HAV), Alessa Quizon (HAV)
H2: Sally Fitzgibbons (AUS), Coco Ho (HAV), Alana Blanchard (HAV)
H3: Carissa Moore (HAV), Dimity Stoyle (AUS), Zoe Clarke (AUS)
H4: Tyler Wright (AUS), Pauline Ado (FRA), Nikki Van Dijk (AUS)
H5: Stephanie Gilmore (AUS), Laura Enever (AUS), Johanne Defay (FRA)
H6: Bianca Buitendag (AFS), Lakey Peterson (EUA), Paige Hareb (NZL)

Alejo Muniz quer voltar em Bells Beach

06 de abril de 2014 0

O catarinense Alejo Muniz concedeu entrevista neste domingo (madrugada de sábado) durante a realização do segundo dia de competição do Drug Aware Margaret Pro e comentou sua atual situação. O surfista se machucou dois dias antes do evento, quando executava um cutback e acabou torcendo o tornozelo. Segundo Alejo, a lesão é bem diferente daquela que sofreu no ano passado e não atingiu ligamentos.

Alejo disse estar 50% ou 60%, mas que precisaria estar 100% para participar do evento em Margaret River e por isso decidiu abrir mão da vaga. Questionado sobre ter maior pressão para voltar em Bells Beach, Alejo disse que a pressão maior foi no ano passado quando terminou uma série de eventos sem passar da terceira fase. Segundo Alejo, a pressão maior é estar de bem com o corpo para que possa competir focado.

Jadson André e Miguel Pupo garantem vagas na terceira fase do Quiksilver Pro Gold Coast

04 de março de 2014 0
Miguel Pupo. superou seu parceiro Alejo Muniz. Foto ASP/Robertson

Miguel Pupo. superou seu parceiro Alejo Muniz. Foto ASP/Robertson

Mais dois brasileiros ganharam suas primeiras baterias no Samsung Galaxy ASP World Championship Tour 2014 na Austrália. O potiguar Jadson André e o paulista Miguel Pupo venceram os primeiros duelos da terça-feira para se juntar aos paulistas Adriano de Souza e Gabriel Medina na terceira fase do Quiksilver Pro Gold Coast. Jadson despachou o havaiano Sebastian Zietz e Miguel derrotou o catarinense Alejo Muniz no confronto verde-amarelo da repescagem. Os quatro brasileiros já estão escalados para o próximo desafio nas ondas de Snapper Rocks, com a vitória agora valendo duas chances de classificação para as quartas de final da etapa que abre a disputa pelo título mundial da temporada na Austrália.

O primeiro a competir na terceira fase é Gabriel Medina, na quinta bateria com Adrian Buchan. Eles já fizeram dois duelos eliminatórios no WCT, ambos no ano passado, com o brasileiro derrotando o australiano tanto no Billabong Pro Rio como no Quiksilver Pro France. Por outro lado, Adriano de Souza, próximo brasileiro a entrar no mar na oitava bateria com Jeremy Flores, também teve dois confrontos com o francês e perdeu os dois, mas faz tempo, em 2007 no Taiti e em 2008 em Trestles.

Além de Mineirinho, os outros dois brasileiros que passaram pela repescagem também ficaram na chave de baixo da terceira fase encabeçada por Kelly Slater, que vai apontar o segundo finalista do Quiksilver Pro Gold Coast. O potiguar Jadson André, que está retornando ao grupo dos top-34 da ASP, agora vai enfrentar o oitavo cabeça de chave, Nat Young, dos Estados Unidos, na 10ª bateria. E a 11ª será entre Miguel Pupo e o australiano Owen Wright, que também está retornando de contusão.

Sally foi uma das meninas que deu show nesta terça-feira em Snapper. Foto ASP/Cestari

Sally foi uma das meninas que deu show nesta terça-feira em Snapper. Foto ASP/Cestari

O duelo verde-amarelo na segunda fase entre Miguel Pupo e o seu parceiro de viagem no Circuito Mundial, Alejo Muniz, aconteceu pela quarta vez no circuito. O catarinense só ganhou o primeiro, em 2012 na etapa de Trestles, na Califórnia. Depois, Miguel Pupo devolveu essa derrota na repescagem no Billabong Rio Pro e ainda no ano passado deixou o amigo em 25º lugar no Billabong Pipe Masters, quando precisava de resultado para confirmar sua permanência na elite dos top-34 e conseguiu isso surfando altos tubos em Banzai Pipeline.

Além das duas baterias envolvendo os brasileiros, aconteceram mais duas para fechar a repescagem do Quiksilver Pro e depois a terça-feira em Snapper Rocks ficou toda para o Roxy Pro Gold Coast. O jovem norte-americano Kolohe Andino barrou o experiente australiano Bede Durbidge. E Adam Melling ganhou o confronto australiano pela última vaga para a terceira fase de Matt Wilkinson, que começa a temporada 2014 sem vencer nenhuma bateria na Gold Coast, assim como três brasileiros, Filipe Toledo, Alejo Muniz e Raoni Monteiro.

Carissa Moore. Foto ASP/Kirstin

Carissa Moore. Foto ASP/Kirstin

SHOW DAS MENINAS

As ondas foram melhorando durante o dia em Snapper Rocks e as meninas deram um show, surfando belos tubos e apresentando manobras modernas executadas com pressão e velocidade incríveis para a categoria feminina. Foram realizadas três rodadas completas para definir as classificadas para as quartas de final e o grande destaque do dia foi mais uma vez a atual campeã mundial Carissa Moore.

A havaiana bateu todos os recordes do Roxy Pro Gold Coast, ao totalizar impressionantes 19,50 pontos de 20 possíveis com as notas 9,90 e 9,60 que recebeu nas melhores ondas que surfou contra a compatriota Malia Manuel e a francesa Pauline Ado na primeira rodada classificatória para as quartas de final. Manuel depois passou pela neozelandesa Paige Hareb na repescagem e vai enfrentar a número 1 do mundo pela terceira vez na Austrália.

Stephanie Gilmore. Foto ASP/Cestari

Stephanie Gilmore. Foto ASP/Cestari

QUARTAS DE FINAL

Malia perdeu na primeira e na terceira fase, e agora vai tentar a primeira vitória sobre Carissa Moore na segunda quarta de final. A primeira será entre a pentacampeã mundial Stephanie Gilmore e a norte-americana Courtney Conlogue. Depois do duelo havaiano de Carissa e Malia, tem a defensora do título do Roxy Pro Gold Coast, Tyler Wright, da Austrália, enfrentando a sul-africana Bianca Buitendag. E a última vaga nas semifinais será disputada pela australiana Sally Fitzgibbons e a norte-americana Lakey Peterson.

Acesse a transmissão ao vivo pelo www.aspsouthamerica.com e acompanhem a participação dos brasileiros também pelas redes sociais da ASP South America – www.facebook.com/aspsouthamerica e www.twitter.com/aspsouthameric1

QUIKSILVER PRO GOLD COAST
Terceira fase (2º=13º lugar com US$ 9.500 e 1.750 pontos):
1ª: Taj Burrow (AUS) x Travis Logie (AFS)
2ª: Michel Bourez (TAH) x Fredrick Patacchia (HAV)
3ª: Julian Wilson (AUS) x Mitch Crews (AUS)
4ª: C. J. Hobgood (EUA) x Adam Melling (AUS)
5ª: Gabriel Medina (BRA) x Adrian Buchan (AUS)
6ª: Mick Fanning (AUS) x Dane Reynolds (EUA)
7ª: Kelly Slater (EUA) x Tiago Pires (PRT)
8ª: Adriano de Souza (BRA) x Jeremy Flores (FRA)
9ª: Josh Kerr (AUS) x Kolohe Andino (EUA)
10ª: Nat Young (EUA) x Jadson André (BRA)
11ª: Owen Wright (AUS) x Miguel Pupo (BRA)
12ª: Joel Parkinson (AUS) x Dion Atkinson (AUS)

Repescagem – (2º=25º lugar com US$ 8.000 e 500 pontos):
Abriram a terça-feira:
9ª: Jadson André (BRA) 11.77 x 7.23 Sebastian Zietz (HAV)
10ª: Miguel Pupo (BRA) 13.77 x 9.84 Alejo Muniz (BRA)
11ª: Kolohe Andino (EUA) 13.46 x 12.17 Bede Durbidge (AUS)
12ª: Adam Melling (AUS) 12.94 x 8.50 Matt Wilkinson (AUS)

Resultados da segunda-feira:
1ª: Mick Fanning (AUS) 13.67 x 9.17 Matt Banting (AUS)
2ª: Tiago Pires (POR) 12.70 x 12.67 Jordy Smith (AFS)
3ª: Julian Wilson (AUS) 13.56 x 9.00 Brett Simpson (EUA)
4ª: Dion Atkinson (AUS) 16.23 x 7.00 Kai Otton (AUS)
5ª: Travis Logie (AFR) 13.77 x 3.83 John John Florence (HAV)
6ª: Owen Wright (AUS) 11.10 x 9.37 Raoni Monteiro (BRA)
7ª: Adriano de Souza (BRA) 14.17 x 10.07 Aritz Aranburu (ESP)
8ª: Mitch Crews (AUS) 13.76 x 7.83 Filipe Toledo (BRA)

Tyler Wright botando pra dentro. Foto ASP/Kirstin

Tyler Wright botando pra dentro. Foto ASP/Kirstin

ROXI PRO GOLD COAST

Quartas de final:
1ª: Stephanie Gilmore (AUS) x Courtney Conlogue (EUA)
2ª: Carissa Moore (HAV) x Malia Manuel (HAV)
3ª: Tyler Wright (AUS) x Bianca Buitendag (AFS)
4ª: Sally Fitzgibbons (AUS) x Lakey Peterson (EUA)

QUARTA FASE – REPESCAGEM – (Vitória=Quartas de Final / Derrota=9º lugar com 4.000 pontos):
1ª: Courtney Conlogue (EUA) 12.83 x 10.73 Pauline Ado (FRA)
2ª: Malia Manuel (HAV) 10.83 x 8.60 Paige Hareb (NZL)
3ª: Bianca Buitendag (AFR) 16.77 x 12.93 Alessa Quizon (HAV)
4ª: Lakey Peterson (EUA) 15.37 x 6.64 Dimity Stoyle (AUS)

TERCEIRA FASE – (Vitória=Quartas de Final / 2ª e 3ª=Repescagem):
1ª: 1-Stephanie Gilmore (AUS)=16.34, 2-Courtney Conlogue (EUA)=14.84, 3-Paige Hareb (NZL)=5.83
2ª: 1-Carissa Moore (HAV)=19.50, 2-Malia Manuel (HAV)=14.34, 3-Pauline Ado (FRA)=10.64
3ª: 1-Tyler Wright (AUS)=14.14, 2-Bianca Buitendag (AFR)=9.20, 3-Dimity Stoyle (AUS)=8.43
4ª: 1-Sally Fitzgibbons (AUS)=14.43, 2-Lakey Peterson (EUA)=13.20, 3-Alessa Quizon (HAV)=12.30

Por João Carvalho – Assessoria de Imprensa da ASP South America

Brazilian Storm estreia quarta temporada no dia 24 de janeiro no Canal OFF

22 de janeiro de 2014 0
Miguel Pupo (E) e Alejo Muniz são dois personagens da série. Foto Canal OFF Divulgação

Miguel Pupo (E) e Alejo Muniz são dois personagens da série. Foto Canal OFF Divulgação

A quarta temporada de Brazilian Storm estreia nesta dia 24, a partir das 21h, e traz as rotinas e depoimentos dos representantes da nova geração do surfe brasileiro como Gabriel Medina, Alejo Muniz, Adriano de Souza, Miguel Pupo, Victor Bernardo, Jessé Mendes e Filipe Toledo sobre o circuito mundial de surfe profissional 2013/2014.

No Brasil, as gravações passaram por São Paulo, Santa Catarina e Porto Alegre. Entre os destinos internacionais estão França, Portugal, El Salvador, Chile, Mentawai, Costa Rica e México. “Brazilian Storm” é uma produção do Canal OFF em parceria com a Mellin Vídeos.

A temporada começa em Hossegor, na França. Os surfistas falaram da atmosfera do local e pessoas envolvidas na competição comentaram sobre o talento dos meninos brasileiros. Como as ondas não estavam muito boas, o campeonato parou por uns dias, mas os brasileiros aproveitaram para brincar nas marolas. No primeiro dia de folga, eles ainda fizeram um churrasco para lembrar o Brasil. Na volta das competições Filipe Toledo e Gabriel Medina se posicionaram bem e passaram para o quarto round e depois para a semifinal.

“BRAZILIAN STORM” (13 EPISÓDIOS)
ESTREIA: 24 de janeiro, sexta, às 21h
Horários alternativos: domingo às 23h30, terça às 19h e quinta às 17h30

Canal OFF na Internet:www.canaloff.com
Facebook.com/canaloff
Twitter.com/canaloff

Catarinense Alejo Muniz está de mudança para o Rio de Janeiro

11 de janeiro de 2014 0
Alejo vai morar no Rio de Janeiro. Foto ASP/Kirstin

Alejo vai morar no Rio de Janeiro. Foto ASP/Kirstin

O catarinense Alejo Muniz, 22 anos, se prepara para mais uma temporada na elite do surfe mundial, só que agora fixando residência no Rio de Janeiro. Em entrevista a Daniel Viana, no site Ricosurf.globo.com, o surfista de Bombinhas contou que seu principal objetivo é chegar melhor preparado para as etapas do circuito mundial.

O Rio é um lugar que sempre gostei. É muito bom em termos de onda e tem ótimos lugares para meus treinamentos fora d’água. Aqui também posso ter um relacionamento mais estreito com os grandes veículos de mídia e assim dar um bom retorno aos meus patrocinadores. Tenho certeza que morando na cidade terei boas oportunidades em termos de mídia, onda e estrutura de uma forma geral — explica.

Além disso, Alejo tem um grande motivo para morar na Cidade Maravilhosa. Ele está namorando firme uma carioca, seguindo os passos de outro catarinense, – ex-campeão brasileiro Jean da Silva, que se mudou para o Rio de Janeiro depois também de se engatar por lá.  Mas Jean já voltou para a terrinha.

Os cinco surfistas mais quentes

03 de janeiro de 2014 0
Kelly Slater, na fase "veterano" ET. Foto Divulgação.

Kelly Slater, na fase “veterano” ET. Foto Divulgação/Van Swae.

Depois de postar na última semana a lista das cinco surfistas mais quentes do momento, fui provocado a relacionar os cinco surfistas digamos mais interessantes do público feminino, com ajuda de algumas colegas da redação do Diário Catarinense. Então vamos lá:

Kelly Slater
O norte-americano de 41 anos, 11 vezes campeão do mundo, é o preferido delas. E além de toda classe para surfar e da conta recheada, ele ainda tem três versões: a fase adolescente, a fase Baywatch (quando pegava a Pamela Anderson) e fase ET (careca!). Bom, esse não precisa dizer muita coisa, mas vale a pena dar uma olhada nas redes sociais do melhor surfista de todos os tempos.

https://twitter.com/kellyslater
https://www.facebook.com/KellySlater
http://instagram.com/kellyslater
http://www.surfline.com/surfing-a-to-z/kelly-slater-biography-and-photos_909/

Na fase pré Baywacht.

Na fase pré Baywacht.

Fase pós Baywacht.

Fase pós Baywacht.

Jeremy Flores

Nascido nas Ilhas Reunião em 27 de abril de 1988, Jeremy já foi inclusive namorado da brasileira Bruna Schmitz e sabe falar bem o português. Surfista da elite desde 2009, Jeremy já mostrou seu talento entre os melhores do mundo ao vencer o Billabong Pipeline Masters em 2010, além de chegar perto do títulos das etapas brasileiras em 2011 (terceiro lugar) e 2008 (vice-campeão). No seu blog – dentro do site pessoal – ele posta situações do dia-a-dia como uma pescaria ou sessões de surfe com amigos, além de comentários sobre as participações nos eventos do ASP World Tour.

Jeremy Flores. Foto Divulgação/Quiksilver

Jeremy Flores. Foto Divulgação/Quiksilver

http://www.jeremy-flores.com/
https://twitter.com/floresjeremy
http://vimeo.com/user3000006

Durante o Eddie Aikau. Foto Bielman/Quiksilver

Jeremy durante o Eddie Aikau. Foto Bielman/Quiksilver

Julian Wilson

O australiano de 22 anos é um dos novos queridinhos do ASP World Tour. No começo, ele chamava atenção com sua prancha rosa, uma forma de chamar atenção para o combate ao câncer de mama depois que sua mãe conseguiu sobreviver a doença. Depois ganhou a fama de “diva” devido a dificuldade de se relacionar no meio – a fama subiu na cabeça. Mas o garoto amadureceu, e hoje, além de ser o número 7 do mundo, é o autor dos ” target=”_blank”>aéreos mais altos na história do surfe competição. É também um dos surfistas mais ativos nas redes sociais!

Julian Wilson, em ensaio para o fotógrafo Robert Maxell.

Julian Wilson, em ensaio para o fotógrafo Robert Maxell.

http://www.julianwilson.com/
https://www.facebook.com/JulianWilsonSurf
http://vimeo.com/user4798053
https://twitter.com/julian_wilson

Bruce Irons

O surfista havaiano de 34 anos não tem os olhos azuis do irmão Andy Irons, mas herdou a fama do falecido tricampeão mundial de surfe. Fora do circuito mundial – que simplesmente deixou de lado por não concordar com o sistema – Bruce continua a chamar atenção da indústria do surfe e se mantém ativo com sessões de freesurf e viagens ao redor do planeta, além de aparições como surfista convidado de eventos patrocinados pela Oakley.

Bruce Irons. Foto Divulgação/Klein

Bruce Irons. Foto Divulgação/Klein

Alejo Muniz

O surfista de Bombinhas foi escolhido para ser o único brasileiro da lista por um motivo: o apelido. Entre os amigos, Alejo é conhecido como Corpinho. E vale um aviso para as interessadas: o cara está de bem com a vida, namorando!.

Alejo, em Snapper. Foto ASP/Robertson

Alejo, em Snapper. Foto ASP/Robertson

https://twitter.com/alejomuniz
https://www.facebook.com/alejomuniz

Miguel Pupo é o melhor brasuca em Pipeline pelo segundo ano consecutivo

15 de dezembro de 2013 0
Migi pegou um tubão na bateria contra Jeremy Flores. Foto ASP/Cestari

Migi pegou um tubão na bateria contra Jeremy Flores. Foto ASP/Cestari

O melhor brasileiro no Billabong Pipe Masters pelo segundo ano consecutivo foi o paulista Miguel Pupo. Ele precisava repetir o nono lugar do ano passado para garantir sua permanência na elite do WCT e conseguiu isso surfando grandes tubos para vencer as duas baterias que necessitava para isso. Na primeira, ganhou o duelo verde-amarelo da segunda fase com o catarinense Alejo Muniz em um tubaço de backside nas direitas do Backdoor no último minuto da bateria.

Com esta vitória, já tirava a 22ª e última vaga dos que são mantidos pelo ranking do WCT do norte-americano Brett Simpson. Precisava passar mais uma fase para garantir de vez o seu nome, sem depender dos resultados de ninguém. O adversário era o top-9, Josh Kerr, que foi igualmente batido nos minutos finais com Pupo desta vez surfando a esquerda de Pipeline para ganhar nota 9,07 e ser o sétimo brasileiro no WCT 2014, um a mais que este ano.

No último dia, Pupo surfou outro tubaço para derrotar o francês Jeremy Flores com nota 9,77 em Banzai Pipeline, sendo o único goofy-footer a se classificar para as quartas de final, pois todos os outros sete surfam as esquerdas de backside, de costas para a onda. Depois, não achou os tubos contra o campeão mundial Joel Parkinson, mas a meta já estava cumprida e ele ainda melhorou sua colocação no Billabong Pipe Masters com o quinto lugar esse ano.

Com isso, o Brasil volta a superar os Estados Unidos, que permaneceu com seis tops, para formar o segundo maior esquadrão no pelotão de elite da ASP, abaixo apenas da Austrália com 12 competidores. Pupo subiu para 19º no ranking e mais três paulistas ficaram no G-22 do WCT, Adriano de Souza em 13º lugar, Gabriel Medina em 14º e o estreante Filipe Toledo em 15º. Já o catarinense Alejo Muniz e o carioca Raoni Monteiro confirmaram suas permanências pelo G-10 do ASP World Ranking, que também classificou o potiguar Jadson André para reforçar a seleção brasileira em 2014.

Com informações de João Carvalho – Assessoria de Imprensa da ASP South America

Gabriel Medina garante o show na abertura do Billabong Pipeline Masters 2013

09 de dezembro de 2013 0
Medina abrindo os braços para a galera. Foto ASP/Kirstin

Medina abrindo os braços para a galera. Foto ASP/Kirstin

Com um sólido swel de seis a oito pés, o Billabong Pipe Masters teve início neste domingo, no Havaí. Diante do vento fraco e das boas condições oferecidas pela ondulação de norte que encostou em Banzai Pipeline, a direção de prova optou pelo formato de duas baterias na água e conseguiu realizar as duas primeiras rodadas da competição.

Sete dos oito brasileiros caíram na água, com destaque para Gabriel Medina, que pegou dois tubos incríveis e no melhor deles recebeu 9,67, com o outro valendo nota 8,00. Depois, o fenômeno saiu de outro tubo profundo e mandou um aéreo alley-oop full-rotation sem as mãos na prancha muito alto que arrancou nota 9,00 dos juízes

- Acho que tive um pouco de sorte – minimizou o fenômeno Gabriel Medina.

- Eu consegui três tubos realmente muito bons e ainda fiz aquele aéreo no final, então foi uma boa bateria e fico feliz por isso. Eu fiquei vendo os caras sempre conseguindo grandes ondas no Backdoor, mas acabei encontrando essas esquerdas em Pipeline muito boas para vencer. Foi legal competir contra o Bruce (Irons), que eu sempre assisti surfar e para mim foi como um sonho se tornando realidade – disse Medina.

O irmão do tricampeão mundial Andy Irons havia superado o carioca Raoni Monteiro, uma das baixas brasileiras do dia, logo na primeira fase.

Alejo tirou a terceira melhor nota do dia. Foto ASP/Cestari

Alejo tirou a terceira melhor nota do dia. Foto ASP/Cestari

O primeiro brasuca a cair na água foi o catarinense Alejo Muniz, que mostrou um go for it com direito a um tubo em backdoor que levou 9.33 dos juízes na estreia diante do havaiano Marcus Hickman. Já na segunda fase, Alejo viu o amigo Miguel Pupo abrir a bateria com um bom tubo e ficar bem perto da qualificação para o WCT em 2014. Outro catarinense, Ricardo dos Santos, convidado do evento, não conseguiu achar os tubos e foi batido pelo americano Tanner Gudauskas.

Já o potiguar Jadson André também avançou no primeiro round, mas caiu diante do australiano Bede Durbidge na segunda fase. Outra baixa prematura veio com Filipe Toledo, que cometeu interferência nos minutos iniciais da bateria e foi eliminado pelo havaiano Kaimana Jaquias. Foi a segunda vitória do havaiano no evento que, na primeira fase, viu seu adversário, o australiano Kieren Perrow, sair da água mais cedo após deslocar o ombro.

Outro destaque do dia foi a atuação do havaiano Sebastian Ziets, atual campeão da Tríplice Coroa Havaiana,que marcou o primeiro 10 da competição para superar o australiano Ryan Callinan.

Jadson André encarando backdoor. Foto ASP/Cestari

Jadson André encarando backdoor. Foto ASP/Cestari

Agora, na terceira fase, entram os cabeças de chave e Adriano de Souza fará sua estreia justamente contra Sebastian Zietz, que entra na briga da Tríplice Coroa como representante local após a eliminação de Ezekiel Lau. Miguel Pupo tem que superar o australiano Josh Kerr, enquanto Medina vai fazer um duelo com Jonh John Florence. Na disputa pelo título mundial, Slater encara o embalado aussie Mitch Crews, e Fanning tem pela frente a tradição e o ímpeto de Kaimana Jaquias
Resultados do dia – Billabong Pipe Masters 2013
Round 1 (2º=37º lugar, 500 pts/U$8 mil)
H1 – Patrick GudauskasUSA 13.66 a 12.83 Ezekiel Lau HAV
H2 – Damien Hobgood USA 11.27 a 6.66 Joel Centeio HAV
H3 – Alejo Muniz BRA 16.00 a 11.67 Marcus Hickman HAV
H4 – Kaimana Jaquias HAV 16.16 a 12.84 Kieren Perrow AUS
H5 – Yadin Nicol AUS 14.83 a 11.44 Kahea Hart HAV
H6 – Bruce Irons HAV 9.24 a 7.00 Raoni Monteiro BRA
H7 – Dusty Payne HAV 13.73 a 12.84 Reef McIntosh HAV
H8 – Jadson Andre BRA 9.30 a 8.17 Olamana Eleogram HAV
H9 – Mitch Crews AUS 9.40 a 7.73 Shane Dorian HAV
H10- Granger Larsen HAV 13.50 a 7.66 Kalani Chapman HAV
H11- Tanner Gudauskas USA 12.17 a 5.67 Ricardo Dos Santos BRA
H12- Ryan Callinan AUS 17.76 a 9.77 Dane Reynolds USA

Round 2 (2º=25 lugar, 500Pts, U$8 mil)
H1- Kaiamana Jaquias HAV 15.67 a 11.30 Filipe Toledo BRA
H2- Gabriel Medina BRA 18.67 a 11.87 Bruce Irons HAV
H3- Sebastian Zietz HAV 17.83 a 6.06 Ryan Callinan AUS
H4- Jeremy Flores FRA 17.20 a 13.43 Tanner Gudauskas USA
H5- Fredrick Patacchia HAV 13.16 a 6.30 Granger Larsen HAV
H6- Mitch Crews AUS 14.50 a 10.66 Matt Wilkinson AUS
H7- Bede Durbidge AUS 14.17 a 9.04 Jadson Andre BRA
H8- Dusty Payne HAV 9.00 a 7.24 Brett Simpson USA
H9- Yadin Nicol 7.34 a 4.40 Travis Logie AFS
H10- Miguel Pupo BRA 9.70 a 4.27 Alejo Muniz BRA
H11- Adam Melling AUS 14.56 a 4.07 Damien Hobgood EUA
H12- Patrick Gudauskas 10.44 a 8.93 Kolohe Andino EUA

Baterias formadas do Round 3
H1- Taj Burrow (AUS) x Yadin Nicol (AUS)
H2- C.J. Hobgood (EUA) x Fred Patacchia (HAV)
H3- Julian Wilson (AUS) x Patrick Gudauskas (EUA)
H4- Nat Young (EUA) x Bede Durbidge (AUS)
H5- John John Florence (HAV x Gabriel Medina (BRA)
H6- Mick Fanning (AUS) x Kaimana Jacquias (HAV)
H7- Josh Kerr (AUS) x Miguel Pupo (BRA)
H8- Adriano de Souza (BRA) x Sebastian Zietz (HAV)
H9- Kelly Slater (EUA) x Mitch Crews (AUS)
H10- Kai Otton (AUS) x Adam Melling (AUS)
H11- Michel Bourez (TAH) x Jeremy Flores (FRA)
H12- Joel Parkinson (AUS) x Dusty Payne (HAV)

Ezekiel Lau vence em Sunset e Raoni Monteiro garante lugar na elite do surfe mundial em 2014

02 de dezembro de 2013 0
A festa do local havaiano. Foto ASP\Kirstin

A festa do local havaiano. Foto ASP\Kirstin

O havaiano Ezekiel Lau, 19 anos, conquistou o título do Vans World Cup of Surfing, segunda etapa da Tríplice Coroa Havaiana, encerrada no início da madrugada de segunda-feira (horário de Brasília). O local venceu na final o americano Damien Hobgood, o carioca Raoni Monteiro e o português Frederico Morais.

Apesar do terceiro lugar, Raoni conseguiu a classificação para a elite em 2014 com mais um grande resultado no Havaí, enquanto o catarinense Willian Cardoso ficou na porta do G-10 novamente e deverá ser alternate dos eventos do ASP World Tour pelo terceiro ano consecutivo em 2014.

Na final, o carioca radicado em Saquarema até deu mostras de que poderia ter sido o campeão. Sem pressáo por já estar garantido na elite, Raoni abriu a bateria com uma rasgada animal na primeira boa onda que abriu. Único goofy da final, Damien tentou responder com uma paulada de backside, enquanto Ezekiel e Frederico Morais, o Kikas, boiavam. Muito a vontade, Raoni chegou a abrir uma pequena vantagem com a sua segunda nota, um 4.50. Até que depois de passados 20 minutos, o local havaiano acordou.

Ezekiel Lau em um tubo na semifinal. Foto ASP\Kirstin

Ezekiel Lau em um tubo na semifinal. Foto ASP\Kirstin

Bem posicionado, Ezekiel achou uma boa direita e tentou até pegar um tubinho para entrar no jogo. Frederico também teve uma boa onda, e quem fizesse a segunda melhor onda ganharia a competição. Bem posicionado lá fora, Ezekiel não desperdiçou a chance quando a onda veio. Um pauladão na vertical selou a vitória do havaiano, que recebeu 8.67 pela onda de uma única manobra. Na mesma onda, Damien dropou para a esquerda e finalizou a onda com um floater para roubar a segunda posição de Raoni.

A comemoração começou ainda no canal com o caddie Kai Garcia. No pódio, Ezekiel soube que também passou a ocupar o primeiro lugar na Tríplice Coroa Havaiana, ao lado do tatiano Michel Bourez, que venceu o Reef Hawaiian Pro e parou nas oitavas em Sunset. Já o português Frederico Morais concorre ao prêmio da revelação (rookie) da Tríplice Coroa Havaiana.

Raoni brigou até o fim. Foto ASP\Cestari

Raoni brigou até o fim. Foto ASP\Cestari

Raoni e a rasgada que abriu a bateria final. Foto ASP/Cestari

Raoni e a rasgada que abriu a bateria final. Foto ASP/Cestari

Outros brasucas

Além de Raoni, vale destacar a atuação do catarinense Alejo Muniz, que venceu a bateria que eliminou o americano Kelly Slater. Alejo parou nas quartas de final, finalizando em 13 lugar. Wiggoly Dantas e Krystina Kymmerson terminaram em 17 lugar, e Caio Ibelli, em 25, e completaram a participação brasuca no dia decisivo em Sunset.

Alejo venceu Ezekiel e Slater na mesma bateria. Foto ASP/Kirstin

Alejo venceu Ezekiel e Slater na mesma bateria. Foto ASP/Kirstin

Wiggolly Dantas conseguiu um bom resultado. Foto ASP\Kirstin

Wiggolly Dantas conseguiu um bom resultado. Foto ASP\Kirstin

Vans World Cup Of Surfing
Final
1-Ezekiel Lau HAV 15.50 – 6500 pts,U$ 40 mil CAMPEÃO
2-Damien Hobgood EUA 14.30 2nd- 5200 pts,U$ 20 mil
3-Raoni Monteiro BRA 12.33 – 4450 pts,U$ 12 mil
4- Frederico Morais POR 7.16 – 4000 pts,U$ 10 mil

Semifinais (3=5 lugar, 3400 pts e U$7,5 mil/4=7 lugar, 3200 pts e U$6,5 mil)
H1-1 Raoni Monteiro BRA 15.60 2 Frederico Morais POR 14.44 3 John John Florence HAV 13.34 4 Adam Melling AUS 10.97
H2-1 Damien Hobgood EUA 16.77 2 Ezekiel Lau HAV 13.93 3 Taj Burrow AUS 12.36 4 Tim Reyes EUA 9.83

Quartas de final (3=9 lugar,2400 pts e U$5,250/4=13 lugar, 2200 pts e U$4,750)
H1-1 Frederico Morais POR 15.20 2 John John Florence HAV 13.76 3 Ian Gentil HAV 12.83 4 Carlos Munoz CRI 11.60
H2-1 Adam Melling AUS 14.662 Raoni Monteiro BRA 13.50 3 Sebastian Zietz HAW 6.60 4 Bede Durbidge AUS 4.47
H3-1 Damien Hobgood EUA 13.37 2 Tim Reyes EUA 11.94 3 Wade Carmichael AUS 11.674 Alejo Muniz BRA 11.10
H4-1 Taj Burrow AUS 16.70 2 Ezekiel Lau HAV 15.46 3 Olamana Eleogram HAV 14.57 4 Kiron Jabour HAV 10.10

Round dos 32 (3=17 lugar, 1300Pts, U$2,750/4=25 lugar, 1200Pts, U$2,250)
H1-1 Ian Gentil HAV 13.17 2 Adam Melling AUS 13.17 3 Jay Thompson AUS 11.37 4 Hank Gaskell HAW 10.40
H2-1 Carlos Munoz CRI 15.00 2 Sebastian Zietz HAV 14.70 3 Ian Walsh HAV 7.24 4 Makuakai Rothman HAV 7.23
H3-1 Raoni Monteiro BRA 15.73 2 Frederico Morais POR 9.62 3 Wiggolly Dantas BRA 9.60 4 Kalani Chapman HAV 6.30
H4-1 Bede Durbidge AUS 13.33 2 John John Florence HAV 10.93 3 Gavin Gillette HAV 10.20 4 Caio Ibelli BRA 9.67
H5-1 Alejo Muniz BRA 16.10 2 Ezekiel Lau HAV 10.47 3 Torrey Meister HAV 10.34 4 Kelly Slater EUA 7.80
H6-1 Wade Carmichael AUS 17.00 2 Kiron Jabour HAV 13.17 3 Krystian Kymerson BRA 7.40 4 Dane Reynolds EUA 6.75
H7-1 Taj Burrow AUS 15.26 2 Damien Hobgood EUA 12.74 3 Beyrick De Vries AFS 12.104 Ricardo Christie NZL 9.83
H8-1 Olamana Eleogram HAV 16.34 2 Tim Reyes EUA 12.64 3 Fredrick Patacchia HAV 12.16 4 Joel Centeio HAV 11.96

Os classificados pelo G-10 do ASP Mens World Ranking
12 Adam Melling (AUS)
16 Kolohe Andino (EUA)
20 Alejo Muniz (BRA)
21 Jadson André (BRA)
24 Mitch Crews (AUS)
26 Aritz Aranburu (EUK)
27 Raoni Monteiro (BRA)
28 Travis Logie (AFS)
30 Dion Atkinson (AUS)
32 Mitchel Coleborn (AUS)

Os brasileiros que ficaram fora:
33 Willian Cardoso
39 Miguel Pupo*
46 Tomas Hermes

* O paulista ainda pode somar mais pontos No Billabong Pipe Masters, na última etapa do circuito mundial para a elite. Os surfistas da elite podem somar dois resultados do ASP World Tour no ranking de acesso, desde que o resultado mínimo seja a nona colocação.

Brasucas aproveitam segundo adiamento do Reef Hawaiian Pro e encaram ondas de 15 a 20 pés em Haleiwa

13 de novembro de 2013 0
Wiggolly Dantas encarou a morranca.. Foto ASP/Cestari

Wiggolly Dantas encarou a morranca.. Foto ASP/Cestari

Após o primeiro dia de lay day do Reef Hawaiian Pro, as previsões se confirmaram e a quarta-feira amanheceu com mar gigante e perigoso no North Shore da ilha de Oahu. As séries tinha 15 a 20 pés em Haleiwa e os surfistas caíram na água para testar as condições, observados pelo diretor técnico do evento, o havaiano Marty Thomas.

As ondas possibilitavam apenas uma manobra, antes de fecharem, e a maioria teve que lutar muito contra a forte corrente. Entre eles estavam o paulista Wiggolly Dantas e o catarinense Alejo Muniz, que encararam as morras pra treinar porque o penúltimo ASP Prime do ano vai rolar em ondas grandes. A próxima chamada está marcada para às 7h desta quinta-feira no Havaí. Acesse a transmissão ao vivo pelo www.aspsouthamerica.com .

Alejo mandando ver. Foto ASP/Cestari

Alejo mandando ver. Foto ASP/Cestari