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Posts com a tag "ASP World Tour 2012"

ASP World Champion 2012 Joel Parkinson - Billabong

16 de dezembro de 2012 0

Esse é o clip exclusivo feito pela Billabong para festejar o título do australiano Joel Parkinson conquistado sexta-feira, dia 14, no Havaí.

Abaixo, os resultados de Joel durante o ASP World Tour 2012:
5º lugar no Quiksilver Pro Gold Coast
3º lugar no Rip Curl Pro Bells Beach
2º lugar no Billabong Rio Pro no Brasil
9º lugar no Volcom Fiji Pro
2º lugar no Billabong Pro Tahiti
2º lugar no Hurley Pro Trestles
3º lugar no Quiksilver Pro France
3º lugar no Rip Curl Pro Portugal
5º lugar no O´Neill Coldwater Classic
Campeão do Billabong Pipe Masters

Foto ASP/Kirstin

Confira como ficou o ASP World Tour 2013

15 de dezembro de 2012 0

Adriano de Souza foi o melhor em brasileiro, em quinto lugar. Foto ASP/Cestari

O ranking final da ASP World Tour apresenta novidades, mas mantém o domínio da Austrália. O campeão Joel Parkinson e outros 11 surfistas continuaram na elite, sendo que Adam Melling e Matt Wilkinson garantiram a classificação pelo ranking unificado, enquanto Yadin Nicol foi a baixa.

O Brasil terá seis representantes com a confirmação de Raoni Monteiro. O carioca recebeu um dos dois convites destinados pela ASP para surfistas que se machucaram durante a temporada e não tiveram a chance de pontuar na maioria das provas. Raoni se machucou após um drop cabuloso nas Ilhas Fiji, na última bateria antes da direção de prova cancelar a competição devido ao alto risco imposto aos surfistas em Cloundbreak.

Raoni em Cloudbreak, nas Ilhas Fidji. Foto ASP/Robertson.

A novidade brasuca é o paulista Filipe Toledo, classificado pelo ranking unificado. Willian Cardoso ficou a mil pontos da classificação e mais uma vez será o segundo alternate. Jean da Silva e Heitor Alves vem logo em seguida. Ou seja, poderemos ter até nove atletas em algum evento durante o ano, até porque a presença de Kelly Slater no circuito em 2013 ainda não está assegurada. Jadson André foi a principal baixa da Brazilian Storm.

Confira como ficou a distribuição por países:
Austrália – 12 surfistas
Brasil – 6
Estados Unidos 9
*Havai – 6
Taiti – 1
França – 1
Portugal – 1
Irlanda – 1
Africa do Sul – 2

* No surfe, o Havaí é considerado uma nação.

Filipe Toledo é a novidade brasuca em 2013. Foto Dinani

TOP-22 DO ASP WORLD TOUR 2012 – 10 etapas:
1º: Joel Parkinson (AUS) – 58.700 pontos
2º: Kelly Slater (EUA) – 55.450
3º: Mick Fanning (AUS) – 47.000
4º: John John Florence (HAV) – 44.350
5º: Adriano de Souza (BRA) – 42.350
6º: Taj Burrow (AUS) – 41.900
7º: Gabriel Medina (BRA) – 41.350
8º: Josh Kerr (AUS) – 38.900
9º: Julian Wilson (AUS) – 35.900
10º: Owen Wright (AUS) – 33.600
10º: Jeremy Flores (FRA) – 33.600
12º: Jordy Smith (AFR) – 27.900
13º: C. J. Hobgood (EUA) – 26.650
14º: Adrian Buchan (AUS) – 25.400
15º: Michel Bourez (TAH) – 24.250
16º: Damien Hobgood (EUA) – 21.750
17º: Miguel Pupo (BRA) – 19.450
18º: Alejo Muniz (BRA) – 18.450
19º: Kieren Perrow (AUS) – 18.200
20º: Bede Durbidge (AUS) – 16.250
20º: Travis Logie (AFR) – 16.250
22º: Kai Otton (AUS) – 16.200

WILDCARDS DA ASP POR CONTUSÃO:
28º no ranking: Raoni Monteiro (BRA) – 13.500
32º: Dusty Payne (HAV) – 7.750

G-10 DO ASP WORLD RANKING – 45 etapas – 10 do WCT / 8 Prime / 27 Star:
Kolohe Andino (EUA) – 16º lugar no ranking com 22.395 pontos
Matt Wilkinson (AUS) – 17º com 22.350
Sebastien Zietz (HAV) – 19º com 21.810
Glenn Hall (IRL) – 24º lugar com 18.905
Brett Simpson (EUA) – 25º com 17.310
Filipe Toledo (BRA) – 26º com 16.700
Adam Melling (AUS) – 26º com 16.690
Nat Young (EUA) – 29º com 16.365
Fredrick Patacchia (HAV) – 30º com 15.850
Tiago Pires (PRT) – 31º com 15.820

Alternates para 2013:
1º: Patrick Gudauskas (EUA) – 32º lugar com 15.030 pontos
2º: Willian Cardoso (BRA) – 33º com 14.820
3º: Jean da Silva (BRA) – 35º com 14.470
4º: Heitor Alves (BRA) – 36º com 14.020

Deixaram a elite dos Top 34 no WCT 2012:
26º no ranking: Yadin Nicol (AUS) – 14.950 pontos
27º: Heitor Alves (BRA) – 14.750
31º: Taylor Knox (EUA) – 9.000
32º: Jadson André (BRA) – 7.750
32º: Patrick Gudauskas (EUA) – 7.750

Com informações de João Carvalho – ASP South America

Gabriel Medina e Miguel Pupo garantem Brasil no último dia do Billabong Pipe Masters 2012

10 de dezembro de 2012 0

Gabriel Medina surfou Pipe com naturalidade. Kirstin/ASP

Em mais um dia de ondas fantásticas em Pipeline, com as direitas do Backdoor também formando tubos espetaculares, o domingo foi de muitas decisões no Billabong Pipe Masters. A disputa do título mundial ficou só entre Joel Parkinson e Kelly Slater, Sebastien Zietz é o novo campeão da Tríplice Coroa Havaiana e Gabriel Medina também brilhou, batendo os recordes do campeonato nos tubos que surfou em Pipeline, com muito estilo e segurança. Miguel Pupo venceu duas baterias e foi outro brasileiro que passou para a rodada das duas chances de classificação para as quartas de final no Havaí.

- Foi muito bom competir em Pipe com boas ondas assim. Estou muito feliz por ter tido esse privilégio. Onde eu moro também tem muitos tubos, surfei lá minha vida toda e acho que isso está me ajudando aqui. Já ouvi pessoas dizendo coisas sobre mim, que não sou capaz de surfar tão bem de backside, que não sei ficar dentro dos tubos, mas não me importo. Eu tenho treinado bastante e acho que estou melhorando cada vez mais – declarou Medina.

Medina estreou na melhor hora do mar, quando as séries de 6-8 pés ficaram mais constantes, com grandes tubos tanto nas esquerdas de Pipeline como nas direitas do Backdoor. No sistema “dual heat format” – duas baterias sendo disputadas simultaneamente, o fenômeno brasileiro competiu junto com Joel Parkinson, que defendia a liderança do ranking, contra o havaiano Kalani Chapman. A prioridade de escolha das ondas era da bateria do australiano quando entrou uma série bombando em Pipeline.

Miguel Pupo também está na briga. Foto ASP/Cestari

Chapman pegou a primeira, saiu limpo do tubo e a praia aplaudiu, mas não conseguiu a virada no placar. O australiano entrou na onda de trás, atrasando tudo pra encaixar seu backside num grande tubo, mas caiu. E na terceira onda, surgiu Gabriel Medina em um tubo incrível, em pé, no melhor estilo “Gerry Lopez”, para ganhar nota 9 dos juízes. Com ela, abriu vantagem sobre seu adversário, o americano Kolohe Andino. No fim da bateria do Parko, ele confirmou a vitória em um tubaço no Backdoor que igualou a nota 9 de Medina.

Só que o brasileiro ainda tinha mais para mostrar. Os australianos Josh Kerr e Bede Durbidge entraram para dividir o “line up” na segunda metade da bateria, mas a prioridade de escolha passou a ser de Gabriel Medina e Kolohe Andino. Logo Medina veio em outro tubo perfeito em Pipeline, sumiu na cortina de água e reapareceu com o ”spray” para receber 9,5 e estabelecer o novo recorde de 18,50 pontos para o Billabong Pipe Masters 2012.

Sacramentada a primeira classificação brasileira para a quarta fase, Josh Kerr e Bede Durbidge seguiram duelando em uma das melhores baterias do dia. Ambos surfaram ótimos tubos e Bede quase consegue a segunda nota 10 do campeonato, mas acabou derrotado por 18,13 a 17,13 pontos. A única nota máxima saiu para o norte-americano Dane Reynolds também nas direitas do Backdoor, para vencer justamente a bateria de estreia de Adriano de Souza na terceira fase. Com a derrota, Mineirinho pode até perder seu posto de top-5 do ranking mundial no Havaí.

Parko surfou em um dos melhores momentos do mar em Pipe. Foto ASP/Kirstin

TÍTULO MUNDIAL

Kelly Slater também deu o seu show e ampliou o recorde de Gabriel Medina para 18,63 pontos, com notas 9,73 e 8,90 nos melhores tubos que surfou contra outro convidado havaiano, Billy Kemper. Com a vitória, Slater seguiu na briga por mais um título mundial. Já Mick Fanning, foi eliminado por pouco pelo havaiano Shane Dorian no encerramento da terceira fase e saiu da disputa. Parkinson já passou para as quartas de final no último confronto do domingo e Slater assume a ponta do ranking se também se classificar, com os dois podendo até decidir o título na grande final.

A bateria dele contra Gabriel Medina e Josh Kerr e a do Miguel Pupo com o também australiano Yadin Nicol e o havaiano Shane Dorian, ficaram para abrir o último dia, que pode ser nesta segunda-feira se as ondas continuarem tão boas quanto no sábado e domingo no Havaí. Ou no swell que está previsto para entrar no próximo fim de semana, já que o prazo do evento só termina no dia 20. O mar variou bastante durante o dia.

Começou com as direitas do Backdoor proporcionando os melhores tubos nas derrotas de Alejo Muniz para o mesmo Shane Dorian e de Ricardo dos Santos para o australiano Bede Durbidge nos primeiros confrontos do domingo, ainda pela segunda fase da competição. Pipeline passou a bombar os tubos nas esquerdas quando Miguel Pupo conquistou a primeira vitória brasileira do dia, ao despachar o vencedor da Vans World Cup, Adam Melling, com notas 8,33 e 7,33.

Slater experimentando Backdoor. Foto ASP/Kirstin

TRÍPLICE COROA

Com este resultado, o havaiano Sebastien Zietz foi consagrado campeão da Tríplice Coroa, levando os prêmios especiais pelos 30 anos da Vans Triple Crown of Surfing, 100 mil dólares em dinheiro, uma moto Harley Davidson e um relógio Nixon cravejado com mais de 200 diamantes, estimado em 10 mil dólares. Isso sem falar que ele ainda confirmou sua entrada no WCT no Havaí e já tinha faturado 40 mil dólares pela vitória no Reef Hawaiian Pro em Haleiwa e 12 mil dólares pelo terceiro lugar na Vans World Cup em Sunset.

Sebastien ainda barrou o campeão da Tríplice Coroa Havaiana do ano passado, John John Florence, depois foi o primeiro a passar para as quartas de final do Billabong Pipe Masters nas últimas baterias do dia. A segunda vaga foi conquistada por Joel Parkinson, que fechou o domingo com mais uma apresentação de gala em Pipeline e no Backdoor contra C. J. Hobgood e Kieren Perrow, que terão outra chance na repescagem. Parko foi tricampeão da Tríplice Coroa de 2008 a 2010, mas nunca venceu o Pipe Masters. No ano passado foi vice na final contra Perrow e eles podem se encontrar de novo nas semifinais.

Zietz também procurando a porta dos fundos de Pipe. Foto ASP/Cestari

RUMO AOS TOP-5

Já Gabriel Medina agora pode até conseguir um lugar no seleto grupo dos top-5 do ranking mundial na sua primeira temporada completa no ASP Tour. Ele tira o também paulista Adriano de Souza dessa lista se ganhar mais uma bateria em Pipeline. E tem duas chances para isso. A primeira é contra Kelly Slater e Josh Kerr. Caso não consiga nessa, já que Slater também vai querer a vitória a qualquer custo porque lhe garante a liderança na corrida pelo título mundial do ASP Tour 2012, tem outra na repescagem.

Miguel Pupo derrotou o francês Jeremy Flores na sua segunda bateria no domingo e vai enfrentar a fera havaiana, Shane Dorian, e o australiano Yadin Nicol na disputa pela última vaga direta para as quartas de final. Dorian já acabou com as chances de Alejo Muniz continuar na busca pela Tríplice Coroa e de Mick Fanning na briga do título mundial. E Nicol é o único que ainda luta pela última vaga no WCT de 2013, mas tem que vencer o Pipe Masters.

BRASIL NO WCT 2013

Quem também tentava se manter na elite dos top-34 era o cearense Heitor Alves. Ele precisava de um nono lugar no mínimo. No entanto, Heitor não achou as ondas, cometeu interferência na primeira que pegou, por disputar com um surfista da outra bateria que tinha prioridade de escolha, sendo facilmente batido pelo defensor do título em Pipeline, Kieren Perrow. Cinco brasileiros se classificaram para os top-34 do WCT 2013, os paulistas Adriano de Souza, Gabriel Medina, Miguel Pupo, Filipe Toledo e o catarinense Alejo Muniz.

O carioca Raoni Monteiro pode ser o sexto, se receber um dos dois wildcards (convites) que a ASP reserva para os atletas que se contundiram durante a temporada, como ele. O outro deve ficar com o havaiano Dusty Payne, eliminado pelo catarinense Ricardo dos Santos na primeira fase.

Ricardinho parou na sua segunda bateria em Pipe. Foto ASP/Kirstin

Billabong Pipe Masters – Resultados de domingo:
Round 2:
H4: Shane Dorian (HAV) 13.77 a 11.10 Alejo Muniz (BRA)
H5: Bede Durbidge (AUS) 14.60 a 12.76 Ricardo dos Santos (BRA)
H6: Sebastian Zietz (HAV) 12.73 a 12.17. Travis Logie (AFS)
H7: Dane Reynolds (EUA) 17.00 a 13.26 Kai Otton (AUS)
H8: Miguel Pupo (BRA) 15.66 a 9.90 Adam Melling (AUS)
H10: Yadin Nicol (AUS) 14.17 a 12.17 Matt Wilkinson (AUS)
H11: Kolohe Andino (EUA) 9.47 a 3.83 Brett Simpson (EUA)
H12: Kieren Perrow (AUS) 16.33 a 7.12 Heitor Alves (BRA)

Round 3:
H1: Sebastian Zietz (HAV) 15.00 a 7.83 John John Florence (HAV)
H2: Damien Hobgood (EUA) 16.10 a 10.83 Owen Wright (AUS)
H3: Dane Reynolds (EUA) 17.83 a 8.50 Adriano de Souza (BRA)
H4: Kieren Perrow (AUS) 14.16 a 13.17 Julian Wilson (AUS)
H5: C.J. Hobgood (EUA) 11.60 a 8.87 Jordy Smith (AFS)
H6: Joel Parkinson (AUS) 16.17 a 13.50 Kalani Chapman (HAV)
H7: Gabriel Medina (BRA) 18.50 a 14.06 Kolohe Andino (EUA)
H8: Josh Kerr (AUS) 18.13 a 17.13 Bede Durbidge (AUS)
H9: Kelly Slater (EUA) 18.63 a 15.50 Billy Kemper (HAV)
H10: Yadin Nicol (AUS) 12.83 a 11.66 Taj Burrow (AUS)
Heat 11: Miguel Pupo (BRA) 11.83 def. Jeremy Flores (FRA) 10.10
Heat 12: Shane Dorian (HAW) 15.67 def. Mick Fanning (AUS) 15.07

Round 4:
H1: Sebastian Zietz (HAV) 16.40, Damien Hobgood (EUA) 14.17, Dane Reynolds (EUA) 9.96
H2: Joel Parkinson (AUS) 18.10, C.J. Hobgood (EUA) 6.20, Kieren Perrow (AUS) 5.83

Round 4 – complemento:
H3: Gabriel Medina (BRA), Josh Kerr (AUS), Kelly Slater (EUA)
H4: Yadin Nicol (AUS), Miguel Pupo (BRA), Shane Dorian (HAV)

Com informações de João Carvalho – ASP South America

Brasil tem cinco surfistas garantidos na elite do ASP World Tour 2013

05 de dezembro de 2012 1

Ao se classificar, Adam Melling repetiu o feito do seu compatriota Kieren Perrow. Foto ASP/Kirstin

Além do campeão Adam Melling, o também australiano Kieren Perrow e o americano Brett Simpson, ultrapassaram os 16.000 pontos no ranking unificado e confirmaram as suas permanências entre os top-34 do WCT 2013 pela lista dos 10 indicados pelo ASP World Ranking. Do Brasil, os garantidos para o ano que vem são os paulistas Adriano de Souza, Gabriel Medina, Miguel Pupo e Filipe Toledo como uma das novidades da elite, além do catarinense Alejo Muniz.

O cearense Heitor Alves, o carioca Raoni Monteiro e o potiguar Jadson André, têm chances matemáticas de ingressar no grupo dos top-22 do WCT que permanecem na divisão principal do Circuito Mundial no último desafio do ano. Heitor e Raoni precisam no mínimo de um nono lugar na última etapa, enquanto para Jadson só interessa a vitória no Pipe Masters.

Raoni deve receber um dos dois wildcards (convites) que a ASP reserva para os atletas que se contundiram durante a temporada, mas Heitor e Jadson têm que conquistar suas vagas dentro d´água.

ÚLTIMA ESPERANÇA

Já o catarinense Willian Cardoso, que saiu do G-10 do ranking unificado em Sunset Beach, ainda tem uma última esperança de reforçar o Brasil no ano que vem. Ele vive a expectativa de poder disputar classificação com um convite para competir no Billabong Pipe Masters. Caso contrário, terá de esperar para que dois surfistas da elite entrem nos top-22 e abram duas vagas na lista dos 10 indicados pelo ASP World Ranking.

Isto porque Willian, como em 2011, terminou como segundo “alternate” (substituto) para a próxima temporada. A torcida maior será para Brett Simpson, o também americano Kolohe Andino e para o australiano Kieren Perrow, que venceu o Pipe Masters no ano passado. Entre os que ficaram de fora do G-10, o primeiro “alternate” no momento é o americano Patrick Gudauskas, que saiu da zona de classificação com a vitória de Adam Melling em Sunset. Quatro brasileiros ficaram logo abaixo, com Willian Cardoso em 33º no ranking, Raoni Monteiro em 34º, Jean da Silva em 35º e Heitor Alves em 36º lugar.

Medina pegando o tubo que não valeu a vitória na opinião dos juízes. Foto ASP/Cestari

LISTA PROVISÓRIA DOS TOP-34 PARA O ASP WORLD TOUR 2013:
TOP-22 DO WCT 2012 – após a nona etapa em Santa Cruz, Califórnia – EUA:
1º: Joel Parkinson (AUS) – 53.900 pontos
2º: Kelly Slater (EUA) – 50.700
3º: Mick Fanning (AUS) – 47.000
4º: John John Florence (HAV) – 44.350
5º: Adriano de Souza (BRA) – 42.350
6º: Taj Burrow (AUS) – 41.900
7º: Gabriel Medina (BRA) – 37.850
8º: Julian Wilson (AUS) – 34.650
9º: Owen Wright (AUS) – 33.600
9º: Jeremy Flores (FRA) – 33.600
11º: Josh Kerr (AUS) – 31.400
12º: Jordy Smith (AFR) – 26.650
13º: Adrian Buchan (AUS) – 25.400
14º: Michel Bourez (TAH) – 24.250
15º: C. J. Hobgood (EUA) – 21.950
16º: Alejo Muniz (BRA) – 18.450
17º: Bede Durbidge (AUS) – 16.250
17º: Travis Logie (AFR) – 16.250
19º: Kai Otton (AUS) – 16.200
20º: Miguel Pupo (BRA) – 15.950
21º: Damien Hobgood (EUA) – 15.750
21º: Matt Wilkinson (AUS) – 15.750

G-10 DO ASP WORLD RANKING – atualizado com os resultados da Vans World Cup:
1º: Kolohe Andino (EUA) – permaneceu em 16º lugar no ranking com 22.395 pontos
2º: Sebastien Zietz (HAV) – subiu de 21º para 19º totalizando 21.810 pontos
3º: Glenn Hall (IRL) – caiu de 20º para o 22º lugar com 18.905 pontos
4º: Brett Simpson (EUA) – subiu de 29º para 24º com 17.310
5º: Filipe Toledo (BRA) – caiu do 24º para o 25º lugar com 16.700 pontos
6º: Adam Melling (AUS) – subiu de 42º para 26º atingindo 16.690 pontos com a vitória no World Cup
7º: Kieren Perrow (AUS) – subiu de 32º para 27º com 16.687 e tirou Willian Cardoso do G-10
8º: Nat Young (EUA) – caiu de 25º para 29º com 16.365 pontos
9º: Fredrick Patacchia (HAV) – caiu de 26º para 30º com 15.850
10º: Tiago Pires (PRT) – caiu de 28º para 31º com 15.820 pontos

ASP WORLD RANKING 2012 – 44 etapas = 9 do WCT + 8 Prime + 27 Star:
1º: John John Florence (HAV) – 44.245 pontos
2º: Gabriel Medina (BRA) – 43.765
3º: Kelly Slater (EUA) – 38.125
4º: Adriano de Souza (BRA) – 32.045
5º: Julian Wilson (AUS) – 30.300
6º: Taj Burrow (AUS) – 29.525
7º: Mick Fanning (AUS) – 28.743
8º: Adrian Buchan (AUS) – 27.505
9º: Joel Parkinson (AUS) – 25.820
10: Jordy Smith (AFR) – 25.160
11: Jeremy Flores (FRA) – 24.820
12: C. J. Hobgood (EUA) – 24.520
13: Miguel Pupo (BRA) – 24.400
14: Josh Kerr (AUS) – 24.370
15: Kai Otton (AUS) – 22.525
16: Kolohe Andino (EUA) – 22.395 – 1º do G-10
17: Matt Wilkinson (AUS) – 22.350
18: Alejo Muniz (BRA) – 21.950
19: Sebastien Zietz (HAV) – 21.810 – 2º do G-10
20: Owen Wright (AUS) – 19.700
21: Michel Bourez (TAH) – 19.350
22: Glenn Hall (IRL) – 18.905 – 3º do G-10
23: Damien Hobgood (EUA) – 18.570
24: Brett Simpson (EUA) – 17.310 – 4º do G-10
25: Filipe Toledo (BRA) – 16.700 – 5º do G-10
26: Adam Melling (AUS) – 16.690 – 6º do G-10
27: Kieren Perrow (AUS) – 16.687 – 7º do G-10
28: Travis Logie (AFR) – 16.570
29: Nat Young (EUA) – 16.365 – 8º do G-10
30: Fredrick Patacchia (HAV) – 15.850 – 9º do G-10
31: Tiago Pires (POR) – 15.820 – 10º do G-10
Próximos sul-americanos até 100:
33: Willian Cardoso (BRA) – 14.820 pontos
34: Raoni Monteiro (BRA) – 14.600
35: Jean da Silva (BRA) – 14.470
36: Heitor Alves (BRA) – 14.020
41: Wiggolly Dantas (BRA) – 12.353
45: Hizunomê Bettero (BRA) – 10.715
47: Alex Ribeiro (BRA) – 10.440
48: Tomas Hermes (BRA) – 10.260
49: Jessé Mendes (BRA) – 10.106
53: Jadson André (BRA) – 9.830
62: Ricardo dos Santos (BRA) – 8.371
76: Thiago Camarão (BRA) – 6.625
80: Messias Felix (BRA) – 6.507
96: Peterson Crisanto (BRA) – 4.968
98: Jano Belo (BRA) – 4.850

Por João Carvalho – Assessora Imprensa ASP South America

Highlights Final Day O'Neill Coldwater Classic 2012

09 de novembro de 2012 0

Galeria de Imagens do O'Neill Coldwater Classic 2012

08 de novembro de 2012 0

Taj Burrow levou a etapa. Foto ASP/Kirstin

A festa do campeão da etapa. Foto ASP/Kirstin

Jeremy Flores. Foto ASP/Kirstin

Joel Parkinson saiu de Santa Cruz com uma mão no título. Foto ASP/Kirstin

Gabriel Medina é o sétimo colocado no ranking mundial. Foto ASP/Kirstin

Adriano de Souza terminou em quinto lugar. Foto ASP/Kirstin

Travis Logie conquistou resultado importante para se manter na elite. Foto ASP/Rowland

Matt Wilkinson se garantiu na elite. Foto ASP/Kirstin

Gabriel Medina salva a pátria em dia de zebra em Steamer Lane

02 de novembro de 2012 0

Aéreo reverse de Medina chegou a levar um 10 dos juízes. Foto ASP/Rowland

A zebra passeou nas ondas de Steamer Lane no início do O’Neill Coldwater Classic, nona etapa do circuito mundial de surfe, o ASP World Tour. Mick Fanning, Kelly Slater, Adriano de Souza, Julian Wilson e Jonh John Florence são alguns dos tops que terão disputar a repescagem a partir desta sexta-feira. Entre os brasileiros, apenas Gabriel Medina conseguiu a classificação direto para a terceira fase, ao vencer a bateria contra os australianos Bede Durbidge e Adam Melling.

Medina explorou uma das raras esquerdas para soltar um aéreo muito alto e levar 9.43 dos juízes, na melhor onda do dia. Destaques também para as vitórias do wildcard Nat Young, na bateria que tinha Kelly Slater, e do havaiano Dusty Payne, na bateria que tinha Mick Fanning. Principal candidato ao título, o australiano Joel Parkinson confirmou o favoritismo para superar Damien Hobgood e o convidado Jason Collins na sexta bateria.  O Brasil ainda terá um segundo representante na terceira fase, já que Miguel Pupo e Alejo Muniz fazem um confronto verde amarelo na 11ª bateria do round 2.

O’NEILL COLDWATER CLASSIC
Resultados do Round 1:

H1: Taylor Knox (EUA) 12.80, Julian Wilson (AUS) 11.40, Alejo Muniz (BRA) 10.60
H2: Kai Otton (AUS) 13.00, Adriano de Souza (BRA) 9.86, Jadson Andre (BRA) 8.60
H3: Patrick Gudauskas (EUA) 13.16, Heitor Alves (BRA) 12.96, John John Florence (HAV) 7.00
H4: Dusty Payne (HAV) 15.30, Mick Fanning (AUS) 14.94, Kieren Perrow (AUS) 12.93
H5: Nat Young (EUA) 12.17, Kelly Slater (EUA) 10.00, Kolohe Andino (EUA) 9.57
H6: Joel Parkinson (AUS) 16.83, Damien Hobgood (EUA) 11.40, Jason Collins (EUA) 7.00
H7: Taj Burrow (AUS) 14.46, Matt Wilkinson (AUS) 13.67, Brett Simpson (EUA) 13.33
H8: Gabriel Medina (BRA) 16.53, Bede Durbidge (AUS) 14.77, Adam Melling (AUS) 6.80
H9: Yadin Nicol (AUS) 16.03, Owen Wright (AUS) 12.50, Miguel Pupo (BRA) 10.33
H10: Michel Bourez (TAH) 14.70, Josh Kerr (AUS) 14.56, Raoni Monteiro (BRA) 11.40
H11: Travis Logie (ZAF) 15.27, Jeremy Flores (FRA) 14.93, C.J. Hobgood (USA) 4.37
H12: Jordy Smith (ZAF) 16.10, Tiago Pires (PRT) 15.67, Adrian Buchan (AUS) 11.93

Baterias formadas do Round 2:

H1: Kelly Slater (EUA) vs. Jason Collins (EUA)
H2: Mick Fanning (AUS) vs. Jadson Andre (BRA)
H3: John John Florence (HAV) vs. Matt Wilkinson (AUS)
H4: Adriano de Souza (BRA) vs. Adam Melling (AUS)
H5: Julian Wilson (AUS) vs. Raoni Monteiro (BRA)
H6: Owen Wright (AUS) vs. Tiago Pires (POR)
H7: Josh Kerr (AUS) vs. Damien Hobgood (EUA)
H8: Jeremy Flores (FRA) vs. Kolohe Andino (EUA)
H9: Adrian Buchan (AUS) vs. Kieren Perrow (AUS)
H10: C.J. Hobgood (EUA) vs. Heitor Alves (BRA)
H11: Miguel Pupo (BRA) vs. Alejo Muniz (BRA)
H12: Bede Durbidge (AUS) vs. Brett Simpson (EUA)

Expectativa em Steamer Lane

01 de novembro de 2012 0

Miguel Pupo defende o título do evento. Foto ASP/Divulgação

A direção de prova do O’Neill Coldwater Classic faz a primeira chamada a partir das 12h45min (horário de Brasília) para definir se a nona e penúltima etapa do circuito mundial de surfe profissional começa no seu primeiro dia de prazo. Vale lembrar que o australiano Joel Parkinson pode sagrar-se campeão mundial antecipado nas ondas geladas de Steamer Lane, e o brasileiro Miguel Pupo é o atual detentor do título do evento, conquistado ano passado, quando ainda era válido pela divisão de acesso e tinha status Prime.

A chave de baterias coloca os brasileiros em ação logo nos primeiros duelos. Alejo, Adriano e Jadson André, e Heitor Alves caem logo nas três primeiras baterias. Medina, Miguel e Raoni estão na oitava, nona e décima baterias, respectivamente. Os americanos Nat Young, 21 anos, e Jason Collins, 38, completam a chave como convidados para o evento principal. Acompanhe ao vivo pelo site oficial do evento: http://www.oneill.com/cwc/ .

O’NEILL COLDWATER CLASSIC
ROUND 1 :

H1: Julian Wilson (AUS), Alejo Muniz (BRA), Taylor Knox (EUA)
H2: Adriano de Souza (BRA), Kai Otton (AUS), Jadson Andre (BRA)
H3: John John Florence (HAV), Heitor Alves (BRA), Patrick Gudauskas (EUA)
H4: Mick Fanning (AUS), Kieren Perrow (AUS), Dusty Payne (HAV)
H5: Kelly Slater (EUA), Kolohe Andino (USA), Nat Young (EUA)
H6: Joel Parkinson (AUS), Damien Hobgood (EUA), Jason Collins (EUA)
H7: Taj Burrow (AUS), Brett Simpson (EUA), Matt Wilkinson (AUS)
H8: Gabriel Medina (BRA), Bede Durbidge (AUS), Adam Melling (AUS)
H9: Owen Wright (AUS), Miguel Pupo (BRA), Yadin Nicol (AUS)
H10: Josh Kerr (AUS), Michel Bourez (TAH), Raoni Monteiro (BRA)
H11: Jeremy Flores (FRA), C.J. Hobgood (EUA), Travis Logie (AFS)
H12: Jordy Smith (AFS), Adrian Buchan (AUS), Tiago Pires (POR)

Final Day Highlights Rip Curl Pro Portugal

20 de outubro de 2012 0

Confiram a decisão polêmica que entregou de bandeja o título para o australiano Julian Wilson diante do brasileiro Gabriel Medina. Compare a segunda onda de Medina e o tubo da última onda de Julian – que acabou editado com o corte de duas manobras, antes da finalização na junção – e tire sua próprias conclusões:

Garfaram Gabriel Medina em Portugal na cara dura

19 de outubro de 2012 0

Medina Air. Foto ASP/Kirstin

Postei nesta sexta-feira a vitória do australiano Julian Wilson sobre o brasileiro Gabriel Medina quase contra a vontade. O título do australiano ficou engasgado após conferir a final ao vivo pelo webcasting. Como coloquei no post, Julian foi um dos destaques do evento, e também seria merecedor da vitória, mas, da forma que foi, ficou estranho. E esse sentimento não foi só compartilhado por brasileiros num claro sinal de “patriotada”. Ao verificar horas depois a repercussão do resultado da final do Rip Curl Pro Portugal nas redes sociais e em alguns dos mais renomados sites como Surfline e Surfer Magazine, constatei que, desta vez, o garfo passou para valer.

O jornalista australiano especializado em surfe, Tim Baker, por exemplo, postou no Twitter que Gabriel Medina foi roubado. O waterman havaiano Kala Alexander foi mais direto e disse que Julian Wilson deveria entregar o troféu para Gabriel Medina. A Surfer Magazine, em matéria assinada por Seah Doherty, conclui que Gabriel Medina precisa aprender a perder, porque o garoto chorou e não ficou no pódio para assistir a festa de Julian e coloca em dúvida o resultado final, mas ressalta que “se existe alguma dúvida quanto a capacidade de Julian”, bastaria rever o desempenho dele na semifinal, quando colocou Adriano de Souza em combinação com duas notas acima dos 9 pontos. Ou seja, nada a ver.

Festa no pódio somente para Julian Wilson. Foto ASP/Cestari

A SurfLine pediu a opinião de seus internaturas e não foram poucos os gringos que acharam que a nota de Julian Wilson foi superestimada, enquanto as notas de Medina foram rebaixadas. Um deles chegou a pedir que a ASP não queimasse Medina da mesma forma que a antiga International Profissional Surfing (IPS) queimou o australiano Cheyne Horan, quando ele era o surfista mais inovador do mundo, em 1979. Mas pior mesmo foi a página da ASP. Os comentários na página que anunciava a vitória de Julian Wilson estava repleto de críticas, na maioria feitos por brasileiros, mas todos foram apagados, como se a história pudesse ser apagada.