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Em dia de The Box, Gabriel Medina mantém o Brasil na briga pelo título em Margaret River

10 de abril de 2014 1
Medina surfou em Main Break e agora deverá encarar The Box. Foto ASP/Cestari

Medina surfou em Main Break e agora deverá encarar The Box. Foto ASP/Cestari

Líder do Samsung Galaxy ASP World Championship Tour 2014, o paulista Gabriel Medina foi o único brasileiro a passar para as quartas de final do Drug Aware Margaret River Pro na Austrália. A quinta-feira na Austrália ficou marcada pela realização do Round 5, realizado na cilíndrica onda de The Box, quando Miguel Pupo, Filipe Toledo e Adriano de Souza deram adeus à competição.

Miguel Pupo foi o primeiro a encarar as direitas de The Box. De backside para a onda, faltou um pouco de experiência para o paulista que levou duas vacas pesadas no início do duelo, enquanto Jordy Smith começava a passear espremido pelos tubos, de frontside.

Em seguida Josh Kerr e Yadin Nicol fizeram um grande duelo, prestigiado inclusive pelos golfinhos, que pegaram uma das ondas da série, em uma imagem espetacular. Com tubos mais profundos, Kerr levou a melhor sobre o compatriota, que quase reagiu no final da disputa. Kerr ainda tentou uma manobra inédita no pocket da onda após ver que não daria tempo para tentar o tubo, mas não conseguiu completar a rasgada seguida de uma rotação na face da onda.

Josh Kerr em sintonia com The Box. Foto ASP/Cestari

Josh Kerr em sintonia com The Box. Foto ASP/Cestari

Depois foi a vez de Filipe Toledo. O paulista botou pressão para cima do australiano Joel Parkinson e surpreendeu ao surfar uma das três melhores ondas da bateria. Mas o campeão mundial de 2012 usou toda sua experiência para pegar as ondas da série e surfar duas ondas no critério excelente para virar o placar.

No final, Parko ainda deixou Filipinho com a prioridade. A onda da série veio e Filipinho colocou no trilho, mas acabou traído por um degrau e caiu. Após a bateria, o próprio Parko reconheceu que contou com a sorte, pois a última onda poderia dar a vitória para Filipe.

No último o duelo do dia, já com o vento encrespando o line up, Adriano de Souza foi derrotado por Michel Bourez, que escolheu melhor as ondas nas séries cada vez mais demoradas. O taitiano conseguiu pegar os tubos mais profundos em ondas maiores, enquanto Mineirinho surfava ondas intermediárias com tubos rápidos.

Bourez pegou os melhores tubos na bateria contra Mineirinho. Foto ASP/Cestari

Bourez pegou os melhores tubos na bateria contra Mineirinho. Foto ASP/Cestari

A comissão técnica chegou a anunciar a realização das quartas de final em The Box ainda para a quinta-feira. No entanto, após a entrada do vento, decidiu aguardar por uma hora para analisar as condições. Porém, antes mesmo, já foi confirmado o adiamento das quartas de final para as 7h da sexta-feira na Austrália, 20h da quinta-feira pelo fuso horário de Brasília, com a transmissão ao vivo pelo link da www.aspsouthamerica.com.

E Gabriel Medina vai defender a ponta do ranking mundial contra um local do West Australia, Josh Kerr. Mas Medina é o único invicto entre os oito finalistas do Drug Aware Margaret River Pro, vencendo as três baterias que disputou em Main Break.

PRÓXIMAS ETAPAS – A última é o Rip Curl Pro Bells Beach nos dias 16 a 27 de abril, com Adriano de Souza defendendo o título inédito para o Brasil conquistado no ano passado no evento mais tradicional do ASP World Tour. Depois, o próximo desafio na corrida pelo título mundial da temporada é na etapa brasileira do WCT, o Billabong Rio Pro de 7 a 18 de maio no Postinho da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Kelly venceu no Round 4 e não teve a chance de competir em The Box. Foto ASP/Cestari

Kelly venceu no Round 4 e não teve a chance de competir em The Box. Foto ASP/Cestari

QUARTAS DE FINAL (Derrota=5º lugar com 5.200 pontos):
1ª: Bede Durbidge (AUS) x Jordy Smith (AFR)
2ª: Gabriel Medina (BRA) x Josh Kerr (AUS)
3ª: Kelly Slater (EUA) x Joel Parkinson (AUS)
4ª: Nat Young (EUA) x Michel Bourez (TAH)

Resultados do Dia
Round 5 (Vitória=Quartas de Final/Derrota=9º lugar, 4.000 pts):
1ª: Jordy Smith (AFR) 11.16 x 8.37 Miguel Pupo (BRA)
2ª: Josh Kerr (AUS) 14.34 x 9.47 Yadin Nicol (AUS)
3ª: Joel Parkinson (AUS) 16.60 x 13.50 Filipe Toledo (BRA)
4ª: Michel Bourez (TAH) 14.33 x 11.50 Adriano de Souza (BRA)

Parko quase foi derrotado por Filipinho. Foto ASP/Cestari.

Parko quase foi derrotado por Filipinho. Foto ASP/Cestari.

Round 4 (Vitória=Quartas de Final/2ºe3º=Repescagem):
1ª:1-Bede Durbidge (AUS)13.66 2-Jordy Smith (AFR)12.00 3-Josh Kerr (AUS)6.93
2ª:1-Gabriel Medina (BRA)14.33 2-Yadin Nicol (AUS)11.50 3-Miguel Pupo (BRA)9.30
3ª:1-Kelly Slater (EUA)11.93 2-Filipe Toledo (BRA)10.63 3-Michel Bourez (TAH)8.50
4ª:1-Nat Young (EUA)13.93 2-Adriano de Souza (BRA)13.37 3-Joel Parkinson (AUS)10.73

Com informações de João Carvalho – Assessoria de Imprensa da ASP South America –

Gabriel Medina lidera ataque da Brazilian Storm em Margaret River

06 de abril de 2014 0
Medina em mais um dos seus voos. Foto ASP/Cestari

Medina em mais um dos seus voos. Foto ASP/Cestari

A Brazilian Storm, liderada por Gabriel Medina, teve um dia positivo neste domingo (madrugada de sábado no Brasil), em Margaret River, durante a disputa da terceira fase do Drug Aware Margaret River Pro, segunda parada do Samsung Galaxi ASP WCT. Dos cinco brasileiros que brigavam para avançar para o Round 4, quatro conseguiram a classificação. O único que deu adeus à competição foi o potiguar Jadson André, que terminou em 13º lugar após ser derrotado por Kelly Slater.

O principal destaque foi Gabriel Medina, que impôs sua terceira vitória sobre John John Florence na temporada. O paulista está com os aéreos no pé e não deu chances para John John.

- Eu estava nervoso antes da bateria, porque é sempre difícil competir contra o John John (Florence), que é um excelente surfista. Nós já disputamos várias baterias e somos realmente muito competitivos. Eu apenas tento me concentrar no meu próprio jogo para fazer o melhor que posso nas ondas, mas é ótimo competir contra alguém como o John John, porque nós ficamos empurrando os limites um do outro, então é sempre emocionante enfrentá-lo – disse Medina.

Medina só foi superado pelo australiano Yadin Nicol, dono da melhor nota do dia – 9.77 – que aplicou a surpresa do dia ao eliminar o atual campeão do mundo, Mick Fanning.

Yadin Nicol. Foto ASP/Cestari

Yadin Nicol. Foto ASP/Cestari

Miguel Pupo foi o primeiro brasileiro a garantir vaga, com vitória sobre C.J. Hobgood. Em seguida Medina superou John John. Filipe Toledo e Adriano de Souza completaram o dia de vitórias ao baterem os australianos Julian Wilson e Owen Wright, respectivamente.

O australiano Julian Wilson começou na frente, enquanto o paulista Filipe Toledo não conseguia completar as aterrisagens. Só que o brasileiro continuou insistindo até acertar as manobras para vencer por 14,57 a 12,00 pontos. Filipe agora vai enfrentar Kelly Slater e o taitiano Michel Bourez na briga pela terceira vaga direta para as quartas de final na quarta fase do Drug Aware Margaret River Pro.

- Eu acordei hoje (domingo) ainda com muitas dores no ombro, mesmo sem nem ter surfado nos dois últimos dias – contou Filipe Toledo.

- Entrei na bateria sentindo muita dor, mas tentei fazer os aéreos mesmo assim e deu tudo certo, então estou muito satisfeito porque consegui completar alguns para vencer a bateria. Eu estava muito confiante para tentar recuperar o mal resultado na primeira etapa aqui em Margaret River e estou muito animado junto com os outros brasileiros que estão competindo aqui para conseguirmos outro bom resultado como foi lá na Gold Coast, com a vitória do (Gabriel) Medina, o terceiro lugar do Mineirinho (Adriano de Souza) e o quinto do Miguel (Pupo).

KS.Foto ASP/Cestari

KS.Foto ASP/Cestari

Já Adriano de Souza usou a tática de sair pegando ondas quando a prioridade de escolha era do australiano Owen Wright. Mineirinho foi construindo uma boa vantagem depois da sua primeira onda finalizada com um aéreo perfeito que valeu nota 6,83. O australiano preferiu ficar aguardando por ondas maiores que não entraram na bateria e acabou facilitando a vitória de Adriano de Souza por 12,50 a 11,40 pontos.

Agora, os quatro terão duas chances para avançar para as quartas de final, sendo que Pupo e Medina estão escalados na mesma bateria que tem ainda o surpreendente Yadin Nicol.

O dia também foi marcado por um fato diferente. A direção do evento teve que reiniciar a bateria entre Bede Durbidge e Taj Burrow depois que o segundo ficou preso no leash do primeiro. Em desvantagem no placar, Taj tinha a prioridade quando surgiu uma boa onda, mas ele ficou preso na cordinha de Durbidge. A bateria foi reiniciada e Durbidge conseguiu a virada no final para avançar para a quarta fase e eliminar o representante mais famoso do local.

Drug Aware Margaret River Pro – masculino
Round 3
1 Bede Durbidge (AUS) 15.20 a 14.93 Taj Burrow (AUS)
2- Josh Kerr (AUS) 12.23 a 10.30 Adrian Buchan (AUS)
3- Jordy Smith (AFS) 13.10 a 9.67 Adam Melling (AUS)
4- Miguel Pupo (BRA) 11.34 a 9.67 C.J. Hobgood (EUA)
5- Gabriel Medina (BRA) 16.44 a 13.00 Jonh John Florence (HAV)
6- Yadin Nicol (AUS) 16.94 a 9.83 Mick Fanning (AUS)
7- Kelly Slater (EUA) 12.56 a 10.47 Jadson André (BRA)
8- Miche Bourez (TAH) 12.87 a 9.70 Kai Otton (AUS)
9- Filipe Toledo (BRA) 14.57 a 12.00 Julian Wilson (AUS)
10- Nat Young (EUA) 12.26 a 11.03 Sebastian Zietz (HAV)
11- Adriano de Souza (BRA) 12.50 a 11.40 Owen Wright (AUS)
12- Joel Parkinson 14.50 a 5.23 Kolohe Andino (EUA)

Baterias formadas do Round 4 (sem perdedores)
1 – Bede Durbidge (AUS) x Josh Kerr (AUS) x Jordy Smith (AFS)
2 - Miguel Pupo (BRA) x Gabriel Medina (BRA) x Yadin Nicol (AUS)
3 – Kelly Slater(EUA) x Michel Bourez (TAH) x Filipe Toledo (BRA)
4 – Nat Young (EUA) x Adriano de Souza (BRA) x Joel Parkinson (AUS)

Com informações de João Carvalho – ASP South America

Família Pupo em 'Home Sweet Home'

04 de abril de 2014 0

HOME SWEET HOME from miguel pupo on Vimeo.

A família Pupo soltou mais um vídeo na rede com a partipação do pai, Wagner, e dos filhos Miguel e Samuel. Editado por Luiz Bachmann e Miguel Pupo, o vídeo tem a trilha sonora de Wax Tailor, com, “The Games You Play” e arte de Fabio Mozart.

Trio brasuca segue na briga pelo título do Quiksilver Pro Gold Coast

10 de março de 2014 0
Mineirinho passou fácil por   Foto ASP/Kirstin.

Mineirinho passou por Jeremy Flores em bateria polêmica. Foto ASP/Kirstin.

Os brasileiros Adriano de Souza, Gabriel Medina e Miguel Pupo venceram suas baterias da terceira fase e agora terão duas chances de classificação para as quartas de final do Quiksilver Pro Gold Coast na Austrália. Adiada desde quarta-feira, a etapa de abertura do Samsung Galaxy ASP World Championship Tour 2014 recomeçou neste domingo (22h do horário de Brasília) com a entrada de um novo swell, mas mar continuou ainda difícil com ondas de 3-4 pés em Snapper Rocks para definir os 12 surfistas que brigam pelo título nesta terça-feira na Gold Coast.

Os próximos confrontos serão com três competidores e a vitória já vale vaga para as quartas de final, mas os perdedores têm uma segunda chance de classificação na repescagem. Gabriel Medina vai disputar a segunda bateria com dois campeões mundiais, o atual Mick Fanning que compete em casa e o norte-americano C. J. Hobgood.

Na terceira, Adriano de Souza também terá uma parada dura pela frente, o defensor do título do Quiksilver Pro Gold Coast, Kelly Slater, e o australiano Josh Kerr. E Miguel Pupo entra na última com outro campeão mundial, Joel Parkinson, e o norte-americano Nat Young, que barrou o potiguar Jadson André na segunda-feira.

O dia em Snapper Rocks

A primeira vitória verde-amarela foi de Gabriel Medina, que não teve qualquer dificuldade para ganhar fácil de Adrian Buchan. O australiano não conseguiu surfar nenhuma onda boa e perdeu por 13,16 a 4,77 pontos. Já Adriano de Souza usou sua experiência nas táticas da competição para liquidar Jeremy Flores por 14,00 a 7,82 pontos.

Medina não teve dificuldades para superar Ace Buchan. Foto ASP/Kirstin

Medina não teve dificuldades para superar Ace Buchan. Foto ASP/Kirstin

O francês tinha bloqueado uma onda do Mineirinho porque tinha a prioridade de pegar a onda. O brasileiro já havia começado bem a bateria e estava na frente quando acabou fazendo o mesmo com ele, só que os dois se chocaram e foi marcada a penalidade de interferência. Com isso, o francês somou sua maior nota com apenas metade da outra computada, contra duas de Adriano de Souza.

Melhor bateria do ano

Já Miguel Pupo ganhou o duelo mais eletrizante do ano no Quiksilver Pro Gold Coast contra Owen Wright, que mostrou estar totalmente recuperado da contusão que o tirou do WCT durante todo o ano passado. O brasileiro começou bem destruindo uma direita com manobras potentes de backside para largar na frente com nota 8,87. O australiano demorou a reagir, mas saiu da combinação com uma nota 6,17. Pupo voltou a aumentar a vantagem quando tirou um 7,17 em outra onda bem surfada.

Só que Owen Wright não desistiu e achou uma direita muito boa que abriu a parede para ele apresentar a sua incrível variedade de manobras executadas com pressão e velocidade e arrancar 9,73 dos juízes. Mesmo com a nota recorde do Samsung Galaxy ASP World Championship Tour 2014, o australiano ainda precisava de 6,31 pontos nos cinco minutos finais para vencer.

Kelly Slater avançou. Foto ASP/Cestari

Kelly Slater avançou. Foto ASP/Cestari

Miguel Pupo estava com a prioridade de escolha da próxima onda e acabou pegando uma que fechou rápido quando restavam 3 minutos para o término. A vantagem parecia ter ido para o australiano, mas Pupo ainda achou outra direita na prioridade do seu adversário e manobrou até o fim da onda para aumentar o seu placar para 16,20 pontos com nota 7,33. Owen ainda pegou uma quando faltavam 50 segundos, começou com um aéreo, mas caiu na terceira manobra e não conseguiu a nota 7 que precisava para reverter o resultado.

Com os 15,90 pontos que totalizou, o australiano poderia ter vencido nove das dez baterias disputadas antes dele. Só não superaria os 16,57 de Kelly Slater na melhor apresentação do dia contra o português Tiago Pires. Além do defensor do título do Quiksilver Pro Gold Coast, o atual campeão mundial Mick Fanning também surfou bem na segunda-feira, vingando a derrota sofrida em sua estreia para Dane Reynolds, despachando o norte-americano por 15,83 a 13,46 pontos.

A expectativa é de que a etapa de abertura do Samsung Galaxy ASP World Championship Tour 2014 seja encerrada nesta terça-feira, mesmo com o prazo do evento só terminando na quarta-feira. Ainda restam 15 baterias para fechar o Quiksilver Pro Gold Coast, sendo quatro da quarta fase, quatro da repescagem, mais quatro das quartas de final, duas semifinais e a grande final. E ainda tem as semifinais e a decisão do Roxy Pro Gold Coast, com a primeira chamada para as meninas marcada para as 6h30min da terça-feira na Austrália, 17h30min da segunda-feira pelo fuso horário de Brasília.

Mick Fanning. Foto ASP/Cestari

Mick Fanning. Foto ASP/Cestari

Acesse a transmissão ao vivo pelo www.aspsouthamerica.com e acompanhem a participação dos brasileiros também pelas redes sociais da ASP South America – www.facebook.com/aspsouthamerica e www.twitter.com/aspsouthameric1

QUARTA FASE DO QUIKSILVER PRO GOLD COAST (Vitória=Quartas de Final/2ºe3º=Repescagem):
1ª: Taj Burrow (AUS), Fredrick Patacchia (HAV), Mitch Crews (AUS)
2ª: Mick Fanning (AUS), C. J. Hobgood (EUA), Gabriel Medina (BRA)
3ª: Kelly Slater (EUA), Josh Kerr (AUS), Adriano de Souza (BRA)
4ª: Joel Parkinson (AUS), Nat Young (EUA), Miguel Pupo (BRA)

TERCEIRA FASE – Derrota=13.o lugar com US$ 9.500 e 1.750 pontos:
1ª: Taj Burrow (AUS) 12.93 x 9.93 Travis Logie (AFR)
2ª: Fredrick Patacchia (HAV) 10.93 x 10.10 Michel Bourez (TAH)
3ª: Mitch Crews (AUS) 15.16 x 13.76 Julian Wilson (AUS)
4ª: C. J. Hobgood (EUA) 10.20 x 9.96 Adam Melling (AUS)
5ª: Gabriel Medina (BRA) 13.16 x 4.77 Adrian Buchan (AUS)
6ª: Mick Fanning (AUS) 15.83 x 13.46 Dane Reynolds (EUA)
7ª: Kelly Slater (EUA) 16.57 x 8.67 Tiago Pires (PRT)
8ª: Adriano de Souza (BRA) 14.00 x 7.82 Jeremy Flores (FRA)
9ª: Josh Kerr (AUS) 12.47 x 11.33 Kolohe Andino (EUA)
10ª: Nat Young (EUA) 15.17 x 12.60 Jadson André (BRA)
11ª: Miguel Pupo (BRA) 16.20 x 15.90 Owen Wright (AUS)
12ª: Joel Parkinson (AUS) 13.66 x 13.24 Dion Atkinson (AUS)

Nat Young. Foto ASP/Kirstin

Nat Young. Foto ASP/Kirstin

SEMIFINAIS DO ROXY PRO GOLD COAST:
1ª: Carissa Moore (HAV) x Stephanie Gilmore (AUS)
2ª: Lakey Peterson (EUA) x Bianca Buitendag (AFR)

João Carvalho – Assessoria de Imprensa da ASP South America – jcarvalho@aspworldtour.com

Jadson André e Miguel Pupo garantem vagas na terceira fase do Quiksilver Pro Gold Coast

04 de março de 2014 0
Miguel Pupo. superou seu parceiro Alejo Muniz. Foto ASP/Robertson

Miguel Pupo. superou seu parceiro Alejo Muniz. Foto ASP/Robertson

Mais dois brasileiros ganharam suas primeiras baterias no Samsung Galaxy ASP World Championship Tour 2014 na Austrália. O potiguar Jadson André e o paulista Miguel Pupo venceram os primeiros duelos da terça-feira para se juntar aos paulistas Adriano de Souza e Gabriel Medina na terceira fase do Quiksilver Pro Gold Coast. Jadson despachou o havaiano Sebastian Zietz e Miguel derrotou o catarinense Alejo Muniz no confronto verde-amarelo da repescagem. Os quatro brasileiros já estão escalados para o próximo desafio nas ondas de Snapper Rocks, com a vitória agora valendo duas chances de classificação para as quartas de final da etapa que abre a disputa pelo título mundial da temporada na Austrália.

O primeiro a competir na terceira fase é Gabriel Medina, na quinta bateria com Adrian Buchan. Eles já fizeram dois duelos eliminatórios no WCT, ambos no ano passado, com o brasileiro derrotando o australiano tanto no Billabong Pro Rio como no Quiksilver Pro France. Por outro lado, Adriano de Souza, próximo brasileiro a entrar no mar na oitava bateria com Jeremy Flores, também teve dois confrontos com o francês e perdeu os dois, mas faz tempo, em 2007 no Taiti e em 2008 em Trestles.

Além de Mineirinho, os outros dois brasileiros que passaram pela repescagem também ficaram na chave de baixo da terceira fase encabeçada por Kelly Slater, que vai apontar o segundo finalista do Quiksilver Pro Gold Coast. O potiguar Jadson André, que está retornando ao grupo dos top-34 da ASP, agora vai enfrentar o oitavo cabeça de chave, Nat Young, dos Estados Unidos, na 10ª bateria. E a 11ª será entre Miguel Pupo e o australiano Owen Wright, que também está retornando de contusão.

Sally foi uma das meninas que deu show nesta terça-feira em Snapper. Foto ASP/Cestari

Sally foi uma das meninas que deu show nesta terça-feira em Snapper. Foto ASP/Cestari

O duelo verde-amarelo na segunda fase entre Miguel Pupo e o seu parceiro de viagem no Circuito Mundial, Alejo Muniz, aconteceu pela quarta vez no circuito. O catarinense só ganhou o primeiro, em 2012 na etapa de Trestles, na Califórnia. Depois, Miguel Pupo devolveu essa derrota na repescagem no Billabong Rio Pro e ainda no ano passado deixou o amigo em 25º lugar no Billabong Pipe Masters, quando precisava de resultado para confirmar sua permanência na elite dos top-34 e conseguiu isso surfando altos tubos em Banzai Pipeline.

Além das duas baterias envolvendo os brasileiros, aconteceram mais duas para fechar a repescagem do Quiksilver Pro e depois a terça-feira em Snapper Rocks ficou toda para o Roxy Pro Gold Coast. O jovem norte-americano Kolohe Andino barrou o experiente australiano Bede Durbidge. E Adam Melling ganhou o confronto australiano pela última vaga para a terceira fase de Matt Wilkinson, que começa a temporada 2014 sem vencer nenhuma bateria na Gold Coast, assim como três brasileiros, Filipe Toledo, Alejo Muniz e Raoni Monteiro.

Carissa Moore. Foto ASP/Kirstin

Carissa Moore. Foto ASP/Kirstin

SHOW DAS MENINAS

As ondas foram melhorando durante o dia em Snapper Rocks e as meninas deram um show, surfando belos tubos e apresentando manobras modernas executadas com pressão e velocidade incríveis para a categoria feminina. Foram realizadas três rodadas completas para definir as classificadas para as quartas de final e o grande destaque do dia foi mais uma vez a atual campeã mundial Carissa Moore.

A havaiana bateu todos os recordes do Roxy Pro Gold Coast, ao totalizar impressionantes 19,50 pontos de 20 possíveis com as notas 9,90 e 9,60 que recebeu nas melhores ondas que surfou contra a compatriota Malia Manuel e a francesa Pauline Ado na primeira rodada classificatória para as quartas de final. Manuel depois passou pela neozelandesa Paige Hareb na repescagem e vai enfrentar a número 1 do mundo pela terceira vez na Austrália.

Stephanie Gilmore. Foto ASP/Cestari

Stephanie Gilmore. Foto ASP/Cestari

QUARTAS DE FINAL

Malia perdeu na primeira e na terceira fase, e agora vai tentar a primeira vitória sobre Carissa Moore na segunda quarta de final. A primeira será entre a pentacampeã mundial Stephanie Gilmore e a norte-americana Courtney Conlogue. Depois do duelo havaiano de Carissa e Malia, tem a defensora do título do Roxy Pro Gold Coast, Tyler Wright, da Austrália, enfrentando a sul-africana Bianca Buitendag. E a última vaga nas semifinais será disputada pela australiana Sally Fitzgibbons e a norte-americana Lakey Peterson.

Acesse a transmissão ao vivo pelo www.aspsouthamerica.com e acompanhem a participação dos brasileiros também pelas redes sociais da ASP South America – www.facebook.com/aspsouthamerica e www.twitter.com/aspsouthameric1

QUIKSILVER PRO GOLD COAST
Terceira fase (2º=13º lugar com US$ 9.500 e 1.750 pontos):
1ª: Taj Burrow (AUS) x Travis Logie (AFS)
2ª: Michel Bourez (TAH) x Fredrick Patacchia (HAV)
3ª: Julian Wilson (AUS) x Mitch Crews (AUS)
4ª: C. J. Hobgood (EUA) x Adam Melling (AUS)
5ª: Gabriel Medina (BRA) x Adrian Buchan (AUS)
6ª: Mick Fanning (AUS) x Dane Reynolds (EUA)
7ª: Kelly Slater (EUA) x Tiago Pires (PRT)
8ª: Adriano de Souza (BRA) x Jeremy Flores (FRA)
9ª: Josh Kerr (AUS) x Kolohe Andino (EUA)
10ª: Nat Young (EUA) x Jadson André (BRA)
11ª: Owen Wright (AUS) x Miguel Pupo (BRA)
12ª: Joel Parkinson (AUS) x Dion Atkinson (AUS)

Repescagem – (2º=25º lugar com US$ 8.000 e 500 pontos):
Abriram a terça-feira:
9ª: Jadson André (BRA) 11.77 x 7.23 Sebastian Zietz (HAV)
10ª: Miguel Pupo (BRA) 13.77 x 9.84 Alejo Muniz (BRA)
11ª: Kolohe Andino (EUA) 13.46 x 12.17 Bede Durbidge (AUS)
12ª: Adam Melling (AUS) 12.94 x 8.50 Matt Wilkinson (AUS)

Resultados da segunda-feira:
1ª: Mick Fanning (AUS) 13.67 x 9.17 Matt Banting (AUS)
2ª: Tiago Pires (POR) 12.70 x 12.67 Jordy Smith (AFS)
3ª: Julian Wilson (AUS) 13.56 x 9.00 Brett Simpson (EUA)
4ª: Dion Atkinson (AUS) 16.23 x 7.00 Kai Otton (AUS)
5ª: Travis Logie (AFR) 13.77 x 3.83 John John Florence (HAV)
6ª: Owen Wright (AUS) 11.10 x 9.37 Raoni Monteiro (BRA)
7ª: Adriano de Souza (BRA) 14.17 x 10.07 Aritz Aranburu (ESP)
8ª: Mitch Crews (AUS) 13.76 x 7.83 Filipe Toledo (BRA)

Tyler Wright botando pra dentro. Foto ASP/Kirstin

Tyler Wright botando pra dentro. Foto ASP/Kirstin

ROXI PRO GOLD COAST

Quartas de final:
1ª: Stephanie Gilmore (AUS) x Courtney Conlogue (EUA)
2ª: Carissa Moore (HAV) x Malia Manuel (HAV)
3ª: Tyler Wright (AUS) x Bianca Buitendag (AFS)
4ª: Sally Fitzgibbons (AUS) x Lakey Peterson (EUA)

QUARTA FASE – REPESCAGEM – (Vitória=Quartas de Final / Derrota=9º lugar com 4.000 pontos):
1ª: Courtney Conlogue (EUA) 12.83 x 10.73 Pauline Ado (FRA)
2ª: Malia Manuel (HAV) 10.83 x 8.60 Paige Hareb (NZL)
3ª: Bianca Buitendag (AFR) 16.77 x 12.93 Alessa Quizon (HAV)
4ª: Lakey Peterson (EUA) 15.37 x 6.64 Dimity Stoyle (AUS)

TERCEIRA FASE – (Vitória=Quartas de Final / 2ª e 3ª=Repescagem):
1ª: 1-Stephanie Gilmore (AUS)=16.34, 2-Courtney Conlogue (EUA)=14.84, 3-Paige Hareb (NZL)=5.83
2ª: 1-Carissa Moore (HAV)=19.50, 2-Malia Manuel (HAV)=14.34, 3-Pauline Ado (FRA)=10.64
3ª: 1-Tyler Wright (AUS)=14.14, 2-Bianca Buitendag (AFR)=9.20, 3-Dimity Stoyle (AUS)=8.43
4ª: 1-Sally Fitzgibbons (AUS)=14.43, 2-Lakey Peterson (EUA)=13.20, 3-Alessa Quizon (HAV)=12.30

Por João Carvalho – Assessoria de Imprensa da ASP South America

Miguel Pupo apavora em Maresias

22 de fevereiro de 2014 0

Confira imagens registradas pelo fotógrafo Marcelo Sampaio, durante uma sessão de surfe em ondas de até meio metrão, na praia de Maresias, com o surfista TOP do WCT e local do pico, Miguel Pupo, mostrando como destruir as ondas com muita categoria.

Brazilian Storm estreia quarta temporada no dia 24 de janeiro no Canal OFF

22 de janeiro de 2014 0
Miguel Pupo (E) e Alejo Muniz são dois personagens da série. Foto Canal OFF Divulgação

Miguel Pupo (E) e Alejo Muniz são dois personagens da série. Foto Canal OFF Divulgação

A quarta temporada de Brazilian Storm estreia nesta dia 24, a partir das 21h, e traz as rotinas e depoimentos dos representantes da nova geração do surfe brasileiro como Gabriel Medina, Alejo Muniz, Adriano de Souza, Miguel Pupo, Victor Bernardo, Jessé Mendes e Filipe Toledo sobre o circuito mundial de surfe profissional 2013/2014.

No Brasil, as gravações passaram por São Paulo, Santa Catarina e Porto Alegre. Entre os destinos internacionais estão França, Portugal, El Salvador, Chile, Mentawai, Costa Rica e México. “Brazilian Storm” é uma produção do Canal OFF em parceria com a Mellin Vídeos.

A temporada começa em Hossegor, na França. Os surfistas falaram da atmosfera do local e pessoas envolvidas na competição comentaram sobre o talento dos meninos brasileiros. Como as ondas não estavam muito boas, o campeonato parou por uns dias, mas os brasileiros aproveitaram para brincar nas marolas. No primeiro dia de folga, eles ainda fizeram um churrasco para lembrar o Brasil. Na volta das competições Filipe Toledo e Gabriel Medina se posicionaram bem e passaram para o quarto round e depois para a semifinal.

“BRAZILIAN STORM” (13 EPISÓDIOS)
ESTREIA: 24 de janeiro, sexta, às 21h
Horários alternativos: domingo às 23h30, terça às 19h e quinta às 17h30

Canal OFF na Internet:www.canaloff.com
Facebook.com/canaloff
Twitter.com/canaloff

Miguel Pupo é o melhor brasuca em Pipeline pelo segundo ano consecutivo

15 de dezembro de 2013 0
Migi pegou um tubão na bateria contra Jeremy Flores. Foto ASP/Cestari

Migi pegou um tubão na bateria contra Jeremy Flores. Foto ASP/Cestari

O melhor brasileiro no Billabong Pipe Masters pelo segundo ano consecutivo foi o paulista Miguel Pupo. Ele precisava repetir o nono lugar do ano passado para garantir sua permanência na elite do WCT e conseguiu isso surfando grandes tubos para vencer as duas baterias que necessitava para isso. Na primeira, ganhou o duelo verde-amarelo da segunda fase com o catarinense Alejo Muniz em um tubaço de backside nas direitas do Backdoor no último minuto da bateria.

Com esta vitória, já tirava a 22ª e última vaga dos que são mantidos pelo ranking do WCT do norte-americano Brett Simpson. Precisava passar mais uma fase para garantir de vez o seu nome, sem depender dos resultados de ninguém. O adversário era o top-9, Josh Kerr, que foi igualmente batido nos minutos finais com Pupo desta vez surfando a esquerda de Pipeline para ganhar nota 9,07 e ser o sétimo brasileiro no WCT 2014, um a mais que este ano.

No último dia, Pupo surfou outro tubaço para derrotar o francês Jeremy Flores com nota 9,77 em Banzai Pipeline, sendo o único goofy-footer a se classificar para as quartas de final, pois todos os outros sete surfam as esquerdas de backside, de costas para a onda. Depois, não achou os tubos contra o campeão mundial Joel Parkinson, mas a meta já estava cumprida e ele ainda melhorou sua colocação no Billabong Pipe Masters com o quinto lugar esse ano.

Com isso, o Brasil volta a superar os Estados Unidos, que permaneceu com seis tops, para formar o segundo maior esquadrão no pelotão de elite da ASP, abaixo apenas da Austrália com 12 competidores. Pupo subiu para 19º no ranking e mais três paulistas ficaram no G-22 do WCT, Adriano de Souza em 13º lugar, Gabriel Medina em 14º e o estreante Filipe Toledo em 15º. Já o catarinense Alejo Muniz e o carioca Raoni Monteiro confirmaram suas permanências pelo G-10 do ASP World Ranking, que também classificou o potiguar Jadson André para reforçar a seleção brasileira em 2014.

Com informações de João Carvalho – Assessoria de Imprensa da ASP South America

Top 5 do último dia do Billabong Pipeline Masters

15 de dezembro de 2013 0

Um dos destaques é a onda de Miguel Pupo pelo Round 5, na vitória sobre Jeremy Flores.

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Kelly Slater comanda o show no Billabong Pipeline Masters 2013

15 de dezembro de 2013 0
Slater é Slater. Foto ASP/Cestari

Slater é Slater. Foto ASP/Cestari

Em condições épicas, com ondas de 10 a 15 pés em Pipeline, o americano Kelly Slater,  42 anos, fez a sua parte e venceu pela sétima vez na carreira o Billabong Pipeline Masters 2013, última etapa do ASP World Tour e da Tríplice Coroa Havaiana. O resultado só não lhe deu o 12º título mundial porque o líder do ranking, o australiano Mick Fanning, chegou até as semifinais do evento e garantiu o seu terceiro título mundial.

Será que Kelly Slater continua no ASP World Tour?

Na final do Pipe Masters, Slater encarou John John Florence, 20 anos mais novo, e que acabava de garantir o título da Tríplice Coroa Havaiana (pela segunda vez). Disposto a dar show, Slater pegava uma atrás da outra, mas não conseguia uma segunda boa nota capaz de colocar John John em combinação. Faltando pouco para o término da bateria, John John pegou um tubo para Backdoor (a direita de Pipe) e precisando de 7,8 para virar, levou 7.4. Festa do line up para o maior surfista de todos os tempos.

John John levou a Tríplice Coroa Havaiana.Foto ASP/Kirstin

John John levou a Tríplice Coroa Havaiana.Foto ASP/Kirstin

Brasil

Melhor brasileiro no evento, o paulista Miguel Pupo finalizou na quinta colocação após ser derrotado por Joel Parkinson nas quartas de final. O atual campeão do mundo abusou de Backdoor, enquanto o paulista ficou esperando uma bomba como aquela que havia surfado na bateria anterior, quando venceu Jeremy Flores pelo Round 5.

Polêmica

O sábado decisivo também teve uma polêmica na bateria que decidiu o título mundial a favor de Mick Fanning. Precisando vencer o evento para garantir as última vaga para o WCT 2014, o australiano Yadin Nicol encarou Fanning de igual para igual e numa onda da série, dropou colocando pra dentro do tubo e saiu só na baforada para levar 9.2 dos juízes.

Yadin Nicol mandou ver. Foto ASP/Kirstin

Yadin Nicol mandou ver. Foto ASP/Kirstin

Faltando um minuto para o término do duelo e em desvantagem, Fanning respondeu com outro tubo em outra onda da série, mas dropando em Banzai Pipeline, a parte “fácil” da bancada. Fanning precisava de 9.4 e arrancou nota 9.7 para virar o placar e avançar as semifinais, resultado que lhe assegurou o terceiro título mundial da carreira.

A polêmica alimentada inclusive por Kelly Slater, levou o head judge Richie La Porta para a cabine de transmissão para explicar a decisão dos juízes, enquanto as duas ondas eram mostradas de forma simultânea para uma comparação. O comentarista da Espn Brasil e ex-top, com direito a nota 10 em Pipeline, Renan Rocha, deu a sua opinião: a onda de Yadin Nicol exigia mais do critério comprometimento diante da dificuldade do drop.

Mick Fanning já no trilho. Foto ASP/Kirstin

Mick Fanning já no trilho. Foto ASP/Kirstin

BILLABONG PIPE MASTERS 2013

Final:
1º Kelly Slater (EUA) 16.37
2º John John Florence (HAV) 15.90

Semifinais:
SF1: John John Florence (HAW) 18.30 a 5.00 Mick Fanning (AUS)
SF2: Kelly Slater (USA) 19.63 a 14.84 Joel Parkinson (AUS)

Quartas de final:
QF1: Mick Fanning (AUS) 17.03 a 16.90 Yadin Nicol (AUS)
QF2: John John Florence (HAV) 16.77 a 13.00 Julian Wilson (AUS)
QF3: Kelly Slater (EUA) 18.80 a 7.80 Sebastian Zietz (HAV)
QF4: Joel Parkinson (AUS) 12.83 a 6.00 Miguel Pupo (BRA)

Round 5:
H1: Mick Fanning (AUS) 12.00 a 10.50 C.J. Hobgood (EUA)
H2: Julian Wilson (AUS) 10.67 a 7.26 Nat Young (EUA)
H3: Sebastian Zietz (HAV) 16.60 a 4.33 Kai Otton (AUS)
H4: Miguel Pupo (BRA) 15.27 a 10.76 Jeremy Flores (FRA)