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O tom das batidas

17 de novembro de 2012 0

foto Charles Guerra
Um entardecer estrelado não poderia ser mais propício para compor o cenário de deslumbramento imaginado para a primeira noite do Dream Valley Festival, ontem, em Penha.

Dezenas de milhares de pessoas, ou “dreamers”, deram o tom de encantamento e vibração ao maior evento do gênero no país que acerta no fundamento de promover a celebração de um estilo de vida.

Até a manhã de domingo, o parque Beto Carrero World será o ponto de convergência de mais de 40 artistas, incluindo a casta da música eletrônica mundial.

O Dream Valley nasce sob o signo do arrojo, de natureza superlativa. Traduzindo em números são mais de 40 mil ingressos vendidos antecipadamente, mais de 1,2 mil profissionais envolvidos direta e indiretamente na construção de um suntuoso complexo de 37 mil metros quadrados e dois palcos espetaculares.

O público é a personificação desta cultura que vai além do puro entretenimento.

Muitos sabem o que buscam, definem suas preferências, seus ídolos e os hits que cantarolam em grupos.

Tudo bem que há uma levada mais melódica, com muitos vocais, facilita esta aproximação, mas ver uma platéia fazer coro um repertório de um DJ como se fosse um show do Lulu Santos realmente impressiona.

Um rapaz exibia no peito o nome das australianas do projeto Nervo, duas figuras em ascensão.

Pelas redes sociais, fãs delerivam com as postagens na rede social Instagram do irreverente norte-ameriano Steve Aoki, durante o seu banho de piscina, horas antes, em um hotel em Balneário Camboriú.

Showman da nova safra de DJs celebridades, Aoki é conhecido por levar as plateias ao frisson.

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