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Com vaias e apoteose, termina o Dream Valley

18 de novembro de 2012 2

O holandês Hardwell encerrou a segunda e última noite deste primeiro Dream Valley Festival, no palco principal do evento. Só na maratona de sábado, que termina agora às 7h de domingo, mais de 30 mil pessoas cruzaram as pistas e camarotes do Dream, superando a marca do dia anterior.

No quesito música, a noite foi de altos e baixos, com boas surpresas e, outras, nem tanto.

Logo na abertura, o duo mineiro Digitaria mostrou que chegar cedo pode valer muito a pena, com uma apresentação digna de head liner logo na largada do palco secundário. Outra grande performance, também no palco Mystic, foi a do inglês Al Doyle, guitarrista da banda Hot Chip, que havia prometido guiar o set de acordo com o estado e a resposta da multidão.

Na mesma hora, no Dream, palco principal, o jovem russo-alemão Zedd estreou no Brasil em grande estilo. Com apenas 23 anos, o DJ e produtor abandonou a aparente timidez demonstrada no backstage e falou com o público, na música e nas palavras, arrancando gritos de euforia – foi o primeiro momento de êxtase da noite.

Na sequência, o cenário estava pronto para o DJ set do Justice, mas o duo acabou se tornando uma ingrata surpresa. O que prometia ser uma das mais intensas revoluções da noite, acabou por apresentar um set musical minguado e sem carisma, culminando com a saída da dupla do palco sob vaias. Para muitos, foi a decepção da noite.

Caminhando para o fim, David Guetta fez o público esquecer do resto do mundo, com sua chegada apoteótica e performance além da crítica. O nome – uma quase unanimidade entre o grande público do festival – causou polêmica nos bastidores: foram tantas exigências e recomendações, que o mundo parou para receber Ghetta.

Depois disso, com o dia clareando e o público ainda firme, o jovem porém experiente Hardwell entrou em cena para refazer na mão o seu hit Spaceman – um dos mais tocados pelos DJs do line up do Dream Valley.

A primeira edição do Dream termina agora e, desde já, entra para a história da música eletrônica no Brasil e em Santa Catarina. Fica também a promessa, mais do que selada: voltamos em 2013.

Comentários (2)

  • João Canabrava diz: 18 de novembro de 2012

    kkkkkkkk, olhem as fotos dos very important personal que tão publicando, pelamor do deus, da onde que aqueles indivíduos são alguém importante, é muita hipocrisia junta e mistura isso sim, pqp

  • marco gonzalez diz: 18 de novembro de 2012

    Que review fraco hein? Vários brasileiros tocando e você fala de somente um? Essa é a primeira parte né? Voce vai falar mais, só pode! hehe

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