Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Projetos inscritos para o Edital Elisabete Anderle 2013 não chegam a 1 mil

16 de julho de 2013 4

O Edital Elisabete Anderle de Incentivo à Cultura contabilizou 961 projetos inscritos na edição deste ano. A Comissão Permanente de Licitaçã fará a abertura dos projetos para habilitação em sessão pública, nesta quarta-feira, às 14h, na Fundação Catarinense de Cultura (FCC).
A área da música, mais uma vez, liderou com sobras contabilizando 276 inscrições, com o teatro (170) e as artes visuais (132) na sequência. O total desta edição ficou muito aquém do Edital anterior, de 2008, quando foram recebidas 1.428 inscrições. A expectativa para este era de 1,5 mil. Veja a lista abaixo:

* Dança (50 projetos)
* Patrimônio cultural (111 projetos)
* Artes visuais (132 projetos)
* Teatro (170 projetos)
* Música (276 projetos)
* Letras (101 projetos)
* Artes populares (48 projetos)
* Áreas não identificadas (70 projetos)
* Passagens (3 projetos)

Total de inscritos contabilizado até o dia 15 de julho: 961

Comentários (4)

  • tatiana cobbett diz: 16 de julho de 2013

    Bravos ao Músicos, que sempre apontados como ausentes , aqui e agora, mostram sua atuação e pertinência! içaaaaaaaaaaaaaa!!!
    O Edital prevê apenas 31 contemplados para área, a peneira vais ser dura!!!!
    Salvas aos artistas brasileiros!!!
    Beijares artes grande Espíndola!

  • Diego Lottin diz: 18 de julho de 2013

    Boa movimentação dos catarinenses, apesar do número de inscrições ter ficado abaixo do esperado.
    Torçamos para que os recursos não diminuam, com essa não adesão ao edital.

    Vamo que vamo!!

  • tiago constante diz: 22 de julho de 2013

    Talvez uma ação mais efetiva no sentido de preparar os interessados para o edital, e uma melhora na divulgação melhorem estes números. Conheço uma meia dúzia de artistas que poderiam participar, mas não estavam qualificados para redigir o projeto e/ou não tiveram tempo hábil suficiente para isso.
    Fora isso, vida longa à arte em SC e que este mecanismo de incentivo continue sendo empregado cada vez em maior escala.

  • Daniel Choma diz: 23 de julho de 2013

    Uma pena a altíssima concorrência na área da música, muita gente boa vai ficar de fora. O ideal seria o edital não ser dividido em tantas categorias e subcategorias, e não fixar o número de contemplados em cada área. O número de projetos aprovados em cada área deveria ser dado pela demanda, como acontece no premiado PROMIC, da secretaria de cultura de Londrina (um dos primeiros municípios a criar um Fundo Municipal de Cultura). Por exemplo: se de 1000 projetos inscritos, 50 são de dança (5% do número de inscritos), destina-se 5% dos recursos para a área de dança. Música teria destinado para ela 27% dos recursos (pois teve 270 inscritos), e é de longe a área que teve mais demanda social. Assim, equilibra-se a concorrência entre as áreas. Em Londrina, a única distinção de categorias é entre Projetos Estratégicos e Projetos Independentes, garantindo que eventos importantes tenham sua continuidade e que os produtores independentes não sofram concorrência desleal. Acredito que o número de inscritos foi abaixo do esperado por dois principais motivos: 1. falta de credibilidade da Fundação Catarinense junto aos artistas (os produtores não sabem se o recurso vai sair algum dia e não se confia que a seleção seja isenta); 2. e, principalmente, pelo caráter do edital, cuja burocracia mais se assemelha a de uma licitação do que um edital de cultura. Há muito o que se melhorar no Edital Elisabete Anderle e na política cultural de Santa Catarina como um todo. Os bons novos funcionários que entraram na Fundação precisam de mais respeito e autonomia, e as velhas raposas que lá dão as cartas precisam abandonar o barco.

Envie seu Comentário