Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Aos 70 anos Chico Buarque ainda arrasta um bonde para a sua seleção

16 de junho de 2014 1
Vitor Teixeira, 13/9/2013

Vitor Teixeira, 13/9/2013

Chico Buarque fará 70 anos nesta quinta-feira (19/6) e se há alguma dúvida sobre se o bardo ainda bate o bolão ela caiu por terra quando eu ouvi de uma garota que “brigaria até com a minha mãe por ele” _ e vice-versa. Com o Brasil entrando em campo nesta terça-feira pela Copa do Mundo, sei que ele me permitirá falar de futebol, sua outra paixão, além das musas, cantadas em prosa e verso em dezenas de canções ao longo destas cinco décadas de carreira. Então escalamos uma seleção de composições com nomes de mulheres, todas grandes sucessos _ e que rendem pelo menos dois nomes completos, fora a legião de fãs que independente das gerações sonham em entrar para o seu “time”.

* A Rita (1965): Que “levou meu sorriso. No sorriso dela, meu assunto”

* Carolina (1967): “Carolina, nos seus olhos fundos, guarda tanta dor, a dor de todo esse mundo”

* Januária (1967): “Toda gente homenageia Januária na janela”. Especialmente Chico que compôs a música em em homenagem à tela homônima que ganhou do pinto Di Cavalcanti

* Ana de Amsterdam (1973): Ela apareceu impetuosa em Chico Canta se autoproclamando “da cama, da cana, fulana, sacana”

* Ligia (1974): “teus olhos castanhos me metem mais medo que um dia de sol” e não é por menos que ela está no disco chamado Sinal Fechado

* Geni e o Zepelim (1978): A maldita Geni “rainha dos detentos, das loucas e dos desatentos” virou sucesso em a Ópera do Malandro

* Terezinha (1978): Outro hit inspirado de a Ópera do Malandro

* Mas aí eu vou pedir licença para um repeteco de Terezinha, na gag fantástica de Os Trapalhões

* Angélica (1981): Angélica é Zuzu Angel, a estilista e ativista que foi uma das figuras centrais da luta contra a repressão durante o ditadura militar no Brasil. A mulher ” que só queria embalar o meu filho/que mora na escuridão do mar” diz respeito a batalha de Zuzu para ter o paradeiro do filho, Stuart Angel Jones, preso e desaparecido político.

* Luiza (1979): “Por ela é que eu faço bonito/Por ela é que eu faço o palhaço”. A sortuda em questão é Luísa, uma das filhas de Chico.

* Beatriz (1983): Um dos hits mais tocados até hoje, a canção que integra o álbum O Grande Circo Místico, inspirou também uma peça catarinense em 2012 interpretada pela atriz Margarida Baird.

* Iolanda (1984): Não por menos é até hoje a música de Chico mais executada nas rádios, festas, players e em shows. Muitas mulheres até trocariam de nome só para ouvir tamanha declaração de amor.

Comentários (1)

  • marina diz: 18 de junho de 2014

    Eu, sim, arrasto um bonde pelo Chico! eternamente…!

Envie seu Comentário