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Posts na categoria "Florianópolis"

Chico Buarque vai te dar um par de ingressos para o show de Bixiga 70 e Curumin

18 de junho de 2014 1

 

Foto: Arquivo Pessoal de Rosana Reis

Foto: Arquivo Pessoal de Rosana Reis

Em homenagem ao novo setentão Chico Buarque (que será nesta quinta-feira) daremos um par de ingressos para os shows das bandas Bixiga 70 e Curumin & The Aipins _ sexta-feira, no Green Park, na Praia da Joaquina (Floripa). Leva quem responder primeiro e corretamente qual é o ano desta foto acima, feita numa das raras (senão “a rara”) ocasiões em que Chico se apresentou na Ilha.

Mas só valerão os comentários que constarem o nome completo e o RG do participante. O resultado será divulgado às 15h desta quinta.

Bixiga 70 e Curumin são a novas investidas dos projetos Whatafunk e Conexão Sul, que em abril passado levaram para o mesmo espaço na Praia Mole a cantora Céu no show Catch a Fire.  As duas bandas se encarregarão de transformar a paradisíaca pista do Praia Mole Eco Village num baile lisérgico, daqueles para suar até a alma. O Bixiga 70, big band instrumental, fará a sua estreia na cidade, mas Curumim joga em casa. Ambas detonarão um poderoso surto de afrobeat, funk, dub, jazz, reggae, rap, rock e música brasileira.

Bixiga 70. Foto Nicole Heiniger, Divulgação

Bixiga 70. Foto Nicole Heiniger, Divulgação

 

Curumin. Foto Rafael Kent, Divulgação

Curumin. Foto Rafael Kent, Divulgação

O tempo não passa: Musical sobre Cazuza desembarca na Capital em Junho

16 de junho de 2014 0
Emilio Dantas vive Cazuza no musical Pro Dia Nascer Feliz. Foto Leo Aversa, Divulgação

Emilio Dantas vive Cazuza no musical Pro Dia Nascer Feliz. Foto Leo Aversa, Divulgação

Haja disposição para lembrar de Cazuza. O musical Cazuza _Pro Dia Nascer Feliz é uma destas superproduções que circulam pelo país fazendo girar a roda da fortuna do legado do Exagerado. O espetáculo escrito por Aloísio de Abreu e dirigido por João Fonseca fará uma incomum temporada de três dias na Capital: 27, 28 e 29 de junho, no Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC). Ingressos à venda pelo site Blueticket.

Paulo Govêa e as impressões na América

16 de junho de 2014 1

gôvea

Nosso craque das tintas, o grafiteiro e artista Paulo Govêa, de Floripa, mandou lembranças de Nova York (EUA), onde se manteve ausente do ziriguidum futebolístico no Brasil para uma temporada de imersão e pesquisa artística. Lá, ele vem deixando rastros, em telas e nos murais dos espaços urbanos, como na fachada de uma antiga fábrica em Newark (New Jersey), hoje um espaço de criação e vivência onde estão instalados artistas, fotógrafos, estilistas, músicos e skatistas.

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Conheça a Balcony

16 de junho de 2014 0

balcony

O cara que saca um banjo numa apresentação merece a minha atenção imediata e espero que os leitores também não se arrependam quando ouvirem a banda Balcony de Floripa. Conheci esse sexteto num evento da SIC Radio, na semana passada. Tão jovem quanto seus integrantes, o grupo foi criado em dezembro passado e em março deste ano lançou o primeiro single: Ho Honey, folk rock de gente grande e que segue na mesma boa pegada de outras composições autorais da patota (Old Boys, Brothers, From Bellow e Smitten. Basta dizer o que eles ouvem para vocês entenderem o que é o ambiente sonoro deles: Bob Dylan, Beatles, Oasis, The Lumineers, Phillip Phillips e Eddie Vedder (Pearl Jam).

Daqui para qualquer lugar: onde quer chegar Daza?

12 de junho de 2014 1

 

Foto Carlos Rocha, Divulgação

Foto Carlos Rocha, Divulgação

Aqui vai a íntegra da resenha publicada nesta quinta-feira no Variedades  sobre Daza, novo álbum do Dazaranha. Lobo abaixo do texto vai o álbum para você ouvir na íntegra e tirar suas próprias conclusões.

Para tentar entender o que aconteceu com Daza, o esperado novo álbum de estúdio do Dazaranha depois de sete anos de hiato, eu parto do final: Som de Tamborim, a última das 11 faixas. O samba de autoria de Moriel Costa _ e principal letrista do grupo _ dá uma dimensão da salada de referências que se transformou o trabalho e que causou certa estranheza a quem o ouve. Tecnicamente é o melhor disco já produzido da banda, mas como identidade característica de conjunto não faz frente às obras que o antecederam.
O risco foi presumido. O Dazaranha se reuniu há dois anos para gravar o trabalho e lapidou o presente repertório a partir de um setlist inicial de 50 composições. Como resultado do conhecido assembleísmo da banda, surgiu a ideia de aproveitar as contribuições individuais de seus integrantes, incluindo músicas de trabalhos paralelos, como de Moriel Costa, Chico Martins e Gazu. O que aparentemente pode soar como um “cozidão”, para seus membros foi uma homenagem à forma como o convívio de 22 anos os influenciou individualmente, trazendo isso para o espectro do conjunto e falar sobre vidas e amores. Há acertos, como em Dizem que Só (já gravada pela banda Tijuquera e que está no recente álbum solo de Moriel), que ganhou uma levada nobre e suave, A Vida é pra Viver, Fé Menina _ ambas de Chico Martins _ e na surpreendente batucada de Som do Tamborim (este de um outro projeto de Moriel que ainda está por vir). Em outros casos não funciona, a exemplo de Se Você For, também de Chico. A música já é conhecida pela versão da cantora catarinense de axé Diana Dias, que vem impregnada de uma batida linha pop dos anos 80 e que já não encontra mais ressonância nem nas FMs de hoje.
A urgente Caminho Reto e o reggae Rastaman, de Gazu, até resgata o vigor do punch roqueiro e regional do DNA do grupo, mas peca diante de um vocal esquisito. Aliás, o que aconteceu com a voz de Gazu? Um componente determinante na identidade sonora da banda, mas que está completamente descaracterizada. Na tentativa de aliviar o sotaque marcante, perdeu a força. Isso fica latente nas duas melhores canções do disco: Pelo Mar e Céu Azul, ambas de autoria do baterista J.C. Basañez. Aliás, justo ele, o integrante mais recente do grupo, é o autor das faixas que mais se identificam com a atmosfera das letras sagazes e assim preservam a tradição de assegurar pelo menos dois bons hits em cada trabalho.
Pelo Mar está entre as melodias e letras mais lindas já compostas pela banda e surge animadora quando abre o CD. Condensa a essência da banda de forma vigorosa: a percussão de Gerry Costa, o violino regente de Fernando Sulzbacher, o baixo, as guitarras nervosas, os metais, berimbau, enfim, aquela psicodelia coletiva, só que mais complexa. A música diz muito sobre o espírito deste disco: “Pelo mar… daqui para qualquer lugar”. Pena que os vocais nadam e morrem antes de chegar na praia, mas ali está o Dazaranha como estamos acostumados a vê-los no palco. É neste ponto que entra uma peça fundamental nesta investida com Daza, o produtor e arranjador catarinense Carlos Trilha, que levou para o estúdio a potência arrepiante dos shows. Trilha foi o responsável pela primazia da produção do disco, contribuindo inclusive com teclados e arranjos em outras faixas.
O Dazaranha tem lastro para correr riscos e é nesta hora que contará com a boa vontade do seu público cativo. Mas pode transgredir mais, de preferência como força coletiva, preservando uma essência que lhe é tão cara _ e o caminho pode estar nas mais de 30 músicas que ficaram para trás. Também é bom vê-los saindo da zona de conforto, ainda que tudo acabe em samba, o que no caso de Som de Tamborim os livrou de uma barca furada.

Sala de cinema da Capital transmitirá jogos do Brasil ao vivo

11 de junho de 2014 0

Sei lá, cada vai assistir a estreia do Brasil na Copa do Mundo da maneira como achar melhor. Via de regra a pedida é reunir os amigos em um bar, em casa, no churrasco, mas se você não curte a gritaria, as cornetas e os palpiteiros de ocasião quem sabe uma boa saída (e uma interessante experiência) seja ver os jogos no cinema. O Cinesystem do Iguatemi Shopping reservou uma das suas salas para a transmissão dos jogos da Seleção Brasileira na Copta do Mundo. Logo mais, às 17h, tem a estreia do Brasil contra a Croácia e na terça-feira, exibe o desafio contra o México.

Para colecionador: Samuel Casal imprime série especial de cards sobre futebol em xilogravura

11 de junho de 2014 0

samuel casal figurnhas1

Nosso chapa Samuel Casal foi escalado pela Nike para criar uma coleção de figurinhas em xilogravura de craques que estarão na Copa do Mundo. Para os colecionadores o material representa uma preciosidade, não só pelo ineditismo pelo uso da técnica das xilos na impressão do material, mas pela verve característica do nobre artista de Florianópolis. Galvão foi até o Rio de Janeiro para colocar a prensa para operar na Casa Fenomenal. A tiragem da série é limitada.

Taliesyn reedita festival, mas agora para celebrar a volta da trincheira roqueira de Floripa

11 de junho de 2014 0

VIVA TALIESYN

A primeira edição do Festival Viva Taliesyn, há cerca de dois anos, foi um mobilização desesperada para não deixar a trincheira roqueira do Centro da Capital fechar, o que garantiu uma sobrevida, mas não impediu o triste desfecho. O Talis reabriu neste ano e o festival voltou, agora como celebração, nesta sexta-feira 13, para afugentar as bruxas e os fantasmas. Na frente do barulho estarão as bandas Os Cafonas, Farra do Bowie, Sylvester Stallone e Domingos & Feriados.

Mais uma do programa De Passagem: A batalha dos homens de uma banda só!

11 de junho de 2014 0

Mais um episódio do web programa De Passagem, que eu e o Marco Martins (Vinil Filmes) produzimos para a SIC Radio (no site você assiste a todos os episódios da série). Este especialmente me deixou satisfeito, até porque o tema me é muito caro: as one-man-bands, ou monobandas, um movimento revigorante dentro da cena roqueira underground do país. Quem explica melhor isso são os barões Fabulous Go-Go Boy From Alabama e Chuck Violenza. Aumenta o som e confira aí!

Cor Galeria apresenta novo site e convida para uma passeio

11 de junho de 2014 0

Deixo aqui a sugestão para um passeio pelo site da Cor, das galerias mais bacanas de Floripa, que passou por um upgrade e está tinindo de bom. Já na “entrada” o internauta é recebido pela seleção de artistas e suas respectivas obras que compõe o acervo do espaço, como a alemã Pauline Zenk, além de boas praças da cena local, como Galvão Bertazzi, Driin, Sheilla Liz, Ramon Rodrigues, Flávia Tronca, Alexandre Freire, Viti, Nestor Jr. e Fábio Dudas. O passe livre é por aqui.

Pauline Zenk

Pauline Zenk

Galvão

Galvão

Ramon Rodrigues

Ramon Rodrigues

Sheilla Liz

Sheilla Liz