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Posts com a tag "documentário"

Fundação Badesc exibe documentário sobre o ativista Vilson "Neto" Steffen

09 de junho de 2014 0

Vilson “Neto” Steffen foi um estimado ativista e educador que adotou a Barra da Lagoa ainda na década de 1970 como o laboratório para difundir a sua pioneira proposta de educação libertária em contato com a natureza. Morreu em 2010 e até hoje é celebrado por aquela comunidade. Virou também tema de um filme, o documentário Naufrágio, que será exibido hoje, às 19h, na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis.

A direção é dos antropólogos e documentaristas Alex Vailati e Matias Godio, sendo o primeiro um italiano que também se radicou na Ilha de Santa Catarina. No filme, eles reconstroem a trajetória do popular Neto a partir do acervo de fotografias do protagonista, além de entrevistas com amigos, alunos, moradores da Barra e até de integrantes do histórico grupo Engenho.

Diretor de documentário sobre as manifestações diz que Junho de 2013 "foi uma preliminar apimentada" do que está por vir

05 de junho de 2014 0
Foto TV Folha, Divulgação

Foto TV Folha, Divulgação

Aqui vai a entrevista na íntegra com o documentarista e editor da TV Folha, João Wainer, diretor do documentário Junho _ O Mês que Abalou o Brasil e que estreará nesta quinta-feira (a partir das 13hs) no Cinespaço do Beiramar Shopping, em Floripa.

O documentário Junho _ O Mês que Abalou o Brasil é um filme que ainda continua passando na cabeça dos brasileiros. A produção da TV Folha _ canal on-line do jornal Folha de S.Paulo _, é um registro do levante popular que tomou às ruas do país há exato um e que estreará amanhã em oito cidades, incluindo Florianópolis (em cartaz no Cinespaço do Beiramar Shopping). O protesto que começou em São Paulo contra o aumento das tarifas do transporte público desencadeou uma mobilização nacional que o diretor João Wainer chama de “jornadas de junho” e cujo estopim foi a repressão policial. Wainer, 38 anos, é documentarista e editor da TV Folha e participou ativamente da cobertura que rendeu ao canal uma menção honrosa na última edição do Prêmio Esso de Jornalismo. Em entrevista ao Variedades, ele explica que a história sobre os protestos de 2013 ainda está por ser concluída e disso dependerá o “junho de 2014″, justo por ocasião da Copa do Mundo no Brasil.

DC _ Passado um ano, qual é a cara hoje do chamado “gigante” que despertou naquelas manifestações de junho de 2013?
João Wainer _ Acho que só será possível analisar o legado que o mês de junho de 2013 nos deixará depois que junho de 2014 passar. Esse dois “junhos” serão decisivos na escolha do próximo presidente da república e prefiro esperar pra ver antes de responder essa pergunta.

DC _ Naquela ocasião, você consegue citar um fator determinante que despertou o apelo massivo da população aos protestos? Seria a repressão policial?
Wainer _ Os manifestantes praticaram atos de vandalismo no dia 11 (de junho de 2013), depredando ônibus e agências bancárias. Esse vandalismo provocou um forte repúdio da grande imprensa e do governo de São Paulo, que se manifestaram no dia 12 condenando a manifestação e chamando de vândalos os manifestantes. Isso atiçou a policia que reagiu de forma absolutamente despropositada no protesto do dia 13 provocando cenas brutais de repressão que se espalharam imediatamente pelo mundo todo. Essas cenas foram sim um fator determinante para levar o povo para as ruas no Brasil inteiro.

DC _ As reivindicações do movimento, que começaram com a bandeira pela redução das tarifas do transporte coletivo, incorporaram uma série de outras demandas que culminaram com o “somos contra tudo o que está aí”. De certa forma isso não pulverizou a relevância da mobilização quanto a uma pauta concreta?
Wainer _ O (filósofo e cientista político) Marcos Nobre fala no filme que a manifestação do dia 20, logo depois do anúncio da redução da tarifa, foi a primeira vez na história do país que as pessoas foram às ruas sem um objetivo comum, como foram as Diretas Já e o impeachment do ex-presidente Fernando Collor. Naquele momento cada um foi para a rua com sua própria reinvindicação, muitas vezes incompatíveis entre si. Isso causou aquela confusão toda e a partir daí o movimento perdeu força.

DC _ Como os agentes envolvidos (manifestantes, políticos, governantes, polícia e jornalistas) se apresentaram nesta mobilização?
Wainer _ Acho que houve um momento de grande confusão em junho. Quem dizia que estava entendendo o que estava havendo mentia. A sensação que tive era de que todos estavam perdidos, e foi preciso algum tempo até conseguirem o distanciamento necessário para tentar botar as ideias no lugar. Até hoje ainda existem pontos que não foram totalmente compreendidos.

DC _ Houve um certo despertar de consciência entre a população, que se mostra mais crítica, principalmente em relação à imprensa. Como a mídia teve que repensar o seu papel?
Wainer _ O mais interessante de junho de 2013 foi ver a política de volta às ruas. A consciência crítica da população em relação a imprensa, ao governo e a outros setores da a sociedade é muito saudável e acho que isso foi uma das coisas positivas que ficaram das jornadas de junho.

DC _ Dá para crer que o junho de 2013 foi o estopim de um processo revolucionário de costumes e politização nacional?
Wainer _ Só o tempo vai dizer. O poeta Sérgio Vaz diz que junho foi uma “ejaculação precoce” mas acredito que talvez tenha sido apenas uma preliminar apimentada. Vamos esperar para ver.

DC _ Quais as situações limites que você enfrentou para registrar as manifestações?
Wainer _ Toda a equipe da TV Folha correu riscos e literalmente deu o sangue para fazer esse filme. A (repórter do jornal Folha de S. Paulo) Giuliana Vallone levou um tiro no olho, outros também foram feridos com menor gravidade. Os perigos vinham de todos os lados, mas a equipe não tremeu. Os fotógrafos Felix Lima, Carlos Cecconello, Rodrigo Machado e Isadora Brant foram monstros durante essa cobertura.

DC _ Até que ponto a linha editorial da Folha de S. Paulo influenciou na cobertura das manifestações e no olhar que se traduz agora neste documentário?
Wainer _ A TV Folha faz parte da Folha de S.Paulo e seguimos os mesmos princípios editoriais do jornal. Na feitura do filme isso não poderia ser diferente.

Junho, documentário sobre as manifestações de 2013 estreará em Floripa no dia 5

28 de maio de 2014 0

junho cartaz

Florianópolis será uma das praças para a estreia nacional, no dia 5, do documentário Junho _ O Mês que Abalou o Brasil, filme de João Wainer e produzido pelo jornal Folha de S. Paulo. A produção sai justo no curso do aniversário das grandes manifestações que levaram milhões de pessoas às ruas, o chamado “gigante desperto” e que às vésperas de uma Copa do Mundo volta a assombrar os governantes.

Os protestos que tiveram início na série de passeatas contra o aumento das tarifas do transporte público em São Paulo, ganhou força a partir da repressão policial e incorporou tantas bandeiras (menos a dos partidos políticos) que acabaram se perdendo no lema do “somos contra tudo o que está aí”. O filme foi elaborado a partir da cobertura das manifestações pela TV Folha e que recebeu menção do júri do Prêmio Esso de Jornalismo em 2013.

Definitely Maybe, do Oasis, ganha documentário e edição de luxo pelos 20 anos

20 de maio de 2014 1

oasis

Quando surgiu, há exatos 20 anos, Definitely Maybe, fez a molecada vestir a camisa do Oasis e bater no peito o orgulho e a devoção pelo britrock. Sem dúvidas é uma senhora obra, que vendeu cerca de 40 milhões de cópias, e toda a festa é justa por ocasião das duas décadas. Como Rock’n’roll Star, Supersonic, Live Forever e Up in the Sky ainda soam bem aos ouvidos. O sucesso deste disco fez os tempestuosos, talentosos e insolentes irmãos Liam e Noel Gallagher sonharem ser maiores que os Beatles. Do que está sendo servido aos fãs da banda para celebrar este aniversário indicamos o documentário sobre a história do álbum dirigido por Dick Carruthers que portal Vevo lançou nesta semana (assista abaixo).

Outra preza indispensável é a edição de luxo de Definitely Maybe, composta por três CDs e 44 músicas. Está bom para vocês?

Sepultura prepara documentário sobre os 30 anos de história

15 de maio de 2014 0

Na recente visita a Floripa, o guitarrista do Sepultura Andreas Kisser revelou ao programa De Passagem, da SIC Radio, que um documentário sobre os 30 anos da maior banda de metal do Brasil sairá no final do ano. Antes, lançará um DVD especial com o registro do show ao vivo do grupo com o Tambores do Bronx no Rock In Rio do ano passado. Ele também prevê para daqui a dois anos um novo álbum, sucedendo o cinematográfico The Mediator Between Head And Hands Must Be The Heart (2013) _ este inspirado na obra-prima Metropolis (1927), do diretor alemão Fritz Lang.  Veja aí!!!

Atriz Maria Ribeiro, depois de alguns "nãos", apresenta seu documentário sobre a banda Los Hermanos

14 de abril de 2014 1

O documentário Los Hermanos _ Esse é Só o Começo do Fim da Nossa Vida estreou no final de semana no festival É Tudo Verdade, no Rio de Janeiro. Há a promessa de que entrará em circuito nacional. O filme é dirigido pela atriz Maria Ribeiro, que acompanhou a cultuada banda brasileira durante a turnê de revival em 2012. Isso porque a diretora, fã e viúva declarada do grupo, havia levado dois “nãos” dos integrantes do grupo desde o anúncio do fim dos Los Hermanos em 2007.

O espetacular Di Melo é resgatado do ostracismo para celebrar a vida no Psicodália de Carnaval

24 de fevereiro de 2014 0

di melo1

Não faltarão imortais da música (Tom Zé, Morais Moreira, Made in Brazil, Wander Wildner, Yamandú Costa) no Psicodália de Carnaval, em Rio Negrinho, mas “imorrível” só haverá um: Di Melo. O músico e compositor pernambucano adotou o título desde que foi redescoberto no início desta década após um longo ostracismo em que até foi dado como morto. Em 1975 ele gravou seu único disco, Di Melo, pérola retumbante que notabilizou o artista pela fusão do cancioneiro nordestino com a black music, mas depois sumiu. Na Europa, um exemplar do álbum está cotado em centenas de euros. Imorrível também é o título de um interessante documentário lançado em 2011 sobre a trajetória do camarada _ assista no blog diario.com.br/marcosespindola. Di Melo estará na Fazenda Evaristo para provar aos milhares esperados no Psicodália _ abre na sexta-feira e vai até o dia 5 _ para provar que está muito vivo, inclusive para a música em que assegura dispor de um arsenal de 400 composições ainda inéditas.

Confira a programação completa do Psicodália aqui!

Good ol' Freda: a história da quinta beatle

06 de setembro de 2013 0
Divulgação

Divulgação

Nem Yoko Ono foi tão invejada quanto a inglesa Freda Kelly e a viúva de John Lennon também esteve longe de ser uma unanimidade entre os fab four. O que foi o caso da simpática ex-secretária dos Bealtes que trabalhou com a banda por 11 anos e só agora, aos 70 anos, resolveu contar a sua história no documentário Good Ol’ Freda, dirigido por Ryan White. Ela foi a responsável por fechar e limpar os armários do escritório oficial do grupo quando os Beatles se separaram. E por décadas manteve o zeloso e fiel silêncio, quebrado agora, com as bênçãos dos remanescentes Paul McCartney e Ringo Starr que inclusive liberaram ao filme os direitos de uso de quatro canções.

Com exibição garantida na Espanha, doc Restrito fará escala em Itajaí para sessão na Atalaia

09 de julho de 2013 0

Sabes por onde anda o documentário Restrito, do cineasta itajaiense Diego Lara? Prestes a surfar nas ondas da Espanha. Depois de ser exibido em dois festivais em Portugal, a produção sobre o localismo na Praia da Atalaia (Itajaí) foi selecionada para o Never Stop Surf Film Festival, evento que rola no fim do mês.
No dia 20, o cineasta cumprirá a promessa de exibir o filme para os locais da Atalaia, no Bar do Kao, às 20h. Sessão gratuita e irrestrita para quem doar um agasalho.

Refazendo as vidas de Salinger e Iceberg Slim

08 de julho de 2013 0

Não é o caso de ficar atento à programação das salas comerciais, ainda pouco afeitas aos documentários, mas o gênero está em alta entre os grandes estúdios, alavancado pelo prestígio do Oscar. Dois lançamentos deste ano, em especial, se voltam para dois vultos da literatura mundial: J.D. Salinger e Iceberg Slim. O primeiro, do diretor Shane Salermo, investiga o universo recluso de J.D. Salinger, o autor de O Apanhador no Campo de Centeio, morto em 2010 e que, segundo o filme, teria deixado uma obra ainda não publicada e cercada de tantos mistérios tal qual o Santo Graal.

Iceberg Slim: Portrait of a Pimp, dirigido por Jorge Hinojosa e produzido pelo rapper Ice T, apresenta a tumultuada vida do escritor norte-americano Iceberg Slim, um ex-cafetão de Chicago, negro e homossexual cujos livros influenciaram a cultura negra nos anos 1970, do hip hop ao gênero blaxploitation.
Certamente você os encontrará em algum site de compartilhamento próximo.