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Posts com a tag "produção"

Mar Negro estreia dia 27 para tocar o terror nos cinemas do país

12 de dezembro de 2013 0

mar negro

O longa-metragem Mar Negro, que tem no elenco os catarinenses Gisele Ferran e Petter Baiestorf, estreará nos cinemas do país no dia 27. Só não sabemos se haverá exibição em alguma sala do Estado. O filme é dirigido pelo capixaba Rodrigo Aragão (de Mangue Negro e A Noite do Chupacabras) que, junto com Baiestorf, integra a nova geração que está revitalizando o gênero do terror nacional. Descrição da sinopse: “Uma mancha negra chega ao litoral de um pequeno vilarejo no Brasil, trazendo uma estranha doença que transforma os animais marinhos em predadores assassinos.”

Mixtape da pressão: Tartakingdom Reggae Riddim

03 de dezembro de 2013 0

tarta

Nobríssima sapiência Marcello Tonelli, ou Tarta para os seus devotos admiradores, foi um dos fundadores da banda Iriê, depois seguiu o ofício da advocacia mas não se desgarrou do rebanho do reggae. Há meses ele se empenha em um garimpo em frentes distantes, estabelecendo uma conexão a partir da Ilha com artistas e projetos do Brasil, Alemanha, França, Estados Unidos e, claro, Jamaica. Uma troca de informações autônoma e independente que resultou em uma retumbante coletânea que ele edita, prensa e socializa por aqui a partir de dezembro. O primeiro volume da coletânea do projeto Tartakingdom Reggae Riddim é um cartão de visitas inspirador, “fodástico” e que chega em boa hora para botar pressão na trilha deste verão. A primeira seleção traz Iriê, Jezux Raggaman, Perfect Griddimani, Jahcoustix, Jah Rain, Pressure, Selecta Weedy, Spetacular e Jah Sun.

 

Zombio 2: nova produção de Petter Baiestorf lança trailer e se prepara para estrear na Espanha

26 de setembro de 2013 0

Aí vai o trailer de Zombio 2, continuação do épico gore independente do diretor catarina Petter Baiestorf, que está na seleção do Festival Internacional de Cinema Fantástico da Catalunha (Espanha), o Stiges Film _ de 11 a 20 de outubro. Sei que muitos invejarão os zumbis que lascam nacos da musa Gisele Ferran. Só não precisa arrancar pedaços.

Atenção para a fofa sinopse:

Zumbis, zumboas, recém-falecidos raivosos e mais uma gama de coloridos mortos-vivos melequentos tomam conta da região rural do Oeste de Santa Catarina e vísceras rolam ao doce sabor da erva-mate Cronenberg. Mas os zumbis, neste caso, são o menor dos problemas quando a fauna humana se revela em sua plenitude sádica e egoísta.

Novo filme da catarinense Cíntia Domit estreará no Festival do Rio 2013

03 de setembro de 2013 0
Novelo Filmes, Divlgação

Novelo Filmes, Divlgação

Dois anos depois de sair do Festival do Rio com um prêmio de melhor curta-metragem pelo júri oficial (com Qual Queijo Você Quer?), a cineasta e roteirista catarinense Cíntia Domit Bittar está de volta ao maior evento cinematográfico da América Latina na condição de hors concours. Seu novo filme, O Tempo Que Leva, foi selecionado para a programação Premiére Brasil. Ele não competirá, mas será exibido numa das sessões de longas-metragens.

O site do FestRio ainda não liberou a relação oficial dos filmes, mas O Globo deu a lista completinha (aqui).

O Tempo que Leva é uma produção independente da Novelo Filmes com roteiro e direção de Cíntia e rodado neste ano em Florianópolis. No elenco desse drama apocalíptico está a atriz Mayana Neiva (da novela Sangue Bom) e o ator catarinense Ivo Müller (de Rendas no Ar, de Sandra Alves, e Tabu, do diretor português Miguel Gomes). O Festival do Rio irá de 26 de setembro até 10 de outubro na Cidade Maravilhosa e apresentará mais de 40 longas e 30 curtas, a maior parte inéditos, como a produção catarinense que fará a sua estreia por lá. Veja o trailer:

Elefantes na pista: Daniel Kuhnen e Leo Piovezani levam o blues para o lado eletrônico da força

03 de setembro de 2013 0
Foto Rodrigo Vypch, Divulgação

Foto Rodrigo Vypch, Divulgação

Este blog orgulhosamente apresenta o Elekfantz, projeto do DJ catarinense Daniel Kuhnen e do músico Leo Piovezani, com produção do DJ e produtor paulista Gui Boratto que será lançado em novembro na Holanda. Toda a letra sobre o Elekfantz eu trago na edição do Variedades desta terça-feira (leia a íntegra aqui), mas eu adianta um trecho deste estouro de manada nas pistas do planeta:

 

O que será dito aqui soará para os puristas como um sacrilégio: o blues foi seduzido pelo lado eletrônico da força. E os arquitetos dessa trama agiram nos últimos meses na sombra, apenas sob a denominação de Elekfantz. Agora chegou o momento de dar os nomes aos “elefantes”: os catarinenses Daniel Kuhnen e Leo Piovezani. O primeiro é produtor e DJ, residente do clube Warung, e o segundo é um baterista com os pés e a alma solidificados no blues e no jazz que resolveu atravessar a fronteira para os beats. Na retaguarda deste processo está o produtor paulista Gui Boratto, um dos seletores brasileiros mais benquistos no circuito internacional. O cartão de visitas foi a música Wish, uma audaciosa intervenção no legado de um dos cânones do blues: o guitarrista americano Muddy Waters.
Wish é o codinome para a versão original sampleada, nada menos que a clássica Rollin’ Stone. Mexer e transgredir com instituições da música sempre gera reações intensas. Nos anos 1960 Bob Dylan foi execrado por “contaminar” o seu folk pelas guitarras e no Brasil, a cantora Elis Regina marchou contra a eletrificação da MPB no que era considerado uma afrontosa interferência imperialista na pura música popular brasileira. Não que o house blues do Elekfants vá gerar um novo cisma, mas promoveu um estouro de manada pelo menos entre o circuito eletrônico. A faixa foi postada na rede social Soundcloud em abril deste ano, por ocasião do centenário de nascimento de Muddy. Até agora foram 80 mil players.”

O Último Elvis (2012): cena cover argentina rende um dos melhores filmes do ano

13 de agosto de 2013 0
Paris Filmes, Divulgação

Paris Filmes, Divulgação

Outra grande filme negligenciado pelas salas ditas comerciais no Estado, O Último Elvis fez a travessia direto para as locadoras. Lembro do furor que o filme causou, ano passado, no Florianópolis Audiovisual Mercosul (FAM). Como dia 16 é aniversário da morte do Rei do rock, fica a sugestão para desfrutar desta obra impecável do diretor argentino Armando Bo (que foi roteirista de Biutiful).

 

 

Ali estão duas façanhas prodigiosas da Argentina: bom cinema e artistas covers. Fora isso, Bo tira o foco da Buenos Aires nostálgica para se centrar no drama do operário Carlos, um sósia de Elvis Presley, que prima pela semelhança e vigor da voz. Mas o que ele enxerga como um dom, a realidade _que ele nega aceitar_ evidencia um “carma”. Carlos é um literal perdedor, um clichê decadente, com um plano plano pouco digno de redenção.

 

Ele circula em um universo particular, partilhado por tantos outros artistas do gênero da cena portenha. Tem uma pitoresca passagem, onde Elvis vai a uma festa na casa de um bem-sucedido sósia do Freddie Mercury (Pablo Padín, da banda God Save The Queen). Só há esses tipos _ Beatles, Stones, David Bowie, um caquético e frustrado Iggy Pop e o cantor Charly Garcia (como um cover de si). O curioso é que Carlos é interpretado no filme por John McInerny, cantor e vocalista da banda Elvis Vive, e que ao contrário do personagem é um notório sósia e agora um promissor ator de cinema.

Cacique Revenge e Audac lançam álbuns gravados no Sul da Ilha

08 de agosto de 2013 0

Da temporada em julho passado do renomado produtor musical americano Gordon Raphael (célebre por ter lançado os Strokes) em Floripa saiu a promissora parceria com a banda curitibana Audac. Raphael produziu na pegada de seis dias ininterruptos de refúgio no estúdio Ouié/Tohosound, no Sul da Ilha, o primeiro álbum do grupo liderado pelo incrível Alessandro Oliveira (ex-Copacabana Club).

Audac. Foto Divulgação

A bolacha vingou para o deleite de Gordon, da banda e agora do público que poderá conferir a acachapante vibe do trabalho (baixe em audacmusic.com) no show que a Audac apresentará sábado no happening do Coletivo Arte, na Lagoa da Conceição.

Mas não se deem por satisfeitos. Outra incrível falange de Curitiba com os pés bem firmes na Ilha (e eles atendem pela grande sapiência Cassiano Fagundes), Cacique Revenge, também está na mesma frente com a Audac para o rendez-vous do seu esperado primeiro disco, também gravado no Ouié, mas com produção do sabido Paulo Costa Franco e lapidação na mixagem em Seattle (EUA). Cacique Revenge sairá pelo selo florianopolitano SIC Music.

Cacique Revenge. Foto Divulgação

Bang: Bonde do Rolê chama "elenco" do Blues Velvet para gravar novo clipe na Joaca

02 de agosto de 2013 0

Divulgação

Na sua festejada escalada internacional, o Bonde do Rolê tomou as dunas da Praia da Joaquina como cenário e emprestou do Blues Velvet “grande elenco” para o clipe de Bang, uma das músicas do novo álbum Tropical Bacanal.

Antes de falar sobre a faixa cabe creditar os mentores desta piracema futuro-tropicalista. A direção é do Coletivo MMídia (Luís Knihs, Renata Miguez e Mauri Cherobim), sendo que o conceito e a narrativa foram bolados em conjunto com a banda.

Mas a alvejante surpresa está no time de figurantes: a entidade jornalística Fábio Bianchini e as sapiências notívagas Bruna Konder, Carolina Didone, Jean Battirola, Fernanda Almeida, Bia Wendhausen e Raoni Andriguetti. E não se pode esquecer do dinâmico equino cedido por um estábulo daquela praia.

O Bonde planeja um pancadão de lançamento do clipe na Capital_ ainda sem data definida.

A vídeo rendeu uma generosa citação no site da revista americana Spin:

Been wondering what peppy Brazilian trio Bonde do Role have been beavering away on lately? Muse no more as they’re back with a video for last year’s Diplo-produced “BANG,” a track that featured vocalist Kool A.D. described as “a highly oceanic number with a Jodorowsky-esque video — all in all a solid spectacle for the kids.” In practice this means the gang trooped out to a secret island nestled away in Santa Catarina in the south of Brazil and attempted to emulate their favorite sci-fi desert scenes from flicks Dune, Mad Max, and Star Wars. While there, the group took on fantasy character roles and hammed it up for the cameras for a bizarro story involving an attempted abduction of Princess Taylor.

“Ilha secreta encaixada em Santa Catarina, no Sul do Brasil”. Eles estão falando de Floripa, sacou?

Bang foi rodado no ano passado mas sai agora para suceder Kilo, outra faixa do novo trabalho do trio curitibano. Pela entoada, Tropical Bacanal se anuncia como um dos trabalhos mais legais deste ano e um dos melhores do Bonde. A bolacha, que sai pelo selo Mad Decent e com produção do DJ norte-americano Diplo (qualquer excêntrica semelhança com Major Lazer não é nenhuma coincidência), tem previsão de lançamento para o final do mês. Preparem as pistas.

Em Bang, a banda tem a escuderia dos rappers do Das Racist, mas o CD ainda conta com participações de Rizzle Kicks, Death Set, do próprio Diplo e de Caetano Veloso. A fase é das melhores. Até Paul McCartney ficou caidinho!

Refazendo as vidas de Salinger e Iceberg Slim

08 de julho de 2013 0

Não é o caso de ficar atento à programação das salas comerciais, ainda pouco afeitas aos documentários, mas o gênero está em alta entre os grandes estúdios, alavancado pelo prestígio do Oscar. Dois lançamentos deste ano, em especial, se voltam para dois vultos da literatura mundial: J.D. Salinger e Iceberg Slim. O primeiro, do diretor Shane Salermo, investiga o universo recluso de J.D. Salinger, o autor de O Apanhador no Campo de Centeio, morto em 2010 e que, segundo o filme, teria deixado uma obra ainda não publicada e cercada de tantos mistérios tal qual o Santo Graal.

Iceberg Slim: Portrait of a Pimp, dirigido por Jorge Hinojosa e produzido pelo rapper Ice T, apresenta a tumultuada vida do escritor norte-americano Iceberg Slim, um ex-cafetão de Chicago, negro e homossexual cujos livros influenciaram a cultura negra nos anos 1970, do hip hop ao gênero blaxploitation.
Certamente você os encontrará em algum site de compartilhamento próximo.

Produtor dos Strokes se refugia em estúdio no Sul da Ilha e grava EP da banda Audac

14 de junho de 2013 0

Gordon com Alyssa Aquino, nas sessões de gravação da Audac. Foto Gabriel Franco, Divulgação

Não foi bem um daqueles veranicos de outono, mas a temporada de duas semanas do produtor americano Gordon Raphael no Sul da Ilha rendeu não só boas histórias para o gringo contar, mas também um diamante lapidado por ele. Raphael produziu muita gente boa do rock, a começar pelo disco que deu a ignição ao sucesso da banda The Strokes (This Is It), a cantora Regina Spektor e agora a banda Curitiba Audac, liderada por Allessandro Oliveira (ex-Copacabana Club). O produtor chegou no início do mês à cidade para uma breve temporada a convite do estúdio Ouié Tohosound, da dupla Paulo Costa Franco e Martin Misenta, no Sul da Ilha. E partiu ontem, levando mais expectativas do que quando chegou.
Duas semanas de quase isolamento, de workshops com produtores de todo o país, mas com tempo para se dedicar ao projeto de gravar a Audac _ a banda conseguiu levantar recursos por meio de uma campanha de crowdfunding pelo portal Catarse. Foram seis dias de gravações, onde o staff do Ouié se empenhou em prepara o ambiente para o setup pouco usual utilizado por Gordon, que colocou um PA aberto dentro do estúdio e colocou a banda para tocar junta. “Deu uma trabalheira, mas ele levou a coisa pra um lado que eu gosto muito: deixou mais quente e orgânico”, disse Franco.

O resultado foi um EP que deixou Raphael entusiasmado com “aquela vibe Porthshead” da Audac e particularmente encantado com a dupla de vozes (Alyssa e Debbie). Esperem pelo melhor. Toda a “ação” com Gordon foi gravada por Gabriel Franco e deve virar um programa piloto que o Ouié pretende disponibilizar em breve no Vimeo.

Abaixo vai o e-mail que Gordon enviou ao Paulo comentando a temporada dele no Sul da Ilha:

How a rainstorm changed my entire production of Audac.

I was invited to Florianopolis, Brazil to produce a very interesting young band called Audac. The recording studio Tohosound Estudio, located right there on the beach- had gotten in touch with me thru Facebook and hooked me up with this great producer job.

When I heard the songs of Audac (they’re from Curitiba, Brazil) I was impressed with the moody quality in the singing, and the electronic sounds which were offset by a very natural and moving set of rhythms. It quicky reminded me of a very well presented Portishead vibe, with the great singing from Allyssa and Debbie.

I knew right away that I wanted to go visit Brazil for the first time, to work at a studio right on the beach, and that Audac was going to be fun to work with, making a kind of music that I really like and understand. Or thought I understood!

I’d been having a good number or emails and Facebook communcations with the band it’s individual members as well. They worked hard and decided to use a crowd-funding website “Catorse” to raise the funds to do their project with me and Tohosound. I’d sent them a funny photo of me holding up a quickly handmade sign saying “Go Audac”, and had been discussing some of the particulars of the recording sessions, mostly things like “how many days, how many songs?”.

Things went up and down a few times, becuase the funding sometimes seemed to be going well, yet late in the game there was still a long way to go. Finally we agreed on dates, and an approach to recording- and I got my ticket to Florianopolis Brazil- which turned out, as described by Martin and Paolo (from the studio) as a true chunk of Paradise right here on Earth! I had a producer workshop 2 days after I arrived, where I recorded a quirky-cool band called Adam y Juliet in front of 8 other record producers. It was great, but after one of the nights -about midnight I opened my mails to see a message from Audac saying “Hey we are in Florianopolis (5 days before I expected them) playing a show at a gorgeous club outside in a garden, wont you please come by, we want to meet you, and for you to see us play!”. The time of the show was 8 pm, which meant I missed it by about 4 hours, and I was pretty disappointed, because they were so near, and I missed my chance to see them, and meet them, after all our Skypes and messages back and forth.

The next day was a day off for me, and I was happy to see Facebook message from Audac saying “aw, a big rainstorm came last night, and we had to postpone the show til today, can you make it?”. Yes I could, and Yes I did. I was picked up by the band (Audac) and we had lunch at Nutri, the all you can eat buffet 2 blocks from the studio- which had all the fresh vegan vegetable things I could ever want.
(I went there ever day during the 2 weeks I was in Brazil!)

When I went to the show, indoors this time at the amazing garden space/nightclub I saw two young men busy setting up a small PA, and there were two new looking Brazilian amps, one for bass, one for guitar and a shiny small drumkit that looked quite stylish and new, actually. Audac began to play and I noticed many things I had not considered before, from the songs they sent me, and from the circumstances of this gig. 1) The two women who front the band, Debbie on bass+singing, and Alyssa on keyboards+singing were way more energetic and outgoing onstage than I expected. I thought they’d be shoegazers who just shyly looked down and kind of whisper/sang their parts. I had no idea they’d be really pushing alot of energy and sound with their instruments, while at the same time filling up the room with the central themes of their singing. That was a great surprise, and so were the powerful drum hitting and incredible rolling beats of Pablo, and the absolutely rocking guitar parts from Allesandro. I thought this was a kind of Berlin-y laptop band with one girl singer in front– and I never expected a really well developed live show from a band who could really project and play so well, so big and so hard. I realized that my sessions in the studio were going to be much more energetic and alot more fun than I had previously thought.

I also realized something else very quickly: The odd, modern Brazilian rental gear they had hired for the show from JZ Producoes (the logo was on the drumkit!) actually sounded quite amazing and just about perfect for this band! Every other production I do relies on Fender and Marshall tube amps, Ampeg Bass equipment and Name-Brand analog synthesizers from the venerated and hoary 1970′s and 80′s– but here was this modern Brazilian (inexpensive?) rental gear sounding exactly perfect for the music of Audac. I noticed this right away, and it disturbed me a little. Was I going to substitute Tohosound’s amazing collection of Vintage synths instead of using Allysa’s laptop plug in sofware things? Well…. er, NO, in fact I wouldn’t! There was no need and I could imagine absolutely nothing gained by doing so in her case. Alyssa had really crafted great sounds and parts which in many songs were the central idea setting the stage for the singing/storyline. Wouldn’t a nice warm Fender 1970′s Twin Reverb amp be better for Allesandro’s ideas than this solid-state inexpensive thing he was playing thru, designed and manufactured iin 2013?? Well, in a word… NO– for the sounds he had created with his Telecaster and wisely selected pedals- was exactly correct (in my mind) as i was hearing them in the room from the JZ Producoes rental amp! Geeez, there’s many of my theories about sound, going right down the drain in one 45 minute concert! What didnt go down the drain was my inherent trust in my own ears, and my huge belief in improvisation in all matters musical. Improvisation for me extends beyone just notes and rhythms, as a Jazz player or Blues artist would do it, it includes just about everything in life where a momentary inspired decision based on the “here-and-now” can be utilized and effective as an approach and a way forward. This was the kind of moment I had, thanks to a very gracious and perfectly timed rainstorm in Florianopolis, Brazil.

I rented the PA (which became a huge part of the room sound for the computer-synths and the electronic drum pads as well!) the drums, the bass amp and the little modern guitar amp, and this became the sounds heard on Audac’s amazing 6 song EP we made in 6 days at Tohosound Estudio. It was a real joy working with this band, and in this studio– and I want to say think you to everyone involved!
Cheeers.