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Posts com a tag "show"

Chico Buarque vai te dar um par de ingressos para o show de Bixiga 70 e Curumin

18 de junho de 2014 1

 

Foto: Arquivo Pessoal de Rosana Reis

Foto: Arquivo Pessoal de Rosana Reis

Em homenagem ao novo setentão Chico Buarque (que será nesta quinta-feira) daremos um par de ingressos para os shows das bandas Bixiga 70 e Curumin & The Aipins _ sexta-feira, no Green Park, na Praia da Joaquina (Floripa). Leva quem responder primeiro e corretamente qual é o ano desta foto acima, feita numa das raras (senão “a rara”) ocasiões em que Chico se apresentou na Ilha.

Mas só valerão os comentários que constarem o nome completo e o RG do participante. O resultado será divulgado às 15h desta quinta.

Bixiga 70 e Curumin são a novas investidas dos projetos Whatafunk e Conexão Sul, que em abril passado levaram para o mesmo espaço na Praia Mole a cantora Céu no show Catch a Fire.  As duas bandas se encarregarão de transformar a paradisíaca pista do Praia Mole Eco Village num baile lisérgico, daqueles para suar até a alma. O Bixiga 70, big band instrumental, fará a sua estreia na cidade, mas Curumim joga em casa. Ambas detonarão um poderoso surto de afrobeat, funk, dub, jazz, reggae, rap, rock e música brasileira.

Bixiga 70. Foto Nicole Heiniger, Divulgação

Bixiga 70. Foto Nicole Heiniger, Divulgação

 

Curumin. Foto Rafael Kent, Divulgação

Curumin. Foto Rafael Kent, Divulgação

O punk não descansa: Olho Seco em Floripa no sábado

28 de maio de 2014 0
Foto Felipe Galvão, Divulgação

Foto Felipe Galvão, Divulgação

 

Pense na gênese do punk e hardcore nacional e lá estará a banda paulista Olho Seco. Um dos pilares do movimento se sustenta após 35 anos, mais notadamente na figura do seu vocalista e líder Fábio Sampaio, um boa praça que também foi dono de uma das mais históricas lojas de discos na Galeria do Rock, a Punk Rock Discos, fundada em 1979 e berço para bandas como Ratos de Porão. O quarteto está de passagem por Florianópolis no sábado para um show de celebração da carreira no Mix Café. Boa oportunidade para tirar a poeira dos coturnos e se lançar na roda de pogo com clássicos como Nada, Sinto, Com Vergonha e Isso é Olho Seco.

Ter estes caras na ativa torna esse mundinho menos bobo e nos deixa mais seguros.

Site vende DVDs de gravações clandestinas do show do Guns N' Roses em Floripa

20 de maio de 2014 0

guns bootleg

O site GN’ Shop, que se diz especializado em bootlegs dos Guns N’ Roses, oferece em sua página um DVD com o registro do show da banda em Florianópolis, em abril passado. As versões em DVD e Blu Ray custam R$ 25 cada e segundo a descrição do site, os vídeos “são, em grande parte, gravados à partir de emissoras de televisão e filmagens amadoras realizadas por fãs. O GN’R Shop recomenda que você compre produtos oficiais GN’R.” Bootleg? Isso tem outro nome. Imagino que o Axl Rose ficará muito aliviado com a recomendação.

Metá Metá pra enfurecer a sexta-feira em Florianópolis

20 de maio de 2014 0

metá-metá1

Trio paulistano Metá Metá é uma das pedidas para manter o sistema de animação em alta na abertura dos trabalhos sonoros no final de semana na Ilha. A banda instrumental de punk/metal/afrobeat e free jazz tocará na sexta à noite, na Casa de Noca, na Lagoa da Conceição. Formada pelos músicos Juçara Marçal, Kiko Dinucci e Thiago França, o Metá Metá foi uma das boas atrações do último festival Psicodália, em janeiro, em Rio Negrinho e aproveita a grande projeção com o discaço Metal Metal lançado em 2012. Mas não se engane, eles são mais rock do que muito poser com camisa dos Ramones por aí.

Melvia Chick Rodgers volta para novo show, sábado, em São José

19 de maio de 2014 0
Foto Daniel Conzi

Foto Daniel Conzi

Pintou uma nova oportunidade para ver a notável cantora norte-americana Melvia “Chick” Rodgers. Ela se apresentará no sábado no Divino Gastro Club, em São José. No final de semana, o projeto Chicago Connection lotou o Teatro Ademir Rosa (CIC) para o primeiro show de Melvia na sua passagem pelo Brasil e que brindou a plateia com uma performance emocionada de No Love, uma das suas canções próprias. Ao cantar a letra, Melvia veio às lágrimas.

Miss Kittin: Muita expectativa para o encontro com a madame das pistas

08 de maio de 2014 0

miss set up

São pelo menos 15 anos desde a primeira passagem por Santa Catarina da francesa Caroline Hervé, que nas pistas do mundo é conhecida como a lendária Miss Kittin. Ocasião marcada por performances históricas, como no club Ibiza de Balneário Camboriú, e em algumas controvérsias _ Kittin teria reclamado de algumas das escalas pelo país e acabou batendo boca com fãs. De volta, a agora veterana e incontestável DJ fará a sua estreia em Floripa hoje à noite, na pista do Terraza.

Além do último trabalho solo, Callin From The Stars (2013), Miss Kittin deve apresentar um arsenal poderoso de outros temas, dos seus (I Com e Batbox) e de parcerias (The Hacker, Golden Boy, DJ Hell, Kris Manace). Sua história no techno e no eletroclash faz jus ao peso da expectativa para este encontro em Florianópolis. Ninguém espera menos do que se impressionar … positivamente.

Aliás, a madame mandou um “croqui” do seu set up de amanhã, que está lá no perfil da SIC Radio no Facebook junto com outros cinco convites vips para sorteio!

Não basta cantar. Céu veste a camisa da Marcha da Maconha durante tributo a Bob Marley em Floripa

04 de maio de 2014 1
Foto: Adriano Debortoli, SIC Radio, Divulgação

Foto: Adriano Debortoli, SIC Radio, Divulgação

 

Em noite inebriante na Praia Mole, Céu trouxe o paraíso à terra no show-tributo Catch a Fire. Não bastou apenas cantar na íntegra da obra seminal de Bob Marley, ela também vestiu a camisa da Marcha da Maconha e dedicou o show ao presidente uruguaio José Mujica.  Céu se apresentou para mais de 1,5 mil pessoas que a aguardaram até o início da madrugada de sábado no Praia Mole Eco Village, na praia homônima e que foi o epicentro do boom regueiro na cidade nos anos 1990. E Céu sabia que, com uma obra emblemática nas mãos, estaria “jogando em casa”.

Não havia ocasião melhor para trazer um show vigoroso, onde a aparente doçura de Céu contrata com a segurança e o vigor da performance de cada uma das 11 faixas. Ainda na passagem de som ela afiava o roteiro com a banda, aliás, uma incrível escuderia _ baixo, bateria, teclados, guitarra e a retaguarda do DJ Marco no soundsystem e nas bases.

Se na versão álbum Catch a Fire não passa dos 45 minutos, para os show, Céu e banca encorparam o caldo e o estenderam para uma hora e quinze minutos de ação inebriante. Concrete Jungle (já gravada por ela), Kinky Reggae, Stirt it Up, No More Trouble e All Day All Night caíram muito bem na malemolência sedutora da cantora paulista. E como na voz dela soa tudo tão com cara de praia. Foi uma noite incendiária!

* Em marcha

O “enGanjamento” foi mais latente no palco do que propriamente entre a comportada plateia que foi assistir ao Catch a Fire. Antes de subir ao palco, Céu permitiu a três pitorescos próceres do Instituto Cannabis que fizessem um breve e efusivo discurso de exaltação do Uruguai, pela vitória na liberação do uso da cannabis para pesquisas medicinais no Brasil, e para anunciar o calendário das marchas da Maconha no Estado em maio. Floripa será no dia 30, mas as etapas de Biguaçu e Palhoça foram reveladas com uma comovente empolgação.

 

 

Se no palco a

Muita vontade e pouca oferta causa confusão na retirada de ingressos para show de Lenine com a Camerata Florianópolis

29 de abril de 2014 1
Foto Rodrigo Stüpp

Foto Rodrigo Stüpp

A imagem aí foi pouco antes do sururu no Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura, durante a distribuição na tarde de segunda-feira dos ingressos para o show do cantor Lenine com a Camerata Florianópolis. A fila já dava voltas pelo saguão do CIC quando as bilheterias abriram e, diante de muita procura para a oferta de 600 ingressos o resultado da equação não poderia ser outro: muitos ficaram sem, outros revoltados e um princípio de tumulto.

O produtor e organizador do festival Jurerê Abel Silva informou à coluna que foi disponibilizada toda a capacidade do teatro _ incluindo uma reserva de 20% para a Fundação Catarinense de Cultura, Fundação Franklin Cascaes e patrocinadores _, mas insuficiente para atender a demanda de mais de mil pessoas que apareceram na ocasião. Ele reconhece que o esquema de distribuição foi falho (a começar pela divulgação de apenas um ponto de retirada, sendo que haviam outros dois) e pretende aprimorá-lo em edições futuras. O show de Lenine com a Camerata será nesta quinta-feira, às 21h, no CIC, mas não há mais ingressos disponíveis.

Avishai Cohen abre o Jurerê Jazz em noite colossal

25 de abril de 2014 0
Foto Ana Roman, Divulgação

Foto Ana Roman, Divulgação

Em 2008, por ocasião do TIM Festival, assisti à performance arrebatadora do saxofonista Sonny Rollins, um dos colossos da história do jazz, um dos últimos contemporâneos vivos da era de ouro de John Coltrane e Miles Davis. E ali eu pude perceber o poder supremo do jazz sobre uma plateia entorpecida por três horas e que lotou o Memorial da América Latina. A história se repetiu para mim e experimentada pelo público na abertura do festival Jurerê Jazz, na noite de quinta-feira, com o contrabaixista israelense Avishai Cohen. Entre o veterano Rollins e o “jovem” Avishai há uma diferença de tempo de quatro décadas de jazz, barreira essa que é demolida pela relevância com a qual os dois monstros empregam ao nobre gênero.
O concerto de Avishai Cohen em Florianópolis foi a síntese da sublimação. A primeira e mais aguardada noite da programação do Jurerê Jazz recebeu um público que, embora não tenha lotado o Pedro Ivo, se avolumou (ou agigantou-se) em sensibilidade e entrega. E foi devidamente atendida por uma performance inebriante de 90 minutos, onde o que se ouvia na sequência eram exultações do tipo “experiência de transe”, “transcendência” e “arrebatamento”. Avishai é um fato consumado da atual geração, mas também um colosso do jazz. O que ele produz no palco é um sincretismo mágico de estilos, compondo uma ácida e urgente junção pop entre o latino, o erudito e a sua herança do médio-oriente.
Ele é um performer admirável, que comanda do contrabaixo uma catarse particular que contamina a plateia. Aliás, imagino quão interessante não é a história do instrumento que lhe é tão caro, um baixo alemão de mais de cem anos. Das mãos pelas quais passou até chegar ao seu estágio atual, nada menos que merecido se não pelas mãos de uma dos maiores do seu tempo. Na escuderia de Avishai, duas figuras também brilhantes: o pianista Nitai Hershkovits e o baterista Daniel Dor _ este um jovem prodígio de 19 anos. Avishai se coloca ao centro e sob os olhares dos parceiros e estrategicamente à frente das caixas de som, uma retaguarda propulsora de sentidos. Do repertório, ele brindou motes já consagrados da sua discografia, como Dreaming, Seven Seas e Remembering e novas composições do recente álbum Almah. De tudo o que eu ouvi, experiência é o termo que melhor se aplica. Mas uma experiência sublime, como a que eu vi com Sonny Rollins há seis anos e que Avishai perpetua magistralmente hoje, mantendo aberta a trilha por onde agora ele é um dos colossos  a continuar essa jornada do jazz.
O Jurerê Jazz prossegue até o dia 4 de maio (confira a programação completa aqui).

A agenda para os próximos dias:

* Sexta-feira (25 de abril)
20h _ Conversan Duo (BR)
Positano Bar no Hotel Il Campanario, Av. Dos Búzios, 1760, Jurerê Internacional

* Sábado (26 de abril)
17h _ Andrew Scott Potter (EUA)
Jurerê Open Shopping, Av. Das Raias, 400, Jurerê Internacional
Gratuito

20h30min_ Luiz Gustavo Zago (BR)
Auditório Jurerê Classic, Rua dos Lambari-Guaçu, 437, Jurerê Internacional
Informações e ingressos: (48) 3282 2203

* Domingo (27 de abril)
20h _ Felipe Coelho + Trio Espiral (BR/Chile e Colômbia)
Café Saint Germain, Lagoa da Conceição
Gratuito

Veterana do electroclash, Miss Kittin toca no Terraza (Floripa) em maio!

11 de abril de 2014 1

miss-kittin-elle-de

Para um Estado que se gaba da condição de “polo da música eletrônica no país” é preciso reconhecer que demorou muito para trazer a Miss Kittin. A DJ francesa virá a Florianópolis no dia 9 de maio para um único show no Terraza Music Park, anexo à Pacha.

Caroline Hervé é o nome desta DJ e cantora francesa com uma carreira histórica a partir dos anos 1990 e responsável pelo surgimento do chamado electroclash. Tem seis álbuns no currículo, incluindo as parcerias com o produtor The Hacker. Dali saíram grandes hits, como 1982 e Frank Sinatra, que a projetaram no fervo da cena clubber e das raves pelo mundo.

Seu último álbum, Batbox, é de 2008, ocasião que a trouxe pela primeira vez ao Brasil, mas apenas para uma apresentação em São Paulo. Agora ela está de volta e, além de Floripa, fará uma escala no dia 7 de maio, no D-Edge, em São Paulo.